quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Células-tronco: o que você precisa saber antes de armazenar o cordão umbilical

Bebê recém-nascido de fraldas


É bem provável que você já tenha ouvido falar, pelo menos alguma vez na vida, em células-tronco, uma das grandes esperanças da medicina para a cura de diversas doenças. Mas você sabe dizer o que elas são? "Trata-se de células do nosso corpo que têm potencial de regenerar tecidos. Qualquer lesão que acontece no organismo, inclusive em órgãos internos, elas é que vão fazer o reparo", responde o biólogo Eder Zucconi, do banco privado de células-tronco StemCorp, em São Paulo. Isso significa que elas têm a capacidade de se duplicar, gerando células idênticas à original, e também de se transformar em outras formas celulares, que dão origem a diferentes partes do corpo humano.
Entre elas, as que possuem maior poder de diferenciação são as células-tronco embrionárias (também chamadas de pluripotentes), encontradas no interior de embriões no estágio do blastocisto, que se forma entre quatro e cinco dias após a fecundação do óvulo. "Elas são capazes de formar todos os tecidos do nosso organismo", explica a professora doutora Patricia Pranke, coordenadora do Instituto de Pesquisa com Células-Tronco (IPCT) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Mas há um grande debate entre ciência e religião quanto ao uso deste tipo célula em pesquisas e possíveis tratamentos terapêuticos.
Estudos vêm demonstrando, no entanto, os benefícios de outra forma de células-tronco: as adultas, obtidas, principalmente, da medula óssea e do cordão umbilical. Embora sejam menos versáteis que as embrionárias e tenham, portanto, um uso mais limitado, essas células podem formar áreas específicas do corpo, como órgãos e ossos. Saiba mais sobre elas abaixo.
Tipos de células-tronco
As células-tronco adultas se dividem entre as hematopoéticas e as mesenquimais. O primeiro grupo pode ser encontrado na medula óssea, no sangue periférico (aquele da corrente sanguínea) e no sangue do cordão umbilical. São responsáveis por formar todo o tecido sanguíneo e só conseguem se transformar em células ligadas ao sangue.
Já as mesenquimais estão em todos os outros tecidos do organismo que não o sanguíneo: nos órgãos, nos ossos, nos dentes de leite e, inclusive, na medula óssea e no cordão umbilical. Elas foram descobertas recentemente e, de acordo com estudos, têm um potencial maior do que as hematopoéticas. "Percebeu-se que essas células podem se diferenciar em vários tecidos e apresentam capacidade de liberar substâncias anti-inflamatórias", revela a médica hematologista Andrea Kondo, responsável pelo banco público de sangue de cordão umbilical do Hospital Israelita Albert Einstein, também na capital paulista. Por isso, pesquisadores mundo afora vêm investigando o uso desse tipo de célula-tronco adulta no tratamento de diversas enfermidades.
Quais doenças as células-tronco podem tratar?
Depende de qual tipo estamos falando. O transplante de células-tronco hematopoéticas é feito há bastante tempo para o tratamento de doenças ligadas ao sangue, como leucemia, linfoma e anemia falciforme. "Para esses casos, já há resultados claros na literatura médica. É algo aceito no mundo todo", conta Andrea Kondo. No caso das células-tronco mesenquimais, seu uso terapêutico ainda está sendo investigado. Mas os resultados obtidos nas pesquisas feitas até agora são promissores. "Elas conseguem diminuir a morte celular, a inflamação e até regular o sistema imunológico", enumera Eder Zucconi. Por isso, esse tipo de célula seria capaz de tratar uma série de problemas, como doenças cardiovasculares, diabetes tipo 1 e lesões da medula espinhal.

Vale a pena armazenar o cordão umbilical?

Com tantas promessas, muitos pais têm optado por armazenar as células-tronco do cordão umbilical de seus filhos recém-nascidos. A ideia é que, no futuro, os pequenos possam usar as suas próprias células para tratar algumas doenças. No entanto, é preciso levar em conta uma série de questões antes de investir nesse recurso, entre elas o tipo de célula-tronco que será guardado:
  • Aquelas retiradas do sangue do cordão (as hematopoéticas) são úteis apenas quando empregadas no tratamento de problemas hematológicos. No entanto, como a maioria dessas doenças do sangue tem um fundo genético, é raro que um indivíduo consiga usar suas próprias células para se tratar. "Se o paciente tiver uma leucemia na infância, por exemplo, muito provavelmente essa alteração já estava no sangue do cordão", esclarece a especialista do Einstein.
  • Armazenar células-tronco do sangue do cordão umbilical valeria a pena quando há uma pessoa na família com alguma doença que possa ser tratada com essas células hematopoéticas. Por exemplo: se um casal que já tem um filho com leucemia ganha um bebê, recomenda-se que as células-tronco do recém-nascido sejam coletadas, porque aí sim há chances de os dois irmãos serem compatíveis.
  • Um procedimento mais promissor do que guardar apenas o sangue do cordão umbilical seria o de preservar, também, o seu próprio tecido, rico em células-tronco mesenquimais, que são mais versáteis que as hematopoéticas e poderiam, no futuro, ser utilizadas no tratamento de um leque maior de doenças. O problema é que, embora existam no país bancos privados que congelem esse tipo de célula, ainda não é possível usá-la para tratar enfermidades. "Elas estão em estudo. Alguns trabalhos estão sendo feitos em animais e outros, já em humanos. Mas, de qualquer forma, dependem de resultados”, diz Andrea Kondo, do Hospital Albert Einstein. E não é possível cravar em quanto tempo todas essas pesquisas serão concluídas.
  • Por último, outro ponto a ser considerado é que, apesar de as células-tronco do cordão umbilical serem jovens e terem uma boa capacidade de renovar tecidos, elas são tão efetivas quanto as células extraídas da medula óssea de um adulto. Portanto, é possível coletar células hematopoéticas e mesenquimais em qualquer fase da vida - não apenas no momento do parto!
Como faço para armazenar células-tronco do cordão umbilical do meu filho?
Você pode fazer isso tanto em bancos públicos quanto privados. No primeiro caso, só é possível guardar células-tronco do sangue do cordão (hematopoiéticas). "O banco público armazena célula apenas para aquilo que tem evidência científica", justifica Andrea Kondo. Nesses bancos, o material coletado fica disponível para qualquer pessoa que necessite dele - e não só para o paciente que doou. Para fazer a doação, é preciso que o parto seja realizado nas maternidades credenciadas na Rede BrasilCord, que reúne os bancos públicos de sangue de cordão do país. Além disso, a gestante precisa atender a critérios específicos, como ter mais de 18 anos, realizar no mínimo duas consultas de pré-natal documentadas, não possuir câncer ou doenças hematológicas (a exemplo de anemias hereditárias) e estar com idade gestacional acima de 35 semanas no momento da coleta.    
Entre os bancos privados, há estabelecimentos que permitem armazenar todos os tipos de células-tronco. O material fica guardado exclusivamente para o paciente que optou pelo congelamento. Só que tem um custo. "É preciso pagar uma taxa inicial, que gira em torno de R$ 3 mil. Depois, é cobrada uma anuidade de cerca de R$ 600", calcula Eder Zucconi, da StemCorp.
Durabilidade
Tanto em bancos públicos quanto privados, as células-tronco são congeladas a temperaturas baixíssimas, o que garante que possam ser armazenadas por muito tempo sem comprometimento. "Até hoje, a mostra mais antiga armazenada e que foi descongelada tinha 20 anos. Então, a gente sabe que, pelo menos por esse período, as células se mantêm", conclui Zucconi. Embora esse "prazo de validade" seja longo, os pais devem levar em consideração que existe uma limitação do número de vezes que esse material poderá ser utilizado, já que uma vez descongelado ele não pode passar por um novo processo de congelamento.

Fonte:
http://mdemulher.abril.com.br/saude

CONTROLE A ANSIEDADE PELO NARIZ

A ansiedade e o estresse andam atrapalhando o seu dia a dia? Já tentou de tudo e não consegue relaxar? Chazinho de camomila não tem mais efeito pra você?
Talvez a solução esteja no simples ato de respirar. Mas pra dar certo, você tem que fazer da maneira correta, não desse jeitinho que você tem feito a vida toda.
É o que sugere a Nadi Shodhan Pranayama, uma técnica de respiração do Yoga (conjunto de disciplinas físicas e mentais tradicionais da Índia). Traduzindo para melhor compreender: nadi = canal de energia sutil; shodan = limpeza, purificação; pranayama = técnica de respiração.

BENEFÍCIOS

O Nadi Shodhan acaba com o estresse e a ansiedade, limpando os canais de energia do corpo e da mente. É o que garantem mestres yogues e um estudo realizado pelo Dr Swami Nirmalananda Saraswati, publicado na Yoga Magazine. 
A técnica indiana promete trabalhar de forma terapêutica muitos dos problemas circulatórios e respiratórios; harmonizar os hemisférios esquerdo e direito do cérebro, responsáveis pelos lados lógico e emocional da personalidade de cada ser humano; e ainda equilibrar a temperatura do corpo. Outra coisa boa é que não há contraindicação, ou seja, você pode praticar o Nadi Shodhan sem medo, quando bem entender.
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FUNCIONA MESMO?

No Brasil, o Instituto de Psicologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) conduz uma pesquisa para avaliar os efeitos de técnicas do Yoga, entre elas, os pranayamas (técnicas de respiração).
Embora ainda não tenha a estatística final, a pesquisadora Camila Vorkapic revela que durante o estudo os pacientes já estavam dormindo melhor e sentiam bem menos os sintomas físicos da ansiedade, como tremores, palpitação e dificuldade de respirar.
Já que os resultados estão sendo positivos, porque não começar a praticar essa técnica hoje?

VAMOS LÁ!

1. ACOMODE-SE

Primeiro de tudo, procure um ambiente calmo e escolha uma posição confortável, sente-se no chão ou em uma cadeira, não importa onde, desde que sua coluna fique reta e seus ombros relaxados. Feche os olhos.
Comece então, colocando no seu joelho esquerdo, sua mão esquerda com a palma aberta e virada para cima, ou em posição Chin Mudra, aquela em que o polegar e o dedo indicador tocam as pontas (como na foto abaixo).
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2. POSICIONANDO A MÃO

Com a mão direita você controla o fluxo da respiração. Coloque o dedo indicador e o médio entre as suas sobrancelhas. O dedo anelar vai na narina esquerda e o polegar vai na direita.

nadi_sodhana02_sossolteiros

3. ALTERNANDO AS NARINAS

Feche a narina direita e inspire pela esquerda. Retenha o ar nos pulmões.
Agora alterne: feche a narina esquerda e expire, soltando o ar retido nos pulmões pela direita.
Inspire pela mesma narina (direita) e expire pela outra (esquerda). Continue essa sequência por nove vezes, sempre inalando e exalando com as narinas alternadas.
Detalhes importantes: Não esqueça de inspirar pela mesma narina que você expirou. Apenas troque a narina com os pulmões cheios e nunca quando eles estiverem vazios.
Se ainda ficou com alguma dúvida, veja o vídeo postado pelo canal do Youtube Arte de Viver Brasil, onde é possível acompanhar detalhadamente todo o processo.

Fonte:
http://sossolteiros.bol.uol.com.br

Dor nas costas: 4 fatores inusitados causadores do problema

Dor nas costas: 4 fatores inusitados causadores do problema


   O vento 
Parece que aquele conselho de vó de evitar correntes de ar mais intensas faz mesmo sentido. Pesquisadores da Universidade de Sydney, na Austrália, e da Universidade Federal de Minas Gerais resolveram tirar a limpo se as condições climáticas influenciavam o aparecimento de desconfortos na lombar - algo muito relatado por quem convive com a chateação. Após acompanhar 933 voluntários durante um ano e avaliar mudanças na temperatura e na umidade do ar, por exemplo, os investigadores descobriram que a friagem ou as chuvas em si não interferiam no problema. "O único fator em que observamos uma pequena associação foi a exposição a ventos de alta intensidade", conta a fisioterapeuta Leani Pereira, uma das brasileiras responsáveis pelo trabalho. Embora o elo entre ventanias e dores na coluna seja discreto, especialistas acreditam que dá para tirar uma nova recomendação daí. "Vou pedir aos pacientes que se protejam mais do vento", afirma o neurocirurgião Adriano Scaff, do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. E por que será que as rajadas de ar chegam a afligir a lombar? "Suspeita-se que os ventos estimulem uma espécie de travamento muscular", diz Scaff.
2.    A tristeza 
A dor na alma tem repercussões físicas. E estudos assinam embaixo. O último deles, debatido no encontro anual da Academia Americana de Cirurgiões Ortopédicos e baseado em dados de 26 milhões de pessoas, acusa uma íntima relação entre a depressão e dores nas costas. "Quando o indivíduo tem dificuldade para lidar com sentimentos negativos, o corpo pode expressar esse conflito por meio de dores", explica a psicóloga Patrícia Mussoi, do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia, no Rio de Janeiro. Não é por menos que fatores psicológicos respondem por 16% dos incômodos na nuca ou na lombar, segundo um levantamento canadense publicado no periódico Pain. Se houver predisposição, a angústia sem fim sensibiliza o corpo à dor, e esta, por sua vez, abala o bem-estar emocional – é um círculo vicioso. "Por causa do problema nas costas, o sujeito abandona a atividade física e fica ainda mais triste, tudo que conspira para as dores persistirem", diz Patrícia. Uma hipótese que justifica essa ligação é o fato de que neurotransmissores na cachola que modulam o humor também participam do controle da dor. Por isso, em alguns casos, o tratamento do suplício físico cobra sessões com o psicólogo.
3.    Cigarro
Quase todo mundo, em algum momento, vai enfrentar um episódio de dor nas costas – 80% da população do planeta, para sermos precisos. Mas quem fuma tem uma probabilidade muito maior de fazer parte dessa turma (e, pior, não sair mais dela). A conclusão vem do mesmo estudo americano que apontou o dedo para a depressão. Ele registrou que 16,5% dos fumantes sofriam com o perrengue na coluna, ante 3,7% dos não fumantes. É uma diferença expressiva, resultado dos danos que o tabagismo impõe aos vasos que irrigam as costas. Nesse contexto, há uma maior dificuldade de o organismo se livrar do lixo gerado pelas células musculares. Isso deixa a região imersa em um meio muito ácido, propício a espasmos na musculatura. Para complicar, o aperto nos vasinhos impede que analgésicos naturais do corpo, como as endorfinas, cheguem ao local para aliviar a situação. Aí já viu: é um cenário perfeito para o incêndio doloroso continuar. "Pessoas que fumam ainda não costumam se exercitar, o que torna os músculos mais flácidos e suscetíveis a contraturas", avisa Carlos Macedo, chefe do Serviço de Ortopedia e Traumatologia do Hospital de Clínicas de Porto Alegre. Precisa dizer mais? Se for o seu caso, largue o cigarro.
4.    Bebidas alcoólicas
A lista de motivos para não se exceder na bebida alcoólica é looonga. E acaba de ficar maior: a dor nas costas entrou na parada. Palavra daquele mesmo estudo que escancarou o impacto do cigarro no sofrimento da coluna. No caso do álcool, pessoas que abusam têm nitidamente uma tendência maior à encrenca. A incidência é de 14,7% nesse grupo, diante de 4,4% entre os indivíduos que bebem socialmente. Embora seja complicado definir limites seguros, o alerta serve tanto a quem toma drinques diariamente como a quem deixa para encher o caneco no final de semana. "A dor lombar pode ocorrer na primeira fase da dependência alcoólica, quando se perde o controle e há repercussões negativas nos relacionamentos e no trabalho", afirma a psiquiatra Ana Cecília Marques, presidente da Associação Brasileira do Estudo do Álcool e Outras Drogas. Isso porque altas doses etílicas atrapalham a absorção da vitamina B1 dos alimentos, facilitando uma inflamação nas terminações nervosas e nos músculos. O álcool também desregula as substâncias internas que gerenciam as sensações de dor e bem-estar, contribuindo para que o incômodo na coluna vire crônico. Pelas suas costas, aprecie com moderação.

Fonte:
http://mdemulher.abril.com.br/saude

Coma grãos e viva mais

Coma grãos e viva mais


Aveia, milho, arroz, trigo... Segundo pesquisadores da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, incluir esses alimentos na rotina é sinônimo de mais aniversários pela frente. Como isso foi descoberto? Eles separaram cerca de 110 mil voluntários em cinco grupos, de acordo com a frequência de consumo de grãos integrais. Ficou claro, então, que, entre os grandes fãs desses itens, a taxa de mortalidade por qualquer causa caía 9% e, por doenças cardiovasculares, 15%. Para Qi Sun, que conduziu a investigação, um dos motivos recai sobre a carga glicêmica. "Ao contrário dos grãos refinados, os integrais não elevam drasticamente os níveis de açúcar e insulina no sangue", explica.
A nutricionista Daniela Chaud, da Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo, ainda lembra que eles são mais nutritivos. "É que preservam fibras e componentes como vitaminas E e do complexo B, cobre, zinco e magnésio, além de outras substâncias de ação antioxidante", enumera. Mas, atenção: para entrar no time dos integrais, o cereal precisa ter estas três partes intactas: 
•    Endosperma
É onde fica a maior parcela de amido, um carboidrato complexo que fornece energia.
•    Casca
O nome oficial é farelo. Carrega fibras, vitaminas do complexo B e minerais.
•    Gérmen
Concentra gorduras do bem e minerais, além das vitaminas E e do complexo B.

Fonte:
http://mdemulher.abril.com.br/saude

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

7 maneiras de exercitar seu cérebro

exercício cérebro


e todo os planos que você provavelmente tem para as próximas semanas - terminar de assistir à terceira temporada da série Orange Is the New Black e planejar o próximo a viagem do feriado -, é quase certo que exercitar sua massa cinzenta não faz parte deles. Mas deveria. Por quê? Você pode achar cedo para começar a pensar nisso, mas perder o domínio da capacidade mental é inevitável. "O processo de evolução da doença de Alzheimer e da demência começa de duas a três décadas antes dos primeiros sintomas se manifestarem", diz o professor Perminder Sachdev, codiretor do Centro de Envelhecimento Cerebral Saudável, da University of New South Wales, na Austrália. "Isso sugere que existe uma grande janela de tempo para atuar na prevenção e no adiamento do início da doença."
Assim como malhar e comer bem mantém seu corpo em forma, isso faz o mesmo por sua cuca. "Estudos observaram que um modo de vida saudável - com atividade física, alimentação equilibrada, controle do stress e outros fatores de risco cardiovascular, como hipertensão e diabetes - está ligado ao risco menor de desenvolver Alzheimer", observa o neurologista Fabio Shiba, da Fluyr Saudável Clínica de Combate à Dor, em São Paulo.

O que rola na sua cachola

Seu cérebro é uma máquina maravilhosa - ou, digamos, a empresa mais bem gerenciada que existe. Dentro do prédio (seu crânio), existem diferentes departamentos encarregados de funções específicas, como emoções, fala, memória, movimentos e sistemas involuntários, como digestão e respiração. Para manter cada seção funcionando adequadamente, seu cérebro é alimentado com oxigênio e nutrientes por meio de uma rede complexa de artérias, veias e vasos. Todos os setores são mediados pelas sinapses, as conexões entre as células do cérebro (neurônios). Você tem cerca de 100 bilhões dessas belezinhas (pense em 100 bilhões de funcionários exemplares, cumprindo prazos e tendo ideias brilhantes).
Num cérebro saudável, eles se encarregam de enviar sinais e mensagens entre os departamentos dia a noite, que são guardadas por um receptor antes de serem passadas adiante. Essa prova de corrida cerebral acontece milhões de vezes por segundo e fazem com que as memórias fiquem armazenadas, os hábitos sejam aprendidos e a nossa personalidade comece a ganhar forma, com certos padrões sendo fortalecidos enquanto outros vão sendo esquecidos.
Conforme envelhecemos, nosso corpo muda tanto do lado de fora quanto por dentro, onde placas amiloides e emaranhados neurofibrilares se formam entre as células do cérebro, causados pelo acúmulo de proteína. Essas placas podem interromper a função celular, enquanto os emaranhados matam os neurônios.
Resultado? Um cérebro encolhido. As informações guardadas em cada departamento começam a desaparecer, geralmente começando pelas memórias mais recentes. À medida que a doença se espalha pelo cérebro, até a memória antiga é afetada, além de habilidades como planejamento, aprendizado e equilíbrio, o que faz com que as pessoas afetadas pela doença passem, de uma hora para a outra, a não reconhecer mais os membros da família. A boa notícia é que pesquisas recentes mostram que os hábitos de vida são essenciais para prevenir e adiar o aparecimento de doenças no cérebro. E, quanto mais jovem você começar a obedecer os mandamentos a seguir, melhor.

As sete maneiras de malhar o cérebro

1. Respirar fundo

Se você é do time das nervosinhas, aprenda a reservar tempo para alguma atividade relaxante, como ouvir e cantar em voz alta as músicas preferidas e respirar calma e profundamente. O stress crônico faz seu cérebro pagar um preço alto, pois leva ao encolhimento do hipocampo (região ligada à memória verbal) e afeta o crescimento de células nervosas. Pior: o stress também prejudica seu coração. Um estudo publicado no periódico internacional Brain, Behavior and Immunity sugere que meditar (que costuma trabalhar também técnicas de respiração) não só diminui o sentimento de solidão como também preserva a integridade e as funções cerebrais.

2. Vá ao happy hour

Difícil quem saiba lidar bem com a solidão. Nosso cérebro, por exemplo, não sabe. Manter laços sociais fortalece esse órgão - e adultos que mantêm uma vida social ativa são menos propensos a desenvolver a demência. Reservar uma noite na semana para encontrar as amigas vez em quando pode ser mágico. "Manter-se em contato com outras pessoas trabalha o cérebro", diz Maree. E nada de se sentir intimidada por entrar em assuntos polêmicos: debater ideias estimula os neurônios a formar novas ligações, que é exatamente o que você precisa. Pesquisas não apontaram se as relações via redes sociais oferecem os mesmos benefícios.

3. Durma como um anjo

Um sono bom é necessário para manter seu cérebro afiado. Pesquisadores da Escola de Saúde Pública Johns Hopkins Bloomberg, nos Estados Unidos, descobriram que dormir pouco ou mal está ligado a níveis mais altos de beta-amiloide no cérebro, uma proteína que forma placas associadas ao mal de Alzheimer. O que fazer: descanse em um quarto escuro e ventilado, desligue o celular (ou coloque no silencioso) e evite olhar para ele uma hora antes de ir para a cama. 

4. Ame seu coração

"Todos os fatores de risco para as doenças cardíacas - pressão alta, diabetes, síndrome metabólica, fumo, colesterol alto, obesidade e sedentarismo - são também perigosos para a demência", diz Sachdev. Lembra-se daquela rede complexa de vasos sanguíneos abastecendo seu cérebro com nutrientes e energia? Se o seu sistema cardiovascular estiver comprometido, essa rede também pode entrar em colapso.

5. Coma alimentos frescos

Não se sabe exatamente como a alimentação impacta a demência e o mal de Alzheimer, mas pesquisadores enxergam uma ligação. Um estudo recente publicado na revista científica Alzheimer´s & Dementia afirma que a dieta mediterrânea está associada a um risco menor de desenvolver doenças do cérebro. Encha o carrinho com folhas verdes, vegetais frescos, frutas vermelhas, peixe, aves, castanhas, azeite, grãos integrais e feijão. O que cortar da lista de compras: Margarina, carboidratos e açúcar refinados e alimentos industrializados, fontes de sódio e gorduras trans.

6. Transpirarás sempre

Precisa de mais motivação para encarar a aula de spinning? Um estudo do ano passado realizado pela University of British Columbia, no Canadá, descobriu que uma rotina regular de exercícios aeróbicos parece aumentar a área cerebral do hipocampo. Treinos de resistência, equilíbrio e tonificação muscular não mostraram os mesmos resultados.

7. Estude mais

Quanto mais você usa o cérebro, mais forte ele fica, pois os neurônios são obrigados a fazer novas conexões. Que tal escolher um curso diferente ou assistir a palestras e debates de temas que curte? A música também é ótima para turbinar a inteligência. "Tocar um instrumento e cantar ativa o funcionamento simultâneo de várias áreas cerebrais", diz Fabio Shiba. "Além disso, é sabido que a capacidade musical em portadores de demência se mantém por muito mais tempo depois que outras habilidades foram perdidas." 
Mais: Esportes coletivos, aulas de circo e até escalada são esportes que não só exigem de você esforço físico como muito trabalho cerebral. Você irá aprender novas regras e estratégias vai acelerar o cérebro enquanto você aumenta os limites do corpo. 

Fonte:
http://mdemulher.abril.com.br/saude

Plantas para emagrecer

Plantas para emagrecer


Associação Brasileira de Fitoterapia (Abfit) acaba de divulgar um estudo que chegou a 28 extratos vegetais disponíveis no país que teriam suporte cientifico como auxiliares no tratamento da obesidade. “São espécies usadas há anos por diferentes populações e cujo potencial já foi confirmado em pesquisas com cobaias e estudos clínicos”, relata Alex Botsaris, presidente da Abfit e médico do Ambulatório de Fitoterapia do Hospital do Andaraí, no Rio de Janeiro. Nesse local foram feitos mais de 1 mil atendimentos relacionados à obesidade nos últimos dois anos.
Na lista, aparecem fitoterápicos com mecanismo de ação distintos. Há os que inibem o apetite ou induzem a saciedade, os que aceleram o metabolismo, os que estimulam a eliminação da gordura em si... Conheça alguns deles abaixo: 
Erva-mate (ou Pholia Negra)
•    Nome científico: Ilex paraguarienses
•    Como é usada: infusão ou extrato padronizado da folha seca
•    Como atua: tem cafeína, que acelera a queima calórica, e compostos que agem no estômago, promovendo a sensação de barriga cheia
•    Grau de evidência científica: alto
Alga kombu
•    Nome científico: Laminaria japonica
•    Como é usada: cápsulas do extrato padronizado seco de toda a alga
•    Como atua: possui fucoxantina, elemento que promove a quebra e a eliminação da gordura do interior das células adiposas
•    Grau de evidência: alto
Carqueja
•    Nome científico: Bacharis trimera
•    Como é usada: cápsulas ou chá do extrato seco das folhas
•    Como atua: reduz a absorção da glicose e inibe indiretamente o acúmulo de gordura pelas células do tecido adiposo
•    Grau de evidência: médio

Fonte:
http://mdemulher.abril.com.br

4 maneiras de queimar calorias mais rápido

Como queimar calorias mais rápido


Nosso peso é o resultado do que nos alimentamos. A conta é relativamente simples: são as calorias que ingerimos menos o que gastamos de energia. É como se fosse um carro. As calorias são o combustível que vamos gastar durante o caminho. Portanto, para perder peso, é preciso que a conta seja negativa, com o nosso corpo gastando mais calorias do que consume. Já quando o balanço energético é positivo a ingestão de calorias está superando o gasto, e aí, claro, acumulamos peso, na forma da temida gordura. 
Só que além dessa continha, entra na equação o nosso metabolismo, resultado de todas as reações químicas e energéticas que acontecem no corpo para que ele execute as tarefas do dia a dia como respirar, controlar os batimentos cardíacos, correr, falar, dormir e andar. E tudo isso também tem gasto calórico envolvido.
Para simplificar, pense de novo no automóvel. O metabolismo é o motor do carro, que pode estar funcionando mais rápido, se o carro estiver em movimento, ou mais devagar, caso esteja estacionado. 
Quando queremos perder peso um pouco mais rápido, além de reduzir o que estamos ingerindo - o ideal é que seja através da reeducação alimentar - e aumentar o gasto de energia, também devemos acelerar o metabolismo. Infelizmente não temos um botão mágico que faça nosso corpo trabalhar mais rápido, mas existem alguns soluções que ajudam a queimar as calorias mais rápido: 

Construa Músculos

Os músculos são os maiores queimadores de calorias do nosso organismo. Enquanto 250 gramas de gordura gastam 2 kcal por dia para se manter, 250 gramas de músculo gastam 6. Logo, ao praticar exercícios de resistência - pilates ou musculação -, você estará acelerando naturalmente seu metabolismo. 

Evite dietas com grande restrição de calorias

Nosso corpo está sempre calculando a quantidade de calorias que consumimos e a que gastamos. Quando existe uma drástica redução da quantidade de calorias que entra, como nas dietas radicais, a chance do corpo começar a poupar seus gastos é muito grande. Com isso, ocorre o que chamamos de "metabolismo lento". Para reverter este processo mantenha o hábito de comer em intervalos (não necessariamente de 3 em 3 horas), mas a regularidade faz com que nosso corpo receba calorias de maneira equilibrada e com isso passe a gastá-las regularmente também.

Consuma cafeína

Estudos sugerem que a 100 mg de cafeína - quantidade aproximada de uma xícara de café coado - pode acelerar o metabolismo em cerca de 3% em 24 horas. Mas cuidado para não exagerar na ingestão de cafeína, pois em excesso, perdemos o sono e sintomas como agitação, tremores e mal estar podem acontecer.

Fonte:
http://mdemulher.abril.com.br

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Receita de crepe integral

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Ingredientes

1 1/2 xícara de aveia
1 1/2 xícara de farinha integral
1 xícara de polvilho azedo
1 pitada de sal
1 colher (chá) de lecitina de soja
3 colheres de azeite
700 ml de água

Recheio de sua preferência

Modo de preparo

Coloque todos os ingredientes no liquidificador e bata por alguns minutos. Em uma frigideira coloque 1 fio de azeite e coloque a massa. Após ficar douradinho, vire para o outro lado. Sirva com o recheio de sua preferência!


Fonte:
http://novotempo.com/vidaesaude

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

6 dicas para ajudar a regular os hormônios

Confira 6 dicas para ajudar a regular os hormônios

Hormônios regulados

Quando algo não vai muito bem em nosso organismo, a perda de peso se torna ainda mais difícil. E isso acontece principalmente quando algum hormônio está desregulado, mais especificamente, o cortisol.
Produzido pelas glândulas adrenais, ele desempenha funções como regular o nível de açúcar no sanguecontração muscular e outras. De acordo com Guilherme Corradi Elias, médico do esporte e especialista em fisiologia hormonal pela The Hormone Society (EUA), quando o cortisol está desregulado, sua produção aumenta dentro do organismo, causando uma série de sintomas, como o ganho de gordura abdominal. A explicação, segundo o médico, é simples: “o hormônio inibe a ação da insulina no organismo, aumentando a glicemia e a deposição de gordura principalmente na região da barriga.”
  • Para regular a quantidade de cortisol no corpo, Elias indica hábitos simples, como:
1. Diminuir os fatores de estresse
2. Emagrecer
3. Fracionar a alimentação
4. Evitar cafeína
5. Dormir bem
6. Manter-se hidratado

Fonte:
http://dietaja.uol.com.br

Mostarda protege fígado, melhora digestão e oferece muitos outros benefícios

Resultado de imagem para mostarda

A mostarda é rica em diversos nutrientes e proporciona muito benefícios para a saúde. A seguir saiba mais sobre a folha de mostarda, a semente de mostarda e o molho de mostarda:

Folha de mostarda

Entenda quais os principais nutrientes e benefícios da folha de mostarda:

Nutrientes

A folha de mostarda contém muita fibra dietética e é uma excelente fonte de vitamina K, A, C, E, complexo B e folato, e minerais como cálcio, manganês, ferro, fósforo e magnésio. Muito rica em antioxidantes, a folha é fonte de flavonoides, indóis, sulforafano, carotenoides, luteína e zeaxantina. Os indóis, principalmente di-indol-metano e sulforafano, protegem contra câncer de próstata, mama, cólon e ovário, pois inibem o crescimento de células tumorais, e têm sido objeto de extensa pesquisa científica.

Benefícios da folha de mostarda

Ação desintoxicante: A folha de mostarda desintoxica o corpo porque é rica em glucosinolato, um composto que protege o fígado e melhora seu desempenho, ativando enzimas que metabolizam as substâncias tóxicas. Além disso, a presença de clorofila na mostarda também contribui para eliminar toxinas ambientais da corrente sanguínea, neutralizando os metais pesados, produtos químicos e pesticidas que estão no corpo.
Ação anticolesterol: A folha de mostarda tem a capacidade de melhorar a produção de bile pelo fígado, que usa o colesterol circulante como matéria-prima. Isto ajuda a diminuir o risco de doenças cardíacas. Um estudo publicado na revista Nutrition Research em 2008 mostra que a capacidade de baixar o colesterol melhora significativamente quando a folha é cozida no vapor ou refogada rapidamente.
Combate a osteoporose: Cem gramas de mostarda cozida contêm 525% do valor diário recomendado de vitamina K! Ela está diretamente envolvida na mineralização óssea, na coagulação do sangue e ajuda a remover o cálcio patológico, presente em áreas do corpo onde não deveria estar, como nas articulações (causando bursite ou artrite), nos órgãos formando cálculos (rins, vesícula), nos tecidos (nódulos calcificados na mama e dutos salivares), e nos vasos sanguíneos (se depositam nas artérias, endurecendo o sistema circulatório, e reduzem o seu calibre, o que aumenta a chance de um enfarte).

Semente de mostarda

Entenda quais os principais nutrientes e benefícios da semente de mostarda:

Nutrientes

Como a maioria das sementes, a de mostarda também é uma boa fonte de nutrientes variados, incluindo cálcio, ferro, magnésio, fósforo, potássio, zinco, manganês, colina, ômega-3, fitoesteróis e fibra. Ela contém altos níveis de selênio, um mineral com ação antioxidante e essencial para o metabolismo do cérebro e da tireoide. Além disso, a semente de mostarda tem um conteúdo notável de fitonutrientes antioxidantes como o glucosinolato, isotiocianato e curcumina, que protegem contra o câncer.

Benefícios

Assim como a folha, a semente de mostarda também apresenta inúmeros benefícios: melhora a digestão porque aumenta a produção de saliva, previne diversos tipos de câncer incluindo estômago e cólon, regula a tireoide (pelo alto teor de selênio), tem ação anti-inflamatória e assim alivia dores articulares e musculares, melhora a imunidade ajudando na prevenção de gripes e resfriados, protege a visão (é fonte de luteína e zeaxantina, dois carotenoides com ação ocular), baixa o colesterol (contém vitamina B3 que combate a aterosclerose), pode ajudar na prisão de ventre (bom teor de fibras e mucilagem que aceleram o trânsito intestinal).

Molho de mostarda

Como o molho é preparado com as sementes de mostarda, os nutrientes e benefícios são os mesmos. Procure um molho de mostarda bem denso, de preferência com as sementes aparentes (mostarda tipo Dijon), ou prepare o seu em casa, é bem fácil. Deixe as sementes de molho em água, vinagre ou vinho até que fiquem macias. Triture no liquidificador ou processador até obter uma pasta lisa, acrescentando ervas e especiarias como estragão, tomilho, açafrão, alho, pimenta, páprica ou outros condimentos que você preferir. Pronto, você tem uma bela mostarda caseira rica em nutrientes.

Modo de usar

As folhas podem ser refogadas ou cozidas no vapor e temperadas a gosto. Consuma o equivalente a uma xícara de chá uma a duas vezes por semana. As sementes de mostarda podem entrar inteiras no preparo de carnes diversas ou podem ser moídas e acrescentadas na hora do preparo do alimento. O molho de mostarda é usado no prato pronto e combina com carnes. O molho também pode entrar no tempero de saladas e legumes.

Sem excessos

Sementes de mostarda são consideradas seguras para consumo humano, quando usadas em pequenas quantidades, sem exageros. Uma grande quantidade de mostarda usada diariamente pode causar irritação gástrica, sangramento do estômago e da mucosa intestinal. Use até duas vezes por semana para ter uma saúde excelente.

Fonte:
http://www.minhavida.com.br

Receita de Flan aos pedaços

Veja receita de Flan aos pedaços


Flan
- 500 g de ricota
- 2 copos de leite desnatado
- 2 envelopes de gelatina sem sabor
- ½ xíc. (chá) de adoçante culinário
- Suco de ½ limão
- 2 xíc. (chá) de framboesas, morangos, cerejas, amoras e mirtilos picados
Calda
- 5 morangos picados
- 5 mirtilos picados
- 5 framboesas picadas
- 5 amoras picadas
- 2 col. (chá) de adoçante culinário
- 400 ml de água
Flan
1. Prepare a gelatina conforme a indicação da embalagem.
2. Bata todos os ingredientes no liquidificador, exceto as frutas.
3. Adicione as frutas vermelhas no fundo da forminha.
4. Adicione o líquido batido e leve à geladeira até endurecer.
5. Desenforme e sirva.
Calda
1. Em uma panela, cozinhe as frutas em fogo baixo até soltarem toda a água.
2. Acrescente o adoçante culinário e a água, aos poucos, e misture até se transformar em uma calda com pedaços.
3. Coloque-a em uma refratária e cubra o flan.
Rendimento: 12 porções
Tempo de preparo: 20 minutos
Calorias por porção: 252 kcal

Fonte:
http://dietaja.uol.com.br