quinta-feira, 23 de junho de 2016

Magnésio é muito importante para o Coração e Pressão: Aqui estão 15 Alimentos Ricos em Magnésio!




Você vive sentindo cansaço, tem dificuldades para se concentrar e sofre com insônia?

Talvez seja carência de magnésio.

Esses sintomas são comuns entre os que se alimentam baseados na dieta moderna: muito fast-food e frituras.

Nem sempre foi assim.

No início do século XX, as pessoas tinham uma dieta mais natural consumiam mais alimentos ricos em magnésio.

Nos dias de hoje, elas praticamente não ingerem magnésio por meio da alimentação.

Uma pesquisa publicada pelo National Institutes of Health, nos Estados Unidos, revelou que os homens precisam de 400 a 420 mg de magnésio, enquanto as mulheres necessitam de 310 a 320 mg por dia.

E revelou, com base nos hábitos alimentares do americano, que a maioria deles está bem longe do ideal.

Uma dieta, por exemplo, rica em açúcar refinado, carboidratos simples ou baseada em alimentos processados com certeza é deficiente em magnésio.

Além disso, para garantir esse elemento, é preciso consumir grande variedade de legumes diariamente.

Fuja de bebidas alcoólicas, antibióticos e diuréticos, pois eles impedem a boa absorção dos nutrientes.

É bom saber que nosso corpo só consegue manter de 30 a 40 por cento de magnésio.

Por isso, consumir a substância em excesso não tende a provocar problemas de saúde, pois o organismo expulsa tudo através da urina.

Mesmo assim, o ideal é você consultar um bom nutricionista para definir a melhor estratégia de uma boa suplementação de magnésio.

Se você não sabe, o magnésio estabiliza os nervos, relaxa os músculos e equilibra os batimentos cardíacos.

Além do mais, também fortalece os ossos, regula a pressão arterial e os níveis de açúcar no sangue, favorecendo a produção de energia.

Então, se você desconfia que sofre de deficiência de magnésio, melhore sua dieta.

Invista em folhas verdes, como espinafre, legumes, nozes, sementes e cereais integrais.

Consuma:

– Amêndoas

– Espinafre

– Acelga

– Feijões (o preto principalmente)

– Sementes de abóbora

– Abacate

– Figos

– Iogurte

– Banana

– Salmão

– Manteiga de amendoim

– Cacau/chocolate amargo

– Castanha de caju

– Coentro

– Manjericão

Se possível, consuma alimentos orgânicos para garantir a boa qualidade.

Mesmo consumindo esses alimentos, você ainda corre o risco de ter deficit de magnésio.

Isso porque a maioria dos solos, incluindo o brasileiro, é pobre nesse mineral.

Logo, os alimentos produzidos nesses solos também serão pobres em magnésio, mesmo que tal alimento seja, em tese, fonte de magnésio.

Então, como resolver a deficiência de magnésio?

Combinando alimentação com suplementação.

Mas você vai precisar da ajuda de um bom médico ou nutricionista.

Equilibrar os níveis desse mineral no corpo não é fácil.

Não basta tomar um suplemento de magnésio e pronto.

Não.

Ocorre que o magnésio trabalha em conjunto com o cálcio, a vitamina D e a vitamina K2.

Se você consumir muito cálcio e pouco magnésio, pode, por exemplo, desencadear um problema cardíaco sério.

O segredo está na ingestão correta de cada substância.

E existe um apoio mútuo pelo qual elas se equilibram e funcionam corretamente.

Os melhores suplementos de magnésio, ou seja, os de melhor absorção, são o glicinato de magnésio, o cloreto de magnésio e o citrato de magnésio.

Fonte: http://bit.ly/28PiRLn

terça-feira, 21 de junho de 2016

Benefícios do Óleo de Coco


Para perceber os efeitos benéficos na saúde, especialistas recomendam o consumo regular de uma ou duas colheres de sopa diariamente. Ao incluir o poderoso óleo de coco no dia a dia, veja o que acontece:
  • Menor acúmulo de gordura no corpo: Como passa rapidamente pelo fígado devido à sua menor cadeia de moléculas, o óleo de coco não é estocado em forma de gordura no corpo.
  • Queima extra de calorias: A rápida digestão da gordura do coco estimula o metabolismo e faz emagrecer. É como se você aumentasse o fogo interno que queima as calorias dos alimentos, transformando-as em energia.
  • Redução de medidas na cintura: Está provado que o consumo de óleo de coco favorece a eliminação da gordura que fica depositada na barriga. Os motivos exatos ainda são desconhecidos pela ciência, mas acredita-se que o óleo atue diretamente em alguns hormônios ligados ao acúmulo dessas reservas no abdômen.
  • Controle da fome: Se, de um lado, o óleo de coco aumenta a queima calórica, de outro, ele ajuda a diminuir a sensação de fome. A possível justificativa para isso é que o líquido deve agir aumentando o nível dos hormônios responsáveis pela saciedade.
  • Possui ação antioxidante: Colabora na diminuição da produção de radicais livres. Isto se deve principalmente à ação direta da vitamina E, presente na gordura de coco extra virgem.
  • Reduz o mau colesterol (LDL) e aumenta o bom (HDL): Contribuindo assim na prevenção e tratamento das doenças cerebrais e cardiovasculares.
  • Melhora o sistema imunológico: agindo na prevenção e no combate aos vermes, bactérias e fungos, restabelece a energia roubada por estes agentes. Consequentemente melhora a absorção dos nutrientes, aumentando todas as defesas do organismo. A gordura de coco apresenta a maior concentração de ácido láurico, dentre todas as gorduras vegetais.
  • Regula a função intestinal: Tanto nos casos de prisão de ventre ou mesmo nas diarreias, os componentes da gordura de coco agem normalizando as funções intestinais. Ao mesmo tempo o ácido láurico, através da monolaurina, ajuda a eliminar as bactérias patogênicas (inimigas), protegendo e favorecendo o crescimento da “flora amiga”.
Fonte:
site:http://belezaesaude.com/oleo-de-coco/

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Batata-doce dá energia, mata a fome e afasta o diabete



“Ideou as batatas em suas várias formas, classificou-as pelo sabor, pelo aspecto, pelo poder nutritivo, fartou-se antemão do banquete da vida.” Nas páginas do romance Quincas Borba, o escritor Machado de Assis (1839-1908) coloca o alimento no patamar de troféu, como uma espécie de prêmio que simboliza a luta pela sobrevivência. Um posto justíssimo, especialmente porque essa família de vegetais americanos ajuda a nutrir muitos povos ao redor do globo há séculos. Destaque entre suas primas, a batata-doce é cultivada em grande escala no mundo, em parte, graças ao sucesso que faz na populosa China. Aqui no Brasil, é costume antigo assá-la nas fogueiras das festas juninas. E, mais recentemente, tornou-se queridinha entre esportistas e adeptos da malhação. 

Aliada dos músculos

Existem pelo menos dois bons motivos para que ela tenha sido a eleita entre os atletas.  Essa raiz tuberosa – como definem os botânicos – é provedora de potássio, mineral indispensável no combate às câimbras e que atua no equilíbrio de fluidos que circulam pelo organismo. Outro de seus predicados é a grande concentração de carboidrato. Trata-se de uma das melhores fontes do nutriente que é sinônimo de disposição e que, de quebra, contribui para a recuperação da massa muscular justamente porque repõe o estoque de energia armazenado no músculo, o chamado glicogênio. 
Uma das grandes vantagens do consumo dessa raiz adocicada é que ela libera energia aos poucos. Graças ao seu alto teor de fibras, o vegetal faz parte do seleto grupo de alimentos de baixo índice glicêmico (IG). Essa classificação tem tudo a ver com os efeitos que a comida provoca nos níveis de glicose no sangue.  Também tem relação com a velocidade da digestão. Há indícios de que a batata-doce provoque uma resposta glicêmica gradual — aí, a entrada do açúcar nas células acontece gradativamente. Daí, além de garantir pique extra para os atletas, ela breca grandes picos de insulina. 
Estudos mostram que o baixo IG reduz o risco de o diabete tipo 2 aparecer e ajuda a conter depósitos de gordura na região abdominal. Sem contar que favorece o controle do apetite. Vale ressaltar, entretanto, que a cocção exagerada faz aumentar o tal índice e põe tudo a perder. É que extrapolar no cozimento destrói a integridade da parede celular do vegetal, ou seja, detona as fibras.
Aliás, por falar em preparo, não caia na armadilha de fritá-la rotineiramente. Quando vai para frigideira imersa em óleo, a hortaliça pode ficar com o triplo de calorias. A sugestão é assar ou cozinhar em panela de pressão. Ao acrescentar um fio de azeite, você aproveita melhor os carotenoides e, assim, eleva o potencial antioxidante do alimento. É combustível enriquecido com um protetor natural para as células. 

Um conselho

A batata-doce oferece vitaminas do complexo B, parceiras do bom humor. Para não deixar que esses nutrientes se percam no cozimento, uma estratégia é prepará-la com casca e tudo. Aliás, se essas cascas forem bem lavadas, elas podem ir para o prato também, o que reforça o aporte de fibras.

Outros tipos de batata
Batata-inglesa

A mais popular entre as batatas não é uma raiz, mas, sim, um tubérculo, ou seja, a ponta de um caule subterrâneo que armazena amido. De sabor sutil, combina com uma porção de receitas e, mais que contribuir com energia, oferece minerais como potássio e fósforo. Também é fonte de uma proteína que defende as células e tem um nome sui generis: a patatina. 

Batata-baroa

Também chamada de batata-salsa, trata-se da perfumada mandioquinha. De coloração amarela, ela é uma raiz e faz parte da família da cenoura. Graças à sua doçura compõe a receita de papinhas para os bebês, além de sopas e cremes. Oferece carboidrato aos montes, além de doses de betacaroteno, um pigmento que favorece a saúde dos olhos e é aliado da beleza da pele.

Batata yacon

Essa raiz de origem andina, cujo nome científico é Smallantus sonchifolius, ficou conhecida por aqui como “batata dos diabéticos”. Tal alcunha surgiu porque o alimento favorece o equilíbrio das taxas de açúcar no sangue. Por trás desse benefício há uma substância chamada inulina e que serve de comida para as bactérias do bem que povoam nosso intestino.
Quer saber mais sobre outros alimentos poderosos? Nosso livro “50 alimentos funcionais – o que comer para fortalecer a imunidade, afastar doenças e chegar ao peso ideal” ainda está nas bancas.

Fonte:
http://mdemulher.abril.com.br/saude

sexta-feira, 17 de junho de 2016

Saxenda: remédio usa hormônio da saciedade no combate à obesidade


O Saxenda é um medicamento injetável utilizado para o tratamento da obesidade que no final de fevereiro de 2016 foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Ele vem chamando a atenção desde 2014, quando foi aprovado pelo Food and Drug Administration (FDA), órgão regulamentar de medicamentos e alimentos dos Estados Unidos, e pela Comissão Europeia de Medicamentos em 2015.
Para começarmos a falar sobre o remédio, é preciso saber que ele não é tão novo assim. Seus efeitos já estão sendo estudados desde que seu princípio ativo, Liraglutide, foi comercializado pela primeira vez para o tratamento do Diabetes. Para entendermos como o Saxenda funciona, é preciso compreender o efeito do hormônio - que nosso corpo produz - e que ele tem ação similar.

O que é e como funciona

O Liraglutide é chamado tecnicamente de agonista do receptor do GLP-1. O GLP-1 é o hormônio que o nosso intestino libera quando detecta a presença de nutrientes no seu interior. Para facilitar, o GLP-1 é um hormônio que sinaliza para o nosso cérebro que há comida no interior do intestino e portanto, que estamos alimentados. Dessa forma, o cérebro ao receber esta informação, acaba inibindo os impulsos de fome e paramos de comer.
De um modo geral, os hormônios do nosso corpo funcionam assim: cada hormônio é um tipo de chave específica que tem sua própria fechadura (receptor). Desta forma, para agir no nosso corpo, o GLP-1 precisa de um receptor, como se fosse sua fechadura e ele a chave. O Liraglutide é, portanto, uma molécula sintética que age exatamente no receptor do GLP-1, ou seja, na fechadura do GLP-1. E, ao se ligar a ela, causa os efeitos do hormônio no corpo, sem que a pessoa esteja alimentada. É um jeito de driblar a sensação de fome.
Além disso, o Liraglutide age melhorando os níveis de glicose no sangue nos pacientes diabéticos por melhorar a liberação do hormônio insulina, daí seu uso inicial nos pacientes diabéticos. Atualmente este remédio é comercializado no Brasil pelo mesmo laboratório sob o nome de Victoza.

Polêmica com o remédio para diabetes

Com o avançar das pesquisas, verificou-se que os pacientes diabéticos que eram tratados com Liraglutide (Victoza) perdiam peso e desenvolveu-se uma forma de administrá-lo em pacientes obesos. Nos estudos clínicos, a perda de peso tem variado entre 5% e 10% do peso corporal, em média. Contudo, o seu uso para fins de emagrecimento não é recomendado.

Indicações

A indicação do Saxenda é que ele seja utilizado em conjunto com dieta e atividade física em adultos com índice de massa corporal acima de 30 kg/m2 ou ainda naqueles acima de 27 kg/m2 de IMC com alguma condição relacionada ao excesso do peso, como hipertensão, Diabetes tipo2 ou alterações de colesterol.
É importante entender que, quando uma medicação é indicada para perda de peso, assim para qualquer outro problema de saúde, é essencial que ela seja prescrita por um médico que acompanhe o paciente durante o uso. A compra do Saxenda é direto na farmácia e, da forma correta, deverá necessitar de uma receita prescrita por um médico com habilitação no Conselho Regional de Medicina.

Efeitos colaterais

Alguns possíveis efeitos colaterais do Saxenda estão relacionados ao desenvolvimento de pancreatite, cálculos em vesícula biliar e risco de hipoglicemia, este último nos pacientes com Diabetes tipo 2. Por isso que é muito importante o acompanhamento médico durante o uso, sempre.

Uso do produto

O Saxenda é uma medicação de aplicação subcutânea. A embalagem contém um dispositivo semelhante às canetas de insulina, como se fosse uma seringa de auto aplicação, já com as doses pré-ajustadas. Podemos dividir didaticamente o dispositivo tem três partes: ponta, compartimento central e compartimento posterior.
A ponta é o local que o paciente deverá encaixar a agulha descartável, que também é adquirida à parte. Existem vários tamanhos de agulhas, que serão recomendadas pelo médico ou enfermeiro para melhor conforto na aplicação. O compartimento central contém um cartucho com o medicamento, e no compartimento é feito o controle de dosagem. A parte posterior da caneta consiste em um mecanismo de rotação com a numeração e um visor marcador das dosagens. Ao girar este "botão" a dose vai aparecendo de forma consecutiva no visor.

E quando parar de tomar, o peso volta?

Para todo e qualquer medicamento para perda de peso, a reposta para esta pergunta requer um pouco de ponderação. A base de qualquer tratamento para perda de peso consiste em dieta para reduzir o ganho calórico e atividade física (para a aumentar o gasto energético). Os medicamentos para perda de peso servem para auxiliar neste processo, ajudando no controle do apetite ou aumentando a saciedade. Dessa forma, o organismo recebe um apoio para realizar a redução de calorias necessária para a perda de peso. Porém, se a base, que é a reeducação alimentar não é feita, a partir do momento em que a medicação é suspensa e voltamos a comer como antes, o peso volta a ser como antes. Funciona para o Liraglutide assim como para outros medicamentos para controle do peso.
Por mais que o Saxenda seja uma grande arma nesta luta contra a obesidade, é preciso entender que não se vence uma guerra com apenas uma arma. Se vence com uma estratégia correta: dieta correta, atividade física correta e medicamentos corretos para cada um de acordo com seu peso e suas necessidades, com avaliação médica, nutricional e esportivas adequadas.

Fonte:
http://www.minhavida.com.br/saude

Como as mudanças de temperatura interferem na sua saúde



A nossa saúde, por melhores que sejam os hábitos de vida, estão suscetíveis a interferências climáticas - e não estamos falando apenas de gripes e resfriados típicos das estações mais frias. Veja como as mudanças de temperatura agem no seu corpo:


Muitos dias seguidos de calor deixam as pessoas irritadiças e mais agressivas.

Verdade. Além da dificuldade de pegar no sono pela alta temperatura, também fica mais complexo para organismo manter a água no corpo. Essa soma explosiva costuma mexer com o nosso temperamento.

É melhor não se exercitar em ambiente aberto quando a temperatura estiver menor do que 12 graus celsius.

Verdade. Respirar o ar gelado pode causar dor de cabeça e uma sensação de aperto no peito. A sensação ruim deve passar após uma pausa, mas melhor evitar, não? Se os sintomar persistirem, procure atendimento médico.

A enxaqueca pode se intensificar tanto em altas temperaturas, quanto em baixas.

Verdade. Condições extremas interferem nas dores. Em dias muito frios ou muito quentes, suas consequências podem piorar a dor - como é o caso do vento frio, já mencionado. Além disso, dias com muito sol prejudicam quem apresenta sensibilidade à luz durante as crises.

As alergias pioram em dias chuvosos.

Mentira. As gotinhas levam embora a poluição do ar e voltam a umidificar os ambientes. Isso ajuda a aliviar a ardência nos olhos e o nariz irritado característicos de quem sofre com acessos alérgicos.

Fonte:
http://mdemulher.abril.com.br/saude

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Pesquisa aponta 10 sintomas de câncer que são ignorados pelos pacientes


Um estudo feito pela organização Cancer Research UK descobriu quais são os dez sintomas de câncer frequentemente ignorados pelos pacientes ? fator que pode atrasar o diagnóstico e dificultar o tratamento. Os resultados foram publicados dia 01 de fevereiro no British Journal of General Practice.
Os pesquisadores entrevistaram 1.700 britânicos com 50 anos ou mais. Foi mostrada uma lista com 17 sintomas aos participantes, que deviam apontar quais desses sinais eles sentiram nos últimos meses. Na relação constavam 10 sintomas sabidamente relacionados a diversos tipos de câncer. Veja:
  • Tosse e rouquidão
  • Aparição de caroços pelo corpo
  • Mudança na rotina intestinal
  • Alteração no hábito de urinar
  • Perda de peso inexplicável
  • Dor inexplicável
  • Sangramento inexplicável, principalmente nas fezes ou urina
  • Ferida que não cicatriza
  • Dificuldade de engolir
  • Mudança na aparência de uma verruga.
Aproximadamente 53% da amostragem disse ter sofrido ao menos um dos sintomas nos últimos três meses, e apenas 2% desse grupo acreditava que os sinais poderiam indicar um câncer em fase inicial.
Na maioria dos casos, as pessoas presentes no estudo atribuíam os potenciais sintomas de câncer a outros fatores, como idade, infecções, artrite e hemorroida. Segundo a equipe de cientistas, muitas pessoas com sintomas potenciais de câncer de fato não tem um tumor, e sim outras doenças que também se beneficiam de um diagnóstico precoce. Dessa forma, é importante que qualquer um desses sinais seja investigado, especialmente se não apresentam melhora.
De acordo com os estudiosos, diagnosticar o câncer precocemente salva vidas, uma vez que dá aos pacientes a chance de receber um tratamento mais eficiente.


Fonte:
http://www.minhavida.com.br/saude/noticias

Síndrome do olho seco aflige milhões de brasileiros




No início era a vermelhidão. Logo depois, vieram a coceira e a sensação de que os olhos estavam cheios de areia. Um vento mais forte, ao bater no rosto, parecia empurrar estilhaços de vidro para dentro do globo ocular. Como se não bastasse, de repente a vista começou a sofrer com qualquer fonte de luz. Foi então que Cleivânia Lima de Almeida, hoje com 44 anos, descobriu ser portadora da síndrome da disfunção lacrimal.
Também chamada de síndrome do olho seco, ela é provocada por alterações na composição ou produção das lágrimas que prejudicam a lubrificação da área. "Desde o diagnóstico, há 27 anos, só saio de casa com óculos escuros. Mas pelo menos tenho um pouco de lágrima. Já conheci gente que não tem nem pra chorar", conta a fundadora da Associação dos Portadores da Síndrome do Olho Seco, que trabalha duro pela conscientização de que a doença não é coisa menor, muito menos algo incomum — calcula-se que 18 milhões de brasileiros tenham o problema.
Entenda: a lágrima não é água salgada. "Ela tem mais ou menos 100 componentes essenciais para a limpeza e a defesa contra micro-organismos", diz o oftalmologista José Álvaro Pereira Gomes, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Em uma gotícula, essas moléculas são distribuídas em três camadas: muco, água e gordura. "Quando você pisca, elas se misturam e evitam uma evaporação rápida demais", explica o especialista.
Os sintomas aparecem em pessoas que, por várias razões, fabricam lágrimas com gordura de mais ou de menos. Isso propicia a dissipação desse líquido, deixando os olhos na secura. "O mais comum é o paciente acordar bem e sentir os desconfortos se agravarem ao longo do dia", dá a dica Renata Rezende, oftalmologista da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro.

A disfunção também pega quem permanece muito tempo em frente ao computador ou à televisão, duas atividades que diminuem o número de piscadas. Normalmente, uma pessoa fecha e abre as pálpebras de oito a dez vezes por minuto. Entretanto, quando estamos fixados em uma telinha (ou mesmo em livros), essa frequência cai para cerca de três vezes. O ato de piscar impede justamente que a lágrima evapore antes da hora. Usuários de lentes de contato gelatinosas - que agem como uma esponja, sugando a umidade - e indivíduos que passam horas no ar condicionado também estão mais suscetíveis à aridez ocular.
Vira e mexe a secura não é desencadeada por mudanças na composição da lágrima, e sim pela queda na sua produção. Variações hormonais típicas da menopausa, certos medicamentos e determinados tumores ou doenças autoimunes, como lúpus e artrite reumatoide, estão entre os fatores de risco para essa versão de olho seco. Aliás, o próprio envelhecimento tem um papel na história — estudos da Unifesp mostram que 20% da população acima de 50 anos possui vestígios da encrenca.
"É uma doença multifatorial. Até mesmo a poluição ou um cílio no lugar errado podem alterar a lágrima", afirma o médico Joel Edmur Boteon, do Departamento de Oftalmologia da Universidade Federal de Minas Gerais. Por isso é importante visitar um especialista assim que os sinais aparecerem. Só ele saberá detectar o que está por trás da sequidão e indicar qual caminho seguir a partir daí.
Ainda bem que 90% dos casos são contornados com relativa facilidade. O diagnóstico também não é difícil e pode ser feito de diversas maneiras, como explica o oftalmo Luiz Carlos Portes, membro e ex-presidente da Sociedade Brasileira de Oftalmologia: "Além de checar o histórico do paciente, seus sintomas e se ele faz parte de grupos de risco, há exames que medem a produção da lágrima e corantes que acusam pontos ressecados". Até imagens captadas por câmeras especiais conseguem quantificar a taxa de evaporação desse líquido.
Uma vez detectada a chateação, colírios lubrificantes ou anti-inflamatórios costumam entrar em cena. Um ou outro é prescrito segundo a origem do problema. Justamente por isso, aquele hábito de pegar o produto de um amigo fica terminantemente proibido, combinado? O alerta também vale para quem compra o item sem orientação. "Alguns são vendidos como lubrificantes quando, na verdade, são vasoconstritores. Eles acabam com a vermelhidão, mas, assim que o efeito passa, o olho seco se agrava", esclarece Portes.

Se os colírios não umidificam o ambiente ocular direito, outras táticas são recomendadas. Existe, por exemplo, a possibilidade de inserir um pequeno plug para fechar a saída do canal lacrimal, tubinho responsável pelo escoamento do líquido. "E, se há opacidade da córnea, já podemos transplantar glândulas salivares, que são retiradas da boca e inseridas nos olhos, para estimular a produção de lágrima", revela Pereira Gomes.

O sertão pode virar mar

Para que o complexo mecanismo ocular permaneça hidratado, uma boa limpeza diária é recomendada. A dica vale especialmente para quem aplica maquiagem de domingo a domingo e entre sujeitos com o péssimo hábito de levar as mãos ao rosto o tempo inteiro. Até porque uma higiene bem-feita vai afastar não apenas a doença da vez como reduzir a probabilidade de alergias e infecções. A oftalmologista Helena de Oliveira, do Hospital de Olhos Paulista, indica, antes de tudo, lavar as mãos e os punhos. "Já nos olhos, use gaze, algodão ou lenços específicos e faça movimentos leves e circulares, sempre massageando a borda da pálpebra", ensina. Durante o banho, pode-se usar xampu infantil nos cílios e sobrancelhas. Depois, enxague com as pálpebras fechadas para evitar o contato direto com a córnea.
E se você estiver no meio do escritório quando bater aquela irritação? Nada de correr para a pia e lavar os olhos.
É que a água corrente às vezes transporta micro-organismos perigosos que agravam as coisas. Soro fisiológico e água boricada também são contraindicados. Em emergências onde faltar colírio, Helena sugere uma solução pra lá de simples: "Pisque, pisque e pisque. É uma dica boba, mas bastante eficiente".

A síndrome do olho seco em três passos

  1. As lágrimas são formadas por vários componentes distribuídos em três camadas: água, óleo e gordura. Elas são liberadas por glândulas localizadas logo acima do globo ocular. A glândula lacrimal é a principal delas.
  2. Alterações ou obstruções nessas glândulas mexem com o conteúdo das lágrimas, fazendo-as evaporar depressa. Há outros casos, não raro deflagrados pelo envelhecimento ou por doenças, em que a produção do líquido rareia.
  3. A carência lacrimal propicia inflamações que atiçam os sintomas típicos do olho seco. Impurezas, vírus e micro-organismos agravam o processo e, em determinados episódios, até dão o pontapé inicial para a desertificação do local.

Condições que enxugam os olhos

Blefarite
Essa inflamação ataca a região dos cílios. Aí, forma-se um tipo de caspa que obstrui a glândula lacrimal. Limpeza com produtos específicos dá conta do recado.
Lesões oculares
Cistos, conjuntivite e até cirurgias para correção de miopia ou para melhorar o aspecto da pálpebra (blefaroplastias) podem danificar as fábricas de lágrima.
Alterações hormonais
A menopausa e os anticoncepcionais, que mexem com os hormônios, ressecam os olhos das mulheres. Certos colírios minimizam o quadro.
Medicamentos
Antialérgicos, anti-hipertensivos, anti-inflamatórios e psicotrópicos desequilibram o teor das lágrimas. Seu uso às vezes cobra uma consulta ao oftalmo.
Doenças autoimunes
A secura até ajuda a flagrar males como lúpus e a síndrome de Sjögren, que afeta muito a produção das glândulas lacrimais e até salivares.


Fonte:
http://mdemulher.abril.com.br/saude

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Pesquisadores divulgam teste que identifica Alzheimer em estágio leve


A grande incidência em pessoas acima de 60 anos, a recorrente identificação em estágios mais avançados, os sintomas agressivos e a falta da cura do Alzheimer são fatores que assustam. Por isso, cientistas ao redor do mundo trabalham para entender melhor essa doença degenerativa e alcançar soluções para os pesares que a envolvem. O mais recente e animador resultado dessa busca acaba de ser anunciado pela Escola de Medicina Osteopática da Universidade de Rowan, nos Estados Unidos. 
Pesquisadores da instituição desenvolveram um teste sanguíneo que, segundo eles, é capaz de identificar a doença com exatidão em pessoas que apresentem um transtorno cognitivo leve, ou seja, no estágio inicial dos sintomas. “Acredita-se que mudanças provocadas pelo Alzheimer atinjam o cérebro pelo menos uma década antes do surgimento dos sintomas que identificam a doença”, explicou o líder do estudo, Dr. Robert Nagele. A identificação precoce da doença é uma esperança para o desenvolvimento de tratamentos mais efetivos contra a degeneração. Segundo os pesquisadores, um estudo maior é necessário para que o método seja atestado como viável. 

Fonte:
http://mdemulher.abril.com.br/saude

O que é que a tapioca tem?



Um dos símbolos da culinária nordestina, a tapioca migrou, ou melhor, invadiu as outras regiões do país. Hoje ela marca presença em todo supermercado que se preze e o número de casas especializadas, com os recheios mais variados, não para de crescer. O sucesso se deve, em parte, à sua praticidade e versatilidade. Basta levá-la à frigideira por um instante (nem óleo a gente usa!) e mandar bala no recheio que você já tem um senhor café da manhã — ou almoço, jantar... Existe, porém, outro motivo por trás dessa popularidade toda. A tapioca entrou na lista dos alimentos indicados pelas dietas, especialmente como substituta do pãozinho. Mas será que essa vocação nutricional procede?
Para início de papo, é preciso ter em mente que o produto da mandioca faz parte da turma dos carboidratos. Ou seja, é uma boa fonte de energia. Tanto é que os índios (e depois os colonizadores) usavam o tubérculo e seus derivados como combustível para realizar os trabalhos pesados do dia a dia. Segundo o engenheiro agrônomo Joselito Motta, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, há inclusive a tese de que, sem esse apoio da mandioca, teria sido praticamente impossível desbravar o território brasileiro.
Sim, a raiz em si é supernutritiva, mas, durante a extração do amido para a produção da farinha de tapioca, perdemos fibras insolúveis, vitaminas e sais minerais. "Daí que esses componentes aparecem em quantidades muito pequenas na tapioca", aponta a engenheira de alimentos Célia Franco, da Universidade Estadual Paulista, em São José do Rio Preto. Devido a essa peneira, por assim dizer, a tapioca é, em primeiro lugar, uma fonte de carboidratos simples, aqueles que têm um rápido aproveitamento pelo organismo. "É por isso que ela representa uma boa opção de lanche para quem vai praticar um exercício físico", exemplifica a nutricionista Marisa Coutinho, da rede de hospitais São Camilo, em São Paulo.
Aliás, você já deve ter notado que a massa branquinha é formada por uma espécie de goma, né? Isso é resultado das fibras solúveis, que passam batido no processo de fabricação e formam um gel quando expostas ao calor. "O interessante é que essas substâncias facilitam a eliminação, no intestino, do colesterol que vem da dieta", diz a nutricionista Renata Pinotti Alves, do Conselho Regional de Nutricionistas da 3ª Região (SP/MS). Interessante, no caso, para as artérias e o coração - a menos que você peque no recheio.
Nas mesas do Sul e do Sudeste do país, a tapioca ganha fãs como alternativa ao pãozinho. E olha que não dá pra negar que há algumas vantagens na troca. O primeiro ponto é que a tapioca não carrega gordura, enquanto uma unidade de pão francês chega a concentrar 0,5 grama da versão saturada, cujo abuso faz mal aos vasos. Em termos de sódio, então, o placar se alarga. Duas colheres de sopa cheias da farinha de tapioca, o suficiente para uma refeição leve, ostentam 3,15 miligramas do mineral, ante 99 miligramas de uma fatia de pão integral e 324 miligramas do pão branco. É uma diferença e tanto, especialmente para quem não pode ver a pressão arterial subir.
Agora, se o assunto é emagrecimento, cabe uma série de ponderações. A tapioca em si até derruba o pãozinho tradicional, mas não vence o integral, não. Veja: duas colheres de sopa da sua farinha têm 74 calorias, ante 150 do francês e 50 de uma fatia do integral. Sem contar que as opções desse último no mercado são ricas em fibras e outros ingredientes bem-vindos para perder peso. A conclusão dessa história é simples: melhor diversificar.
Contudo, se há intolerância ao glúten, o cenário muda. É que, ao contrário dos pães, a fécula da mandioca não contém essa proteína, que causa reações adversas nos celíacos. Repare que falamos de pessoas cujo organismo não tolera a substância. Se não é o seu caso, não tem cabimento cortar o glúten pensando em perda de peso. A nutricionista clínica Bianca Chimenti Naves, de São Paulo, ressalta que não existem trabalhos científicos mostrando que o glúten em si influencie o ganho de peso. O ponteiro da balança mexe com o excesso de calorias, carboidratos e companhia e, aí, se você exagerar na própria tapioca, vai acabar com seus benefícios.

O peso do recheio

O que faz a tapioca ir ao ceú ou ao inferno em termos nutricionais é o que ela esconde por dentro. Se você lotá-la de queijos gordos, manteiga e leite condensado, já sabe no que vai transformar a bichinha. "Por ter basicamente carboidrato, o ideal é que ela seja recheada com fontes de fibras ou proteínas, de modo a balancear os níveis de glicose no sangue", explica Bianca. Isso é importante para prolongar a saciedade e evitar um descompasso orgânico propício ao acúmulo de barriga. Quer sugestões de recheio? Fruta, geleia natural, queijo branco, tomate, atum...
Para garantir um maior aporte de fibras à receita, a nutricionista Ana Paula Gines Geraldo, da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, aconselha acrescentar chia, linhaça ou aveia à massa. Pensou em turbinar a refeição? "Dá pra adicionar um ovo no momento de preparar a tapioca", propõe Ana Paula. Se você não escorregar nos acompanhantes, ela será uma opção arretada para o seu cardápio.

De onde ela vem

Entenda como uma das raízes mais tradicionais no país dá origem à tapioca
História
A mandioca é cultivada na América há 5 mil anos. Os índios foram os primeiros a usar seu amido.
Extração
Para obter o tal do amido, encontrado na polpa da raiz, é preciso descascá-la e triturá-la.
Produção
Aí se acrescenta água. Depois de uma filtragem, o amido se precipita, e o líquido que sobrou é jogado fora.
Finalização
Retira-se toda umidade desse amido, ou goma, que recebe sal e é peneirado. Eis, branquinha, a farinha de tapioca.

O segredo está no recheio

É ele que faz a diferença se você quer transformar sua tapioca em uma refeição realmente equilibrada
 
Queijo e tomate
Mussarela light e ricota trazem proteína e cálcio. As rodelas de tomate garantem antioxidantes. Dá até pra botar manjericão.
Frango cremoso
A sacada aqui é usar peito de frango desfiado, azeitonas picadas e creme de ricota ou requeijão light. Sustança proteica.
Banana com iogurte
Como sobremesa ou café da manhã, reúne doses extras de potássio e cálcio, minerais essenciais ao organismo.
Atum
Misture o peixe enlatado, fonte de ômega-3, a maionese light e salsinha. Folhas verdes são um ótimo acompanhamento.
Com ovo
Uma dica é misturá-lo à massa da tapioca e incrementar com requeijão light, tomate picado e salsinha ou cebolinha.
Abobrinha com cottage
Combina um legume com uma fonte magra de proteína. Só asse a abobrinha antes de rechear.

Estou de dieta... vou de pão integral ou tapioca?

A resposta não é tão simples porque tem de levar em conta o contexto dessa tal dieta
 

Eles até batem de frente em calorias, mas o pão integral carrega mais vitaminas e fibras, o que lhe rende maior poder de saciar. A tapioca se destaca por ter bem menos sódio e nada de glúten - sinal verde para quem tem intolerância à proteína. De modo geral, os nutricionistas recomendam alterná-los na rotina.

Fonte:
http://mdemulher.abril.com.br/saude

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Cientistas avançam na criação de vacina contra o câncer

Cientistas avançam na criação de vacina contra o câncer



Cientistas deram um grande passo para a criação de uma vacina universal contra o câncer. O avanço foi descrito por pesquisadores em um artigo na renomada revista científica Nature.
De acordo com a pesquisa, a vacina incita o sistema imunológico a produzir células T, que são capazes de atacar os tumores como se eles fossem vírus. Ela torna isso possível a partir da retirada de pedaços do código genético RNA do câncer e a introdução dessas porções em nanopartículas de gordura, que em seguida são injetadas na corrente sanguínea do paciente.
Diferentemente da maioria das vacinas em que a imunização é feita em pessoas com risco de adquirir uma doença, essa seria dada a indivíduos que já têm câncer. Até agora, os pesquisadores fizeram apenas testes em ratos e em três voluntários com melanoma.
No primeiro paciente, um nódulo diminuiu de tamanho depois de ele receber a vacina. O segundo, que teve tumores removidos cirurgicamente, ficou curado sete meses depois da imunização. Já os oito tumores do terceiro voluntário continuaram "clinicamente estáveis" após a vacinação.
Apesar de os sistemas imunológicos reagirem aos tumores, não existem provas concretas de que a vacina teve algum papel na recuperação dos pacientes. O estudo explica que o objetivo não era testar a sua eficiência, mas saber se ela era segura para aplicação em humanos.
Até o momento, os efeitos colaterais foram limitados a sintomas semelhantes aos de uma gripe comum. Geralmente, pacientes em tratamento quimioterápico apresentam sintomas mais agressivos, como náusea, perda de cabelo e falta de apetite - sem contar que a imunidade geral do corpo fica tão baixa que a ocorrência de infecções é alta.

Fonte:
http://super.abril.com.br/ciencia

Exercícios podem proteger contra 13 tipos de câncer

Exercícios podem proteger contra 13 tipos de câncer


Um time de cientistas de várias instituições descobriu que suar a camisa ajuda a diminuir a probabilidade de uma pessoa desenvolver 13 tipos de tumores. Para o trabalho, publicado recentemente no periódico médico JAMA,  os especialistas analisaram informações de 12 estudos, incluindo, no total, mais de 1,4 milhão de voluntários e 186 932  casos da doença. Descobriu-se, então, que a turma mais ativa, independentemente de características como IMC (índice de massa corporal) e uso de cigarro, estava mais protegida contra vários tipos de tumores. Veja, a seguir, quais são eles e quanto cai o risco de enfrentá-los, segundo a pesquisa:

1. Câncer de esôfago: -42%
2. Câncer de fígado: -27%
3. Câncer de pulmão: -26%
4. Câncer de rim: -23%
5. Câncer de estômago: -22%
6. Câncer de endométrio: -21%
7. Leucemia mieloide: -20%
8. Mieloma: -17%
9. Câncer de cólon: -16%
10. Câncer de cabeça e pescoço: -15%
11. Câncer no reto: -13%
12. Câncer de bexiga: -13%
13. Câncer de mama: -10% 

Fonte:
http://mdemulher.abril.com.br/saude