De acordo com relatos do historiador grego Heródoto, os babilônios enterravam os seus mortos no mel. O mel mais antigo de que se tem notícia data de mais de cinco mil anos e foi descoberto na Geórgia, país do Cáucaso.
Por que o mel não estraga?
Uma técnica desenvolvida pelas abelhas contribui para o ambiente de baixa umidade do mel. No momento de transformar o néctar das plantas em mel, os insetos batem as asas para retirar o máximo de água da mistura. A baixa umidade do mel ajuda a conservar o produto, pois as leveduras e outros microorganismos que poderiam estragá-lo não conseguirão se reproduzir.
Outro motivo pelo qual o mel é um alimento bastante durável é devido à alta concentração de açúcar presente no produto. Cerca de 90% do mel é composto por açúcar. Assim sendo, a mistura pode ser conservada por centenas de anos.
A maneira (pelo vômito) como as abelhas introduzem o néctar nos favos de mel também contribui para a conservação do produto. O estômago das abelhas contém a enzima glicose oxidase, que é acrescentada ao mel quando o néctar é regurgitado. A enzima e o néctar se misturam e criam o ácido glucônico e o peróxido de hidrogênio, que impedem o desenvolvimento de bactérias e demais micro-organismos.
Cuidados com o mel
Não é todo mel que pode chegar a durar milhares de anos, pois o armazenamento também é importante. Caso seja exposto a um ambiente úmido, o produto pode facilmente absorver água e estragar. O mel precisa ter no máximo 17% de umidade para não fermentar.
Portanto, para o mel permanecer bom para o consumo humano, ele deve estar bem vedado e armazenado em local seco, longe da luz, da umidade e do calor.
Quando o mel é mal armazenado, pode ocorrer a cristalização, o que não significa, necessariamente, que ele está estragado. No geral, o mel cristaliza mais rapidamente quando está exposto a uma temperatura entre 10 e 15°C.
Fonte:
http://www.remedio-caseiro.com/descubra-porque-o-mel-nao-estraga/
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