sábado, 19 de março de 2016

Sete cuidados para melhorar seu desempenho na caminhada


Caminhar é uma das melhores atividades físicas que existe. É fácil, já que faz parte da vida cotidiana da maioria das pessoas, e não precisa ser aprendida. É prática, porque pode ser executada em quase qualquer lugar. É democrática, visto que toda pessoa saudável pode praticá-la sem custo. E é completa, pois inclui exercícios aeróbicos e trabalhos musculares. Para ser aproveitada ao máximo, recomenda o personal trainer Eduardo Colmanetti, deve ser feita com um bom tênis e uma roupa confortável, além de acompanhada de consumo adequado de água e alimentação balanceada.

Benefícios para o corpo
Realizada de 20 a 60 minutos de três a seis vezes por semana, a caminhada traz inúmeros benefícios para o bem-estar físico e mental. Alguns deles são melhora da circulação e do funcionamento do intestino, controle do colesterol, perda de peso, redução dos riscos trazidos pelo diabetes, aumento da qualidade do sono, alívio da depressão e diminuição do estresse e da ansiedade. 
 
Queimando calorias


Apesar de ter um gasto calórico inferior ao da corrida (700 calorias por hora) ou da natação (550 calorias por hora), por exemplo, a caminhada é considerada um bom exercício aeróbico. Com perda média de 250 calorias por hora, a atividade, diz o especialista, é suficiente para ter gerar a redução de quilos quando conciliada com uma dieta equilibrada de emagrecimento. 

Trabalha os músculos


Andar também trabalha a musculatura. "Quando a caminhada é realizada em uma superfície plana, são mais exigidos músculos dos membros inferiores como glúteos, panturrilhas e quadríceps. Em um aclive, o glúteo e a panturrilha são mais solicitados e o principal esforço fica com o quadríceps. Os músculos do tronco são exercitados em todos os casos", explica Colmanetti.

Na esteira ou na rua?

A atividade, em reta, subida ou descida, pode ser realizada na esteira de uma academia ou na rua. A diferença está nos benefícios, segundo o personal trainer. Na esteira, o amortecimento é melhor, a temperatura à qual a pessoa se expõe permanece estável, a superfície é sempre igual, sem buracos, o ritmo de caminhada fica constante e a medição de distância e tempo é mais precisa.

Já na rua, a contemplação da paisagem e a sensação de liberdade são os diferenciais. "A escolha depende do objetivo de cada um. Se a pessoa quer se sentir livre, ficar em contato com a natureza, sentir o cheiro das plantas, relaxar e aliviar o estresse, a melhor opção é a rua. Deve-se considerar que os benefícios físicos são mais ou menos os mesmos", orienta Colmanetti. Na rua, só é preciso prestar mais atenção aos obstáculos, que podem causar quedas e traumas como entorses, luxações e fraturas. 

Hidrate-se e coma bem

Outros cuidados que precisam ser tomados são com relação à hidratação e à alimentação. "Durante o exercício é aconselhável beber 30 ml de água a cada 20 minutos", diz o treinador. É importante comer algo leve, como pão com geleia, biscoitos água e sal e sucos, uma hora antes de sair para caminhar. Alimentos à base de leite não devem ser consumidos, pois a digestão da lactose, assim como a sua absorção, é lenta, podendo levar a desconforto estomacal. Depois da atividade, deve-se seguir uma alimentação balanceada e saudável. 

Como se vestir?

Usar roupas leves, protetor solar e calçados adequados também é importante. "Hoje, existem no mercado tênis para todo tipo de pé. Procure um profissional que possa avaliar o tipo de sua pisada e as possíveis alterações. Escolha um tênis com bom amortecimento e estabilidade e que não seja muito justo, pois, após um tempo de caminhada, o pé incha", recomenda Colmanetti.

Deixe o treino divertido


Deixe o treino mais divertido Alongar antes e depois é outro hábito que deve ser cultivado. Fora isso, atitudes, como escutar música, levar o cachorro junto ou ir com um amigo ajudam a aumentar a motivação e tornar a atividade mais agradável.




Fonte:

http://www.minhavida.com.br/fitness

Excesso de sal engorda

Excesso de sal engorda

Exagerar no sal é reconhecidamente um fator de risco para o aumento da pressão arterial. Mas pesquisas indicam que, se usado sem parcimônia, o perigo vai além. Um trabalho já apontou, por exemplo, que pesar a mão no tempero abre as portas para o câncer. Agora, um estudo da Universidade Denik, na Austrália, reforça a relação entre sal e ganho de peso. Os cientistas pediram a 49 participantes, de 18 a 54 anos, que provassem alguns tipos de sopas de tomate, preparadas com diferentes concentrações de gordura e de sal. Após o consumo, os voluntários avaliaram os caldos de acordo com o desejo de saboreá-los e a percepção de “salgado” e “gorduroso”.
Primeiro achado do trabalho: há gente que percebe com maior precisão a diferença no teor de gordura — e, curiosamente, são justamente elas que tendem a optar por refeições menos gordurosas. Agora, mesmo essa turma não conseguia distinguir entre a sopa mais light e mais pesada quando o sal entrava na jogada. Isso quer dizer que o excesso de sódio pode mascarar a gordura, levando as pessoas a optarem por itens mais engordativos. 
Vale lembrar que outra investigação, dessa vez da Universidade Queen Mary, na Inglaterra, e da Universidade de Pequim, na China, chegou a calcular o impacto da influência do ingrediente salgado no ganho de peso. Segundo os experts, o aumento de 1 grama na ingestão de sal por dia eleva em 28% o risco de engordar nas crianças e em 26% nos adultos. É ou não mais um grande motivo para maneirar nas pitadas?

Fonte:
http://mdemulher.abril.com.br/saude

sexta-feira, 18 de março de 2016

Mexer o corpo protege contra o Alzheimer

Mexer o corpo protege contra o Alzheimer

Pesquisadores das universidades da Califórnia e de Pittsburgh, ambas nos Estados Unidos, analisaram por um bom tempo os hábitos e a memória de 876 pessoas, que hoje têm uma média de 78 anos de idade.  Além disso, os voluntários se submeteram a exames, como o de ressonância magnética. 
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Toda essa investigação revelou, então, que a turma que se exercitava mais tinha um cérebro maior, sobretudo em áreas associadas à memória e ao Alzheimer, a exemplo do hipocampo. Inclusive, os experts calcularam que o risco de desenvolver a doença caiu pela metade nesse pessoal. E tem mais: os indivíduos que já apresentavam um comprometimento leve das funções cognitivas também foram beneficiados ao mexer o corpo. E olha que notícia boa: vale qualquer tipo de movimentação. Além de ginástica e caminhadas, até jardinagem já traria vantagens para a cabeça.  

Fonte:
http://mdemulher.abril.com.br/saude

10 fatores que prejudicam a fertilidade da mulher

Fatores que causam infertilidade na mulher


Se antigamente casar e formar uma família era o plano da maioria das jovens que estavam chegando à vida adulta, atualmente esse projeto tem perdido cada vez mais espaço para outros desejos, como conquistar a independência financeira e ter uma carreira bem sucedida. Assim, quando finalmente chega a hora de tentar engravidar, muitas mulheres enfrentam problemas de infertilidade ligados à idade - são os óvulos que envelhecem, as doenças ginecológicas que ficam mais comuns... mas não são apenas os anos que dificultam a gestação. Fumar, beber muito álcool e se manter acima do peso também diminuem a fertilidade da mulher - e isso acontece em qualquer época da vida.
Para ajudá-la a entender melhor essa questão, elencamos 10 fatores que podem atrasar os seus planos de ser mãe e explicamos o que eles fazem com o seu organismo. 

1. Estresse
Manter-se longe do estresse é um dos hábitos mais saudáveis que se pode ter, especialmente para quem está tentando engravidar. Mas não é uma tarefa fácil! São os pepinos do trabalho, as contas para pagar, a reunião de condomínio, o trânsito parado... O problema é que, para quem está com dificuldades para se tornar mãe, esse pode, sim, ser um dos fatores que devem ser levados em conta.
Uma pesquisa feita pela Ohio State University College of Medicine, publicada em 2014 pela revista Human Reproduction, apontou que mulheres com altos níveis da enzima alfa-amilase (que é secretada na boca e indica a presença de estresse no organismo) têm 29% menos chance de engravidar em comparação às mulheres que apresentam baixo nível dessa enzima. Ou seja, mesmo com o mundo caindo ao seu redor, procure uma forma de se acalmar. Ouvir música no carro, respirar fundo, fazer um alongamento na hora do almoço... Não importa como, a ideia é escolher as técnicas de relaxamento que funcionam para você!


2. Idade

Embora esperar o momento "certo" para engravidar seja o plano de muitas mulheres, o tão temido relógio biológico não está preparado para acompanhar tantos projetos a longo prazo. Quando nascemos, temos uma espécie de estoque de óvulos que nunca aumenta; muito pelo contrário: esses óvulos só vão diminuindo em quantidade e em qualidade, em razão do envelhecimento - o que aumenta o risco de doenças cromossômicas, como a Síndrome de Down, de abortamentos e de infertilidade.
"Estima-se que, no nascimento, uma menina tenha entre 1 e 2 milhões de óvulos e, na primeira menstruação, cerca de 400 mil. A partir de então, a mulher gasta cerca de 1000 óvulos por mês para que apenas um seja liberado, ou seja, essa reserva diminui a cada mês", explica Tomyo Arazawa, ginecologista e obstetra graduado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) e especialista em Endoscopia Ginecológica pela Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo). 

3. Doenças no aparelho reprodutor

"Toda alteração em qualquer parte do aparelho reprodutor feminino interfere de alguma forma na fertilidade da mulher, sendo que as mais comuns são no útero, nas tubas uterinas e nos ovários", ressalta o especialista. No útero, são mais frequentes os miomas e os pólipos, que aumentam as contrações e dificultam a implantação dos embriões no endométrio. "Os miomas são nódulos que aparecem por volta dos 30 anos de idade e crescem com o tempo. Aproximadamente, metade de todas as mulheres no mundo terão pelo menos um mioma até a menopausa", destaca.
Já os ovários sofrem com a presença de cistos, que atrapalham a ovulação, também reduzindo as chances de gravidez. Vale lembrar ainda a endometriose, doença ginecológica mais associada à infertilidade - aproximadamente 40% das mulheres com dificuldade para engravidar têm esse problema que, além de causar dor, pode danificar as tubas uterinas e ovários, prejudicando o transporte de óvulos e reduzindo a reserva ovariana. A endometriose também pode provocar uma inflamação crônica na pelve que dificulta a implantação do embrião no útero.

4. Cigarro

Conhecido vilão da saúde, o cigarro também é muito prejudicial para quem planeja ter filhos. De acordo com dados da Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva, 13% dos casos de infertilidade estão ligados ao fumo. Isso acontece porque o tabaco deteriora os óvulos, aumentando os riscos de aborto, de menopausa precoce e de gravidez ectópica. Além disso, se você deseja ter um bebê, é importante lembrar que o cigarro também será prejudicial para o seu pequeno, já que todas as substâncias nocivas serão passadas a ele pela placenta. Então, que tal cortar o mal pela raiz?

5. Obesidade

Reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como um dos principais problemas dos países desenvolvidos, a obesidade também se apresenta em números significativos no Brasil - de acordo com o Ministério da Saúde, atualmente 51% da população tem excesso de peso. Diante deste cenário, é importante lembrar que esse também é um mal que afeta a fertilidade da mulher. Além de influenciar a longevidade e a qualidade dos óvulos, a produção de células gordurosas pode levar à irregularidade do ciclo menstrual e à ovulação não efetiva.
Segundo um estudo publicado na Obstetrics and Gynecology Clinics of North America, o tecido adiposo trabalha na produção de adipocinas, que são substâncias que influenciam na comunicação entre as células do corpo. O que acontece é que, se esse processo não se der de forma adequada, as regiões do cérebro responsáveis pelo controle do ciclo ovulatório podem ser afetadas.


6. Problemas hormonais

Ah, os hormônios... Sempre eles! Responsáveis por controlar a mentruação da mulher, eles podem atrapalhar (e muito!) suas tentativas de engravidar se estiverem descontrolados. Por isso, é essencial fazer uma dosagem hormonal de tempos em tempos. "E o problema não precisa estar necessariamente relacionado aos hormônios sexuais femininos. Uma das alterações mais frequentes é a da tireoide (hipotireoidismo e o hipertireoidismo), que pode prejudicar o ciclo menstrual", destaca Arazawa.
Ele aponta ainda o aumento da prolactina como outro problema hormonal que pode afetar a ovulação. "Sintomas como saída de secreção leitosa das mamas fora do período de amamentação associados a dores de cabeça e alteração da visão e do olfato podem ser sugestivos desse tipo de alteração", explica.

7. Ansiedade

Você fica ansiosa esperando a mensagem ser visualizada, o telefone tocar, o dia da viagem chegar... Por que não ficaria na expectativa por algo que deverá mudar a sua vida para sempre, não é mesmo? É claro que para os casais que começaram a tentar agora, essa sensação é normal e faz parte do processo. Mas para aqueles que já estão tentando se tornar pais há anos, a ansiedade pode se tornar um fator a mais quando o assunto é infertilidade. De qualquer forma, o importante é não dar ouvidos aos palpites que surgem aos montes e tentar não se importar tanto com as cobranças que vêm dos amigos e familiares.

8. Medicamentos
Ajuda aqui, atrapalha ali. Que mundo ótimo seria aquele em que os remédios resolvessem um problema sem causar outro. Mas como ele ainda não existe, é bom ficar atenta e relatar ao seu médico todos os medicamentos que você toma antes de começar a tentar uma gravidez. "Certamente, o uso de alguns remédios pode diminuir as chances de engravidar. Contudo, é preciso avaliar com cautela qual o risco real e o benefício deles antes de pensar em suspender o uso. Por exemplo, alguns medicamentos para epilepsia, depressão e ansiedade podem alterar o ciclo menstrual, mas parar de tomá-los pode expor a mulher a outros riscos", explica o especialista.

9.  Álcool e cafeína em excesso

Sabe aquela história de que tudo que é demais faz mal? A frase pode ser velha, mas faz todo o sentido quando o assunto é consumo de álcool e cafeína, principalmente quando se está tentando engravidar. As bebidas alcoólicas em excesso podem prejudicar a fertilidade da mulher, embora ainda não esteja claro quais são os fatores que levam a isso. De acordo com um estudo de 2013 da Reproductive Medicine Associates of New York, a fertilização in vitro também tem menos chances de sucesso quando há consumo de álcool associado - mesmo que em quantidade moderada. Segundo os resultados, as mulheres que bebiam apenas três taças de vinho por semana tinham a capacidade de conseguir uma gravidez bem sucedida em até três anos reduzida para 30%, em comparação a 90% entre as que não consumiam bebidas alcoólicas.
A cafeína, tão presente no dia a dia das pessoas, também pode afetar a ovulação, tornando mais difícil engravidar. "Os estudos sugerem que o efeito sobre a fertilidade depende da dose que a mulher ingere de cafeína, por isso recomenda-se a ingestão de, no máximo, duas xícaras de café por dia (o que corresponde a uma quantidade entre 100 e 200 mg)", explica o especialista. Mas é bom lembrar que tanto o consumo de álcool quanto o de cafeína durante a gravidez são prejudiciais ao bebê, portanto, ir se acostumando a ficar mais longe de bebidas com essas substâncias pode ser um bom começo para não sofrer tanto com a vontade depois.


10. Estilo de vida

Alimentar-se mal, estar muito acima do peso, viver estressada... Tudo isso está ligado a um estilo de vida desequilibrado, que acaba interferindo na sua saúde e impedindo seu corpo de estar preparado para receber um bebê. "Ter uma alimentação saudável, praticar atividades esportivas moderadas regularmente, procurar ter uma boa qualidade de sono e ficar atenta à balança não só garante uma chance maior de gravidez, como também pode levar a uma gestação mais tranquila, com menor risco de complicações como diabetes gestacional e hipertensão arterial", finaliza o médico.


Fonte:
http://mdemulher.abril.com.br/saude

quinta-feira, 17 de março de 2016

Cientistas descobrem truque simples para fazer as pessoas comerem menos

Cientistas descobrem truque simples para fazer as pessoas comerem menos

Um novo estudo realizado por cientistas de Universidade Jovem de Brigham e da Universidade do Estado de Colorado, ambas nos Estados Unidos, descobriu que o segredo para comer menos é se alimentar no silêncio.
A razão é que o ruído durante sua refeição faz com que seu mastigar tenha um efeito significativo sobre o quanto você come.
Os pesquisadores usaram voluntários e colocaram sons diferentes através de fones de ouvido – descobrindo que as pessoas que escutam sons mais altos comem mais.
“Quando você mascara o som durante o consumo, como quando assiste TV enquanto come, você tira um desses sentidos e pode fazer com que você coma mais do que faria normalmente”, disse o professor Elder, que participou dos estudos.

Fonte:
http://www.gadoo.com.br/noticias

Gordura marrom pode ajudar a combater diabetes, diz estudo

Pessoa com Diabetes

A gordura marrom, situada na zona da clavícula e coluna vertebral das pessoas, pode servir para regular as oscilações de glicose, o que abre uma porta na luta contra o diabetes, segundo um estudo australiano divulgado nesta sexta-feira.
"Acreditamos que a gordura marrom funciona como um amortecedor da glicose, mitigando a oscilação de seus níveis", disse à emissora local "ABC" o endocrinologista Paul Lee, do Instituto de Pesquisa Médica Garvan, com sede na cidade australiana de Sydney.
Para essa pesquisa, que foi publicada na revista científica Cell Metabolism (Metabolismo celular), Lee e um grupo de colegas mediram continuamente, durante 12 horas, a atividade da gordura marrom, também conhecida como tecido adiposo marrom, e o que gerava na pele de 15 pessoas que gozavam de boa saúde.
Os pesquisadores determinaram que os níveis de glicose reduziram com a atividade da gordura marrom no grupo de pessoas que tinha uma abundante quantidade deste tecido adiposo.
"Estas pessoas tinham níveis muito estáveis de glicose ao longo do dia", contou Lee, que destacou que a gordura marrom, junto a uma dieta saudável e exercícios físicos, podem contribuir para lutar contra o diabetes.
Os pesquisadores também notaram que a atividade do gordura marrom aumenta ao amanhecer, o que foi vinculado à evolução dos seres humanos que no passado caçavam durante as frias manhãs, embora acredita-se que esta estaria diminuindo em tempos modernos.
"Talvez o fato não nos expormos ao frio pelo uso de sistemas de calefação e da roupa podem ser fatores que contribuem com o diabetes", refletiu Lee, que precisou que a solução não passa por passar frio, mas achar o detonante da atividade da gordura marrom.
Estudos anteriores demonstraram que a quantidade de gordura marrom aumenta com a exposição prolongada a uma temperatura média de cerca de 19 graus e diminui com a exposição a temperaturas mais quentes, acrescentou a fonte.

Fonte:
http://exame.abril.com.br/tecnologia

quarta-feira, 16 de março de 2016

Diabéticos podem tomar vinho?

Diabéticos pode tomar vinho?

Apesar do status de bebida do bem, o vinho sempre foi contraindicado a pessoas com diabete. "É que o álcool é associado à elevação da glicemia", conta o médico Walter Minicucci, presidente do Departamento de Diabetes da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia. Mas, segundo o especialista, isso não procede. "A cerveja faz a glicose subir. O vinho não", afirma. Recentemente, um estudo israelense com 194 voluntários confirmou que tomar uma taça por dia é seguro para diabéticos com a doença bem controlada (frisamos: bem controlada). 

Aliás, quando repetido por dois anos, o hábito resultou em benefícios para o coração, como o aumento do bom colesterol, principalmente entre quem tomou vinho tinto. Ainda que considere essencial a realização de mais pesquisas para confirmar esse efeito, Minicucci não vê empecilhos em liberar um pouco da bebida. "Desde que o diabético tenha outros hábitos saudáveis", pondera.

Se não bebe...

...não há motivo para começar. Embora tenha suas virtudes, o vinho (em doses moderadas) seria indicado para aquelas pessoas que já têm o hábito de ingerir a bebida. "Do contrário, compensa mais incentivar a boa dieta, o abandono do cigarro, caminhadas, e por aí vai", argumenta Minicucci.

Fonte:
http://mdemulher.abril.com.br/saude

Exercícios inibem a fome

Exercícios inibem a fome

Há quem alegue que suar a camisa dá uma fome danada e, portanto, prejudica a dieta. Mas essa ideia parece estar equivocada, de acordo com novas evidências vindas do Reino Unido. Pesquisadores da Universidade de Loughborough primeiro restringiram a alimentação de 12 mulheres para gerar um déficit calórico capaz de enxugar a cintura. Em outro dia, pediram para as mesmas voluntárias esquecerem dessa dieta e se exercitarem de modo a queimar mais ou menos as mesmas calorias da primeira parte do experimento. Nas duas etapas, os cientistas analisaram as taxas de grelina, hormônio que promove a sensação de fome.

Com base nisso, eles descobriram que, quando as voluntárias passaram por uma restrição alimentar, exibiram níveis mais altos dessa substância no sangue. Mais: elas comeram quase 300 calorias a mais em um bufê que foi deixado à disposição para elas. Claro, esse trabalho não quer dizer, de forma alguma, que a única estratégia eficaz para perder peso sem morrer de fome é malhar — até porque existem pessoas que, por pura indulgência, compensam o tempo na esteira se deliciando com alimentos pra lá de calóricos. Mas ele reforça que insistir em só fechar a boca (sem dedicar tempo à atividade física) dificilmente culminará em manutenção de um peso adequado no longo prazo.

Fonte:
http://mdemulher.abril.com.br/saude

Governo lança plano para acelerar teste de microcefalia

Governo quer acelerar teste de microcefalia


Diante do surto de microcefalia que tem acometido o país, o Ministério da Saúde e o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome lançaram nesta terça-feira, 15, um plano para apressar a realização do teste que confirma a malformação cerebral. Além de acelerar esse processo, a iniciativa também tem o objetivo de diminuir o tempo de espera para a concessão do benefício de um salário mínimo a crianças de famílias de baixa renda que tenham nascido com a doença.
O governo prevê um repasse de R$ 10,9 milhões aos estados, de acordo com o número de casos suspeitos - serão R$ 2,2 mil por notificação. Dessa forma, Pernambuco é o que fica com a maior fatia (R$ 3,2 milhões), já que é o líder com casos em investigação no Brasil. Os recursos deverão ser utilizados para a realização de exames de imagem, como a ultrassonografia transfontanela e/ou tomografia, além de cobrir transporte dos pacientes e outras despesas para o cumprimento da Estratégia de Ação Rápida para o Fortalecimento da Atenção à Saúde e Proteção Social das Crianças com Microcefalia, que estabelece que os bebês com a doença sejam direcionados aos Centros de Referência em Assistência Social (CRAS).
Essas medidas são essenciais porque, além do diagnóstico precoce da malformação, esse é o primeiro passo para que as famílias com casos confirmados de microcefalia possam solicitar o Benefício de Prestação Continuada (BPC). Aprovado pela Constituição de 1988, ele garante a transferência mensal de um salário mínimo (hoje, de R$ 880) ao idoso e à pessoa com deficiência que comprovem não possuir meios para prover a própria manutenção. Vale lembrar que, para receber o benefício, a renda per capita da família não pode ser superior a um quarto de salário mínimo, ou seja, R$ 220.
Também para diminuir a demora dessa concessão, o Instituto Nacional de Segurança Nacional (INSS) deu início a uma força-tarefa para responder aos pedidos do benefício já feitos até agora - estima-se que 2 mil já tenham sido agendados, mas não se sabe quanto desse total está relacionado à microcefalia. Com mutirões já realizados em Fortaleza, Salvador, Recife e São Luís, a intenção do INSS é repetir essa iniciativa nas próximas semanas.
Segundo o ministro da Saúde, Marcelo Castro, essa é uma ação integrada entre as redes do Sistema Único de Saúde (SUS) e da Assistência Social (SUAS): "Este apoio adicional é um estímulo para os gestores localizarem as crianças, levá-las para fazer o diagnóstico e encaminhá-las para os serviços complementares, de saúde e de proteção social. Além de ser importante para dar celeridade ao conhecimento de cada caso, essa é uma questão humanitária, para que as famílias saibam se seus filhos notificados sob suspeita estão ou não com microcefalia".

Fonte:
http://mdemulher.abril.com.br/saude

terça-feira, 15 de março de 2016

Ovários policísticos: tire 10 dúvidas sobre a síndrome


A mulher que apresenta ovários policísticos produz uma quantidade maior de hormônios masculinos, os andrógenos, fator que pode afetar a fertilidade feminina. O principal problema que este desequilíbrio hormonal provoca está relacionado com a ovulação. A testosterona produzida pela mulher interfere nesse mecanismo e, ao mesmo tempo, aumenta a possibilidade da incidência de cistos, porque eles resultam de um defeito na ação dos hormônios do ovário, impedindo a ovulação. A seguir, esclareço as dúvidas mais comuns sobre a doença:

Quais são os principais sintomas da síndrome dos ovários policísticos?

São as alterações menstruais. A mulher menstrua a cada dois ou três meses e, freqüentemente, tem apenas dois ou três episódios de menstruação por ano. Outro sintoma é o hirsutismo, ou seja, o aumento de pelos no rosto, nos seios e na região mediana do abdômen. A obesidade também é um sintoma freqüente. Na verdade, a obesidade piora a Síndrome. Às vezes, a paciente não tem as manifestações sintomáticas, mas quando engorda, elas aparecem.

Alterações menstruais muitas mulheres têm. Existe algum tipo que seja característico da síndrome do ovário policístico?

Menstruações espaçadas é a principal característica dessas alterações. Mulheres com ovários policísticos têm apenas dois, três ou quatro episódios menstruais por ano.

Em que fase da vida da mulher, a Síndrome costuma aparecer?

Ela começa na puberdade e vai até a menopausa. Alguns casos tornam-se assintomáticos com o tratamento, mas é uma doença crônica. Por isso, é comum a mulher com ovário policístico procurar vários especialistas, ao longo da vida, em busca de tratamento. No entanto, a importância que se dá ao caso, depende da fase da vida que a mulher atravessa. Na puberdade e na adolescência, os pêlos causam maior incômodo. Depois, na idade do casamento, preocupam as alterações menstruais, que podem ser sinal de infertilidade. Há, também, o momento em que a obesidade representa o maior inconveniente. A Síndrome assume maior ou menor relevância, de acordo com a fase de vida da mulher e, conseqüentemente, o tratamento deve respeitar os sintomas que se destacam em determinado período.

Como se faz o diagnóstico da Síndrome dos Ovários Policísticos?

O diagnóstico da doença ficou muito facilitado com o emprego do ultra-som. Antigamente, fazíamos uma pneumopelvigrafia, um exame invasivo porque se aplicava uma injeção de ar no abdômen para visualizar melhor os órgãos pélvicos e tirava-se uma radiografia. Hoje, a sonda do ultra-som sobre a superfície externa do abdômen permite um diagnóstico preciso. Normalmente, os ovários policísticos são visualizados por meio do exame de ultra-som ou no de toque realizado no exame ginecológico de rotina. Às vezes, basta examinar a paciente para localizar os dois ovários aumentados. O ovário tem mais ou menos 9cm³. O ovário policístico chega a ter 20cm³, quer dizer, o dobro do volume. Além disso, sua aparência é típica: fica coberto por uma capa branca semelhante à albugínea que envolve o testículo, e os cistos formam uma saliência na superfície.

Qual a diferença entre cisto no ovário e ovário policístico?

A diferença está no tamanho e no número de cistos. Geralmente, na Síndrome, existem de 10 a 20 pequenos cistos com meio centímetro de diâmetro, enquanto os cistos de ovário são únicos e bem maiores, medindo de 3 a 10 cm. Eles só não são únicos nos casos de estimulação ovariana para fertilização assistida, quando podem ocorrer de cinco a dez cistos grandes. Se a mulher faz um ultra-som e encontra um cisto grande no ovário, isso não quer dizer que ela corra risco maior de desenvolver a Síndrome dos Ovários Policísticos. Não há esse perigo. Essa mulher tem, provavelmente, uma alteração no controle da função ovariana que leva à produção do cisto. Ela pode ter um problema no hipotálamo ou na hipófise, que não faz parte da Síndrome dos Ovários Policísticos, uma patologia crônica para a qual ainda não se descobriu a cura.

A mulher com síndrome de ovários policísticos produz mais testosterona que a mulher normal?

Quais as conseqüências deste desequilíbrio hormonal? É importante dizer que todas as mulheres produzem fisiologicamente hormônios masculinos. Na mulher, uma das funções dos andrógenos é justamente aumentar a libido. O principal problema que este desequilíbrio hormonal provoca está relacionado com a ovulação. A testosterona interfere nesse mecanismo e, ao mesmo tempo, aumenta a possibilidade da incidência de cistos, porque eles resultam de um defeito na ação dos hormônios do ovário e isso impede a ovulação. Os cistos representam a parada do desenvolvimento dos folículos para ovular. O folículo, normalmente, atinge um estágio em que arrebenta e expele o óvulo. Quando isso não acontece, um líquido se acumula nesse local. Como mais ou menos dez folículos se desenvolvem todos os meses, surgirão dez ou quinze pequenos cistos característicos do ovário policístico. No entanto, essa mulher não ovula porque lhe faltam condições endócrinas para tanto.

O aparecimento da acne é muito freqüente nesse tipo de síndrome?

A acne é um sintoma comum na Síndrome dos Ovários Policísticos. Quando o andrógeno atua sobre o sistema pilossebáceo, aumenta a produção de pêlos e a de material oleoso pelas glândulas sebáceas, o que facilita a instalação das infecções características da acne. É importante que a causa da acne em adolescentes seja pesquisada, pois pode tratar-se de ovários policísticos.

Quais as possibilidades terapêuticas para o tratamento da Síndrome dos Ovários Policísticos?

O tratamento depende da fase de vida da mulher. O que é mais importante em determinado momento e qual o sintoma que mais a incomoda são perguntas que o médico que a assiste deve fazer. Como se trata de uma doença crônica, não há cura da síndrome, e sim, tratamento dos sintomas. Uma adolescente de 15/16 anos, obesa, com pêlos e acne e perturbações menstruais, precisa primeiro tentar emagrecer. Às vezes, só a perda de peso provoca a reversão do quadro, porque a obesidade gera resistência à insulina e essa resistência produz o aumento de andrógenos, os hormônios masculinos. Se ela não for obesa, torna-se necessário diminuir a produção dos hormônios masculinos e uma das maneiras mais simples de fazê-lo é por meio da pílula anticoncepcional. Qualquer pílula, não precisa ser uma em especial, porque todas deprimem a função ovariana e, portanto, diminuem a produção de hormônio masculino. O anticoncepcional atua também na unidade pilossebácea, reduzindo o crescimento dos pêlos e a produção de sebo. Dessa forma, melhoram os quadros de hirsutismo, acne e as alterações menstruais, uma vez que a pílula regulariza os ciclos menstruais.

Como a infertilidade está associada à Síndrome dos Ovários Policísticos?

Até os 23 anos de idade, mais ou menos, mulheres com a Síndrome podem ovular esporadicamente. Sabe-se que nem todas as menstruações que ocorrem espaçadamente são ovulatórias, mas algumas são, e a mulher consegue engravidar. É muito comum a referência de que antes dos 23 anos, elas tiveram um ou dois filhos. Depois, não conseguiram mais engravidar. Essa é uma das patologias mais simples de serem tratadas porque as mulheres, em geral, respondem ao indutor da ovulação mais corriqueiro que existe, o clomifeno. Ele é administrado por via oral, cinco dias por ciclo, a partir do primeiro dia e é capaz de corrigir as anomalias endócrinas e provocar ovulação. Grande parte das mulheres responde bem ao tratamento e engravida. Infelizmente, algumas não conseguem porque as condições locais ficaram ruins ou o estroma produz muito andrógeno e é necessário adotar outra tática, como estimular os ovários com gonadotrofinas, o que se faz normalmente na fertilização in-vitro. Atualmente, não empregamos mais a técnica de ressecção em cunha dos ovários. O que se faz é a cauterização laparoscópica. Através de três pequenas incisões na parede abdominal, os cistos são cauterizados. Com isso, as pacientes começam a menstruar, ovular e ficam grávidas. Muitas chegam a menstruar regularmente até a menopausa.

E quando estas mulheres com ovários policísticos chegam à menopausa, os problemas desaparecem?

Em conseqüência do hiperinsulinismo, essas mulheres, ao chegar à menopausa, apresentam maior risco de apresentar distúrbios cardiovasculares. Mais freqüentemente, elas são hipertensas e desenvolvem diabetes do tipo II, justamente aquele que não é insulinodependente, porque têm resistência à insulina. Por isso, elas devem procurar tratamento pelo menos para normalizar essa resistência à insulina. Assim, independentemente da idade, quando uma mulher tem hiperinsulinismo, uma das tentativas é utilizar a metilformina, uma substância que aumenta a sensibilidade à insulina. De 40% a 50% das pacientes respondem bem a esse esquema terapêutico, as menstruações se regularizam, os níveis de testosterona baixam e elas engravidam.

Fonte:
http://www.minhavida.com.br/saude

Como obter Cálcio na Alimentação (sem Leite ou Derivados)

Como obter Cálcio na Alimentação (sem Leite ou Derivados)

Muito se fala sobre a importância do cálcio para nossa saúde e, de carona com ele, sobre a importância do leite. Hoje sabemos que o leite não é fundamental, e que existem diversas alimentos superiores em cálcio.
Várias pessoas, por um motivo ou por outro, estão buscando alternativas ao leite (devido à intolerância à lactose, por exemplo). Nesse caso, é ainda mais importante conhecer as fontes de cálcio e incluí-las em sua dieta.

A Importância do Cálcio

Os alimentos ricos em cálcio ajudam a melhorar a estrutura dos ossos e dentes. Este mineral é importante também para a condução nervosa, contração muscular, frequência cardíaca, coagulação sanguínea e produção de energia.
Especialmente pessoas com osteoporose (ou com histórico de osteoporose na família), devem ter uma alimentação rica em cálcio, assim como crianças e mulheres na fase da menopausa, para prevenir problemas relacionados à alteração hormonal e à absorção do cálcio.
Mitos sobre o Cálcio e o Leite
Na crença popular, diz-se que os laticínios são os alimentos que contêm mais cálcio; que é o que melhor se absorve pelo corpo e que o consumo de leite está diretamente relacionado à prevenção da osteoporose. Além do cálcio do leite não ser absorvido pelo corpo com eficiência, as sementes, leguminosas e vegetais muitas vezes tem mais cálcio que o leite.
Está comprovado que o cálcio que melhor se absorve é o das algas, seguido pelas hortaliças de folhas verdes, os frutos secos, as sementes oleaginosas, os cereais integrais e os legumes. Apenas depois vem o leite e seus derivados.
Por último, as pesquisas recentes demonstraram que diferentemente do que sempre se acreditou, o leite pode causar osteoporose se consumido durante toda a vida. Por exemplo, nos países onde mais se consome esse lácteo (Suíça, Finlândia, Suécia e Holanda) há mais casos desta doença que ataca os ossos. Nas nações onde menos se consome (Libéria, Camboja, Gana, Congo), a osteoporose é muito rara de encontrar.

Quantidade de Cálcio Recomendada

A quantidade diária de cálcio deve girar em torno de 1200mg. Para depois da menopausa, a mulher precisa de 1500mg diariamente. Na terceira idade, o ideal é consumir 1600mg por dia.
Por outro lado, há de se cuidar com o excesso de cálcio (em particular a partir do uso excessivo de suplementos). Isso pode levar a pedras nos rins, calcificação de tecidos moles e aumento do risco de doenças vasculares como acidente vascular cerebral e ataque cardíaco. No entanto, o cálcio em qualquer forma é bom para seu corpo, desde que não ultrapasse de forma exagerada a necessidade diária de seu organismo.

Fontes de Cálcio

Como obter Cálcio na Alimentação (sem Leite ou Derivados)

1. Semente de Gergelim

A semente de gergelim é riquíssima em cálcio. É considerada uma das melhores fontes de cálcio existentes, 825 mg de cálcio em cada 100 g do alimento. A semente também ajuda regularizar o trânsito intestinal e controlar a glicemia. Por fim, estudos mostram que as gorduras insaturadas presentes na semente de gergelim agem de forma positiva na regulação do colesterol e do triglicérides. Uma excelente forma de consumir é fazendo um leite vegetal de gergelim.

2. Sardinha

As sardinhas são conhecida por ser fonte de uma gordura boa, o ômega 3. Porém, as sardinhas também são ricas em cálcio, já que a cada 100g contém cerca de 550 mg de cálcio. Além disso, elas também são ricas em vitamina D, a vitamina D é essencial na absorvição do cálcio no corpo.

3. Chia

Semente rica em ômega 3, fibras, ferro e proteínas, a chia também é muito rica em cálcio, 456 mg de cálcio em cada 100 g do alimento. A chia ainda é conhecida por proteger o coração, melhorar o sistema imunológico, combater cãibras e auxiliar no funcionamento do sistema nervoso.

4. Brócolis

O brócolis cru contém 400 mg de cálcio em 100 g. Ao ingerir o alimento cozido ou no vapor, ele perde uma boa quantidade de cálcio. Mas se optar em consumir o brócolis cozido, você vai aproveitar outros nutrientes como ácido fólico, antioxidantes, fibras e vitaminas A e C.

5. Aveia

A aveia é rica em fibras e tem um papel importante na diminuição do colesterol ruim (LDL). O que pouca gente sabe é que ela também é rica em cálcio, oferecendo 300 mg do mineral a cada 100 g do cereal. O alimento cai bem em receitas de pães e bolos, misturado com mingau ou frutas ou como leite vegetal.

6. Amêndoas

Além de serem deliciosas e um ótimo petisco para os lanchinhos durante o dia, as amêndoas são ricas em cálcio. São 237mg de cálcio em 100g do alimento.

7. Linhaça

Uma porção de 100 g de linhaça contém 200 mg de cálcio. Além do cálcio a linhaça regula o funcionamento do intestino, melhora o sistema imunológico, equilibra os hormônios e é fonte da gordura poli-insaturada ômega-3 que previne contra doenças cardiovasculares. Também funciona muito bem em leites vegetais.

8. Dente-de-leão

O dente-de-leão é realmente benéfico para nosso organismo. Diurético e bom para o fígado, é também um grande antioxidante. As folhas macias podem ser cozidas em saladas, como se fossem espinafre. Contém mais cálcio que o leite, 187 mg para cada 100 gramas, você também pode consumir as raízes cozidas.

9. Couve

A couve é um dos vegetais mais usado no mundo. É rico em muitos nutriente e, principalmente, é boa alternativa de alimentos ricos em cálcio, pois a cada 100g do seu consumo contém cerca de 130 mg de cálcio.

10. Quinoa e Amaranto

São conhecidos como “pseudo cereais” e são com frequência incluídas em dietas vegetarianas e veganas por seu grande aporte de cálcio. O amaranto, por exemplo, é a planta mais nutritiva que existe, com 18% de cálcio. Misturá-lo com arroz é aconselhável para os que não bebem leite. Também pode-se consumir como sopa ou um refogado de legumes. A quinoa, por sua vez, tem ótimas propriedades para o organismo.

11. Grão de Bico

Da família das leguminosas, o grão de bico proporciona benefícios similares aos feijões e lentilha. A cada 100 g do alimento, são obtidos 120 mg de cálcio. Outras vantagens do consumo é a sensação de saciedade, melhora do fluxo intestinal e obtenção de proteínas.

Fonte:
http://belezaesaude.com/calcio-sem-leite/