sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Como você pisa no chão? Será que isso tem importância?

Você está na casa dos 20 anos e já sente dores nos joelhos ou na coluna? Percebeu que os seus calçados ficam desgastados mais de um lado do que do outro? Você pode estar pisando de forma errada.

Tipos de pisada
O modo como se pisa no solo, é determinado a partir das características anatômicas de cada indivíduo, como, por exemplo, os tipos de pé, joelhos e flexibilidade nas articulações. Cada pessoa pisa de uma maneira, mas costuma-se generalizar em três tipos:
– Neutra – É o tipo ideal de pisada. Há um equilíbrio na forma como os pés tocam o chão, sem pender para dentro ou para fora. A sola do sapato se desgasta de maneira mais uniforme.
– Pronada – As pessoas desse grupo pisam com o pé apoiado mais para dentro, forçando o dedão e o calcanhar. É um tipo de pisada comum entre pessoas com pé chato. Provoca um desgaste maior na parte de dentro da sola dos calçados.
– Supinada – Este tipo de pisada provoca um maior contato da parte de fora dos pés no chão. A sola do sapato ou tênis gasta mais na parte externa.
Complicado? Nem tanto se você for bem orientado por um ortopedista ou fisioterapeuta.
É importante que cada pessoa reconheça o seu tipo de pisada para usar o modelo certo de calçado, tênis e assim, evitar vícios posturais, lesões nos tornozelos, joelhos, na coluna, entre outras.
Estas alterações na pisada podem provocar lesões, que podem ser agudas ou crônicas. Tudo está relacionado ao apoio excessivo num ponto do pé, que deveria ser melhor distribuído.
Os problemas agudos vão desde lesões superficiais, como calos e bolhas, até as lesões ósseas, como fratura por estresse.
Os crônicos são as tendinites, canelites e deformidades ósseas, como joanete e dedos em garra.
No caso de pessoas com diabetes, é muito importante verificar se há pontos de maior pressão na planta dos pés, que gerem calos, calosidades, bolhas ou deformidades, pois podem anteceder a ulcerações, de difícil cicatrização.
Tipos de pé
Normalmente a planta dos pés tem 3 apoios para realizar a pisada:
Calcanhar, meio do pé e antepé, de forma harmônica. Distribuindo a carga do peso do corpo igualmente nestes três apoios.
No entanto, algumas pessoas apresentam alterações no formato dos pés, que provocam modificações nestes pontos de apoio. Ocorre então:
Pé cavo – o pé cavo é aquele que possui o arco bem acentuado e curvo. É uma designação usada na área da saúde (ortopediapodologia e fisioterapia) para designar a deformidade do  onde há um aumento da curvatura do arco interno do pé.
Os pés cavos podem ser dolorosos, manifestando-se na parte da frente do pé ou então na parte posterior, devido à pressão exercida no calcâneo. (Podendo originar esporão de calcâneo).
Pessoas com pés cavos têm dificuldades para encontrar sapatos que lhes sirvam, e ainda podem requerer o uso de palmilhas para uma melhor sustentação.
O uso de palmilhas indicadas por profissionais habilitados, após um estudo biomecânico completo, é o tratamento conservador mais comum no combate à dor e no restabelecimento da qualidade de vida do paciente.
O tratamento cirúrgico é indicado apenas nos casos mais graves, onde a dor é muito grande, pois as operações disponíveis são bastante difíceis.
Pé plano (pé chato) – o pé plano toca quase que por inteiro o chão, com um formato plano. É a designação comum a um tipo de formato dos ossos dos pés, que faz com que quase toda a sola dos mesmos entre em contato com o chão ao caminhar. Levando ao aparecimento de dores nos pés após longas caminhadas. Por este motivo, seus portadores eram geralmente rejeitados no serviço militar da maioria dos países, pois estariam impedidos de marchar longas distâncias.
Cada tipo de pé possui uma tendência em causar determinadas lesões:
– Pé cavo: pisa em dois apoios, o calcâneo e a antepé. Portanto, tende a ter dores nessas regiões e tendinites nas laterais externas.
– Pé chato: geralmente tem tendinite do lado de dentro e, muitas vezes pode causar a barra óssea, que é uma deformação que bloqueia a flexibilidade dos pés.
Para saber qual o tipo de pisada e de calçado apropriado para seu pé, procure um fisioterapeuta especialista em podoposturologia.
Podoposturologia?
É uma área da ciência que estuda a influência dos pés na postura corporal humana e no equilíbrio ortostático (manter-se em pé).
As informações necessárias para a coordenação e regulação da postura dinâmica e estática, são decorrentes da planta dos pés, que é rica em receptores de pressão. A partir destas informações é que a estrutura muscular reage aos estímulos que são efetuados nesta região.
Processo de avaliação da pisada
A avaliação de determinadas variáveis posturais estáticas e dinâmicas é imprescindível na prescrição das correções. Nesta avaliação são observados parâmetros posturais que, quando alterados, está indicado o tratamento com palmilhas posturais pode promover a sua correção. Este tipo de tratamento necessita de acompanhamento profissional constante.
Por estes motivos não é aconselhável comprar palmilhas prontas, em farmácias ou sapatarias, porque são feitas de maneira genérica, podendo acarretar problemas maiores, como os de coluna, articulações e até dores de cabeça.
O atendimento é individual e personalizado.  A avaliação postural clínica é imprescindível na prescrição de palmilhas.
 Conheça e cuide bem dos seus pés, pois eles são sua base de estabilização.
Fonte: http://www.diabetesevoce.com.br/blog/como-voce-pisa-no-chao-sera-que-isso-tem-importancia/

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Pessoas felizes têm melhor saúde e vivem mais

Uma revisão de mais de 160 estudos com seres humanos e animais encontrou "provas claras e convincentes" que pessoas felizes tendem a viver mais e ter melhor saúde do que seus pares infelizes.



Segundo o autor do estudo, professor emérito de psicologia Ed Diener, que também é cientista sênior da Organização Gallup, da Universidade de Princeton, NJ, foram revisados oito diferentes tipos de estudos e a conclusão geral de cada tipo de estudo é que a saúde e a longevidade são influenciadas por nosso estado de humor. Um estudo que acompanhou cerca de 5.000 estudantes universitários por mais de 40 anos, por exemplo, descobriu que aqueles que foram mais pessimistas quando estudantes tendiam a morrer mais jovem do que seus pares. Um estudo de prazo mais longo acompanhou 180 freiras católicas do início da idade adulta até a velhice e descobriu que aquelas que escreveram autobiografias positivas aos 20 anos de idade tendem a viver mais do que aquelas que escreveram relatos mais negativos de sua juventude.

Houve algumas exceções, mas a maioria dos estudos de longo prazo que os pesquisadores revisaram constatou que a ansiedade, depressão, falta de prazer nas atividades diárias e pessimismo estavam todos associados com taxas mais elevadas de doença e uma vida mais curta.

Estudos com animais também demonstram uma forte ligação entre estresse e saúde deficiente. Experimentos com animais que recebem o mesmo cuidado, mas diferem em seus níveis de estresse (como resultado de superpopulação nas gaiolas, por exemplo) concluíram que animais estressados são mais suscetíveis à doença cardíaca, têm sistema imunológico mais fraco e tendem a morrer mais jovens do que aqueles que vivem em gaiolas menos lotadas.

Experimentos com humanos descobriram que o bom humor reduz os hormônios relacionados ao estresse, aumenta a função imunológica e promove a rápida recuperação do coração após o esforço. Em outros estudos, conflitos conjugais e hostilidade elevada entre casais foram associados com cicatrização lenta e pior resposta imune.

Embora a felicidade não possa por si só prevenir ou curar uma doença, as evidências de que emoções positivas e satisfação com a vida contribuem para uma melhor saúde e longevidade são mais fortes que os dados que relacionam a obesidade à longevidade reduzida, disse Diener. Ainda segundo Diener, a felicidade não é nenhuma solução mágica, mas a evidência é clara e convincente e muda suas chances de contrair doenças ou morrer jovem. Embora existam alguns estudos que encontram efeitos opostos, a esmagadora maioria dos estudos suporta a conclusão de que a felicidade está associada à saúde e à longevidade.

Segundo o autor, as recomendações atuais em relação à saúde focam quatro pontos: evitar a obesidade, comer corretamente, não fumar, e fazer exercício físico. Talvez seja hora de acrescentar "ser feliz e evitar a raiva crônica e a depressão à lista.

Fonte: http://www.emedix.com.br/not/not2011/11mar01psi-ap-shi-longevidade.php

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

3 benefícios dos leites fermentados

Incluídos com frequência na dieta, eles podem ajudar, e muito, nossa saúde



Leite acidófilo, coalhada e kefir integram a turma de leites fermentados junto com o iogurte. E todos eles vêm recebendo aplausos justamente por melhorar o perfil da flora intestinal. "As funções e as propriedades variam de acordo com os micro-organismos da preparação", explica a nutricionista Adriane Antunes de Moraes, da Universidade Estadual de Campinas. Seus principais benefícios são:

1. Equilíbrio da flora intestinal
Bactérias do bem, quando ingeridas regularmente, colonizam o intestino grosso e ajudam a afastar os micro-organismos nocivos.

2. Combate à constipação
Os bichinhos dos fermentados que desembarcam no nosso corpo dão força para os movimentos peristálticos, que empurram as fezes.

3. Reforço à imunidade
Estudos mostram que a ingestão diária de alguns tipos de probióticos auxiliam a modular as defesas, afastando infecções e alergias.

Benefícios do leite fermentado

É mentira que o leite fermentado engorda, e isso já é um dos benefícios não é?
Mas além disso, o leite fermentado faz muito bem para a saúde, então vamos ver quais são os benefícios do leite fermentado:
  • Absorção de nutrientes no melhor nível
  • Age como um antibiótico natural
  • Elimina a produção de toxinas no corpo
  • Evita os gases
  • Fortalece o sistema imunológico
  • Melhora o funcionamento do intestino
  • Melhora de todo sistema digestivo
  • Previne o câncer de cólon

Fonte: http://mdemulher.abril.com.br/saude/saude-e-vital/3-beneficios-dos-leites-fermentados

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Beber suco é bom ou ruim? Entenda a polêmica.


Há anos ouvimos que beber sucos naturais é ótimo para saúde, pois contêm vitaminas concentradas. Mais recentemente, ouvimos que tomar sucos, mesmo naturais, seja ruim para saúde, pois contêm excesso de açúcar das frutas.
O argumento que os sucos possuem vitaminas e minerais concentrados é antigo, bem fácil de entender e faz bastante sentido. A ideia mais moderna é que nem tudo no suco de fruta é tão bom assim: como precisamos usar muitas frutas para fazer apenas um copo de suco (ex: 5 laranjas), ao ingerir esse copo de suco, estaremos ingerindo o açúcar de 5 laranjas inteiras de uma vez só, algo que dificilmente faríamos se estivéssemos comendo as frutas tal qual se apresentam na natureza. Além disso, ao ingerir apenas o líquido, estamos excluindo as fibras das frutas, o que faz o açúcar delas ser absorvido muito mais rapidamente no sangue, tornando o suco uma “bomba de açúcar”. A recomendação, é claro, seria comer frutas e vegetais inteiros, e não o suco.
Tendo dito isso, tomar sucos pode ser uma ferramenta sensacional para uma boa saúde; o segredo é o modo como ele é feito.

Qual a finalidade dos sucos naturais?

  • Para uma “limpeza” ou desintoxicação: Quando se precisa fazer uma desintoxicação, dar um tempo para seu aparelho digestivo e intestinos, a melhor maneira é fazer uma dieta líquida, dessa forma seu corpo não “sofre” para digerir os alimentos. Essa dieta líquida ajuda a limpar as toxinas e, desde que por pouco tempo (1 dia por exemplo), pode ser muito benéfico.
  • Para complementar uma dieta normal: Tomar sucos frescos pode ser usado para complementar a dieta. Além de hidratar o corpo, você pode aproveitar alguns nutrientes de algumas frutas e vegetais que normalmente você não aproveitaria pois acabaria não comendo. Frutas e legumes são cheios de vitaminas, minerais, antioxidantes que podem proteger contra doenças. Se você achar que é difícil obter a quantidade recomendada de frutas e vegetais em sua dieta a cada dia, tomar um suco pode ser uma maneira conveniente de aumentar a sua ingestão.

Afinal, o que é melhor? Comer frutas e vegetais ou tomar suco?

Ao comer um vegetal ou uma fruta você se beneficiará por completo daquele alimento. Você terá as fibras por inteiro, e existem alguns antioxidantes que são mais eficazes se combinados com as fibras.
A vantagem do suco é que você pode combinar folhas verdes, vegetais e frutas tornando o suco muito mais nutritivo, mais ricos em vitaminas e minerais. Especialmente se sua dieta for mais pobre, ao comer você não conseguiria obter uma boa quantidade desses nutrientes.

E o suco de fruta especificamente?

Os sucos de frutas contém um alto teor de frutose. Se tomado em excesso, pode elevar o açúcar no sangue, ganho de peso e aumento do risco de diabete tipo 2, portanto use a moderação.

Posso substituir uma refeição por um suco?

Depende da maneira como esse suco é preparado. Uma refeição completa e nutritiva precisa conter gorduras, proteínas, fibras e carboidratos. Se o seu suco tiver tudo isso, ótimo!
Ou seja, se a ideia é pular refeições, usar apenas um suco simples é má ideia e não vai te alimentar. É super importante acrescentar alguma fonte de gordura no seu suco. As gorduras saudáveis são importantes para a energia sustentável, equilíbrio hormonal e membranas celulares.
Para fazer o suco de forma mais equilibrada, além de gorduras, adicione também proteína. Algumas boas fontes são proteínas de soro de leite (whey protein), leite de amêndoas, abacates, iogurte natural e óleo de coco.
Enfim, para substituir uma refeição os sucos são nutricionalmente desequilibrados, porque eles não contêm proteína ou gordura adequada. Adicionando fontes de proteína e de gordura no suco, você pode criar uma refeição saudável e nutritiva. Pode parecer estranho de início, mas fica gostoso e sacia muito bem!

E os sucos industrializados de caixinha?

Felizmente, muitas pessoas estão descobrindo os malefícios do refrigerante, e migrando muitas vezes para sucos. O problema é que essas pessoas acabam indo para sucos industrializados. Os sucos industrializados, possuem uma alta quantidade de açúcar, podendo ser comparados até com as quantidades presentes no refrigerante (ex: há sucos com 39 gramas de açúcar em uma lata, enquanto nos refrigerantes há 36).
Além disso, normalmente contém muitos aditivos como: aromatizantes, sódio, emulsificantes, estabilizantes, acidulantes e flavorizantes que são substâncias tóxicas para o nosso organismo. O consumo frequente destas bebidas pode ocasionar em diabetes tipo 2 e obesidade. Há algumas pesquisas que dizem que alguns sucos contém apenas 1% de fruta em sua composição, tornando a bebida ainda mais desinteressante para sua saúde.

O que fazer então?

Então… assim ficamos perdidos e não sabemos o que fazer, não é? Como sempre, acho que o segredo é manter o equilíbrio: não precisa tomar suco o dia inteiro, mas também não pense que é proibido tomar um suco natural de vez em quando. Acho que o importante é não basear sua dieta de líquido neles, achando que é algo tão saudável assim.
Para se hidratar de forma natural, não devemos depender de sucos. O ideal é tomar bastante água,chás e, eventualmente, por que não, um suco bem gostoso.
Fonte: http://belezaesaude.com/beber-suco/

sábado, 30 de julho de 2016

Dormir bem pode melhorar a memória.



A nossa vida é o que aprendemos e guardamos na memória. Desde que nascemos vamos adquirindo conhecimentos acerca do mundo, estes conhecimentos são codificados e armazenados pela memória para posterior evocação. Sabemos identificar e dar significado às coisas, pessoas e lugares devido ao processo de aprendizado e memória.
Existem diferentes dimensões da memória relacionadas com a temporalidade do armazenamento e com a natureza das informações armazenadas. A complexidade das interações envolvidas nos diferentes processos de codificação, armazenamento, consolidação e evocação da memória conferem à pessoa a sua individualidade.
Evidências científicas recentes têm demonstrado um efeito positivo do sono sobre o processo de consolidação de muitos tipos de memórias. Um novo trabalho publicado na edição de dezembro da revista científica Neurobiology of Learning and Memory estudou a influência do sono sobre um aspecto específico da memória, relacionado com os processos que possibilitam a lembrança de um nome associado a um rosto. Aparentemente esta lembrança apresenta um maior grau de dificuldade e requer a ativação de diferentes regiões do cérebro, assim como uma forte conectividade entre estas regiões.
A pesquisa contou com a participação de voluntários adultos a quem eram mostradas 20 fotos de rostos com respectivos nomes. Doze horas depois as fotos eram mostradas novamente e os nomes deveriam ser relacionados com os rostos. O teste foi realizado duas vezes - na primeira fase os participantes dormiram até 8 horas no período entre o momento que as fotos e nomes foram mostrados pela primeira vez e o momento seguinte, quando tiveram que associar as fotos aos nomes. Na segunda fase as 12 horas de intervalo entre o aprendizado e a evocação eram cumpridas com atividades diárias regulares, sem dormir.
Os participantes tiveram um melhor desempenho na associação do rosto ao nome após o período em que dormiram.
Estes achados sugerem que dormir bem após um processo de aprendizado de coisas novas pode ajudar as pessoas a ter uma maior retenção da nova informação. Os pesquisadores comentam também que é possível que em pessoas idosas as desordens de sono características da faixa etária podem dificultar o processo de aprendizagem de coisas novas.
Não podemos esquecer que o advento das novas tecnologias de mídia (computadores, celulares, tablets, etc.) tem afetado substancialmente o tempo de sono das pessoas, principalmente crianças e adolescentes, e isto poderia contribuir para dificuldades de aprendizagem. 
Autor: Equipe ABC da Saúde

FONTE: https://www.abcdasaude.com.br/noticias/dormir-bem-pode-melhorar-a-memoria

quinta-feira, 28 de julho de 2016

Você costuma cuidar dos lábios?

Você costuma cuidar dos lábios? Os lábios são muito sensíveis, porém, geralmente recebem poucos cuidados. Eles merecem uma atenção especial, principalmente quando expostos ao sol ou em climas frios. Se os devidos cuidados não forem tomados, os lábios podem ressecar, rachar, sofrerem de herpes, feridas e outros problemas. Lábios ressecados, rachados e sem vida são sinônimos de um rosto pálido e sem atratividade.

Devido à baixa temperatura e pouca umidade em climas mais frios, os lábios sofrem com o ressecamento e, por perderem a elasticidade, racham. Apesar de o problema ser mais evidente no frio, no verão, por causa do sol e ar condicionado, os lábios também ressecam.

Cuidados Especiais com os Lábios

Para prevenir o ressecamento dos lábios a dica é apostar nos hidratantes labiais. Mas não é preciso deixar o batom de lado, já que a hidratação deve acontecer antes da aplicação do cosmético. Para isso, não tenha medo de usar produtos como a manteiga de cacau e os diversos lip balms.
A manteiga de cacau é um tipo de gordura natural com propriedades hidratantes e emolientes, que recuperam a oleosidade labial. A macadâmia e a karitê também são ricas em gordura vegetal e garantem a hidratação dos lábios.
Já os lip balms reforçam a camada de proteção durante o dia. Eles costumam ter na composição ingredientes como vitamina E, óleo de framboesa, além das fórmulas a base de aloe vera, que ajudam na cicatrização das feridas causadas pelo ressecamento.
Os protetores labiais devem ser usados por baixo do batom, já que muitos também possuem função hidratante, agindo contra o ressecamento e evitando queimaduras causadas pelo sol.

O que pode contribuir para ressecar os lábios?

  • Clima frio e seco
  • Tomar pouco líquido
  • Não hidratar os lábios
  • Ficar exposto ao ar condicionado e o sol sem proteção
  • Usar batons sem agentes hidratantes
  • Passar a saliva muitas vezes nos lábios
Se os lábios estiverem descamando, resista à compulsão e não puxe a pele, pois isso só vai piorar o estado das feridas. O ideal é usar algum produto hidratante para que a pele tenha condições de se regenerar e seus lábios fiquem lindos e charmosos! Nesse caso em que os lábios estão bem rachados e com feridas, minha dica é passar óleo de coco nos lábios. Experimente!

Hidratantes Labiais

Os lábios são muito sensíveis, por isso merecem uma atenção especial —  principalmente quando expostos ao sol ou em climas frios. Se os devidos cuidados não forem tomados, os lábios podem ressecar, rachar, sofrerem de herpes, feridas e outros problemas. Lábios ressecados, rachados e sem vida são sinônimos de um rosto pálido e sem atratividade.
Para hidratar os lábios, a ingestão de água é fundamental. Além disso, existem vários tipos de hidratantes e protetores labiais. Estes hidratantes labiais podem ser usados várias vezes ao dia e por cima deles pode ser usado o batom, gloss e brilhos.
Quando houver a exposição solar use protetores solar com filtro solar.
Eles são essenciais para manter a boca bonita e bem cuidada.
Deve-se realizar uma esfoliação com sabonetes esfoliantes delicados (esferas finas) uma vez por semana para eliminação de células mortas e facilitar a penetração dos hidratantes.
FONTE: http://belezaesaude.com/hidratantes-labiais/

quarta-feira, 27 de julho de 2016

Colo dos pais condiciona emoções do bebê

Contato carinhoso diminui problemas como ansiedade e até depressão



Desde cedo, a sensação que ele desperta é do maior acolhimento, proporcionando conforto e segurança capazes de aliviar sofrimentos, estimular a delicadeza e a troca sincera de afeto. O carinho dos momentos em que a criança passa no colo da mãe e do pai permanece na memória para a vida a toda, mesmo que esta recordação não apareça com imagens na lembrança - trata-se de uma sensação armazenada na memória do corpo e que funciona como um analgésico poderoso para os momentos difíceis ao longo da vida. Um estudo feito pelo Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina de Havard (Estados Unidos) descobriu que bebês e crianças que tinham esse tipo de contato com os pais eram adultos mais protegidos contra ansiedade e doenças como depressão. Os resultados foram publicados no periódico The Harvard University Gazette. Os benefícios, no entanto, são bem mais numerosos do que você pode imaginar quando fecha os olhos e esquece tudo redor para abraçar o seu filho bem juntinho, os especialistas revelam tudo.

Deixa o bebê tranquilo

Os bebês sentem-se em casa no colo da mãe ou do pai, pois ainda guardam uma semelhança com a sua posição e proteção intrauterina. "Isso ajuda a diminuir o choro e deixar o bebê menos estressado, principalmente no caso de um recém-nascido que precisa passar um tempo na UTI (e longe da mãe) logo ao nascer", diz a pediatra e neonatologista Camila Reibscheid, do Hospital São Luiz, em São Paulo. "Dar colo para o bebê durante a noite também pode ajudá-lo a ter um sono melhor e mais tranquilo." 

Melhora a digestão

Segundo o pediatra Vanderlei Wilson Szauter, do Hospital e Maternidade São Cristóvão, em São Paulo, o bebê fica mais tranquilo no colo da mãe, e isso faz com que todas as funções fisiológicas funcionem melhor. "Os movimentos intestinais da criança são impulsionados com o calor do corpo da mãe, fator que pode inclusive prevenir as cólicas", afirma.

Alivia as cólicas

Se o bebê começar a sofrer com cólicas, uma das alternativas é colocá-lo para amamentar ou então apenas mantê-lo junto do corpo. "O calor do colo aquece a barriga do bebê e relaxa sua musculatura, diminuindo a dor", afirma a pediatra Camila.

Melhora o desenvolvimento dos sentidos

A proximidade com a mãe ou com o pai faz com que o bebê desenvolva com mais facilidade suas funções cognitivas e os sentidos como visão, audição e tato. "Ouvir os batimentos cardíacos e a voz da mãe ou do pai, sentir a pele da e manter o contato visual faz com que a criança exerça seus sentidos, que se desenvolvem com mais facilidade", diz Camila Reibscheid.

Diminui qualquer tipo de dor

Uma pesquisa feita pelo Departamento de Pediatria da Unifesp e publicada no periódico da Universidade constatou que o colo da mãe pode diminuir a sensação de dor que o bebê sente em intervenções doloridas, como uma vacina. "Isso acontece porque existe uma área do cérebro que é ativada quando se recebe carinho, liberando descargas elétricas aptas a diminuir a sensação de dor", afirma o pediatra Vanderlei. "O simples contato com a pele da mãe já pode ajudar a atenuar qualquer sensação dolorosa." 

Ajuda no desenvolvimento de bebês prematuros

De acordo com os especialistas, é muito comum em hospitais existir o método "mãe canguru" ou "pele a pele" para bebês prematuros, que precisam ficar na UTI. Nesse sistema, os pais podem entrar na UTI e entrar em contato com o bebê que está dentro da incubadora, tocando na pele da criança pelo tempo acordado com o médico. "Se o bebê estiver em condições clínicas estáveis, os pais poderão fazer a posição canguru, que consiste no bebê ficar em contato direto com o peito nu do pai ou da mãe", explica a pediatra Camila. "Isso ajuda a acelerar o metabolismo do bebê, contribuindo para o seu crescimento e ganho de peso, tão importantes para o bebê prematuro." 

Previne doenças no futuro

"O colo faz com que a criança se sinta mais segura de si, mais acolhida, e é essa segurança que vai fazer com que ela amadureça mais rápido", afirma a pediatra Camila. De acordo com a especialista, dar colo para o bebê e para a criança mostra que ela está cercada de proteção. "Isso faz com que ela amadureça e crie coragem para encarar a própria vida no futuro sem medo ou insegurança", diz. De acordo com os pesquisadores de Havard, o estresse precoce resultante da separação e da falta de colo causa mudanças no cérebro infantil, tornando-os adultos mais suscetíveis a doenças como depressão, ansiedade e estresse pós-traumático.
FONTE: http://www.minhavida.com.br/familia/galerias/15682-colo-dos-pais-condiciona-emocoes-do-bebe/7

terça-feira, 26 de julho de 2016

O poder da amamentação

O aleitamento exclusivo deixa a criança mais resistente a um monte de doenças e evitaria cerca de 13% das mortes na infância


Leite materno lembra coração de mãe. Sempre comporta mais um... benefício à saúde. Pois despontam novos motivos para não abrir mão da amamentação exclusiva nos primeiros 6 meses de vida - e, se possível, esticar as mamadas até a criança completar 2 anos de idade. Eles vêm de uma das maiores e mais completas investigações sobre o tema, recém-publicada no conceituado periódico médico The Lancet. Coordenado pelo epidemiologista brasileiro Cesar Victora, professor da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), no Rio Grande do Sul, o trabalho tabulou dados e avaliou estudos feitos nas últimas três décadas. Pelos seus cálculos, o aleitamento materno salvaria a vida de mais de 820 mil crianças no mundo anualmente.
Na análise, o Brasil aparece como referência no assunto - e, felizmente, a prática vem crescendo por aqui. Sorte a nossa. Victora e sua equipe detectaram uma relação direta entre a amamentação e a queda nos índices de doenças na infância, de diabete a infecções respiratórias. Os reflexos econômicos também são vultosos, já que englobam uma redução expressiva de custos no tratamento dessas desordens. Não por menos, o vice-presidente do Banco Mundial para Desenvolvimento Humano, Keith Hansen, cravou em texto assinado na mesma edição do The Lancet: "Se a amamentação não existisse, quem a inventasse deveria ganhar dois prêmios Nobel de uma vez: em medicina e economia".
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A natureza, porém, é sábia. Logo no início da gestação, as mamas da mãe se preparam para oferecer, em breve, um manancial de nutrientes e substratos que moldam a imunidade do filho. "O leite materno é a primeira vacina do recém-nascido", afirma Isília Aparecida Silva, enfermeira obstétrica e professora da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo (USP). Durante a mamada, os anticorpos da mãe passam para o bebê, socorrendo seu sistema de defesa ainda imaturo para enfrentar sozinho vírus, bactérias nocivas e outros perigos.
Esse incentivo imunológico estaria por trás da proteção inclusive contraquadros graves como a leucemia. O elo foi descortinado por um time da Universidade de Haifa, em Israel: flagrou-se uma queda de 19% no risco da doença entre os pequenos alimentados só no peito no início da vida. Embora ainda se desconheça o porquê, os estudiosos supõem que substâncias do leite sejam capazes de impedir inflamações persistentes e associadas à multiplicação descontrolada de algumas células no sangue - o que abre caminho ao aparecimento da enfermidade.
A amamentação é daquelas criações da natureza que o homem dificilmente conseguirá copiar. "Existe uma comunicação perfeita entre a mama e a boca do bebê", já adianta a pediatra Lélia Cardamone Gouvêa, professora da Universidade Federal de São Paulo. Ela explica que a composição do leite varia de um dia para o outro e até durante uma mesma mamada, porque a produção vai se ajustando às necessidades da criança a cada contato. Se o pequeno estiver ameaçado por uma infecção, aumenta a carga de anticorpos no líquido, por exemplo.
Do ponto de vista nutricional, o alimento é fonte de cálcio, fósforo, magnésio, zinco, ferro... Até aí você pode dizer: mas o leite de vaca também traz esses minerais. É verdade. Só que, na versão materna, eles são mais bem absorvidos. Ao pacote de vantagens, somam-se vitaminas, proteínas, enzimas e gorduras do bem. Tamanho equilíbrio justifica outra tendência detectada pelo grupo da UFPel: a menor ocorrência de obesidade - e, por tabela, das suas consequências, como hipertensão e diabete - em quem ingere primordialmente leite do peito. "A hipótese é que a criança recebe uma dose adequada de nutrientes e calorias, e isso regularia seu apetite ao longo da vida", diz o epidemiologista e coautor do trabalho Bernardo Lessa Horta.
Para não dar chance à diarreia na infância, o leite guarda oligossacarídeos, um tipo especial de carboidrato. "Eles deixam o ambiente intestinal mais ácido, o que impede o crescimento de bactérias prejudiciais", esclarece a nutricionista Marcia Vitolo, professora da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre. Além disso, amamentar traz uma vantagem indireta contra os desarranjos. "A criança não fica exposta à contaminação eventual de água usada no preparo de fórmulas ou de mamadeiras mal higienizadas", argumenta Isília. O uso indiscriminado das fórmulas, diga-se, é criticado na edição temática do The Lancet. Os cientistas acreditam que utilizar esses produtos sem necessidade atrapalha a tão almejada adesão a amamentação. "A mulher muitas vezes se rende, achando que seu leite não é farto e forte o suficiente. E isso não existe", enfatiza Lélia, que também leciona na Universidade Santo Amaro, na capital paulista. "Quanto mais ela levar o bebê ao seio, mais a produção será intensificada", frisa.

Para a fonte não secar

De fato, existem mulheres que, por razões físicas ou psicológicas, não podem amamentar. Os médicos afirmam, no entanto, que são raros os casos em que isso acontece por problemas anatômicos ou hormonais. Uma alternativa quando esse precioso alimento falta são os bancos de leite. Mas é importante, antes de pensar que o aleitamento já era, controlar a insegurança e procurar apoio especializado. Informar-se sobre como tirar proveito das sessões com o filho facilita a efetividade de uma rotina de mamadas. Com a pega correta da mama, a mulher não sofre as temidas fissuras na região e a criança tem outro ganho. "Os movimentos corretos de sucção e deglutição promovem o desenvolvimento harmônico da sua arcada dentária", diz a odontopediatra Sandra Kalil Bussadori, professora da Universidade Nove de Julho, em São Paulo.
Sem contar que a interação entre mãe e filho se reflete, mais adiante, no desempenho escolar e até no futuro profissional do pequeno. "O cérebro continua se desenvolvendo nos primeiros meses de vida, e o conforto emocional contribui para a comunicação entre os neurônios", explica Horta. O estudioso faz parte da equipe que acompanhou por três décadas 3 mil bebês nascidos em Pelotas nos anos 1980. Aqueles amamentados alcançaram até 7 pontos adicionais no teste de QI, o quociente de inteligência. O leite é rico em ácidos graxos de cadeia longa, como o DHA, gorduras da família do ômega-3. Tais ingredientes ajudam a compor a bainha de mielina, capa que recobre a cauda dos neurônios, favorecendo a conexão entre eles. Daí os ganhos cognitivos e intelectuais.
Além de turbinar a saúde do rebento, a mãe tira proveito para o próprio organismo ao amamentar. Segundo o levantamento do The Lancet, a prática impediria 20 mil mortes em decorrência de câncer de mama por ano. É que, durante o aleitamento, a mulher não produz estrogênio, hormônio que pode incentivar a formação de nódulos nos seios. "Além disso, como durante a gravidez há um crescimento acelerado de células mamárias, facilitando aglomerações, a amamentação agiliza a eliminação das estruturas que podem virar um câncer", conta o mastologista Luiz Henrique Gebrim, diretor do Hospital Pérola Byington, em São Paulo. O ginecologista Julio Cesar Narciso Gomes, professor da Pontifícia Universidade Católica de Campinas, acrescenta o fator tempo para essa prática ser ainda mais favorável: "Estudos associam longos períodos de amamentação a uma menor predisposição a tumores, valendo a soma de diferentes gestações", revela.
O aleitamento passa a defender o corpo da mãe logo após o parto. "Durante as mamadas, se intensifica a liberação de ocitocina, hormônio responsável pelas contrações do útero, ajudando a diminuir o sangramento. Como consequência, cai também a incidência de anemia materna", explica a médica Marina Ferreira Rea, professora da pós-graduação em Nutrição e Saúde Pública da USP.
Outro hormônio, a prolactina, este envolvido na fabricação do leite, inibe a ovulação. O quadro tem o nome de amenorreia lactacional e funciona como um contraceptivo natural. Ele provê uma espécie de controle de natalidade - estima-se que em alguns países africanos haveria um acréscimo de 50% nos nascimentos se as mulheres não amamentassem. A pausa do período fértil justificaria ainda a redução em 30% nos casos de câncer de ovário. "A liberação dos óvulos cria pequenas cicatrizes nas glândulas. Quanto maior a frequência da ovulação, maior o risco de a região sofrer uma mutação, e, com ela, surgir um tumor", esclarece Gomes.
O aleitamento dá um descanso também para as células que fabricam insulina no pâncreas. Durante a lactação, esse hormônio não precisa ser liberado a torto e a direito porque a glicose é transferida da corrente sanguínea ao tecido mamário para a produção de leite. Estaria aí uma possível explicação para a menor incidência de diabete tipo 2 entre mulheres que deram de mamar. Pois é isso: some um alimento completo para a criança a vínculos afetivos inestimáveis entre mãe e filho, e subtraia dessa conta o risco de uma porção de doenças. Eis a fórmula mágica - e muito endossada pela ciência - da boa e velha amamentação.

Tesouro no banco

Algumas mulheres produzem mais leite do que o filho precisa. Outras não conseguem amamentar. Para equilibrar essa conta, foram criados os Bancos de Leite Humano, vinculados a maternidades.
O Brasil é referência: dos 292 bancos que existem no mundo, 72,9% estão em nosso país. Eles são responsáveis pela coleta, controle de qualidade e distribuição do leite arrecadado. Em 2015, quase 172 mil mulheres doaram mais de 136 mil litros por aqui. "O produto do banco de leite é perfeito do ponto de vista nutricional", garante a nutricionista Marcia Vitolo. E traz benefícios bem similares àquele que vai para a criança direto da fonte. Quem quiser doar ou receber obtém mais informações no site: http://goo.gl/e5eY17.

Abaixo a repressão!

Começou na cidade de São Paulo, depois chegou ao Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre... Pipocam projetos de lei pelo país garantindo às mães o direito de amamentar em shoppings, restaurantes, supermercados, bancos e outros locais públicos sem sofrer nenhum constrangimento - mesmo que os estabelecimentos tenham espaço reservado para isso. Em São Paulo e no Rio, leis de âmbito estadual já preveem multa a pessoas que tentarem impedir uma mulher de dar o peito para o bebê em público. Afinal, que razão haveria para esconder um ato tão natural e saudável?

Fonte: http://mdemulher.abril.com.br/saude/saude-e-vital/o-poder-da-amamentacao

sábado, 23 de julho de 2016

Castanhas, Nozes e Amêndoas

As castanhas, também conhecidas como frutas oleaginosas, são fontes de fibras, ricas em vitaminas e minerais como potássio, selênio, magnésio e zinco.

As castanhas são compostas de gorduras saudáveis insaturadas, como ácidos graxos monoinsaturados e poliinsaturados. Essas gorduras são responsáveis por efeitos benéficos como diminuição do LDL (colesterol ruim) e pelo aumento do HDL (colesterol bom), prevenindo, assim, doenças cardiovasculares. Essas gorduras também tem um efeito anti-inflamatório que pode evitar problemas cerebrais degenerativos, entre outros.
Elas repõem a quantidade do nutriente necessária para combater o envelhecimento celular causado pela formação natural de radicais livres.
Estudos indicam que, quando parte de uma dieta balanceada, as castanhas auxiliam na perda de peso, pois são ricas em gorduras monoinsaturadas, responsáveis por manter o nível de açúcar no sangue estável e por ativar o metabolismo na queima de gorduras.
Além disso, as oleaginosas são fonte de resveratrol, um fitonutriente com propriedades anti-inflamatórias e atividade anticancerígena. Elas também possuem fibras e proteínas.

Castanha do Pará

A castanha do Pará tem ação tonificante, fortalecedora e nutritiva para o corpo. É indicada principalmente contra desnutrição e anemia. São também muito eficazes para ativar o cérebro e para aliviar constipações intestinais.
A castanha é rica em selênio, vitamina E, ácido fólico, cálcio, fósforo, magnésio e ácido graxo ômega 3.
O selênio — principal componente da castanha — é um mineral importantíssimo para uma vida longa e saudável. Ele é essencial para acionar enzimas que combatem os radicais livres. O selênio ajuda a formar enzimas antioxidantes, além de fortalecer as defesas do organismo.
O mineral também está intimamente associado à capacidade do organismo se livrar de substâncias tóxicas, ajudando-o inclusive a expulsar possíveis metais pesados que estejam alojados nas células.
Quantidade recomendada: De 1 a 4 unidades por dia.

Noz

É rica em vitaminas A, C, E e potássio. A noz é capaz de beneficiar suas veias e artérias, e ajuda a diminuir o colesterol alto. As nozes também apresentam um grande conjunto de antioxidantes, como ômega-3 e os polifenóis.
As nozes são uma boa opção uma vez que possuem maior concentração da vitamina E alfa-tocoferol — a forma da vitamina E que o corpo melhor absorve e utiliza.
Os antioxidantes existentes nas nozes possuem papel significativo contra os agressores das macromoléculas como DNA, proteínas, lipídeos e lipoproteínas. Incluir uma noz na dieta ajuda na prevenção de doenças crônicas degenerativas e desta forma proporcionar uma vida longa e de qualidade.
Quantidade recomendada: De 1 a 6 unidades por dia.

Amêndoa

Contém ácido fólico, niacina, potássio, vitamina E, magnésio, fósforo, gorduras monoinsaturadas e proteínas. Para quem quer usufruir dos benefícios das oleaginosas e ainda perder peso, a amêndoa é mesmo a melhor opção. Tonifica o sistema nervoso, diminui o colesterol e melhora as afecções cardíacas.
A gordura monoinsaturada contida na amêndoa tem efeito benéfico na circulação e no colesterol, e também contribui na redução dos radicais livres por seu potente efeito antioxidante.
As amêndoas são excelentes restaurativas, tonificantes, nutritivas e ótimos tônicos para os nervos. A ingestão diária ajuda a proteger os rins e os órgãos reprodutores, fortalece os ossos, e ainda restabelece a força física e mental.
Quantidade recomendada: Até 10 unidades por dia.

Qual oleaginosa é a melhor?

Todas as oleaginosas são benéficas para a saúde. Elas possuem nutrientes semelhantes, como proteínas, fibras e gorduras mono e poli-insaturadas. A castanha do Pará destaca-se pelo teor de selênio, um potente antioxidante. É importante ressaltar que este alimento não deve ser consumido em excesso.

Cuidados na Compra

Ao comprar as oleaginosas, o melhor é adquirir aquelas que já vem embaladas de fábrica. Quando a oleaginosa é vendida à granel aumenta o risco de contaminação, pois várias pessoas manipulam e nem sempre se tem o controle de validade e a exposição ao ambiente também é maior.
Além disso, a umidade no local onde a oleaginosa é armazenada pode aumentar o risco da proliferação de fungos, que produzem uma substância tóxica chamada aflatoxina. Se você não encontrar alternativa além da venda a granel, prefira comprar em locais em que a rotatividade do produto é alta, ou se informar o dia da semana em que o produto novo é entregue, para fazer sua compra nesse dia.

Como consumir as castanhas?

A melhor maneira de consumir as oleaginosas é na versão in natura. Evite aquecer as castanhas pois elas se oxidam e ficam rançosas.
Em algumas pessoas, comer castanhas causa desconforto abdominal. Para esses casos, a melhor maneiras de consumir as castanhas é demolhá-las. Deixe as castanhas de molho na água por pelo menos 4 horas com um pouquinho de sal. Dessa maneira, as castanhas ficarão como uma digestibilidade muito melhor e não causará desconfortos.
Mesmo para quem não tem desconforto abdominal, quando as castanhas ficam de molho elas ficam mais macias e saborosas, então vale a pena experimentar. Você pode consumir as castanhas com frutas, em saladas, adicionando à vitaminas, ou como lanches intermediários entre as refeições.

Onde encontrar?

As oleaginosas podem ser encontradas em casas de produtos naturais, mas é sempre bom optar por casas de boa procedência, para não comprar produtos velhos ou estragados. Para comprar online o produto embaladinho, a Natue possui uma boa seleção de castanhas de diversos tipos.
Fonte: http://belezaesaude.com/castanhas-nozes-amendoas/