quinta-feira, 16 de junho de 2016

Pesquisa aponta 10 sintomas de câncer que são ignorados pelos pacientes


Um estudo feito pela organização Cancer Research UK descobriu quais são os dez sintomas de câncer frequentemente ignorados pelos pacientes ? fator que pode atrasar o diagnóstico e dificultar o tratamento. Os resultados foram publicados dia 01 de fevereiro no British Journal of General Practice.
Os pesquisadores entrevistaram 1.700 britânicos com 50 anos ou mais. Foi mostrada uma lista com 17 sintomas aos participantes, que deviam apontar quais desses sinais eles sentiram nos últimos meses. Na relação constavam 10 sintomas sabidamente relacionados a diversos tipos de câncer. Veja:
  • Tosse e rouquidão
  • Aparição de caroços pelo corpo
  • Mudança na rotina intestinal
  • Alteração no hábito de urinar
  • Perda de peso inexplicável
  • Dor inexplicável
  • Sangramento inexplicável, principalmente nas fezes ou urina
  • Ferida que não cicatriza
  • Dificuldade de engolir
  • Mudança na aparência de uma verruga.
Aproximadamente 53% da amostragem disse ter sofrido ao menos um dos sintomas nos últimos três meses, e apenas 2% desse grupo acreditava que os sinais poderiam indicar um câncer em fase inicial.
Na maioria dos casos, as pessoas presentes no estudo atribuíam os potenciais sintomas de câncer a outros fatores, como idade, infecções, artrite e hemorroida. Segundo a equipe de cientistas, muitas pessoas com sintomas potenciais de câncer de fato não tem um tumor, e sim outras doenças que também se beneficiam de um diagnóstico precoce. Dessa forma, é importante que qualquer um desses sinais seja investigado, especialmente se não apresentam melhora.
De acordo com os estudiosos, diagnosticar o câncer precocemente salva vidas, uma vez que dá aos pacientes a chance de receber um tratamento mais eficiente.


Fonte:
http://www.minhavida.com.br/saude/noticias

Síndrome do olho seco aflige milhões de brasileiros




No início era a vermelhidão. Logo depois, vieram a coceira e a sensação de que os olhos estavam cheios de areia. Um vento mais forte, ao bater no rosto, parecia empurrar estilhaços de vidro para dentro do globo ocular. Como se não bastasse, de repente a vista começou a sofrer com qualquer fonte de luz. Foi então que Cleivânia Lima de Almeida, hoje com 44 anos, descobriu ser portadora da síndrome da disfunção lacrimal.
Também chamada de síndrome do olho seco, ela é provocada por alterações na composição ou produção das lágrimas que prejudicam a lubrificação da área. "Desde o diagnóstico, há 27 anos, só saio de casa com óculos escuros. Mas pelo menos tenho um pouco de lágrima. Já conheci gente que não tem nem pra chorar", conta a fundadora da Associação dos Portadores da Síndrome do Olho Seco, que trabalha duro pela conscientização de que a doença não é coisa menor, muito menos algo incomum — calcula-se que 18 milhões de brasileiros tenham o problema.
Entenda: a lágrima não é água salgada. "Ela tem mais ou menos 100 componentes essenciais para a limpeza e a defesa contra micro-organismos", diz o oftalmologista José Álvaro Pereira Gomes, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Em uma gotícula, essas moléculas são distribuídas em três camadas: muco, água e gordura. "Quando você pisca, elas se misturam e evitam uma evaporação rápida demais", explica o especialista.
Os sintomas aparecem em pessoas que, por várias razões, fabricam lágrimas com gordura de mais ou de menos. Isso propicia a dissipação desse líquido, deixando os olhos na secura. "O mais comum é o paciente acordar bem e sentir os desconfortos se agravarem ao longo do dia", dá a dica Renata Rezende, oftalmologista da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro.

A disfunção também pega quem permanece muito tempo em frente ao computador ou à televisão, duas atividades que diminuem o número de piscadas. Normalmente, uma pessoa fecha e abre as pálpebras de oito a dez vezes por minuto. Entretanto, quando estamos fixados em uma telinha (ou mesmo em livros), essa frequência cai para cerca de três vezes. O ato de piscar impede justamente que a lágrima evapore antes da hora. Usuários de lentes de contato gelatinosas - que agem como uma esponja, sugando a umidade - e indivíduos que passam horas no ar condicionado também estão mais suscetíveis à aridez ocular.
Vira e mexe a secura não é desencadeada por mudanças na composição da lágrima, e sim pela queda na sua produção. Variações hormonais típicas da menopausa, certos medicamentos e determinados tumores ou doenças autoimunes, como lúpus e artrite reumatoide, estão entre os fatores de risco para essa versão de olho seco. Aliás, o próprio envelhecimento tem um papel na história — estudos da Unifesp mostram que 20% da população acima de 50 anos possui vestígios da encrenca.
"É uma doença multifatorial. Até mesmo a poluição ou um cílio no lugar errado podem alterar a lágrima", afirma o médico Joel Edmur Boteon, do Departamento de Oftalmologia da Universidade Federal de Minas Gerais. Por isso é importante visitar um especialista assim que os sinais aparecerem. Só ele saberá detectar o que está por trás da sequidão e indicar qual caminho seguir a partir daí.
Ainda bem que 90% dos casos são contornados com relativa facilidade. O diagnóstico também não é difícil e pode ser feito de diversas maneiras, como explica o oftalmo Luiz Carlos Portes, membro e ex-presidente da Sociedade Brasileira de Oftalmologia: "Além de checar o histórico do paciente, seus sintomas e se ele faz parte de grupos de risco, há exames que medem a produção da lágrima e corantes que acusam pontos ressecados". Até imagens captadas por câmeras especiais conseguem quantificar a taxa de evaporação desse líquido.
Uma vez detectada a chateação, colírios lubrificantes ou anti-inflamatórios costumam entrar em cena. Um ou outro é prescrito segundo a origem do problema. Justamente por isso, aquele hábito de pegar o produto de um amigo fica terminantemente proibido, combinado? O alerta também vale para quem compra o item sem orientação. "Alguns são vendidos como lubrificantes quando, na verdade, são vasoconstritores. Eles acabam com a vermelhidão, mas, assim que o efeito passa, o olho seco se agrava", esclarece Portes.

Se os colírios não umidificam o ambiente ocular direito, outras táticas são recomendadas. Existe, por exemplo, a possibilidade de inserir um pequeno plug para fechar a saída do canal lacrimal, tubinho responsável pelo escoamento do líquido. "E, se há opacidade da córnea, já podemos transplantar glândulas salivares, que são retiradas da boca e inseridas nos olhos, para estimular a produção de lágrima", revela Pereira Gomes.

O sertão pode virar mar

Para que o complexo mecanismo ocular permaneça hidratado, uma boa limpeza diária é recomendada. A dica vale especialmente para quem aplica maquiagem de domingo a domingo e entre sujeitos com o péssimo hábito de levar as mãos ao rosto o tempo inteiro. Até porque uma higiene bem-feita vai afastar não apenas a doença da vez como reduzir a probabilidade de alergias e infecções. A oftalmologista Helena de Oliveira, do Hospital de Olhos Paulista, indica, antes de tudo, lavar as mãos e os punhos. "Já nos olhos, use gaze, algodão ou lenços específicos e faça movimentos leves e circulares, sempre massageando a borda da pálpebra", ensina. Durante o banho, pode-se usar xampu infantil nos cílios e sobrancelhas. Depois, enxague com as pálpebras fechadas para evitar o contato direto com a córnea.
E se você estiver no meio do escritório quando bater aquela irritação? Nada de correr para a pia e lavar os olhos.
É que a água corrente às vezes transporta micro-organismos perigosos que agravam as coisas. Soro fisiológico e água boricada também são contraindicados. Em emergências onde faltar colírio, Helena sugere uma solução pra lá de simples: "Pisque, pisque e pisque. É uma dica boba, mas bastante eficiente".

A síndrome do olho seco em três passos

  1. As lágrimas são formadas por vários componentes distribuídos em três camadas: água, óleo e gordura. Elas são liberadas por glândulas localizadas logo acima do globo ocular. A glândula lacrimal é a principal delas.
  2. Alterações ou obstruções nessas glândulas mexem com o conteúdo das lágrimas, fazendo-as evaporar depressa. Há outros casos, não raro deflagrados pelo envelhecimento ou por doenças, em que a produção do líquido rareia.
  3. A carência lacrimal propicia inflamações que atiçam os sintomas típicos do olho seco. Impurezas, vírus e micro-organismos agravam o processo e, em determinados episódios, até dão o pontapé inicial para a desertificação do local.

Condições que enxugam os olhos

Blefarite
Essa inflamação ataca a região dos cílios. Aí, forma-se um tipo de caspa que obstrui a glândula lacrimal. Limpeza com produtos específicos dá conta do recado.
Lesões oculares
Cistos, conjuntivite e até cirurgias para correção de miopia ou para melhorar o aspecto da pálpebra (blefaroplastias) podem danificar as fábricas de lágrima.
Alterações hormonais
A menopausa e os anticoncepcionais, que mexem com os hormônios, ressecam os olhos das mulheres. Certos colírios minimizam o quadro.
Medicamentos
Antialérgicos, anti-hipertensivos, anti-inflamatórios e psicotrópicos desequilibram o teor das lágrimas. Seu uso às vezes cobra uma consulta ao oftalmo.
Doenças autoimunes
A secura até ajuda a flagrar males como lúpus e a síndrome de Sjögren, que afeta muito a produção das glândulas lacrimais e até salivares.


Fonte:
http://mdemulher.abril.com.br/saude

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Pesquisadores divulgam teste que identifica Alzheimer em estágio leve


A grande incidência em pessoas acima de 60 anos, a recorrente identificação em estágios mais avançados, os sintomas agressivos e a falta da cura do Alzheimer são fatores que assustam. Por isso, cientistas ao redor do mundo trabalham para entender melhor essa doença degenerativa e alcançar soluções para os pesares que a envolvem. O mais recente e animador resultado dessa busca acaba de ser anunciado pela Escola de Medicina Osteopática da Universidade de Rowan, nos Estados Unidos. 
Pesquisadores da instituição desenvolveram um teste sanguíneo que, segundo eles, é capaz de identificar a doença com exatidão em pessoas que apresentem um transtorno cognitivo leve, ou seja, no estágio inicial dos sintomas. “Acredita-se que mudanças provocadas pelo Alzheimer atinjam o cérebro pelo menos uma década antes do surgimento dos sintomas que identificam a doença”, explicou o líder do estudo, Dr. Robert Nagele. A identificação precoce da doença é uma esperança para o desenvolvimento de tratamentos mais efetivos contra a degeneração. Segundo os pesquisadores, um estudo maior é necessário para que o método seja atestado como viável. 

Fonte:
http://mdemulher.abril.com.br/saude

O que é que a tapioca tem?



Um dos símbolos da culinária nordestina, a tapioca migrou, ou melhor, invadiu as outras regiões do país. Hoje ela marca presença em todo supermercado que se preze e o número de casas especializadas, com os recheios mais variados, não para de crescer. O sucesso se deve, em parte, à sua praticidade e versatilidade. Basta levá-la à frigideira por um instante (nem óleo a gente usa!) e mandar bala no recheio que você já tem um senhor café da manhã — ou almoço, jantar... Existe, porém, outro motivo por trás dessa popularidade toda. A tapioca entrou na lista dos alimentos indicados pelas dietas, especialmente como substituta do pãozinho. Mas será que essa vocação nutricional procede?
Para início de papo, é preciso ter em mente que o produto da mandioca faz parte da turma dos carboidratos. Ou seja, é uma boa fonte de energia. Tanto é que os índios (e depois os colonizadores) usavam o tubérculo e seus derivados como combustível para realizar os trabalhos pesados do dia a dia. Segundo o engenheiro agrônomo Joselito Motta, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, há inclusive a tese de que, sem esse apoio da mandioca, teria sido praticamente impossível desbravar o território brasileiro.
Sim, a raiz em si é supernutritiva, mas, durante a extração do amido para a produção da farinha de tapioca, perdemos fibras insolúveis, vitaminas e sais minerais. "Daí que esses componentes aparecem em quantidades muito pequenas na tapioca", aponta a engenheira de alimentos Célia Franco, da Universidade Estadual Paulista, em São José do Rio Preto. Devido a essa peneira, por assim dizer, a tapioca é, em primeiro lugar, uma fonte de carboidratos simples, aqueles que têm um rápido aproveitamento pelo organismo. "É por isso que ela representa uma boa opção de lanche para quem vai praticar um exercício físico", exemplifica a nutricionista Marisa Coutinho, da rede de hospitais São Camilo, em São Paulo.
Aliás, você já deve ter notado que a massa branquinha é formada por uma espécie de goma, né? Isso é resultado das fibras solúveis, que passam batido no processo de fabricação e formam um gel quando expostas ao calor. "O interessante é que essas substâncias facilitam a eliminação, no intestino, do colesterol que vem da dieta", diz a nutricionista Renata Pinotti Alves, do Conselho Regional de Nutricionistas da 3ª Região (SP/MS). Interessante, no caso, para as artérias e o coração - a menos que você peque no recheio.
Nas mesas do Sul e do Sudeste do país, a tapioca ganha fãs como alternativa ao pãozinho. E olha que não dá pra negar que há algumas vantagens na troca. O primeiro ponto é que a tapioca não carrega gordura, enquanto uma unidade de pão francês chega a concentrar 0,5 grama da versão saturada, cujo abuso faz mal aos vasos. Em termos de sódio, então, o placar se alarga. Duas colheres de sopa cheias da farinha de tapioca, o suficiente para uma refeição leve, ostentam 3,15 miligramas do mineral, ante 99 miligramas de uma fatia de pão integral e 324 miligramas do pão branco. É uma diferença e tanto, especialmente para quem não pode ver a pressão arterial subir.
Agora, se o assunto é emagrecimento, cabe uma série de ponderações. A tapioca em si até derruba o pãozinho tradicional, mas não vence o integral, não. Veja: duas colheres de sopa da sua farinha têm 74 calorias, ante 150 do francês e 50 de uma fatia do integral. Sem contar que as opções desse último no mercado são ricas em fibras e outros ingredientes bem-vindos para perder peso. A conclusão dessa história é simples: melhor diversificar.
Contudo, se há intolerância ao glúten, o cenário muda. É que, ao contrário dos pães, a fécula da mandioca não contém essa proteína, que causa reações adversas nos celíacos. Repare que falamos de pessoas cujo organismo não tolera a substância. Se não é o seu caso, não tem cabimento cortar o glúten pensando em perda de peso. A nutricionista clínica Bianca Chimenti Naves, de São Paulo, ressalta que não existem trabalhos científicos mostrando que o glúten em si influencie o ganho de peso. O ponteiro da balança mexe com o excesso de calorias, carboidratos e companhia e, aí, se você exagerar na própria tapioca, vai acabar com seus benefícios.

O peso do recheio

O que faz a tapioca ir ao ceú ou ao inferno em termos nutricionais é o que ela esconde por dentro. Se você lotá-la de queijos gordos, manteiga e leite condensado, já sabe no que vai transformar a bichinha. "Por ter basicamente carboidrato, o ideal é que ela seja recheada com fontes de fibras ou proteínas, de modo a balancear os níveis de glicose no sangue", explica Bianca. Isso é importante para prolongar a saciedade e evitar um descompasso orgânico propício ao acúmulo de barriga. Quer sugestões de recheio? Fruta, geleia natural, queijo branco, tomate, atum...
Para garantir um maior aporte de fibras à receita, a nutricionista Ana Paula Gines Geraldo, da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, aconselha acrescentar chia, linhaça ou aveia à massa. Pensou em turbinar a refeição? "Dá pra adicionar um ovo no momento de preparar a tapioca", propõe Ana Paula. Se você não escorregar nos acompanhantes, ela será uma opção arretada para o seu cardápio.

De onde ela vem

Entenda como uma das raízes mais tradicionais no país dá origem à tapioca
História
A mandioca é cultivada na América há 5 mil anos. Os índios foram os primeiros a usar seu amido.
Extração
Para obter o tal do amido, encontrado na polpa da raiz, é preciso descascá-la e triturá-la.
Produção
Aí se acrescenta água. Depois de uma filtragem, o amido se precipita, e o líquido que sobrou é jogado fora.
Finalização
Retira-se toda umidade desse amido, ou goma, que recebe sal e é peneirado. Eis, branquinha, a farinha de tapioca.

O segredo está no recheio

É ele que faz a diferença se você quer transformar sua tapioca em uma refeição realmente equilibrada
 
Queijo e tomate
Mussarela light e ricota trazem proteína e cálcio. As rodelas de tomate garantem antioxidantes. Dá até pra botar manjericão.
Frango cremoso
A sacada aqui é usar peito de frango desfiado, azeitonas picadas e creme de ricota ou requeijão light. Sustança proteica.
Banana com iogurte
Como sobremesa ou café da manhã, reúne doses extras de potássio e cálcio, minerais essenciais ao organismo.
Atum
Misture o peixe enlatado, fonte de ômega-3, a maionese light e salsinha. Folhas verdes são um ótimo acompanhamento.
Com ovo
Uma dica é misturá-lo à massa da tapioca e incrementar com requeijão light, tomate picado e salsinha ou cebolinha.
Abobrinha com cottage
Combina um legume com uma fonte magra de proteína. Só asse a abobrinha antes de rechear.

Estou de dieta... vou de pão integral ou tapioca?

A resposta não é tão simples porque tem de levar em conta o contexto dessa tal dieta
 

Eles até batem de frente em calorias, mas o pão integral carrega mais vitaminas e fibras, o que lhe rende maior poder de saciar. A tapioca se destaca por ter bem menos sódio e nada de glúten - sinal verde para quem tem intolerância à proteína. De modo geral, os nutricionistas recomendam alterná-los na rotina.

Fonte:
http://mdemulher.abril.com.br/saude

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Cientistas avançam na criação de vacina contra o câncer

Cientistas avançam na criação de vacina contra o câncer



Cientistas deram um grande passo para a criação de uma vacina universal contra o câncer. O avanço foi descrito por pesquisadores em um artigo na renomada revista científica Nature.
De acordo com a pesquisa, a vacina incita o sistema imunológico a produzir células T, que são capazes de atacar os tumores como se eles fossem vírus. Ela torna isso possível a partir da retirada de pedaços do código genético RNA do câncer e a introdução dessas porções em nanopartículas de gordura, que em seguida são injetadas na corrente sanguínea do paciente.
Diferentemente da maioria das vacinas em que a imunização é feita em pessoas com risco de adquirir uma doença, essa seria dada a indivíduos que já têm câncer. Até agora, os pesquisadores fizeram apenas testes em ratos e em três voluntários com melanoma.
No primeiro paciente, um nódulo diminuiu de tamanho depois de ele receber a vacina. O segundo, que teve tumores removidos cirurgicamente, ficou curado sete meses depois da imunização. Já os oito tumores do terceiro voluntário continuaram "clinicamente estáveis" após a vacinação.
Apesar de os sistemas imunológicos reagirem aos tumores, não existem provas concretas de que a vacina teve algum papel na recuperação dos pacientes. O estudo explica que o objetivo não era testar a sua eficiência, mas saber se ela era segura para aplicação em humanos.
Até o momento, os efeitos colaterais foram limitados a sintomas semelhantes aos de uma gripe comum. Geralmente, pacientes em tratamento quimioterápico apresentam sintomas mais agressivos, como náusea, perda de cabelo e falta de apetite - sem contar que a imunidade geral do corpo fica tão baixa que a ocorrência de infecções é alta.

Fonte:
http://super.abril.com.br/ciencia

Exercícios podem proteger contra 13 tipos de câncer

Exercícios podem proteger contra 13 tipos de câncer


Um time de cientistas de várias instituições descobriu que suar a camisa ajuda a diminuir a probabilidade de uma pessoa desenvolver 13 tipos de tumores. Para o trabalho, publicado recentemente no periódico médico JAMA,  os especialistas analisaram informações de 12 estudos, incluindo, no total, mais de 1,4 milhão de voluntários e 186 932  casos da doença. Descobriu-se, então, que a turma mais ativa, independentemente de características como IMC (índice de massa corporal) e uso de cigarro, estava mais protegida contra vários tipos de tumores. Veja, a seguir, quais são eles e quanto cai o risco de enfrentá-los, segundo a pesquisa:

1. Câncer de esôfago: -42%
2. Câncer de fígado: -27%
3. Câncer de pulmão: -26%
4. Câncer de rim: -23%
5. Câncer de estômago: -22%
6. Câncer de endométrio: -21%
7. Leucemia mieloide: -20%
8. Mieloma: -17%
9. Câncer de cólon: -16%
10. Câncer de cabeça e pescoço: -15%
11. Câncer no reto: -13%
12. Câncer de bexiga: -13%
13. Câncer de mama: -10% 

Fonte:
http://mdemulher.abril.com.br/saude

terça-feira, 7 de junho de 2016

Exames para detectar zika passam a ter cobertura dos planos de saúde

Exames para detectar zika passam a ter cobertura dos planos de saúde


Planos de saúde serão obrigados a cobrir os exames para detecção do zika vírus em gestantes, bebês (cujas mães tenham recebido diagnóstico de infecção pelo vírus) e recém-nascidos com malformação congênita. Esses grupos são considerados prioritários pelo risco de microcefalia, problema que não deixa o cérebro das crianças se desenvolver de forma adequada. A medida, uma decisão da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), foi publicada no Diário Oficial da União hoje, segunda-feira, 6, e passa a valer a partir de 6 de julho. 

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Os exames que farão parte da lista são:
  • PCR: aconselhado para gestantes que apresentem sintomas (até cinco dias depois do surgimento dos primeiros sinais da doença).
  • IgM: aconselhado para grávidas com ou sem sintomas da doença nas primeiras semanas de gestação (pré-natal) com repetição ao final do segundo trimestre da gravidez; para bebês, filhos de mães com diagnóstico de infecção pelo vírus zika e para recém-nascidos com malformação congênita.
  • IgG: aconselhado somente para infeção pelo vírus zika em gestantes ou recém-nascidos que já realizaram pesquisa de anticorpos IgM e que apresentaram resultado positivo.


Fonte:
http://mdemulher.abril.com.br/saude

5 benefícios de uma mente curiosa

Menina curiosa

Crianças têm mentes ativas que funcionam como uma esponjinha, sempre pronta para “sugar” as novidades do mundo. Elas olham, procuram, mexem e, principalmente, questionam! E a responsabilidade de responder nem sempre é fácil. Aliás, quem já não se surpreendeu com a pergunta de uma criança? Com o passar dos anos, nós vamos perdendo esse olhar curioso. Retomar essa procura é importante para manter a mente ativa e abrir os horizontes. Por isso, esteja aberta a aprender e a desaprender, leia mais e de fontes diferentes, vá a lugares que você não conhece, converse com pessoas que tenham opiniões diferentes das suas, mude a rotina, faça perguntas sobre si e sobre os outros e vá atrás dessas respostas! Sua mente curiosa trará benefícios. Confira 5 deles:
1. Você chegará a algo novo – assim como os cientistas, você também terá o seu momento eureca!
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2. Você se entenderá melhor – questionar suas opiniões, decisões e preferências fará com que você esteja mais consciente de si mesma.
3. Você estará mais aberta a possibilidades – ir além da superfície, fará com que você explore ideias diferentes.
4. Você será mais ativa no trabalho – assim como um músculo, a mente se fortalece com o exercício constante. Os desafios profissionais vão ser resolvidos mais facilmente com uma mente poderosa!
5. Você será mais positiva - você se sentirá mais tranquila para aceitar o incerto e segura de que há outros caminhos a seguir quando for preciso.

Fonte:
http://mdemulher.abril.com.br/saude

Os pés voltam ao tamanho normal depois da gravidez?

Tamanho dos pés depois da gravidez


Depois que a mulher engravida, o corpo passa por tantas transformações que, às vezes, fica até difícil lembrar como ele era antes da gestação. O cabelo muda, a pele fica diferente, a cintura some... Mas se essas alterações já são esperadas por quem pretende gerar um bebê, há uma sobre a qual muita gente não fala, mas que pode acontecer: o aumento dos pés. E não estamos falando aqui daquele inchaço que some com o tempo, não. Pode acontecer uma mudança permanente que vai fazer seus sapatos 36 darem lugar aos 37, mesmo depois de dar à luz.
"Fica fácil entender por que isso acontece quando se sabe que, durante esse período, existe a produção de um hormônio que relaxa os ligamentos de todas articulações, e os pés ficam maiores no comprimento em decorrência desse relaxamento", explica o ginecologista e obstetra Alberto d'Auria, do Hospital e Maternidade Santa Joana, em São Paulo. Nas gestantes que têm os pés planos, chamados de "chatos", a mudança pode ser ainda mais severa. "Com essa frouxidão, há um aumento do diâmetro ântero-posterior e também do diâmetro transverso, deixando os pés mais largos", explica o especialista.
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Além do aumento no comprimento e na largura, os pés ainda podem ficar mais "altos" na gestação, principalmente quando eles têm bastante gordura. "A tendência na gravidez é que mais gordura seja depositada ali, levando a um aumento da altura. Por consequência, necessita-se de sapatos maiores", esclarece d'Auria. E é provável que você já tenha ouvido muitas mulheres contarem que nunca mais voltaram ao número que calçavam antes - ou talvez você mesma tenha passado por essa experiência. Isso acontece porque, às vezes, os pés realmente não retornam mais ao formato antigo. 
Caso de estudo
Até os cientistas têm se interessado pelo que acontece nos pés ao longo dos nove meses gestacionais. Uma pesquisa realizada por experts da Universidade de Iowa, nos Estados Unidos, e publicado na revista científica American Journal of Physical Medicine & Rehabilitation, analisou 49 grávidas que tiveram os pés medidos no primeiro trimestre da gestação e, depois, cinco meses após o parto. O resultado apontou que 70% delas ainda estavam com os pés mais compridos e mais largos depois que se tornaram mães. O aumento identificado variou de 2mm a 10mm - o que equivale, aproximadamente, a um número do calçado.
Ainda de acordo com esse trabalho, só a primeira gestação causa mudanças tão significativas na estrutura dos pés. Então, fique tranquila: se isso já aconteceu com você na primeira vez que teve filho, a tendência é que seus pezinhos permaneçam do jeito que estão na próxima gravidez.  

Fonte:
http://mdemulher.abril.com.br/saude

segunda-feira, 6 de junho de 2016

13 sinais de gravidez estranhos que as pessoas ignoram

Transformações acontecem no corpo da mulher. Toda essa mudança hormonal, obviamente, traz alguns sintomas que indicam à mulher que algo “errado” está acontecendo em seu organismo.
Dentre os mais clássicos sintomas da gravidez, como todo mundo sabe, estão a falta de menstruação, alterações de humor, tonturas, enjoos e assim por diante. Mas, esses não são os únicos alertas que o útero e o restante do corpo enviam à futura mamãe.
Como você vai ver na matéria de hoje, existe uma vasta lista de sintomas da gravidez que as pessoas costumam ignorar por serem pouco conhecidos e, em muitos casos, até mesmo estranhos. Ou você já desconfiou que sangramento na gengiva poderia ser um sinal de bebê chegando?
E, como você vai ver, os sintomas estranhos no corpo da mulher, que podem indicar gravidez, podem ser muito mais numerosos que você e qualquer outra pessoa leiga poderia imaginar. A gente só espera que você não leve um susto depois dessa matéria, achando que vai ser mamãe ou papai! (Brincadeirinha!).

Confira 13 sinais de gravidez estranhos que as pessoas ignoram:

1. Sangramento na gengiva

Pode ser um outro problema, mas o sangramento na gengiva é um dos sinais de gravidez que as pessoas ignoram. Esse episódio pode acontecer, especialmente após escovar os dentes, por causa do aumento no fluxo sanguíneo, que deixa os vasos maiores e mais sensíveis durante esse período.

2. Sangramento no nariz

O nariz também pode sangrar ou ficar mais constipado devido à mudança do fluxo de sangue. No caso da constipação, a retenção de líquidos acaba inchando o revestimento da mucosa do nariz, o que o deixa sempre entupido.

3. Ronco

Com todo esse inchaço na cavidade nasal, além da respiração atrapalhada, pode também resultar em roncos durante o sono. Mas isso você pode resolver, pelo menos, de forma paliativa.

4. Vasinhos e veias salientes

O aparecimento de vazios também pode ser um dos sinais estranhos de gravidez, já que o fluxo de sangue fica mais intenso durante a gestação.

5. Inchaço na vulva

Também por causa do fluxo de sangue, é possível que essa parte do corpo fique inchada também e até mesmo que muda de cor.

6. Aumento ou diminuição da libido

Para mais ou para menos, mas a verdade é que a vontade de ter relações mais íntimas costuma ficar alterada durante a gravidez devido à produção hormonal intensa comum nas grávidas.

7. Pés maiores

Outro dos sinais de gravidez estranhos é o aumento do tamanho dos pés. Isso acontece porque durante a gravidez a mulher produz um hormônio que interfere diretamente nas articulações, deixando-as mais frouxas. Mas, calma, o tamanho normal dos pés costuma voltar depois de dar à luz.

8. Puns

Sim, eles ficam mais frequentes e podem ser um dos sinais de gravidez que as pessoas não conhecem. As flatulências ocorrem com mais frequência nesse período devido à produção de um hormônio de relaxamento, chamado relaxina, que ajuda durante o parto. Mas, ao mesmo tempo, esse tal hormônio relaxa também outros músculos, como os gastrointestinais, o que acaba resultando em puns.

9. Gosto de metal na boca

Alterações hormonais também afetam a sensibilidade do paladar das grávidas. Isso é mais comum nos primeiros três meses de gravidez e pode ser um dos sinais do período interessante que quase ninguém presta atenção.

10. Intestino preso

Claro que muitas mulheres sofrem com esse problema constantemente, mas se o transtorno se intensificar ou se, de repente, seu intestino que funciona maravilhosamente bem simplesmente travar, fique atenta! Isso acontece porque a digestão fica comprometida na gravidez, já que todo o corpo está em transformação e acaba absorvendo mais água que o normal.

11. Coceira

Não só no ventre, como em diversas partes do corpo. Isso acontece porque o hormônio HCF deixa a pele ressecada, causando o incômodo.

12. Olho ressecado

Outro dos sinais de gravidez que as pessoas costumam não perceber é o ressecamento dos olhos. Em muitos casos, a visão pode até ficar um tanto embaçada devido às alterações hormonais, que influenciam na produção de lágrimas também.

13. Tosses e infecções respiratórias

Embora possam ser confundidos com resfriados e outras doenças, esses sintomas podem sim ser um sinal de gravidez. Isso porque as grávidas, que sofrem mais frequentemente de obstrução nasal, podem ainda ficar com o sistema imunológico fragilizado devido às mudanças bruscas em seu organismo.


Fonte:
http://segredosdomundo.r7.com

Taurina é aliada dos músculos e boa para o coração




A taurina é um dos aminoácidos não essenciais. Ela apoia o desenvolvimento neurológico e ajuda a regular o nível de água e sais minerais do sangue. Ela contribui no desenvolvimento do sistema nervoso, desintoxica o organismo facilitando a excreção de substâncias pelo fígado que não são mais importantes ao corpo. Fortalece e aumenta a força das contrações cardíacas e protege as células do coração. Tem ação antioxidante, combatendo os radicais livres que danificam as membranas celulares. É um estabilizador da membrana e modulador da homeostasia do cálcio. Tem clara relação com o desenvolvimento pré-natal e pós-natal dos sistemas nervoso e visual.


Embora a taurina seja um produto final do metabolismo dos aminoácidos sulfurados, essa substância é também comumente obtida a partir da dieta. A taurina está presente na maioria dos alimentos de origem animal. Por outro lado a substancia está ausente ou presente em níveis mais baixos na maioria dos alimentos de origem vegetal. Bebidas enriquecidas com taurina são populares há décadas no Japão.

Benefícios da taurina

Aliada dos músculos: A L-Taurina desempenha um papel importante na produção de óxido nítrico, um gás natural no corpo humano, que aumenta o fluxo sanguíneo para o músculo esquelético. Como resultado se produz o aumento do fluxo sanguíneo. Um maior fluxo sanguíneo significa mais oxigênio e mais nutrientes para os músculos. A taurina ainda acelera a recuperação e reduz o cansaço muscular.

Previne o diabetes: A taurina é um aminoácido condicionalmente essencial para o ser humano, se concentra nas células alfa do pâncreas. Ela melhora o funcionamento do metabolismo de glicose e aminoácidos. Estudos revelam que de alguma forma, a taurina modula o controle parácrino, no qual um hormônio produzido por uma célula controla a atividade da célula vizinha, a insulina, favorecendo maior ou menor secreção do hormônio dependendo do caso. Desta forma ajuda a prevenir o diabetes.


Boa para o coração: Em alguns casos, o médico receita o uso de suplementos de taurina que podem auxiliar na redução dos níveis de homocisteína, um aminoácido que pode aumentar o risco de doença do coração, quando detectados em níveis elevados. Além disso, a taurina estabiliza os níveis de colesterol no sangue.


Ação diurética: A taurina também conta com uma ação diurética.


Boa para a imunidade: A taurina é benéfica para o sistema imunológico. Isto porque as pesquisas demonstraram que a taurina, no sistema imunológico, modula a ação de células T e reduz a presença de neutrófilos no processo inflamatório. Outras pesquisas apontam que a taurina pode ter um efeito antioxidante.

Benefícios em estudo da taurina


Pode ajudar no tratamento da doença de Alzheimer: Pesquisadores revelam que os níveis de taurina caem com a idade, em indivíduos saudáveis, mas também naqueles que sofrem com a doença de Alzheimer. Uma futura aplicação terapêutica da taurina depende dos resultados positivos destes testes e ainda não se pode afirmar efetivamente que a taurina representa a cura neste tipo de tratamento.

Quantidade recomendada de taurina


A quantidade a ser ingerida de taurina vai depender do objetivo e deve-se buscar a orientação do médico ou nutricionista antes de ingerir os suplementos de taurina. A dosagem recomendada de taurina varia de 3 a 6 gramas por dia.

Alimentos ricos em taurina

Os principais alimentos ricos em taurina são aqueles que possuem boas quantidades de proteína como: peixes, frutos do mar como mariscos e ostras, aves como carne escura de frango e peru e carne bovina. Alguns alimentos de origem vegetal como beterraba, nozes e feijão também contam com taurina, porém em menor quantidade.

Suplemento de taurina

Os suplementos de taurina existem em forma de cápsulas, ou pó, para ingestão oral. Eles ajudam a diminuir as perdas de proteína e maximizar o aproveitamento de proteínas ingeridas. A taurina, geralmente, é utilizada em suplementos alimentares, combinada a creatina, para potenciar o crescimento muscular durante treinos de musculação. Estudos sugerem que a suplementação de bebidas energéticas ajudam a melhorar o desempenho do esportista e do atleta.

É importante consultar um médico ou um nutricionista antes de começar a consumir o suplemento de taurina.

A L-Taurina é uma substância totalmente benéfica para o organismo humano, desde que seja utilizada na dosagem recomendada e com o auxílio de profissionais da nutrição. É importante manter uma alimentação equilibrada enquanto ingere a taurina. É interessante ingerir a taurina antes da prática de exercícios.

A taurina, geralmente, é utilizada em suplementos alimentares combinada a creatina para potenciar o crescimento muscular durante treinos de musculação.

Riscos do consumo em excesso



Ainda não existem relatos de toxicidade com taurina. Contudo, é importante não ultrapassar a quantidade recomendada da substância.

Combinando a taurina


A taurina, geralmente, é utilizada em suplementos alimentares combinada a creatina para potenciar o crescimento muscular durante treinos de musculação.

A taurina nos energéticos

A taurina está presente em diversas bebidas energéticas. Ela funciona minimizando ou até de certa forma atuando como antídoto para alguns efeitos das outras substancias presentes nos energéticos. Entre os benefícios da taurina está o fato dela minimizar os efeitos do sistema nervoso simpático que é diretamente afetado pelas altas doses de cafeína presente nos energéticos.


Na fórmula dos energéticos também estão presentes os carboidratos (glucoronolactona) o que pode levar ao ganho de peso e aumento do risco de desenvolvimento de diabetes. Alguns trabalhos sugerem que ela melhora a sensibilidade a ação da insulina.


A cafeína é outra substância presente em grandes quantidades nos energéticos. Ela atua no sistema nervoso central como um estimulante direto deixando nosso cérebro em constante alerta e com mais atenção e concentração, diminuindo também a fadiga mental. A cafeína é largamente utilizada como recurso ergogênico, melhora o desempenho, por esportistas e atletas por atuar na elevação da capacidade aeróbica com melhor oxigenação muscular, melhorando assim seu rendimento.


Além deste benefício, a cafeína diminui a percepção de cansaço pelo cérebro do atleta, fazendo com que ele demore um pouco mais para atingir a exaustão. Outro efeito atraente é o termogênico, que ao transformar a gordura em fonte de energia gera calor e eleva a temperatura corporal, acelerando o metabolismo e favorecendo a perda de peso.

Os problemas do excesso de energéticos


O excesso de energéticos pode causar problemas de saúde, especialmente porque leva ao excesso de cafeína. Doses de cafeína acima de 250 mg/dia já podem representar efeitos colaterais.


Os principais problemas do consumo em excesso de energéticos são:


Fasciculação e tremores musculares: Os níveis elevados de hormônios estimulantes correndo pela circulação fazem as pálpebras e músculos tremerem por uma maior excitabilidade.

Infarto e AVC: As substâncias que conferem excitação também geram constrição das artérias. No cérebro, o aperto pode levar a um derrame. No coração, a um ataque cardíaco.

Erosão dentária: O pH baixo dos energéticos fomenta um desequilíbrio bucal. Assim, o cálcio sai dos dentes, alterando a superfície do esmalte.

Gastrite: Os hormônios liberados por causa da cafeína da bebida favorecem a produção de ácidos no estômago. Isso explica a possibilidade de queimação.

Desidratação: Este problema ocorre pelo aumento da frequência com que a pessoa faz xixi.

Ansiedade e insônia: Isto ocorre pelo efeito da cafeína direto no sistema nervoso central.



Fonte:

http://www.minhavida.com.br/alimentacao