quarta-feira, 22 de julho de 2015

Doação de sangue: entenda os requisitos e como é o processo

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A doação de sangue ocorre quando uma pessoa voluntariamente vai a um centro especializado e disponibiliza seu sangue para ser usado em transfusões ou outras situações clínicas. No Brasil são coletadas 3,6 milhões de bolsas por ano, o que corresponde ao índice de 1,8% do parâmetro estabelecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS), cujo ideal é entre 1-3%.
Segundo o Ministério da Saúde, a qualidade da rede de sangue brasileira já é reconhecida internacionalmente. No dia 14 de junho é celebrado o "Dia Mundial do Doador de Sangue" e juntamente com a data diversos hospitais e órgãos de saúde lançam a campanha Junho Vermelho, para incentivar a doação.

Requisitos para doação de sangue

Existem normas nacionais e internacionais para a triagem de pessoas aptas a doar sangue, sendo que órgãos como o Ministério da Saúde e a Associação Americana de Bancos de Sangue são responsáveis por esse controle. O alto rigor no cumprimento dessas normas garante a saúde das pessoas que receberão o sangue, uma vez que ele não pode estar contaminado com outras doenças.
Os requisitos para doação de sangue são:
  • Estar em boas condições de saúde
  • Ter entre 16 e 69 anos. Pessoas acima de 60 anos só podem doar se já tiverem doado sangue alguma vez antes dessa idade
  • Pesar no mínimo 50kg
  • Estar descansado (ter dormido pelo menos 6 horas nas últimas 24 horas)
  • Estar alimentado, sendo que a ingestão de alimentos gordurosos deve ser evitada nas 4 horas que antecedem a doação
  • Apresentar documento original com foto emitido por órgão oficial (Carteira de Identidade, Cartão de Identidade de Profissional Liberal, Carteira de Trabalho e Previdência Social).

Quem não pode doar sangue?

No hemocentro, você pode ser impedido de doar sangue se:

  • Tiver idade inferior a 16 anos ou superior a 69 anos
  • Tiver peso inferior a 50 kg
  • Estiver com anemia no teste realizado imediatamente antes da doação
  • Estiver com hipertensão ou hipotensão arterial no momento da doação
  • Estiver com aumento ou diminuição dos batimentos cardíacos no momento da doação
  • Estiver com febre no dia da doação
  • Estiver grávida
  • Estiver amamentando, a menos que o parto tenha ocorrido há mais de 12 meses
  • Levar uma criança menor de 13 anos para o hemocentro e sem a presença de outro adulto que possa acompanhá-la após a doação.
Você estará impedido de doar sangue por 48 horas:

  • Se no mesmo dia recebeu vacina preparada com vírus ou bactéria mortos, toxoide ou recombinantes. Exemplos incluem vacinas para cólera,poliomielite (salk), difteria, tétano, febre tifoide (injetável), meningite,coqueluche e pneumococo
  • Se no mesmo dia recebeu vacina da gripe.
Você estará impedido de doar sangue por 7 dias:

  • Após diarreia
  • Após o término os sintomas de gripe ou resfriado
  • Após a cura de conjuntivite
  • Após implante dentário
  • Após extração dentária, podendo haver extensão do período conforme a medicação prescrita no pós-operatório
  • Após tratamento de canal, podendo haver extensão do período conforme a medicação prescrita no pós-operatório.
Você estará impedido de doar sangue por 2 semanas:

  • Após o término do tratamento de infecções bacterianas
  • Após a cura de rubéola
  • Após a cura de erisipela.
Você estará impedido de doar sangue por 3 semanas:

  • Após a cura de caxumba
  • Após a cura de catapora.
Você estará impedido de doar sangue por 4 semanas:

  • Se no mesmo dia recebeu vacina de vírus ou bactérias vivos e atenuados. Exemplos incluem poliomielite oral (sabin), febre tifoide oral, caxumba, febre amarela, sarampo, BCG, rubéola, catapora e varíola
  • Se no mesmo dia recebeu soro antitetânico
  • Após a cura de dengue
  • Após cirurgia odontológica com anestesia geral.

Você estará impedido de doar sangue por 3 meses:

  • Se foi submetido a apendicectomia
  • Se foi submetido a hemorroidectomia
  • Se foi submetido a hernioplastia
  • Se foi submetido a ressecção de varizes
  • Se foi submetido a amigdalectomia.
Você estará impedido de doar sangue por 6 meses a 01 ano:

  • Se foi submetido a uma cirurgia de grande porte, como colecistectomia, histerectomia, tireoidectomia e colectomia
  • Após a cura de toxoplasmose comprovada laboratorialmente
  • Após qualquer exame endoscópico (endoscopia digestiva alta, colonoscopia, etc). Se o exame envolveu biópsia, é necessário avaliação dos resultados para entender se é possível prosseguir com a doação de sangue.
Você estará impedido de doar sangue por 1 ano:

  • Se recebeu uma transfusão de sangue, plasma, plaquetas ou hemoderivados
  • Se recebeu enxerto de pele ou de osso
  • Se sofreu acidente e foi contaminado com sangue de outra pessoa
  • Se sofreu acidente com agulha já utilizada por outra pessoa
  • Se teve contato sexual com alguma pessoa soropositiva
  • Se teve contato com profissionais do sexo ou com outra pessoa que recebeu/pagou pelo ato sexual com dinheiro ou droga
  • Se teve contato sexual com usuário de droga endovenosa
  • Se teve contato sexual com pessoa que tenha recebido transfusão de sangue nos últimos 12 meses
  • Se teve relação sexual com pessoa com hepatite
  • Se mora na mesma casa de uma pessoa que tenha hepatite
  • Se fez tatuagem
  • Se fez piercing (se feito em local sem condições de avaliar a antissepsia aguardar 12 meses após realização, com material descartável e feito em local apropriado aguardar 6 meses após realização. Pessoas que fizeram piercing na mucosa oral ou genital são inapto a doar enquanto estiverem com o piercing e apto após 12 meses da retirada)
  • Se teve sífilis ou gonorreia
  • Se foi detido em penitenciária por mais de 24 horas.
Você estará impedido de doar sangue por 5 anos:

  • Após a cura de tuberculose pulmonar
Você nunca poderá doar sangue se:

  • Tem ou teve um teste positivo para HIV
  • Teve hepatite após os 10 anos de idade (hepatite B ou C após ou antes dos 10 anos tem recusa definitiva, hepatite por medicamento tem autorização para doação após a cura e avaliação clínica, hepatite A após os 11 anos de idade tem autorização se trouxer o exame diagnóstico da doença e após avaliação clínica)
  • Já teve malária
  • Tem doença de chagas
  • Recebeu enxerto de duramater
  • Teve algum tipo de câncer, incluindo leucemia
  • Tem graves problemas no pulmão, coração, rins ou fígado
  • Tem problema de coagulação de sangue
  • É diabético com complicações vasculares
  • Teve tuberculose extrapulmonar
  • Já teve elefantíase
  • Já teve hanseníase
  • Já teve calazar (leishmaniose visceral)
  • Já teve brucelose
  • Tem alguma doença que gere inimputabilidade jurídica
  • Foi submetido à gastrectomia total
  • Foi submetido à pneumectomia
  • Foi submetido à esplenectomia não decorrente de trauma
  • Foi submetido a transplante de órgãos ou de medula.
Essas são as principais causas de inaptidão para doar sangue. Entretanto, esta relação não esgota o assunto. Algumas situações não estão incluídas nesta lista e serão definidas na triagem clínica por meio do questionário.

Quando uma unidade de doação vai até você?

No Brasil, a Fundação Pró-Sangue disponibiliza a Coleta Externa - ou seja, centros itinerários de doação de sangue em empresas, universidades, escolas e comunidades. Pessoas interessadas nesse serviço devem entrar em contato com a Divisão de Medicina Transfusional da Pró-Sangue.
A organização recomenda que as instituições reúnam grupos a partir de 60 pessoas, bem como disponham de instalação adequada, com uma área de no mínimo 100 metros quadrados bem ventilada e iluminada, com bebedouro e banheiros próximos. Para tanto, o local destinado à doação é vistoriado e aprovado com antecedência por profissionais técnicos. Na data acordada, a equipe desloca-se até o local, efetuando a coleta de bolsas de sangue.
Na impossibilidade de deslocar uma van e fazer a instalação do centro de doação um local específico, é possível fazer o agendamento de horários para atendimento a grupos acima de 20 pessoas nos postos de coleta. Para mais informações, ligue no Alô Pró-Sangue 0800-55-0300 ou mande um e-mail para agendamentogrupos@prosangue.sp.gov.br.

Passo a passo para doação de sangue

Uma série de procedimentos é adotada para a doação de sangue ser efetiva:
  • Cadastro: ao chegar no posto de coleta, o candidato à doação informa seus dados e recebe um código que o acompanha durante todo o processo. Se a doação de sangue está sendo feita para repor o sangue que foi utilizado em transfusão para uma pessoa específica, é necessário avisar no momento do cadastro
  • Teste para anemia: é feito um teste rápido para verificar se o candidato à doação possui nível de hemoglobina "dentro dos parâmetros de normalidade". Caso esteja abaixo ou acima dos valores normais, a pessoa não está apta a doar e é orientada a procurar um serviço de saúde
  • Sinais vitais e peso: são verificados o batimento cardíaco, pressão arterial, peso e temperatura do candidato
  • Triagem clínica: o candidato responde a uma entrevista confidencial, com o objetivo de avaliar se a doação pode trazer riscos para ele ou para o receptor. É fundamental responder corretamente e honestamente às perguntas
  • Voto de autoexclusão: após responder ao questionário, o doador pode responder SIM ou NÃO à seguinte pergunta: "Você apresenta situação de risco para doenças sexualmente transmissíveis"? Independentemente da resposta, o sangue será coletado e todos os testes serão realizados. Porém, se a resposta for SIM, a bolsa será descartada independentemente do resultado desses exames
  • Coleta: é passada uma solução antisséptica no local onde será feita a punção. A coleta de sangue é totalmente segura, sendo utilizada uma agulha estéril, de uso único e descartável, para coletar cerca de 450ml de sangue e amostras para a realização de exames obrigatórios por lei. Não há nenhum risco de o doador adquirir uma doença infecciosa com a doação de sangue
  • Lanche: após a doação, o doador recebe um lanche e um suco, que deverão ser consumidos na cantina do posto de coleta.
O sangue doado é testado para hepatite B e hepatite C, HIV, HTLV I e II, Chagas e sífilis. Se qualquer um dos testes apresentar resultado alterado, o sangue doado não será utilizado para transfusão e o doador será convocado a retornar para repetição dos exames. Caso ocorra inadequação das amostras, o doador também será convocado a repetir os exames.


Cuidados pós-doação


Algumas orientações devem ser seguidas pelo doador, veja:
  • Antes de deixar o banco de sangue, é necessário permanecer sentado por 15 minutos no mínimo. É um bom momento para comer e beber o lanche oferecido
  • Ingerir quantidades extras de líquidos nas primeiras 24 horas após a doação. Isto ajudará na reposição do volume de sangue perdido
  • Não ingerir bebidas alcoólicas por 24 horas
  • Não fumar por 2 horas
  • Evitar exercícios físicos extenuantes por 12 horas, incluindo subir rampas e escadas. Esta conduta previne sangramentos, ajuda na cicatrização do local onde a agulha foi colocada e na reposição de sangue que o organismo precisa fazer
  • Manter o curativo no local da agulha por 4 horas no mínimo. Caso volte a sangrar, pressionar o local por 2-5 minutos e então trocar a curativo, que deverá permanecer por mais 4 horas.
Se o doador sentir mal-estar, tontura, fraqueza e sensação de desmaio após deixar o banco de sangue, o ideal é sentar e colocar a cabeça entre os joelhos, ou então deitar imediatamente no chão com as pernas elevadas. Estas medidas evitam quedas e aumentam a circulação de sangue na cabeça, aliviando rapidamente os sintomas.
Caso o doador acredite que seu sangue não deve ser utilizado para transfusão por algum motivo e isso não foi dito durante a doação, é importante entrar em contato o mais breve possível com o centro de coleta para que o sangue seja descartado. Notificar qualquer situação que possa comprometer a amostra garante a segurança da transfusão e a saúde dos pacientes que recebem o sangue.
Na ocorrência de febre, diarreia ou outro sintoma de doença infecciosa até sete dias após a doação, comunicar imediatamente o centro de coleta.

Quanto tempo esperar até a próxima doação?



  • Homens podem fazer doação de sangue a cada 60 dias, com máximo de 4 doações a cada 12 meses
  • Mulheres devem esperar 90 dias entre uma doação de sangue e outra, com máximo de 3 doações no período de 12 meses.

Hemocentros do Brasil

    A Fundação Pró-Sangue disponibiliza uma lista com todos os hemocentros do Brasil. Para saber qual é o centro de coleta mais próximo de você.

    Perguntas frequentes

    Por que pessoas com diabetes não podem doar sangue?
    Na verdade, nem todos os pacientes com diabetes estão impedidos de doar sangue. Os diabéticos que não podem fazer a doação são os insulinodependentes, ou seja, pacientes que precisam da insulina para manter o controle da doença. Essa divisão acontece porque os insulinodependentes têm importantes alterações do sistema cardiovascular, e por isso podem apresentar alguma reação grave durante ou logo após a doação de sangue.
    Por que o limite de 450ml de sangue por bolsa?
    Devido ao volume de anticoagulante presente na bolsa, o que é padronizado para anticoagular no máximo esse volume de sangue. Uma pessoa adulta possui em média cinco litros de sangue circulando pelo corpo. Em uma doação são coletados no máximo 450 ml, ou seja, menos de 10% de todo o sangue - levando em conta que o coração está bombeando sangue novo o tempo inteiro.
    Por que pessoas com peso inferior a 50 kg não podem doar sangue?
    O volume de sangue total a ser coletado é diretamente relacionado ao peso do doador. Para os homens não pode exceder a 9ml/kg peso e, para as mulheres, a 8ml/kg peso. O anticoagulante presente na bolsa de coleta liga-se ao sangue impedindo que este coagule, e o volume de anticoagulante da bolsa é padronizado para um mínimo de 400ml de sangue. Logo, uma pessoa com peso inferior a 50 kg não poderia doar o volume mínimo.
    Em quanto tempo o organismo faz a reposição do sangue doado?
    A reposição do volume de plasma ocorre em 24 horas e a dos glóbulos vermelhos em 4 semanas. Entretanto, para o organismo atingir o mesmo nível de estoque de ferro que apresentava antes da doação, são necessárias 8 semanas para os homens e 12 semanas para as mulheres. Esses são os intervalos mínimos entre as duas doações de sangue.
    Por que pessoas que tiveram hepatite antes dos 10 anos de idade podem doar?
    Porque a probabilidade desse candidato ter sofrido de hepatite A é de quase 100%. Como a hepatite A não deixa sequelas nem partículas virais remanescentes após a cura, não há contraindicação em doar sangue após esse tipo de hepatite. Dessa forma, ainda que o doador não saiba qual o foi o tipo de hepatite que sofreu, se foi antes do 10 anos de idade certamente ocorreu o tipo A.
    Por que pessoas provenientes de área endêmica para malária não podem doar?
    Ainda não há um teste sensível para detecção de malária que possa ser aplicado rotineiramente em bancos de sangue. Por essa razão, pessoas estiveram em zona de malária ficam temporariamente impedidas de doar, diminuindo assim o risco de coletar bolsas infectadas com a doenças e transmitir para outras pessoas por meio da transfusão.
    Há contraindicação para a prática sexual após a doação de sangue?
    Não há qualquer contraindicação para realização de atividade sexual após a doação de sangue.
    O doador de sangue tem direito à folga no trabalho?
    Sim, o doador tem direito a um (01) dia de folga no trabalho em cada 12 meses trabalhados, desde que a doação esteja devidamente comprovada, de acordo com os termos previstos no Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943 (Consolidação das Leis do Trabalho). Esse direito também se estende ao funcionário público civil de autarquia ou militar, conforme preconizam a Lei Federal nº 1.075, de 27 de março de 1950, bem como a Lei Estadual nº 3.365, de 6 de junho de 1956. Mas apesar da legislação vigente, cumpre ressaltar que a doação de sangue é um gesto voluntário e altruísta e, portanto, não deve ser encarada como um benefício próprio.
    Por que não se pode consumir alimentos gordurosos nas quatro horas que antecedem à doação?
    Segundo recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS), o sangue recebido de uma doação deve ter no mínimo 10% de gordura. Quando esse limite é ultrapassado, torna-se mais difícil identificar doenças transmissíveis, como hepatites B e C, Aids, sífilis e Chagas.

    Referências

    Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde (BVS MS) - site que reúne publicações, folhetos, cartazes, vídeos e legislação para acesso online produzidos pelo Ministério de Saúde e pelas entidades vinculadas.
    Fundação Pró-Sangue - instituição pública ligada à Secretaria de Estado da Saúde e ao Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. É o hemocentro-referência na América Latina e centro de referência da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde.

    Fonte:
    http://www.minhavida.com.br/saude/tudo-sobre/18656-doacao-de-sangue-entenda-os-requisitos-e-como-e-o-processo

    Entenda os mecanismos que regulam a transpiração e lide melhor com o excesso de suor


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    Antes de reclamar do suor em excesso, é melhor pensar no benefício que a transpiração traz ao corpo. A nossa temperatura deve oscilar em torno de 36,5ºC e, quando o corpo fica aquecido, as glândulas sudoríparas liberam quantidades variáveis de suor na superfície da pele, ou seja, a transpiração. É como um termostato, em que a transpiração promove o resfriamento do organismo com a evaporação do suor da superfície da pele , explica o endocrinologista Cyro Guimarães Junior, professor da Faculdade de Medicina da USP.

    É por isso, aliás, que a transpiração não emagrece: há eliminação de água e toxinas. O processo de emagrecimento durante a prática de exercícios se dá pelo gasto de energia, e não pela perda de líquidos.

    A intensidade do suor varia de pessoa para pessoa e depende de vários fatores, entre eles sexo, dieta alimentar, estado de hidratação corporal, idade e número de glândulas sudoríparas em atividade. Além disso, obesidade, distúrbios psiquiátricos, hipertireoidismo, menopausa e situações estressantes, como entrevistas e testes, interferem no volume de sudorese.

    E a transpiração, em si, não tem odor. O mau cheiro surge, principalmente, porque as bactérias presentes nas glândulas sudoríparas metabolizam o suor. O subproduto deste processo traz o cheiro desagradável , afirma o endocrinologista. Já o excesso de transpiração, chamado hiperidrose, causa constrangimento e pede tratamento médico.

    Em alguns casos, o suor é excessivo nos momentos de ansiedade e estresse, mesmo quando a temperatura é bem baixa. Considerada uma doença pela Organização Mundial da Saúde, a hiperidrose atinge 1% da população mundial e 2 milhões de pessoas só no Brasil. Essa sudorese excessiva se concentra mais nas mãos, axilas e pés. Para controlar o suor, é possível fazer uma cirurgia ou experimentar aplicações regulares de toxina botulínica nas áreas afetadas.



    Quem sofre com o excesso de peso, precisa se preocupar com as assaduras. Segundo o endocrinologista, ao suar mais sem fazer qualquer esforço físico, os obesos podem sofrer com as assaduras nas dobrinhas do corpo: debaixo do peito, nas axilas e, por atrito, nas coxas são as regiões mais suscetíveis ao problema. 

    Essas lesões, que ficam sempre úmidas, ainda podem ser um foco para a proliferação de bactérias ou fungos e dar origem ao odor e até a infecções. Para que isso não aconteça é preciso manter a pele sempre seca, tomar banho com sabonetes bactericidas, usar desodorantes que ajudam no controle da transpiração e, se aparecer áreas mais vermelhas que apresentam ardência, passar uma pomada à base de óxido de zinco para proteger o local.

    Alguns alimentos também influenciam no mau cheiro. Mas é um efeito transitório: dura o tempo necessário para a metabolização e eliminação das substâncias responsáveis pelo odor. Os alimentos que mais causam esse efeito são os que contêm enxofre, como o alho e a cebola , afirma a nutricionista Marília Ninot. O consumo excessivo de proteínas aumenta a produção de amônia, dando ao suor um cheiro mais intenso. Dietas com grande restrição de carboidratos também podem modificar os odores corporais. O metabolismo acelerado de gorduras produz substâncias chamadas corpos cetônicos, causadoras de um odor característico. Esse processo também pode alterar o odor corporal de diabéticos , completa a especialista.



    Fonte:
    http://www.minhavida.com.br/beleza/materias/3194-entenda-os-mecanismos-que-regulam-a-transpiracao-e-lide-melhor-com-o-excesso-de-suor

    Descubra os sete exercícios infalíveis para perder o culote

    Perder gordura na região do quadril e das coxas, ou diminuir o culote, é um dos maiores desafios das mulheres que seguem firme um programa de treino. As medidas em outras áreas do corpo vão secando, mas a gordura localizada na lateral permanece e até chega a desmotivar, algumas vezes. "Quando você faz um exercício aeróbio, contribui para diminuir o culote, mas existem movimentos específicos que aceleram os resultados", afirma o personal trainer Luiz Gangi, da academia Gangi Sports, em São Paulo. 

    Você descobre a seguir que exercícios são estes. O especialista recomenda aos iniciantes de duas a três séries com 15 a 20 repetições para cada um deles. Se você tiver alguma dúvida quanto à intensidade dos treinos ou à postura correta de execução, procure um personal trainer antes de dar início à série - esta é a melhor maneira de prevenir lesões.  



    três pessoas usando bicicleta ergométrica - Foto Getty Images

    Bicicleta

    Seja pedalando nas ruas ou numa ergométrica, o treino com bicicleta ajuda a perder as gorduras da região do quadril e coxas. "Como a atividade de pedalar é aeróbia, ela utiliza gorduras como fonte energética, nesse caso as das coxas e glúteos, áreas mais acionadas no exercício", afirma o personal trainer Juliano Farah, gerente de musculação da Cia Athletica de Brasília. 

    Mulher usando aparelho abdutor - Foto Getty Images

    Aparelho abdutor

    Esse aparelho tem movimento específico para a musculatura dos glúteos, por isso ajuda na diminuição do culote. "Mas esse exercício sozinho não traz muito resultado, é preciso combiná-lo com uma atividade aeróbica, como bicicleta", afirma o personal Juliano. Para fazer exercícios de abdução, basta posicionar o aparelho na parte externa das pernas e graduar a carga de acordo com a sua força - na foto, o movimento mostrado é o de adução, mas basta se reposicionar no mesmo aparelho.
    aula de step - Foto Getty Images

      Step

      Muito populares nas academias, as aulas de step trabalham a musculatura dos glúteos, posteriores da coxa e panturrilha. "Ao fazer exercícios usando o step, é importante colocar todo o pé no aparelho em vez de apenas a ponta, para não forçar a panturrilha", afirma o personal trainer Luiz Gangi, da academia Gangi Sports, em São Paulo. Para quem nunca fez as aulas, é importante não investir em coreografias complexas logo de início, ficando apenas com os passos básicos.


      mulher deitada em um colchonete com uma das pernas elevada - Foto Getty Images


      Exercícios com caneleira

      Quem não frequenta a academia podem perder os culotes fazendo exercícios em casa, usando caneleiras. Há duas opções de exercícios com caneleiras: deitada de lado, suba e desça a perna que está por cima. "Ou então, ainda deitada, levante a perna e faça movimentos de flexão e extensão, como se estivesse dando chutes", explica Luiz Gangi. Após a primeira série, faça um descanso de 30 segundos e passe para a outra perna.

       
      três pessoas fazendo exercício quatro apoios - Foto Getty Images

      Quatro apoios

      Esse exercício trabalha os músculos posteriores da coxa e glúteos. Para fazê-lo, você deve apoiar seus joelhos e cotovelos alinhados com os ombros e quadris em um colchonete. Depois levanta uma das pernas, sem esticá-la, e faça movimentos de subida e descida, como se estivesse dando coices para o alto. "Preste atenção nos movimentos, a força para levantar a perna deve vir dos quadris, e nunca da coluna, prevenindo lesões", diz Luiz Gangi. Após terminar com a primeira perna, espere 30 segundos, troque e repita a série. 

      mulher fazendo agachamentos - Foto Getty Images

      Agachamentos

      O personal Juliano explica que o agachamento é feito com as duas pernas paralelas, imitando o movimento de sentar-se em uma cadeira. "É importante deixar a coluna ereta e observar os joelhos, que não podem passar da linha dos pés", completa. Você pode usar de fato uma cadeira ou um banco para praticar o agachamento, e quanto mais baixo o banco mais os músculos são exigidos. Esse exercício trabalha os posteriores da coxa e glúteos. 
      mulher subindo escadas - Foto Getty Images

      Subir e descer escadas

      Essa é uma excelente alternativa para quem não faz aulas de step, mas quer aproveitar os benefícios da modalidade. "Você fazer movimentos iguais aos do step ou pode simplesmente subir e descer as escadas várias vezes", afirma Luiz Gangi.  

      Fonte:
      http://www.minhavida.com.br/fitness/galerias/15159-descubra-os-sete-exercicios-infaliveis-para-perder-o-culote/7

      Nove conselhos de pediatras para o seu filho crescer com saúde

      Quando pensamos na saúde dos nossos filhos, vale tudo: não deixá-lo exposto a agentes infecciosos, preparar um prato colorido rico em nutrientes e até matriculá-lo em diferentes atividades físicas são cuidados comuns de mães e pais. E ninguém melhor do que o pediatra para nos aconselhar sobre os melhores hábitos para fortalecer a imunidade, do bebê e da criança. Por isso, conversamos com especialistas que nos deram as melhores dicas para o seu filho ter uma saúde de ferro. Confira:


      criança sendo vacinada - Foto Getty Images

      Mantenha a cartela de vacinação em dia

      Vacinar o bebê ou a criança ajuda na prevenção das doenças para as quais existem vacinas. "A vacina é uma imunização passiva, ou seja, o organismo cria anticorpos contra a bactéria ou vírus que causam a doença sem ficar doente", diz a pediatra Ana Gabriela Pavanelli Roperto, do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, em São Paulo. Além disso, a vacinação aumenta a produção de células defensoras protegendo o nosso corpo inclusive contra outras doenças. Um total de 12 vacinas deve ser tomado até os seis anos, conforme recomendação da Sociedade Brasileira de Pediatria e da Associação Brasileira de Imunizações. São elas: BCG, Hepatite B, Tríplice bacteriana (difteria, coqueluche e tétano),Poliomielite, Haemophilus influenzae tipo B (meningite, epiglotite, septicemia,pneumonia), Pneumocócica conjugada (meningite, pneumonia, sepse, bacteremia e otite média aguda), Rotavírus, Meningocócica C conjugada (meningite), Influenza, Tríplice Viral (sarampo, caxumba e rubéola), Varicela e Hepatite A. "Fora essas, a vacina contra a Febre Amarela é fundamental em áreas de alto contágio e também deve ser feita também nessa fase da vida", completa a especialista.
      mãe amamentando o filho - Foto Getty Images

      Amamente o seu filho pelo menos até os seis meses de idade

      Segundo a pediatra Ana Gabriela, o leite materno possui um importante papel na imunidade dos bebês, pois contém células de defesa e fatores anti-infecciosos que têm a função de proteger o organismo dos pequenos. "O leite ainda tem ação bactericida, protegendo os recém-nascidos de doenças infecciosas, alergias, obesidade e diabetes, além de conter nutrientes que trazem efeito positivo no aprendizado e no desenvolvimento da cavidade bucal", completa a especialista. A Organização Mundial de Saúde (OMS), o Ministério da Saúde e a Sociedade Brasileira de Pediatria recomendam amamentação como único alimento para o bebê por aproximadamente seis meses. Após esse período, a amamentação deve ser e complementada com outros alimentos até os dois anos ou mais.

      criança comendo laranja - Foto Getty Images

      Monte um prato colorido

      A partir dos seis meses de vida, é necessário começar a introduzir os outros grupos alimentares na dieta da criança. "Os alimentos sólidos contém componentes como fibras, vitaminas, oligoelementos e proteínas, mas no inicio da alimentação complementar eles precisam ser amassados e oferecidos em forma de papinha, pois os lactentes podem se engasgar", diz a pediatra Ana Gabriela. 

      A dieta de qualquer criança deve ser extremamente equilibrada, incluindo leite, verduras, legumes, frutas, cereais e carnes brancas e vermelhas. O resultado é um prato rico em nutrientes essenciais para proteger o organismo. 'Uma alimentação balanceada é o primeiro passo para um sistema imunológico forte e a prevenção do excesso de peso, que pode gerar outros problemas no futuro", diz o pediatra e neonatologista Marcelo Reibscheid, do Hospital São Luiz, em São Paulo. 

      Quando a criança já está maior e consegue mastigar, é importante continuar incentivando a dieta equilibrada. Marcelo afirma que é comum, logo nos primeiros anos de vida, os pais passarem a oferecer refrigerantes, doces e alimentos industrializados para as crianças, como salgadinhos e bolachas. "Experimente trocar esses lanches por frutas, para a criança acostumar com o consumo desses alimentos mais saudáveis desde cedo, e restrinja as guloseimas", afirma. 

      criança dormindo - Foto Getty Images

      Respeite a soneca da tarde

      Além das oito horas de sono diárias, é importante que crianças de até cinco anos de idade tenham a chamada soneca da tarde ou soneca do dia. De acordo com o pediatra e neonatologista Jorge Huberman, do Instituto Saúde Plena e do Hospital Albert Einstein, o sono da tarde melhora a produtividade da criança, diminui a irritação, ajuda no desenvolvimento cognitivo e melhora a coordenação motora. "A ansiedade gerada por dormir pouco pode inclusive fazer com que a criança coma mais do que o necessário, predispondo a obesidade", aponta. Segundo os especialistas, o sono no período da tarde é obrigatório até um ano e meio, e após essa idade fica a critério da criança escolher se quer tirar um cochilo ou não. "Algumas crianças já ficam descansadas com as oito horas de sono da noite, não sendo necessária a soneca", diz Ana Gabriela. ?Por isso é importante conversar com a criança, para entender a necessidade desse descanso ou não?, completa. 

      crianças brincando de roda no parque - Foto Getty Images

      Deixe a criança brincar ao ar livre

      Muitas mães e muitos pais acreditam que se a criança brincar ao ar livre, estará altamente exposta a vírus e bactérias, correndo mais risco de pegar doenças. Segundo o pediatra Jorge, o cuidado pode ter efeito contrário. "Crianças que brincam apenas em lugares fechados são mais propícias a ficarem doentes, pois esses ambientes concentram um número maior de vírus, bactérias e ácaros", diz. 'Ao brincar ao ar livre, a criança entra em contato com outras pessoas e cria mais anticorpos, aumentando sua imunidade, além de o contato com a natureza e com outras crianças proporcionar mais diversão e uma qualidade de vida melhor."

      Outro benefício de brincar ao ar livre é o fato de criança tomar mais sol, que é um bactericida natural. "A exposição ao sol de maneira saudável, sempre com proteção e nos horários adequados, deixará os ossos da criança mais fortalecidos, assim como sua imunidade", afirma Marcelo Reibscheid. 

      adolescente e criança escovando os dentes - Foto Getty Images

      Ensine a criança a manter hábitos de higiene

      É importante que desde cedo a criança tenha consciência da importância da higiene diária, desde lavar as mãos antes de comer ou após sair do banheiro até tomar banho e escovar os dentes após as refeições. 'Manter os hábitos de higiene retira impurezas e diminui a quantidade de bactérias, vírus, vermes e outros micro-organismos que ficam alojados nas mãos e no corpo", diz a pediatra Ana Gabriela. "Com isso, prevenimos a transmissão de doenças infecciosas como verminoses, gripes, resfriados e diarreias e evitamos problemas com cáries e gengivites."
      bebê na piscina - Foto Getty Images

      Estimule a prática de exercícios

      Se não for exagerada, a atividade física só trará benefícios para a criança. "A prática de exercícios estimula o desenvolvimento físico e da musculatura, da coordenação motora, previne a obesidade e incentiva o convívio social", diz o pediatra Marcelo. Segundo o especialista, o incentivo a movimentos como sentar e levantar podem ser feitos a partir dos seis meses de idade, e o estímulo a prática de atividades esportivas estão liberados a partir do primeiro ano de vida. "Existem também aulas de natação e ioga para bebês para serem feitas junto com os pais, e exercícios fortalecem o vínculo afetivo entre pais e filhos", diz Marcelo. 

      mãe escrevendo rotina na geladeira - Foto Getty Images

      Estabeleça uma rotina

      "As crianças não gostam de nada que seja desconhecido ou mal planejado, e acabam ficando estressadas", alerta o pediatra Marcelo. Por isso, é interessante criar uma rotina com horário pré-estabelecidos para o banho, refeições, descanso e demais atividades do dia. "Dessa forma, após cada atividade a criança saberá o que virá na sequência e terá conhecimento do seu dia a dia, fator que melhora o desenvolvimento cognitivo e previne a ansiedade." 
      homem fumando perto do filho - Foto Getty Images

      Deixe a criança longe do fumo passivo

      O fumante passivo inala as mesmas substancias tóxicas que o fumante ativo. São tóxicos que, entre outros problemas, podem causar alergias respiratórias (como asma, rinite e sinusite), dificultar a aprendizagem da criança e até prejudicar sua audição. "Bebês que são constantemente expostos ao fumo passivo ainda podem ser vítimas da Síndrome da Morte Súbita Infantil, causada pelas substâncias tóxicas do cigarro", alerta a pediatra Ana Gabriela. E não adianta fumar longe da criança: as substâncias ficam impregnadas na sua roupa, nas paredes e nos móveis da casa, onde a criança pode passar a mão e levar os dedos contaminados à boca, sofrendo os mesmos efeitos.  


      Fonte:
      http://www.minhavida.com.br/familia/galerias/15418-nove-conselhos-de-pediatras-para-o-seu-filho-crescer-com-saude/9

      Alivie as dores causadas pelos primeiros dentes no bebê

      Comportamento choroso e irritadiço, falta de apetite, febre baixa e fezes mais amolecidas normalmente são sinais de que os primeiros dentes do seu bebê estão nascendo. O surgimento da dentição ocorre geralmente quando o pequeno atinge os seis meses de idade, e a erupção na gengiva pode ser bem desconfortável, por conta da dor e coceira. "O incômodo só acontece na primeira dentição, e o bebê sofrerá com as dores sempre que um dente novo estiver nascendo", explica a pediatra Sônia Liston, do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, em São Paulo. Siga as dicas dos especialistas e veja como aliviar as dores dos primeiros dentes do bebê. 


      bebê com um mordedor - Foto Getty Images

      Mordedores

      Durante esse período, os bebês sentem necessidade de morder mais, para ajudar a rasgar a gengiva. "A coceira também pode fazer com que eles sintam vontade de ficar constantemente mordendo algo", explica a pediatra Sônia Liston, do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos. Por isso, o ideal é comprar mordedores feitos especialmente para essa fase, disponíveis em diferentes cores e tamanhos. "Outra dica é guardar os mordedores na geladeira - sempre muito bem higienizados - pois a temperatura mais baixa ajuda a anestesiar e aliviar a dor." 

      pote de gel - Foto Getty Images

      Gel anestésico

      Se a criança estiver sofrendo muito com a dor, é possível fazer uso de géis anestésicos próprios para o bebê. "Após lavar as mãos, aplique um pouco no gel no seu dedo e massageie a gengiva do bebê", explica a pediatra Sônia. "No entanto, lembre-se que o alivio não é duradouro, e quando o efeito do gel passar o bebê pode voltar a reclamar." 

      mãe massageando a gengiva do bebê - Foto Getty Images

      Massagens na gengiva

      Se você não quiser comprar o gel, apenas a massagem nas gengivas já proporciona um alívio no incomodo que o bebê está sentindo. "Envolva o seu dedo em uma gaze embebida em soro fisiológico gelado, para potencializar o alívio", explica o pediatra Vanderlei Wilson Szauter, Coordenador do Pronto Socorro de Pediatria do Hospital e Maternidade São Cristóvão, em São Paulo. "Lembrando da importância de higienizar as mãos antes de colocá-las na boca da criança, para ele não correr o risco de contrair infecções ou doenças." 


      dedeira de silicone - Divulgação

      Dedeiras de silicone

      Muitas mães usam as dedeiras de silicone para higienizar as gengivas do filho após a amamentação, enquanto os dentes ainda não nasceram. "Esses instrumentos também funcionam como ótimos massageadores quando o bebê reclamar, e podem inclusive auxiliar na aplicação do gel", diz o cirurgião dentista Mario Groisman, da Academia Brasileira de Odontologia. 

      bebê escovando os dentes - Foto Getty Images

      Não deixe de higienizar

      A higiene da boca deve ser feita desde os primeiros dias de vida, usando uma gaze umedecida para limpar a região. Quando o bebê começar a comer, deve ser feita uma escovação suave com uma dedeira de silicone. "Se causar desconforto à criança durante o nascimento dos dentes, é possível dispensar a dedeira e usar apenas a gaze umedecida e fervida, como nos primeiros dias", diz o dentista Mario. Após a erupção, quando o pequeno começa a sentir coceira nas gengivas, a recomendação é voltar a utilizar a dedeira, que une higiene e alívio. "Nascendo um numero maior de dentes, comece a passar uma escova macia apenas com água ou com creme dental sem flúor."  


      mãe dando papinha para o bebê - Foto Getty Images

      Prossiga com a alimentação

      É normal que a criança sinta menos fome enquanto os dentes estiverem nascendo, por conta da dor. No entanto, é importante prosseguir com a alimentação para manter o sistema imunológico do bebê forte. "Prefira manter uma alimentação pastosa e em temperatura fria", diz o pediatra Vanderlei. 

      pai brincando com o filho - Foto Getty Images

      Tire o foco da dor

      Se você perceber que o bebê se queixa muito, tente distrai-lo com brincadeiras, além de utilizar os mordedores e massagens. "Manter o bebê ocupado com outras atividades fará com que ele esqueça momentaneamente a dor, cessando as reclamações", diz Sônia Liston. 


      Fonte:
      http://www.minhavida.com.br/familia/galerias/15588-alivie-as-dores-causadas-pelos-primeiros-dentes-no-bebe/7

      Torta verde



      INGREDIENTES



      Massa:
      • 1 xícara de farinha de trigo
      • 1 xícara de talo de brócolis picado
      • 1/2 xícara de maisena
      • 1/2 xícara de leite
      • 1/2 xícara de óleo
      • 1/2 xícara de água
      • 1 colher de sopa de fermento químico
      • 1/2 xícara de parmesão ralado (opcional)
      Recheio:
      • 1/2 cebola
      • 2 dentes de alho
      • 300 g de carne moída
      • 200 g de abóbora cozida
      • Margarina e farinha para untar

      MODO DE PREPARO


      1. Untar uma forma média
      2. Bater todos os ingredientes no liquidificador
      3. Despejar 3/4 da massa na forma e colocar o recheio, cobrir com o resto da massa e assar por mais ou menos 40 minutos, até dourar em cima
      Recheio:
      1. Refogar a cebola, o alho e a carne moída
      2. Juntar a abóbora cozida e temperar a gosto

      Fonte:
      http://www.tudogostoso.com.br/receita/27502-torta-verde.html

      7 alimentos que sabotam a dieta sem você perceber

      A mudança dos hábitos alimentares é um dos fatores principais para ter sucesso na dieta. Exige que você consuma mais frutas e legumes, priorize alimentos mais nutritivos e faça escolhas mais saudáveis, reduzindo o consumo de açúcares e gorduras. Os resultados são compensadores. Bastam pequenos ajustes para sentir a diferença no corpo, para as roupas ficarem mais largas e você sentir mais disposição. O esforço costuma surtir efeito na maioria dos casos, mas quando o ponteiro da balança emperra, as pessoas se indagam sobre o que estão fazendo de errado. Você já pensou que a resposta para a estagnação pode estar na listinha de compras do regime? 

      Granola- Foto Getty Images

      1. Granola

      Este mix de cereais, frutas secas e castanhas leva fibras e vitaminas que dão saciedade e energia, mas também contém açúcar. Invista na versão diet/light da mistura. De acordo com a nutricionista Rosana Farah, 100 g de granola tem 421 calorias. Seguindo a tabela da dieta dos pontos, meia xícara (chá) apresenta quatro pontos. "O recomendado por dia é 25 gramas", diz a especialista. Prefira comer a granola no café da manhã para ganhar mais disposição e ainda ter um dia inteiro para gastar as calorias consumidas. 
      Água com sabor - Foto Getty Images 

      2. Água de sabor

      Beber água para hidratar o corpo é essencial para a nossa sobrevivência e para a dieta. A água nutre as células, desintoxica o organismo, faz os rins e intestino trabalhar melhor. O ideal é beber até 2 litros de líquidos por dia. É pensando nisso que muita gente acaba abusando das águas de sabor. De limão, morango e até mesmo de maçã-verde e lichia, elas contém aditivos, adoçantes e, às vezes, até açúcar. Não deve ser consumida em grande quantidade, no máximo, dois copos por dia.  
      Salada - Foto Getty Images

      3. Saladas perigosas

      A saladinha costuma ser uma opção leve e refrescante para os dias de verão, mas segundo a nutricionista Rosana Farah, aquelas temperadas com molhos prontos, azeite, queijos, azeitonas e croutons devem ser evitadas porque costumam carregar muitas calorias e gordurosas saturadas. Uma opção mais saudável é um prato de salada de folhas verdes, tomate, pepino e palmito, temperada com molho de iogurte desnatado e acompanhada de uma proteína mais leve, como o peito de frango ou peixe grelhado.  

      Açaí - Foto Getty Images

      4. Açaí

      A fruta da região amazônica faz sucesso, sobretudo entre praticantes de esportes que adoram se refrescar depois dos exercícios. Apesar de ser rico em nutrientes (principalmente: cálcio, ferro, vitamina B1), o principal problema do açaí é a quantidade de calorias do alimento, são 248 calorias em 100 gramas. Um copo de açaí tem 2 pontos e a tigela de açaí (com banana, granola e mel- 1 colher de sopa) tem 4 pontos. Os complementos na hora de consumi-lo também costumam tornar ainda mais calórica a fruta, dentre eles: granola, banana picada e leite condensado. "O ideal é consumir o açaí puro e, se for substituir o lanche da manhã ou da tarde por ele, coma uma tacinha pequena de 50 gramas", explica a nutricionista Rosana Farah.  

      Comida japonesa - Foto Getty Images

      5. Comida japonesa

      Um dos alimentos que as pessoas mais gostam da culinária japonesa é o sushi. Apesar de ser feito com alga, vegetais e frutos do mar, o alimento tem a base de arroz e, às vezes, recheios calóricos como o cream cheese. Sem contar as versões fritas. O sushi têm entre 20 e 45 calorias cada um, mas o problema é que come-se muitos de uma vez só. Uma unidade tanto de atum quanto de salmão apresenta 1 ponto. A recomendação da nutricionista é "No seu almoço ou jantar, limite o consumo até quatro unidades, assim você pode desfrutar do restante do cardápio oferecido no restaurante japonês", aponta Rosana.  
      Refrigerante - Fotto Getty Images

      6. Refrigerante light ou zero

      Os refrigerantes desse tipo não possuem calorias, mas um outro elemento do refrigerante causa preocupação nos especialistas: o adoçante. A nutricionista Rosana Farah ainda alerta que quanto maior for o consumo de adoçantes, maior fica o desejo por doces. "Estudos apontam o efeito do adoçante nas papilas gustativas fazendo com que fiquem mais receptivas ao sabor doce", diz ela. 

      Barra de cereal - Foto Getty Images 

      7. Barrinhas de cereais

      As barrinhas de cereais são ótimas opções para os lanches intermediários, mas contêm, em média, 100 calorias, portanto não devem ser ingeridas à vontade. As que possuem cobertura de chocolate costumam ser as com mais calorias (e pontos). No caso das barrinhas de cereais (dependendo da marca), a pontuação varia de 0 a 3 pontos.  

      Fonte:
      http://www.minhavida.com.br/alimentacao/galerias/12454-7-alimentos-que-sabotam-a-dieta-sem-voce-perceber/7

      Especial goji berry

      Hidrate o goji berry antes de consumi-lo - Foto: Getty Images


      Goji berry

      Além de ajudar a emagrecer, o goji berry ainda ajuda a reduzir a celulite e melhora o sistema imunológicos, entre outros benefícios. Ele pode ser consumido como suco, in natura ou desidratado. 

      Caso opte pela versão desidratada, que é mais comum no Brasil, é recomendado ingeri-la com água para hidratar as fibras e potencializar os efeitos benéficos. "A fruta pode ser misturada a outras frutas, saladas, sucos e iogurtes, para que se alcance seus efeitos. O importante é que seu consumo esteja presente no dia a dia", afirma a nutricionista Cátia Medeiros. A orientação é consumir entre 15 a 45 gramas da fruta ou 120 ml do seu suco. 

      Acredita-se que alguma substância do goji berry interaja com o P450, local no fígado onde muitos medicamentos são metabolizados. Portanto, o consumo do alimento não é indicado para quem faz uso de medicações diária importantes como para o controle glicêmico e de pressão. 

      Quando é consumido em excesso alguns estudos feitos nos Estados Unidos apontam que chá de goji berry tem ação inibitória de medicação utilizada para evitar trombose ou anticoagulantes. 
       

      Fonte:
      http://www.minhavida.com.br/alimentacao/galerias/17498-como-consumir-goji-berry-chia-cha-de-hibisco-e-outros-alimentos-que-ajudam-a-emagrecer?utm_source=Social&utm_medium=facebook&utm_campaign=feed_alimentacao