sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Nova técnica promete alívio para o refluxo

Um nova técnica de tratamento para o refluxo já está disponível no Brasil. Ela consiste na implantação de um dispositivo, chamado EndoStim, de forma minimamente invasiva, na região do esfíncter inferior do esôfago para a sua estimulação elétrica, a fim de corrigir problemas no seu funcionamento.
De acordo com o Prof. Dr. Richard Gurski, doutor em doenças esôfago-gástricas, esse aparelho será responsável por impedir que os alimentos e líquidos voltem em direção ao esôfago, que quando está defeituoso, produz a doença do refluxo gastroesofágico. “O tratamento estimula o esfincter a se contrair fazendo com que o refluxo não ocorra. O funcionamento é algo similar ao ao marcapasso cardíaco”, afirma.


Atualmente, o EndoStim é o único equipamento que estimula diretamente o esfincter e já possui 4 anos de acompanhamento no mundo, trazendo resultados efetivos e duradouros para quem sofre com o refluxo crônico.
“Outro ponto interessante sobre o tratamento é sua capacidade de ajuste por meio de um programador de telemetria após a cirurgia, caso persista algum sintoma. Além disso, é o único tratamento que objetiva restaurar a função do esfíncter esofágico sem mudança anatômica. Os trabalhos clínicos sobre o EndoStim demonstram que 90% dos pacientes que fizeram a implantação não tomam mais nenhuma medicação. Atualmente há 300 pacientes tratados no mundo e a expectativa é de realizar cerca de 50 procedimentos ainda esse ano no Brasil”, completa Gurski.

Caso de sucesso do EndoStim

Um dos pacientes que passou pela terapia há dois anos é o brasileiro, Sebastian Garcia. “No meu caso, passada a operação já não sentia mais nada. Tenho uma vida normal novamente, consigo comer e beber qualquer coisa e não sinto mais aquela acidez que tanto me atrapalhava. Consigo dormir bem à noite e não tomo mais nenhum medicamento. Foi uma mudança geral”, conta.


Os pacientes que estão aptos para realizar o implante são os que possuem doença de refluxo gastro-esofágico (DRGE) comprovada através de endoscopia, manometria e phmetria esofágica de 24 horas, e que tenham usado bloqueadores de secreção ácida por ao menos 6 meses com controle adequado da DRGE. Dr. Richard Gurski, afirma que os riscos são pequenos, iguais a qualquer procedimento cirúrgico feito por videocirurgia. No momento, o procedimento é feito apenas particular.


Manutenção do EndoStim
O especialista comenta que a bateria do EndoStim dura 7 anos. Para a manutenção, a única coisa que precisa ser trocada no dispositivo é o estimulador. Já o paciente segue em acompanhamento semestral com o médico para controle do resultado e ajustes que se fizerem necessários.

Onde implantar

Os tratamentos com EndoStim irão iniciar em Porto Alegre pelo Dr. Richard Gurski, médico credenciado para iniciar o método e treinar outros cirurgiões no Brasil. Os profissionais que tiverem interesse em realizar o procedimento deverão passar por treinamento com o Prof. Dr. Gurski, que acompanhará os procedimentos iniciais de cada novo cirurgião. Além disso, a EndoStim só aprovará a realização de procedimentos mediante análise de exames específicos que comprovem o refluxo. Mais informações pelo site www.endostim.com.br

*Dr. Richard Gursk é Graduado em Medicina pela Fundação Faculdade Federal de Ciências Médicas de Porto Alegre, Mestrado em Medicina Cirurgia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Doutorado em Medicina: Ciências Médicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e Pós-doutorado no exterior (PDE), realizado na Universidade do Sul da Califórnia – Los Angeles.  É Chefe do Serviço de Cirurgia Digestiva do Hospital de Clínicas de Porto Alegre, atuando no Grupo de Cirurgia do Esôfago, Estômago e Intestino.

Fonte: http://mulhercomsaude.com.br/saude-da-mulher/nova-tecnica-promete-alivio-para-o-refluxo/

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Coração impresso em 3D pode deixar cirurgias mais seguras

Modelo, criado a partir de tomografias, ajudaria os médicos a planejarem o procedimento com antecedência


Coração bio-modelo
Pesquisadores da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo estão tentando uma nova maneira de aperfeiçoar cirurgias cardíacas através do uso de réplicas do coração do paciente, impressas em 3D, geradas a partir de imagens de tomografias. Os estudos vêm sendo conduzidos há três anos e já possuem três pacientes operados através deste recurso, além do recrutamento de outros.
A pesquisadora Leila Nogueira Ferreira de Barros, condutora do estudo, analisa se o método traria melhorias nos resultados de cirurgias para tratar aneurismas do ventrículo esquerdo. Por serem muito caros, os bio modelos só foram possíveis devido a uma parceria com a empresa BioArchitects, desenvolvedora dos mesmos, além do financiamento do fundo de amparo à pesquisa da faculdade.
A impressão em 3D possibilita a criação de bio modelos, que reproduzem todos os detalhes da anatomia do órgão do paciente, colaborando com a medicina e permitindo aos médicos diagnosticarem de forma mais precisa, tendo um preparo mais minucioso nas cirurgias.
De acordo com as experiências de cirurgias anteriores, a técnica permite que o cirurgião entre com precisão na ideia do que encontrará. "A imagem pode ser perfeita e dar uma boa ideia do que vamos encontrar, evoluímos muito por causa da imagem. Mas o fato de perceber o órgão tridimensionalmente, colocando a mão e vendo sob todas as posições traz uma contribuição muito maior do que a imagem sozinha", diz o cirurgião Luiz Antonio Rivetti, professor da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa e orientador da pesquisa.
O aneurisma do ventrículo esquerdo, estudado pelos pesquisadores, pode ocorrer devido a um infarto agudo do miocárdio ou pela doença de Chagas. Segundo Leila, a cirurgia seria indicada a pacientes que já possuem sequelas por conta do mau funcionamento do músculo do coração, podendo resseca-lo, o fazendo parar de funcionar. Remodelar o coração faria com que ele voltasse a ter um funcionamento correto.

Fonte: http://www.minhavida.com.br/saude/noticias/22471-coracao-impresso-em-3d-pode-deixar-cirurgias-mais-seguras

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Fisioterapeuta explica sobre a Diástase abdominal

Algumas mulheres sofrem deste problema pós-parto. Entenda como ocorre.

“A diástase abdominal é uma alteração que pode ocorrer em algumas mulheres no pós-parto. Ela pode ser fisiológica ou patológica, dependendo da extensão da abertura das paredes do reto abdominal. Geralmente a mulher idêntica quando percebe uma abertura ou abaulamento da musculatura da parede abdominal que ela não tinha antes”, explica Vanessa Marques, fisioterapeuta especializada em gestantes e pós-parto, idealizadora do Donna Fisio.
Segundo a especialista, ela ocorre principalmente em mulheres que passaram por diversas gestações, pois resulta em aumento do útero típico da gravidez, que acaba “empurrando” os músculos abdominais para os lados. No entanto, existem outras causas de diástase do reto abdominal, tais como: excesso de peso, desnutrição e aumento da pressão intra-abdominal (que pode ocorrer devido a um tumor, por exemplo).
Vanessa explica que esta separação do músculo reto abdominal pode comprometer a estabilidade corp oral e a mobilidade, contribuindo para o aparecimento de dor nas costas, comprometendo a postura, além de problemas estéticos e até urinários como a incontinência urinaria.
“Mulheres que não fazem exercícios físicos e que não têm o abdômen fortalecido, desenvolvem mais chances de apresentar o problema. Contribuem também hormônios da gestação que causam o relaxamento muscular (relaxina) e também bebês grandes e excesso de líquido amniótico”, diz a fisioterapeuta.
Vanessa ressalta que para se ter certeza de que e uma diástase ou não, o ideal e procurar uma fisioterapeuta especialista para através de testes identificar o problema, para propor o melhor tratamento.
“Quanto antes a mulher procurar ajuda, melhor será. A paciente é submetida à avaliação da diástase após a liberação do obstetra responsável”, finaliza ela.

Fonte:http://www.blogdasaude.com.br/saude-fisica/2016/09/01/fisioterapeuta-explica-sobre-a-diastase-abdominal/

terça-feira, 13 de setembro de 2016

Colesterol alto: conheça quais são os riscos para o coração



colesterol ruim alto é um grande vilão quando a saúde.  De acordo com uma pesquisa realizada pelo Instituto Adelphi International Research, cerca de 80% da população brasileira não conhece os riscos do colesterol alto, e não sabem que ele pode ao longo do tempo causa problemas no coração, como entupimento de artérias e até mesmo ataques cardíacos.  
Segundo Patricia Cruz, nutricionista comportamental, o colesterol é um tipo de gordura presente nas principais membranas celulares. Cerca de 30% do colesterol são fornecidos pelos alimentos que ingerimos, os outros 70% são fabricados pelo nosso próprio organismo. Segundo a nutricionista, ele é um componente essencial das membranas.
A especialista ainda explica que uma alimentação errada e a falta de exercícios físicos são um dos os principais motivos que causam o colesterol alto e consequentemente os problemas de coração. “O ministério da saúde estima que as doenças cardiovasculares causem em média 800 mil mortes por ano no País”, afirma.

A função do colesterol

O colesterol é responsável por auxiliar na síntese de hormônios esteroides e vitamina D e ácidos biliares. Patrícia ainda revela que podemos contar com o colesterol do bem, o colesterol HDL, que é na verdade uma fração do colesterol total. Ele seria uma lipoproteína de alta densidade (HDL), na qual concentrações elevadas parecem proteger o coração. Alguns estudos mostram que o HDL remove o excesso de colesterol da placa aterosclerótica, retardando a sua formação.

Os riscos do colesterol

Patrícia explica que o colesterol elevado está associado a doenças cardiovasculares. A hipercolesterolemia(aumento da concentração de colesterol no sangue) aumenta o risco de aterosclerose, que é a formação de placas de ateroma sobre a parede das artérias. Isso pode acabar resultando na-coronariopatia, que são as doenças das artérias coronárias.

Alimentação no combate ao colesterol

Através da alimentação é possível controlar o desenvolvimento do colesterol. Patrícia ensina que é preciso reduzir o consumo de gordura saturada (carne vermelha, queijos amarelos, bacon) e gordura trans (biscoito recheado, salgadinhos). Segundo a especialista, esses alimentos estão diretamente ligados ao aumento do colesterol. Além disso, é necessário aumentar o consumo de gorduras polinsaturadas (óleos vegetais, castanhas do Pará e castanha de caju).

Alimentos podem promover um colesterol ruim mais baixo

  • Alimentos ricos em fibras:
  • pães integrais;
  • cereais integrais (aveia, farelo de trigo, linhaça);
  • arroz integral;
  • vegetais folhosos;
  • leguminosas (feijão, lentilha, grão de bico, soja);
  • frutas.

Alimentos ajudam a ter um colesterol bom, melhor

Podemos introduzir na alimentação alimentos fontes de:
  • ômega 3 como peixes (sardinha, salmão);
  • frutas oleaginosas;
  • nozes principalmente.

Fonte: http://mulhercomsaude.com.br/saude-da-mulher/colesterol-alto-conheca-quais-sao-os-riscos-para-o-coracao/

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Conheça os 5 nutrientes que fortalecem o sistema imunológico


Gengibre e cítricos para gripes e resfriados, couve e feijão para anemia – cada um tem uma receita para aquele mal-estar, fraqueza ou falta de vitaminas. A verdade é que os alimentos são a maior fonte de proteção contra as doenças e manter um corpo protegido requer atenção, principalmente hoje em dia, com todas as ofertas de lanches rápidos e prontos que são consumidos frequentemente para “facilitar” nossa vida.
Frutas, verduras e legumes podem oferecer benefícios diferentes de acordo com sua cor, forma de preparo e propriedade. Nutrir o corpo com essas substâncias de forma balanceada ajuda a fortalecer o sistema imunológico, protetor e responsável pela manutenção da sua saúde. A nutricionista Thais Cardenas, membro do Comitê Científico do Instituto Lado a Lado pela Vida, indica 5 nutrientes que dão mais força ao organismo e reforçam o sistema imunológico.

Alicina

A Alicina é um composto encontrado no grupo de vegetais chamado Allium, que inclui o alho, a cebola, alho-poró e a cebolinha. Parece que seus efeitos têm relação com a quantidade consumida, principalmente em estudos que avaliam o efeito protetor contra câncer colorretal. Por isso, pode-se incluir diariamente o alho como parte da alimentação.

Ácido elágico, alfa-linolênico e flavonóides

Os nomes são assustadores, mas esses compostos, encontrados nas nozes, as mais estudadas entre as amêndoas, podem combater o câncer. Os estudos ainda são pequenos, e principalmente em animais, e relacionados à proteção de câncer de próstata e mama. O ácido elágico é também encontrado na framboesa e no morango. No nosso intestino, esse ácido tem papel antioxidante e anti-inflamatório.

Quercetina

A Queroetina é um flavonóide presente, entre outros alimentos, na maçã, apresenta propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes. Além disso, a maçã é excelente fonte de vitamina C e é considerada uma das principais frutas antioxidantes, protegendo as células contra “estragos”, além de prevenir o crescimento de tumores. A maçã também pode ajudar no controle de peso: alguns estudos mostram que o hábito de consumo de 3 maçãs por dia reduz a ingestão de calorias (as fibras podem ajudar nesse quesito!) e favorece a perda de quilinhos indesejáveis.

Licopeno

O Licopeno pe um fitoquímico presente no tomate, aquele que dá a cor vermelha a esse fruto e a demais que conhecemos. O licopeno também é um poderoso antioxidante e existem muitos estudos relacionados com a proteção ao câncer de próstata. No entanto, existem outras variáveis que devem ser consideradas quando se fala em câncer.

Ômega 3

O ômega 3 é tipo de gordura poli-insaturada, pode ser encontrada em fontes animais e vegetais. Cerca de metade da gordura da semente de linhaça está na forma de ômega.

Linhaça

A linhaça também é fonte de magnésio, manganês, tiamina e selênio. E existem estudos associados com a redução do colesterol (consumo de 3 a 7 colheres de sopa por dia). O ômega 3 pode diminuir a inflamação e trazer diversos benefícios. Mas ainda é preciso muitos estudos para concluir a quantidade, modo de consumo e fatores protetores, mesmo porque uma quantidade de 4 colheres de sopa de linhaça carrega consigo 150 calorias! Então nada de comer linhaça o dia inteiro!

Atenção

Não restrinja sua dieta! É importante o consumo de uma variedade de alimentos, principalmente os de origem vegetal. Temos muitas opções, vamos ser criativos e equilibrados! Nenhum alimento ou nutriente, isoladamente, pode nos ajudar a combater doenças e melhorar a imunidade. Apesar destes alimentos serem ricos em nutrientes e grandes protetores do corpo, é importante lembrar que uma dieta restritiva e sem a orientação médica pode causar efeito contrário, levando a diversas complicações.

Fonte: http://mulhercomsaude.com.br/saude-da-mulher/conheca-os-5-nutrientes-que-fortalecem-o-sistema-imunologico/

domingo, 11 de setembro de 2016

O que é dor crônica?



Sabe aquela dor que insiste em não sumir? Pois é, pode ser um sinal de dor crônica. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), esta condição pode afetar 30% da população global.
“Pode ser uma dor de dente, um dor do câncer ou uma dor de cabeça. Existem evidências de que a dor na coluna é a que prevalece nas pesquisas e na procura por ajuda nos hospitais e clínicas”, explica a cinesiologista Mariana Schamas, membro da Sociedade Brasileira para Estudos da Dor (SBED).
Como não há uma doença específica que possa aparecer, a prevenção baseia-se em alimentação saudável, boa hidratação, boa qualidade do sono, atividade física e gerenciamento do estresse. Da mesma forma, os tratamentos também podem ser variados: desde os mais simples, como tomar analgésicos até tratamentos cirúrgicos.
“Existem remédios certos para diferentes tipos de dor e a automedicação é um veneno. Além de não ajudar, pode mascarar o diagnóstico”, alerta Schamas.
Alguns tipos:
  • Dor do câncer
  • Dor do idoso
  • Dor na criança
  • Dor no homem e na mulher
  • Dor no atleta
  • Orofacial
  • Musculoesquelética
  • Neuropática
  • Articulações
  • Central
  • Inflamatória
  • Psiquiátrico
  • Urogenital
  • Pós-operatória
“Dor é complexa e exige conhecimento e investigação para ser tratada adequadamente, de maneira multiprofissional, para ser gerenciada e trazer alívio para quem a sente”, conclui a médica.

sábado, 10 de setembro de 2016

Crianças devem entrar em contato com os germes



O contato com os germes acontece de maneiras que nenhum pai imagina. No momento da refeição, quando os pais assopram o alimento quente que será ingerido pela criança provocam a transmissão de 2 bilhões de bactérias, em apenas uma gota de saliva. Assustador, não é mesmo?
“No caso das chupetas e outros assessórios é válido também. Ao cair no chão, os utensílios que são levados à boca do nenê devem ser lavados com água corrente, não é necessário ferver ou utilizar outro método de eliminação de germes. Os riscos para o nenê são muito variáveis, depende do microrganismo que estiver no chão e que chegou ao utensílio. Mas podem existir problemas relacionados co m enteroviroses, verminoses e infecções por bactérias e outros parasitas (amebas) por exemplo”, ressalta o biomédico Roberto Martins Figueiredo, o Dr.Bactéria
Sem dúvida, antes de um ano de idade a resistência da criança ainda não está adequada, sendo esta mais susceptível a infecções.
Agora, o que fazer caso um destes assessórios do nenê caia no chão? Dr. Bactéria responde:
– Não é necessário esterilizar.
– Antes de u ano, ferver por 3 a 5 minutos.
– Após um ano, basta lavar em água corrente.
– O hábito que algumas mães tem de experimentar a comida pode contaminar o alimento das crianças com germes provenientes da mãe como gastrite , ulcera estomacal, candidíase bucal (sapinho), herpes labial, mononucleose infecciosa, gripe, resfriado, carie, entre outras.
– As crianças quando já estão engatinhando nenhum cuidado especial deve ser tomado, basta lavar as mãos das crianças antes de comer, mais nenhum cuidado extra.
– A melhor maneira de criar os filhos é NUNCA garantir a distância das bactérias da vida dos pequenos. Elas vão dar resistência para eles.
– Criança tem que ser criada engatinhando no chão, contato com animais, areia, terra, etc. Não tendo isso ela vai estar condenada a ter problemas respiratórios no futuro. – Alguns hábitos devem ser evitados, como, beijar o filho na boca, permitir que os alimentos permaneçam na temperatura ambiente ou levemente aquecidas por mais de duas horas, experimentar alimentos.
“Crianças devem ser criadas em contato com microrganismos, nunca numa “bolha”. Isto evitará problemas respiratórios futuros como rinites e asma, entre outras alergias”, finaliza dr. Bactéria.
Fonte:http://www.blogdasaude.com.br/saude-fisica/2016/08/31/criancas-devem-entrar-em-contato-com-os-germes/

Dormir bem melhora seu desempenho no trabalho

Pessoas que estão em paz com o seu sono têm maior capacidade de raciocínio


O termo "workaholic" foi criado para designar pessoas que são viciadas em trabalho, empenham muitas horas do dia para o seu emprego e geralmente se esquecem de que há outros fatores importantes na vida. Segundo o senso comum, esse tipo de indivíduo, por se dedicar tanto a uma atividade, consegue as melhores oportunidades do mercado e tem maior facilidade para ser promovido e aceito pelos seus superiores. 

Esse exagero muitas vezes é refletido no sono. Pessoas viciadas em trabalho geralmente dormem pouco, muitas das quais ficam em seus escritórios ou postos de trabalho até tarde e entram cedo no emprego no dia seguinte. Contudo, de acordo com estudos médicos, a prática de substituir o sono e outros lazeres diários pelo trabalho mais prejudica do que melhora o desempenho humano nas atividades corriqueiras e diminui a capacidade de resolução de problemas.
Dormir bem melhora seu desempenho no trabalho - Foto: Getty Images
Dormir bem melhora seu desempenho no trabalho
Cientistas da Universidade da Califórnia, em San Diego, descobriram que a boa noite de sono está ligada à criatividade e à alta-produtividade de um trabalhador, seja qual for o segmento profissional no qual ele está inserido. 

De acordo com o otorrinolaringologista e diretor da Associação Brasileira do Sono, Michel Cahali, o período do sono ativa a memória e traz o bem-estar físico para que a pessoa consiga maior concentração quando for desempenhar qualquer atividade cotidiana. 

"Hoje já é bem conhecido como a falta de sono atua nas atividades. Até as pessoas que dormem bastante, mas dormem mal, apresentam um prejuízo nítido ao trabalho, a diminuição da memória e a capacidade de concentração", diz Cahali. 
Portanto, se você quer ganhar uma promoção pelo seu desempenho no trabalho, a melhor forma é dormir bastante, para ser capaz de criar e ser inovador em suas atividades. 

Ficar no escritório até tarde da noite é a pior estratégia para fazer a diferença no local de trabalho.
Fonte: http://www.minhavida.com.br/bem-estar/materias/12743-dormir-bem-melhora-seu-desempenho-no-trabalho

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Genética influencia diretamente no emagrecimento?


Uma tese de doutorado, orientada por Ana Dâmaso, docente do programa de pós-graduação em Nutrição da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (EPM/Unifesp) – Campus São Paulo, concluiu que, em razão de uma variação genética encontrada no gene receptor da leptina (LEPR), alguns adolescentes obesos não conseguiram as mesmas reduções no índice de massa corporal (IMC) e nos índices lipídicos quando comparados aos que não portavam a variação. A leptina é um hormônio importante que desempenha um papel-chave na regulação do balanço energético, inibindo a fome e aumentando o gasto energético dos tecidos periféricos – entre os quais, o tecido adiposo.
A nutricionista Flávia Corgosinho, autora do estudo, selecionou 76 voluntários considerados obesos e classificou-os em dois grupos, de acordo com a incidência daquela variação genética. Dentre os voluntários, 39 pertenciam ao grupo dominante (classificado como TT), que não possuíam a variação genética, enquanto os 37 restantes compunham o grupo heterozigoto ou recessivo (definidos, respectivamente, como CT e CC), que eram portadores da alteração.
Após um ano de tratamento, que incluiu a prática de exercícios físicos e o acompanhamento médico, nutricional e psicológico, a pesquisadora observou que os portadores dos genótipos CT e CC não haviam conseguido reduzir o perfil lipídico, a resistência à insulina e a produção de leptina aos mesmos níveis do grupo dominante. De modo similar, não lograram êxito em diminuir o índice de massa corporal (IMC) na mesma proporção do grupo TT. “Percebemos que os adolescentes com essa variação genética tinham níveis significativamente maiores de neuropeptídeos orexígenos (estimuladores da fome)”, explica Corgosinho. “O fator genético conseguiu justificar parcialmente por que alguns adolescentes com obesidade respondiam melhor à terapia e outros, não”, acrescenta.
Ainda em relação à produção de leptina, o grupo isento de variação genética conseguiu fazê-la recuar em cerca de 30%, ao passo que o outro obteve redução praticamente insignificante. “E nós sabemos que esse estado de hiperleptinemia (excesso de produção de leptina) é um dos principais fatores que dificultam a perda e a manutenção do peso corporal. O excesso de leptina é um fator pró-inflamatório que vai gerar consequências para a saúde do indivíduo, aumentando o risco cardiovascular”, esclarece.
Para a pesquisadora, os resultados do estudo indicaram que é necessário buscar estratégias auxiliares para aqueles que apresentam alterações genéticas relativas à leptina, as quais interferem no processo de emagrecimento e dificultam o controle de risco cardiovascular, incluindo-se a redução de triglicérides e de insulina e o aumento de adiponectina. Ela atribui à Nutrigenômica – ciência que estuda a interação entre os compostos bioativos na estrutura e na expressão dos genes – a possibilidade de tornar-se uma das opções de tratamento no futuro. No entanto, outras tentativas para solucionar o problema podem ser válidas, como a otimização da terapia, com atividades físicas mais frequentes ou mais intensas. “Talvez seja necessário que esses indivíduos percam 10% ou mais do peso corporal para obter os mesmos resultados do grupo sem alteração genética”, conclui.
Fonte:http://bit.ly/2czoE6c

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Running




              Dicas de alongamento para uma boa caminhada


Alongar não tem contra indicações, se feitos da maneira correta, devem ser praticados por pessoas de todas as idades. O mesmo que é indicado antes e depois das atividades físicas pode ser feito todos os dias mesmo sem a prática de nenhum tipo de atividade.
1-    Alongar melhora e prolonga sua flexibilidade, seu movimento nas articulações e evita lesões nesses locais.
2-    Os músculos alongados melhoram seu desempenho diário. Tarefas como carregar pesos, abaixar, correr podem se tornar mais fáceis e menos cansativas.
3-    Por aumentar o fluxo sanguíneo nos músculos, melhora a circulação.
4-    Melhora a postura. Se feitos com frequência, ajudam a evitar que músculos endureçam, mantendo, assim, a postura correta.
5-    Alivia o Stress, pois relaxam os músculos duros e tensos. Alivia dores e tensões.
6-    Melhora a coordenação motora, promove o melhor equilíbrio e a mobilidade.

terça-feira, 6 de setembro de 2016

Doenças respiratórias: veja cuidados importantes no inverno

Especialista do sistema Unimed esclarece a relação existente entre as enfermidades respiratórias e os dias da estação mais fria do ano.

Você já notou que em meados de junho, quando a estação mais fria do ano se inicia, é comum observar-se também a alta incidência de algumas doenças respiratórias, tais como gripes, resfriados, amigdalites, sinusites e rinites?
Mas, por que isso ocorre? Um dos fatores que contribuem diretamente para o aumento no número dos casos infecciosos no inverno, por exemplo, é a grande exposição a ambientes fechados e menos ventilados. “Esses locais apresentam condições propícias para que as infecções virais se espalhem com facilidade”, afirma o dr. Pedro Geisel Santos, especialista em otorrinolaringologia, que atua pelo Sistema Unimed em Blumenau (SC).


No caso de condições alérgicas, como a rinite, o contato com as roupas de frio que estão guardadas há muito tempo pode agravar os sintomas da enfermidade, uma vez que as vestimentas podem esconder ácaros ou até mesmo mofo. “Para a rinite, os cuidados incluem trocar as roupas de cama com frequência, de preferência 1 a 2 vezes na semana, lavar bem as mãos e evitar objetos em casa que possam favorecer o acúmulo de mofo ou poeira – tais como tapetes ou carpetes, completa o médico.” Ele reforça que o acompanhamento para tratamento e prevenção junto a um profissional especialista, de maneira periódica, é ainda mais importante. Principalmente se houver possibilidade de contar também com um profissional de atenção primária, que poderá coordenar o cuidado de todos os aspectos da saúde do paciente.
Mas, se você faz parte do grupo de pessoas que já está sofrendo com as condições respiratórias típicas de inverno, o uso de descongestionantes que aliviam a obstrução nasal, um dos sintomas mais comuns das enfermidades, deve ser ocasional e não frequente. “O preferencial é o uso por um período de até cinco dias, pois a prorrogação pode causar um ‘efeito rebote’ no congestionamento, levando o paciente a utilizar o descongestionante mais vezes ao dia e por período cada vez maior. Outras alternativas, como o uso de soro fisiológico e essências inalantes, como mentol e eucalipto (preparadas com diluição em água morna), são de grande valia no tratamento da obstrução nasal”, finaliza o dr. Pedro Geisel Santos, do Sistema Unimed.
Fonte:http://mulhercomsaude.com.br/saude-da-mulher/doencas-respiratorias-veja-cuidados-importantes-no-inverno/