quarta-feira, 16 de março de 2016

Diabéticos podem tomar vinho?

Diabéticos pode tomar vinho?

Apesar do status de bebida do bem, o vinho sempre foi contraindicado a pessoas com diabete. "É que o álcool é associado à elevação da glicemia", conta o médico Walter Minicucci, presidente do Departamento de Diabetes da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia. Mas, segundo o especialista, isso não procede. "A cerveja faz a glicose subir. O vinho não", afirma. Recentemente, um estudo israelense com 194 voluntários confirmou que tomar uma taça por dia é seguro para diabéticos com a doença bem controlada (frisamos: bem controlada). 

Aliás, quando repetido por dois anos, o hábito resultou em benefícios para o coração, como o aumento do bom colesterol, principalmente entre quem tomou vinho tinto. Ainda que considere essencial a realização de mais pesquisas para confirmar esse efeito, Minicucci não vê empecilhos em liberar um pouco da bebida. "Desde que o diabético tenha outros hábitos saudáveis", pondera.

Se não bebe...

...não há motivo para começar. Embora tenha suas virtudes, o vinho (em doses moderadas) seria indicado para aquelas pessoas que já têm o hábito de ingerir a bebida. "Do contrário, compensa mais incentivar a boa dieta, o abandono do cigarro, caminhadas, e por aí vai", argumenta Minicucci.

Fonte:
http://mdemulher.abril.com.br/saude

Exercícios inibem a fome

Exercícios inibem a fome

Há quem alegue que suar a camisa dá uma fome danada e, portanto, prejudica a dieta. Mas essa ideia parece estar equivocada, de acordo com novas evidências vindas do Reino Unido. Pesquisadores da Universidade de Loughborough primeiro restringiram a alimentação de 12 mulheres para gerar um déficit calórico capaz de enxugar a cintura. Em outro dia, pediram para as mesmas voluntárias esquecerem dessa dieta e se exercitarem de modo a queimar mais ou menos as mesmas calorias da primeira parte do experimento. Nas duas etapas, os cientistas analisaram as taxas de grelina, hormônio que promove a sensação de fome.

Com base nisso, eles descobriram que, quando as voluntárias passaram por uma restrição alimentar, exibiram níveis mais altos dessa substância no sangue. Mais: elas comeram quase 300 calorias a mais em um bufê que foi deixado à disposição para elas. Claro, esse trabalho não quer dizer, de forma alguma, que a única estratégia eficaz para perder peso sem morrer de fome é malhar — até porque existem pessoas que, por pura indulgência, compensam o tempo na esteira se deliciando com alimentos pra lá de calóricos. Mas ele reforça que insistir em só fechar a boca (sem dedicar tempo à atividade física) dificilmente culminará em manutenção de um peso adequado no longo prazo.

Fonte:
http://mdemulher.abril.com.br/saude

Governo lança plano para acelerar teste de microcefalia

Governo quer acelerar teste de microcefalia


Diante do surto de microcefalia que tem acometido o país, o Ministério da Saúde e o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome lançaram nesta terça-feira, 15, um plano para apressar a realização do teste que confirma a malformação cerebral. Além de acelerar esse processo, a iniciativa também tem o objetivo de diminuir o tempo de espera para a concessão do benefício de um salário mínimo a crianças de famílias de baixa renda que tenham nascido com a doença.
O governo prevê um repasse de R$ 10,9 milhões aos estados, de acordo com o número de casos suspeitos - serão R$ 2,2 mil por notificação. Dessa forma, Pernambuco é o que fica com a maior fatia (R$ 3,2 milhões), já que é o líder com casos em investigação no Brasil. Os recursos deverão ser utilizados para a realização de exames de imagem, como a ultrassonografia transfontanela e/ou tomografia, além de cobrir transporte dos pacientes e outras despesas para o cumprimento da Estratégia de Ação Rápida para o Fortalecimento da Atenção à Saúde e Proteção Social das Crianças com Microcefalia, que estabelece que os bebês com a doença sejam direcionados aos Centros de Referência em Assistência Social (CRAS).
Essas medidas são essenciais porque, além do diagnóstico precoce da malformação, esse é o primeiro passo para que as famílias com casos confirmados de microcefalia possam solicitar o Benefício de Prestação Continuada (BPC). Aprovado pela Constituição de 1988, ele garante a transferência mensal de um salário mínimo (hoje, de R$ 880) ao idoso e à pessoa com deficiência que comprovem não possuir meios para prover a própria manutenção. Vale lembrar que, para receber o benefício, a renda per capita da família não pode ser superior a um quarto de salário mínimo, ou seja, R$ 220.
Também para diminuir a demora dessa concessão, o Instituto Nacional de Segurança Nacional (INSS) deu início a uma força-tarefa para responder aos pedidos do benefício já feitos até agora - estima-se que 2 mil já tenham sido agendados, mas não se sabe quanto desse total está relacionado à microcefalia. Com mutirões já realizados em Fortaleza, Salvador, Recife e São Luís, a intenção do INSS é repetir essa iniciativa nas próximas semanas.
Segundo o ministro da Saúde, Marcelo Castro, essa é uma ação integrada entre as redes do Sistema Único de Saúde (SUS) e da Assistência Social (SUAS): "Este apoio adicional é um estímulo para os gestores localizarem as crianças, levá-las para fazer o diagnóstico e encaminhá-las para os serviços complementares, de saúde e de proteção social. Além de ser importante para dar celeridade ao conhecimento de cada caso, essa é uma questão humanitária, para que as famílias saibam se seus filhos notificados sob suspeita estão ou não com microcefalia".

Fonte:
http://mdemulher.abril.com.br/saude

terça-feira, 15 de março de 2016

Ovários policísticos: tire 10 dúvidas sobre a síndrome


A mulher que apresenta ovários policísticos produz uma quantidade maior de hormônios masculinos, os andrógenos, fator que pode afetar a fertilidade feminina. O principal problema que este desequilíbrio hormonal provoca está relacionado com a ovulação. A testosterona produzida pela mulher interfere nesse mecanismo e, ao mesmo tempo, aumenta a possibilidade da incidência de cistos, porque eles resultam de um defeito na ação dos hormônios do ovário, impedindo a ovulação. A seguir, esclareço as dúvidas mais comuns sobre a doença:

Quais são os principais sintomas da síndrome dos ovários policísticos?

São as alterações menstruais. A mulher menstrua a cada dois ou três meses e, freqüentemente, tem apenas dois ou três episódios de menstruação por ano. Outro sintoma é o hirsutismo, ou seja, o aumento de pelos no rosto, nos seios e na região mediana do abdômen. A obesidade também é um sintoma freqüente. Na verdade, a obesidade piora a Síndrome. Às vezes, a paciente não tem as manifestações sintomáticas, mas quando engorda, elas aparecem.

Alterações menstruais muitas mulheres têm. Existe algum tipo que seja característico da síndrome do ovário policístico?

Menstruações espaçadas é a principal característica dessas alterações. Mulheres com ovários policísticos têm apenas dois, três ou quatro episódios menstruais por ano.

Em que fase da vida da mulher, a Síndrome costuma aparecer?

Ela começa na puberdade e vai até a menopausa. Alguns casos tornam-se assintomáticos com o tratamento, mas é uma doença crônica. Por isso, é comum a mulher com ovário policístico procurar vários especialistas, ao longo da vida, em busca de tratamento. No entanto, a importância que se dá ao caso, depende da fase da vida que a mulher atravessa. Na puberdade e na adolescência, os pêlos causam maior incômodo. Depois, na idade do casamento, preocupam as alterações menstruais, que podem ser sinal de infertilidade. Há, também, o momento em que a obesidade representa o maior inconveniente. A Síndrome assume maior ou menor relevância, de acordo com a fase de vida da mulher e, conseqüentemente, o tratamento deve respeitar os sintomas que se destacam em determinado período.

Como se faz o diagnóstico da Síndrome dos Ovários Policísticos?

O diagnóstico da doença ficou muito facilitado com o emprego do ultra-som. Antigamente, fazíamos uma pneumopelvigrafia, um exame invasivo porque se aplicava uma injeção de ar no abdômen para visualizar melhor os órgãos pélvicos e tirava-se uma radiografia. Hoje, a sonda do ultra-som sobre a superfície externa do abdômen permite um diagnóstico preciso. Normalmente, os ovários policísticos são visualizados por meio do exame de ultra-som ou no de toque realizado no exame ginecológico de rotina. Às vezes, basta examinar a paciente para localizar os dois ovários aumentados. O ovário tem mais ou menos 9cm³. O ovário policístico chega a ter 20cm³, quer dizer, o dobro do volume. Além disso, sua aparência é típica: fica coberto por uma capa branca semelhante à albugínea que envolve o testículo, e os cistos formam uma saliência na superfície.

Qual a diferença entre cisto no ovário e ovário policístico?

A diferença está no tamanho e no número de cistos. Geralmente, na Síndrome, existem de 10 a 20 pequenos cistos com meio centímetro de diâmetro, enquanto os cistos de ovário são únicos e bem maiores, medindo de 3 a 10 cm. Eles só não são únicos nos casos de estimulação ovariana para fertilização assistida, quando podem ocorrer de cinco a dez cistos grandes. Se a mulher faz um ultra-som e encontra um cisto grande no ovário, isso não quer dizer que ela corra risco maior de desenvolver a Síndrome dos Ovários Policísticos. Não há esse perigo. Essa mulher tem, provavelmente, uma alteração no controle da função ovariana que leva à produção do cisto. Ela pode ter um problema no hipotálamo ou na hipófise, que não faz parte da Síndrome dos Ovários Policísticos, uma patologia crônica para a qual ainda não se descobriu a cura.

A mulher com síndrome de ovários policísticos produz mais testosterona que a mulher normal?

Quais as conseqüências deste desequilíbrio hormonal? É importante dizer que todas as mulheres produzem fisiologicamente hormônios masculinos. Na mulher, uma das funções dos andrógenos é justamente aumentar a libido. O principal problema que este desequilíbrio hormonal provoca está relacionado com a ovulação. A testosterona interfere nesse mecanismo e, ao mesmo tempo, aumenta a possibilidade da incidência de cistos, porque eles resultam de um defeito na ação dos hormônios do ovário e isso impede a ovulação. Os cistos representam a parada do desenvolvimento dos folículos para ovular. O folículo, normalmente, atinge um estágio em que arrebenta e expele o óvulo. Quando isso não acontece, um líquido se acumula nesse local. Como mais ou menos dez folículos se desenvolvem todos os meses, surgirão dez ou quinze pequenos cistos característicos do ovário policístico. No entanto, essa mulher não ovula porque lhe faltam condições endócrinas para tanto.

O aparecimento da acne é muito freqüente nesse tipo de síndrome?

A acne é um sintoma comum na Síndrome dos Ovários Policísticos. Quando o andrógeno atua sobre o sistema pilossebáceo, aumenta a produção de pêlos e a de material oleoso pelas glândulas sebáceas, o que facilita a instalação das infecções características da acne. É importante que a causa da acne em adolescentes seja pesquisada, pois pode tratar-se de ovários policísticos.

Quais as possibilidades terapêuticas para o tratamento da Síndrome dos Ovários Policísticos?

O tratamento depende da fase de vida da mulher. O que é mais importante em determinado momento e qual o sintoma que mais a incomoda são perguntas que o médico que a assiste deve fazer. Como se trata de uma doença crônica, não há cura da síndrome, e sim, tratamento dos sintomas. Uma adolescente de 15/16 anos, obesa, com pêlos e acne e perturbações menstruais, precisa primeiro tentar emagrecer. Às vezes, só a perda de peso provoca a reversão do quadro, porque a obesidade gera resistência à insulina e essa resistência produz o aumento de andrógenos, os hormônios masculinos. Se ela não for obesa, torna-se necessário diminuir a produção dos hormônios masculinos e uma das maneiras mais simples de fazê-lo é por meio da pílula anticoncepcional. Qualquer pílula, não precisa ser uma em especial, porque todas deprimem a função ovariana e, portanto, diminuem a produção de hormônio masculino. O anticoncepcional atua também na unidade pilossebácea, reduzindo o crescimento dos pêlos e a produção de sebo. Dessa forma, melhoram os quadros de hirsutismo, acne e as alterações menstruais, uma vez que a pílula regulariza os ciclos menstruais.

Como a infertilidade está associada à Síndrome dos Ovários Policísticos?

Até os 23 anos de idade, mais ou menos, mulheres com a Síndrome podem ovular esporadicamente. Sabe-se que nem todas as menstruações que ocorrem espaçadamente são ovulatórias, mas algumas são, e a mulher consegue engravidar. É muito comum a referência de que antes dos 23 anos, elas tiveram um ou dois filhos. Depois, não conseguiram mais engravidar. Essa é uma das patologias mais simples de serem tratadas porque as mulheres, em geral, respondem ao indutor da ovulação mais corriqueiro que existe, o clomifeno. Ele é administrado por via oral, cinco dias por ciclo, a partir do primeiro dia e é capaz de corrigir as anomalias endócrinas e provocar ovulação. Grande parte das mulheres responde bem ao tratamento e engravida. Infelizmente, algumas não conseguem porque as condições locais ficaram ruins ou o estroma produz muito andrógeno e é necessário adotar outra tática, como estimular os ovários com gonadotrofinas, o que se faz normalmente na fertilização in-vitro. Atualmente, não empregamos mais a técnica de ressecção em cunha dos ovários. O que se faz é a cauterização laparoscópica. Através de três pequenas incisões na parede abdominal, os cistos são cauterizados. Com isso, as pacientes começam a menstruar, ovular e ficam grávidas. Muitas chegam a menstruar regularmente até a menopausa.

E quando estas mulheres com ovários policísticos chegam à menopausa, os problemas desaparecem?

Em conseqüência do hiperinsulinismo, essas mulheres, ao chegar à menopausa, apresentam maior risco de apresentar distúrbios cardiovasculares. Mais freqüentemente, elas são hipertensas e desenvolvem diabetes do tipo II, justamente aquele que não é insulinodependente, porque têm resistência à insulina. Por isso, elas devem procurar tratamento pelo menos para normalizar essa resistência à insulina. Assim, independentemente da idade, quando uma mulher tem hiperinsulinismo, uma das tentativas é utilizar a metilformina, uma substância que aumenta a sensibilidade à insulina. De 40% a 50% das pacientes respondem bem a esse esquema terapêutico, as menstruações se regularizam, os níveis de testosterona baixam e elas engravidam.

Fonte:
http://www.minhavida.com.br/saude

Como obter Cálcio na Alimentação (sem Leite ou Derivados)

Como obter Cálcio na Alimentação (sem Leite ou Derivados)

Muito se fala sobre a importância do cálcio para nossa saúde e, de carona com ele, sobre a importância do leite. Hoje sabemos que o leite não é fundamental, e que existem diversas alimentos superiores em cálcio.
Várias pessoas, por um motivo ou por outro, estão buscando alternativas ao leite (devido à intolerância à lactose, por exemplo). Nesse caso, é ainda mais importante conhecer as fontes de cálcio e incluí-las em sua dieta.

A Importância do Cálcio

Os alimentos ricos em cálcio ajudam a melhorar a estrutura dos ossos e dentes. Este mineral é importante também para a condução nervosa, contração muscular, frequência cardíaca, coagulação sanguínea e produção de energia.
Especialmente pessoas com osteoporose (ou com histórico de osteoporose na família), devem ter uma alimentação rica em cálcio, assim como crianças e mulheres na fase da menopausa, para prevenir problemas relacionados à alteração hormonal e à absorção do cálcio.
Mitos sobre o Cálcio e o Leite
Na crença popular, diz-se que os laticínios são os alimentos que contêm mais cálcio; que é o que melhor se absorve pelo corpo e que o consumo de leite está diretamente relacionado à prevenção da osteoporose. Além do cálcio do leite não ser absorvido pelo corpo com eficiência, as sementes, leguminosas e vegetais muitas vezes tem mais cálcio que o leite.
Está comprovado que o cálcio que melhor se absorve é o das algas, seguido pelas hortaliças de folhas verdes, os frutos secos, as sementes oleaginosas, os cereais integrais e os legumes. Apenas depois vem o leite e seus derivados.
Por último, as pesquisas recentes demonstraram que diferentemente do que sempre se acreditou, o leite pode causar osteoporose se consumido durante toda a vida. Por exemplo, nos países onde mais se consome esse lácteo (Suíça, Finlândia, Suécia e Holanda) há mais casos desta doença que ataca os ossos. Nas nações onde menos se consome (Libéria, Camboja, Gana, Congo), a osteoporose é muito rara de encontrar.

Quantidade de Cálcio Recomendada

A quantidade diária de cálcio deve girar em torno de 1200mg. Para depois da menopausa, a mulher precisa de 1500mg diariamente. Na terceira idade, o ideal é consumir 1600mg por dia.
Por outro lado, há de se cuidar com o excesso de cálcio (em particular a partir do uso excessivo de suplementos). Isso pode levar a pedras nos rins, calcificação de tecidos moles e aumento do risco de doenças vasculares como acidente vascular cerebral e ataque cardíaco. No entanto, o cálcio em qualquer forma é bom para seu corpo, desde que não ultrapasse de forma exagerada a necessidade diária de seu organismo.

Fontes de Cálcio

Como obter Cálcio na Alimentação (sem Leite ou Derivados)

1. Semente de Gergelim

A semente de gergelim é riquíssima em cálcio. É considerada uma das melhores fontes de cálcio existentes, 825 mg de cálcio em cada 100 g do alimento. A semente também ajuda regularizar o trânsito intestinal e controlar a glicemia. Por fim, estudos mostram que as gorduras insaturadas presentes na semente de gergelim agem de forma positiva na regulação do colesterol e do triglicérides. Uma excelente forma de consumir é fazendo um leite vegetal de gergelim.

2. Sardinha

As sardinhas são conhecida por ser fonte de uma gordura boa, o ômega 3. Porém, as sardinhas também são ricas em cálcio, já que a cada 100g contém cerca de 550 mg de cálcio. Além disso, elas também são ricas em vitamina D, a vitamina D é essencial na absorvição do cálcio no corpo.

3. Chia

Semente rica em ômega 3, fibras, ferro e proteínas, a chia também é muito rica em cálcio, 456 mg de cálcio em cada 100 g do alimento. A chia ainda é conhecida por proteger o coração, melhorar o sistema imunológico, combater cãibras e auxiliar no funcionamento do sistema nervoso.

4. Brócolis

O brócolis cru contém 400 mg de cálcio em 100 g. Ao ingerir o alimento cozido ou no vapor, ele perde uma boa quantidade de cálcio. Mas se optar em consumir o brócolis cozido, você vai aproveitar outros nutrientes como ácido fólico, antioxidantes, fibras e vitaminas A e C.

5. Aveia

A aveia é rica em fibras e tem um papel importante na diminuição do colesterol ruim (LDL). O que pouca gente sabe é que ela também é rica em cálcio, oferecendo 300 mg do mineral a cada 100 g do cereal. O alimento cai bem em receitas de pães e bolos, misturado com mingau ou frutas ou como leite vegetal.

6. Amêndoas

Além de serem deliciosas e um ótimo petisco para os lanchinhos durante o dia, as amêndoas são ricas em cálcio. São 237mg de cálcio em 100g do alimento.

7. Linhaça

Uma porção de 100 g de linhaça contém 200 mg de cálcio. Além do cálcio a linhaça regula o funcionamento do intestino, melhora o sistema imunológico, equilibra os hormônios e é fonte da gordura poli-insaturada ômega-3 que previne contra doenças cardiovasculares. Também funciona muito bem em leites vegetais.

8. Dente-de-leão

O dente-de-leão é realmente benéfico para nosso organismo. Diurético e bom para o fígado, é também um grande antioxidante. As folhas macias podem ser cozidas em saladas, como se fossem espinafre. Contém mais cálcio que o leite, 187 mg para cada 100 gramas, você também pode consumir as raízes cozidas.

9. Couve

A couve é um dos vegetais mais usado no mundo. É rico em muitos nutriente e, principalmente, é boa alternativa de alimentos ricos em cálcio, pois a cada 100g do seu consumo contém cerca de 130 mg de cálcio.

10. Quinoa e Amaranto

São conhecidos como “pseudo cereais” e são com frequência incluídas em dietas vegetarianas e veganas por seu grande aporte de cálcio. O amaranto, por exemplo, é a planta mais nutritiva que existe, com 18% de cálcio. Misturá-lo com arroz é aconselhável para os que não bebem leite. Também pode-se consumir como sopa ou um refogado de legumes. A quinoa, por sua vez, tem ótimas propriedades para o organismo.

11. Grão de Bico

Da família das leguminosas, o grão de bico proporciona benefícios similares aos feijões e lentilha. A cada 100 g do alimento, são obtidos 120 mg de cálcio. Outras vantagens do consumo é a sensação de saciedade, melhora do fluxo intestinal e obtenção de proteínas.

Fonte:
http://belezaesaude.com/calcio-sem-leite/

sexta-feira, 11 de março de 2016

7 dúvidas e respostas sobre pedra nos rins em crianças

Pedra no rim em crianças

Muita dor de um lado das costas, choro, enjoo... Se só de ler esses sintomas você pensou em pedras nos rins, provavelmente é porque já teve as temidas cólicas renais. Elas aparecem do nada e vêm com uma intensidade muito forte, sendo conhecidas popularmente como uma das piores dores que se pode sentir. E se pensar nisso na vida adulta já é um pouco assustador, imaginar essas inconvenientes pedrinhas em nossos filhos, então, é de cortar o coração. Mas a verdade é que crianças pequenas podem, sim, ter cálculos renais, assim como bebês. Veja as principais perguntas que respondemos sobre o problema e saiba como agir se o seu pequeno passar por ele.
1. Onde dói a cólica renal?
Embora a dor lombar seja o principal sintoma das pedras nos rins, não é só essa parte do corpo que sofre com as cólicas renais. Há toda uma região que começa nas costas, segue pela lateral do abdômen, barriga e desce até a altura da bexiga que pode doer - e muito! - normalmente de um lado só. "No caso das crianças maiores, fica mais fácil imaginar o que está acontecendo porque elas já conseguem localizar a dor. Mas com as menores é preciso observar outros sintomas", explica Andreia Watanabe, nefrologista pediátrica do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de São Paulo (FMUSP).
2. Quais são os sintomas que podem indicar cálculos renais?
Além da dor muito intensa, da irritabilidade e dos enjoos que as crianças apresentam, um fator muito importante que os pais precisam observar é a cor do xixi. "Se houver hematúria, que é a presença de sangue na urina, isso precisa ser investigado, pois indica que há alguma coisa errada", destaca a especialista. Já a febre pode aparecer, mas geralmente ela está associada a uma infecção urinária, por exemplo.  
3. O que causa a dor?
Não são raros os casos de pessoas que vão fazer um ultrassom de rotina e se surpreendem com o laudo médico apontando a presença de cálculos renais. Isso acontece porque, enquanto estão dentro do rim, as pedras não causam dor e não se fazem notar. Todo o tormento começa, porém, quando uma delas sai e vai em direção à bexiga, passando por um estreito "tubinho" para chegar lá e, enfim, ser expelida com a urina. Esse tubo é chamado ureter e liga cada rim à bexiga; temos, portanto, dois deles.
Quando um cálculo começa a percorrer esse trajeto, além de machucar as paredes do ureter (o que causa hematúria), ele começa a obstruir o caminho: a urina que deveria passar facilmente por ali tem mais dificuldade de circular. Assim, o organismo entende que aquela obstrução precisa ser eliminada e começa a contrair o ureter - daí vêm as terríveis cólicas.  
4. O que fazer se houver suspeita de pedra nos rins?
Se os pais notarem esse quadro - dor intensa e urina mais escura - nada de tentar tratamentos caseiros ou dar remédios por conta própria. "Se houver suspeita, a criança deve ser levada imediatamente ao pronto-socorro. Lá, vai ser feito um exame de urina, um ultrassom e, se for preciso, uma tomografia com baixa dosagem de radiação", orienta Andreia. Para acabar com a dor, a criança deverá receber algum medicamento intravenoso e, depois de confirmado o diagnóstico, ser encaminhada a um urologista, que vai avaliar o problema. Vale lembrar que o consumo de líquidos em geral ajuda a eliminar os cálculos, já que assim há um aumento da frequência urinária. Mas o ideal mesmo é a ingestão de água.
5. Como costuma ser o procedimento médico?
"O que é feito em seguida depende da gravidade da situação e da posição do cálculo. Se houver uma obstrução séria ou alguma infecção associada, aí o caso é urgente e precisa ser resolvido de forma rápida e cirúrgica. Se não houver essa necessidade, nós normalmente instruímos os pais a esperar que a pedra seja expelida e que a criança beba bastante água ", explica a nefrologista. O tipo de cirurgia - normalmente, feita endoscopicamente - é escolhido de acordo com a situação e com fatores como dureza, tamanho e posição do cálculo.
Em geral, esse período de espera é acompanhado de remédios para amenizar a dor e o especialista estabelece uma espécie de prazo para que o cálculo seja eliminado. Se nada acontecer, é possível que a cirurgia também seja indicada. Essa dificuldade para expelir pode ser causada pelo tamanho da pedra ou até mesmo por algum problema no ureter, como uma estenose (o estreitamento do canal).
6. O que pode gerar cálculos nos pequenos?
Embora  os cálculos sejam mais comuns em adultos, o número de crianças que sofrem com esse mal é cada vez maior e isso está relacionado, principalmente, ao estilo de vida e aos maus hábitos de alimentação e sedentarismo. Mas as pedras nos rins também podem acontecer por uma herança genética, alterações metabólicas e uso de determinados medicamentos. "Uma criança que bebe pouca água, consome proteína em grande quantidade e ingere muitos alimentos com alto teor de sódio corre um risco maior de ter cálculo renal, mesmo que ela não tenha um fator genético. Se tiver, então, aumenta ainda mais a possibilidade de acontecer", conta a médica.
7. Bebês também podem ter cálculo renal?
Por mais assustador que isso possa parecer, as pedras nos rins podem acometer pequenos ainda com meses de vida e estão mais ligadas a causas genéticas. Nesses casos, fica mais difícil saber o que está acontecendo, mas o choro frequente, a irritabilidade e urina mais escura podem indicar um problema renal. Se for o caso do seu filho, é importante procurar rapidamente um pronto-atendimento, como destaca Andreia: "cálculo renal em bebês é algo menos frequente, mas que, quando acontece, é mais grave e precisa ser resolvido rapidamente".

Fonte:
http://mdemulher.abril.com.br/saude

Como deve ser a dieta de um diabético?

Saúde Responde Tudo Diabete


O prato do diabético não tem que ser sem sabor e sem cor. Cardápio saudável é para todo mundo — e dá pra ser muito gostoso. No fundo, ninguém pode impunemente se entupir de hambúrguer, beber litros de refrigerante e arrematar com uma sobremesa bem doce todo dia — no caso dos diabéticos, no entanto, as repercussões são mais graves. É por causa de escolhas assim que dispara o número de obesos no mundo. E, com o excesso de peso, vêm os malefícios para a saúde, entre eles... o diabete tipo 2.
Na hora de montar o prato, a proporção indicada é: metade dele de carboidratos, e aqueles que vêm de frutas, verduras e legumes entram nessa conta; 30% de gordura; e 20% de proteínas. Com moderação, nada é proibido. Ou seja, é preciso maneirar nas porções e não deixar de verificar as taxas de açúcar no sangue. Por isso é tão importante não ficar em jejum por muitas horas nem engolir, depois, uma montanha de alimento de uma vez para compensar. O ideal é fracionar a comida, fazendo cinco ou seis refeições ao longo do dia.
Pular o café da manhã, nem pensar! Depois de horas dormindo, emendar as atividades diárias de barriga vazia é pedir para ter suadouro e tontura, sintomas de taxas baixíssimas de açúcar. Sem contar que é a deixa para extrapolar à mesa mais tarde. De manhã, seja no pãozinho nosso de cada dia, seja no cereal, opte pelas versões integrais. Elas têm mais fibras e o processo de digestão e absorção do açúcar é mais lento, sem gerar um monte de glicose de repente.
Uma maneira de evitar exageros é forrar o estômago de verduras e legumes no almoço e no jantar. Um prato cheio de vegetais dá a sensação de saciedade e breca a vontade de atacar um bifão gorduroso. Carne vermelha, aliás, deve entrar no cardápio só duas vezes por semana. Nos outros dias, o melhor é pedir frango e peixe, cozidos, assados ou grelhados. O recado aqui é entrar de cabeça na reeducação alimentar, se possível com a orientação de um bom nutricionista. Esse profissional ajuda a evitar equívocos como o de achar que o refrigerante zero deu início à era do "liberou geral" para esse tipo de bebida. Ora, ele carrega doses significativas de sódio, e abusar desse mineral leva à pressão alta. E, lembre-se, o diabético que desenvolve hipertensão tem um risco adicional de infarto e AVC. Anote aí: o limite de sódio é 2 gramas por dia, o equivalente a 5 gramas de sal de cozinha.
Atenção também com os sucos naturais — alguns são bem calóricos. O sumo de duas laranjas, por exemplo, tem 150 calorias. Tomar um copo de vez em quando não tem nada de mais. Em situações de hipoglicemia, inclusive, é um socorro bem-vindo para levar depressa os índices de açúcar aos patamares normais. Mas a regra geral durante as refeições é evitar muito líquido, seja ele qual for. 
E a sobremesa? Saiba que render-se a um chocolatinho de vez em quando, nem precisa ser diet, não vai arruinar o equilíbrio conquistado. Mas frutas, ou compotas feitas com elas, são as opções mais adequadas quando bate aquela vontade incontrolável de adoçar o dia. De novo: é só saber dosar.

Fonte:
http://mdemulher.abril.com.br/saude

Por um verão livre do Aedes aegypti



A dengue costuma ser a grande vilã do verão. Porém, esse ano, conseguiu reforço e vem acompanhada de outras duas doenças: o zika e a chikungunya! Todas elas transmitidas pelo famoso Aedes aegypti. 
“Com as viagens constantes nessa estação e o deslocamento de brasileiros no Carnaval, os problemas que atingiram tão fortemente o nordeste têm previsão de chegar ao Brasil inteiro! Logo, é importante saber se prevenir”, explica o Dr. Werciley Júnior, infectologista e chefe da Comissão de Controle de Infecção do Hospital Santa Lúcia, de Brasília. Saiba como identi car cada uma das doenças, além dos principais sintomas, tratamentos e formas de afastar o transmissor. 

IDENTIFICAÇÃO

Essa trinca de doenças virais tem sintomas muito parecidos, mas algumas particularidades de cada infecção podem ajudar na hora de reconhecer o problema. Febre, dor no corpo e mal-estar são sintomas comuns às três. Porém, cada uma tem um desses sinais mais em evidência. “No caso da dengue, a febre é bem alta e o mal-estar muito forte. Quando o assunto é o zika, além de febre e mal-estar, o paciente apresenta conjuntivite, algo bem mais intenso do que a simples dor nos olhos da dengue. Já a chikungunya é perceptível pela intensa dor nas articulações que, muitas vezes, impede o paciente de andar normalmente. Esse sintoma vai além das dores no corpo causadas pela dengue”, diferencia o especialista.  

■ Zika: provoca uma febre incômoda, em torno dos 38 graus, e dores de cabeça e no corpo, além de mal-estar com possível presença de enjoo. O paciente ainda apresenta conjuntivite e pode ter manchas vermelhas na pele. Em alguns casos, também pode sentir coceira no rosto e no corpo. Embora o zika não ofereça risco de morte, há fortes suspeitas de que o contágio em mulheres grávidas possa causar microcefalia em bebês, ou seja, a criança nasce com o cérebro menor do que o esperado e tem problemas no desenvolvimento. “Foi observado um alto número de recém-nascidos com microcefalia em áreas mais pobres do país, onde há desnutrição e condições financeiras desfavoráveis. Logo, não há como afirmar com certeza que o mosquito seja o responsável pela doença. Afinal, há outros fatores envolvidos”, explica o especialista.  

■ Dengue: se divide em clássica e hemorrágica. Os sintomas da primeira são febre alta, dor de cabeça, dor atrás dos olhos (incômodo para piscar, por exemplo), mal-estar generalizado (náuseas, tonturas, vômitos), moleza e dores no corpo. Bastante desconfortável, não apresenta riscos de morte. No caso da dengue hemorrágica, soma-se aos sinais da versão clássica, fortes dores abdominais, sangramento pelo nariz e gengivas, dificuldade respiratória e sede excessiva provocada pela sensação de boca seca. “Nesse caso, o paciente piora rapidamente e em menos de 24 horas já está em uma condição bem debilitada. Assim, é importante seguir imediatamente para o hospital, pois a doença pode levar a vítima a óbito”, revela o infectologista. Combinado? Só no primeiro semestre de 2015, o Ministério da Saúde registrou 693 mortes causadas por dengue hemorrágica no país. 

■ Chikungunya: os sintomas são semelhantes à dengue, com dores de cabeça, febre alta, mal-estar e cansaço. As fortes dores nas articulações são a grande diferença. O vírus ataca as juntas do paciente (dobras dos cotovelos, joelhos e mãos, por exemplo) causando inflamações no local, com dores intensas e inchaço. Os sinais aparecem em até sete dias depois da picada. “O grande problema da chikungunya é que as dores nas articulações podem durar meses até desaparecerem completamente. Já a febre baixa e o mal-estar se estabilizam”, alerta o Dr. Werciley. Boa notícia: ela não mata. 

EM BUSCA DA CURA
“O tratamento para essas doenças é sintomático. Ou seja, cuidamos dos sintomas, pois não há remédios específicos”, explica o infectologista. Manter o corpo hidratado e controlar os sinais, como febre (mais forte no caso da dengue) e conjuntivite (típico da zika), é a melhor saída para quem for vítima de uma picada do Aedes. Atenção: não consuma remédios com ácido acetilsalicílico na formulação! A substância bloqueia o trabalho das plaquetas do organismo, que ficam em baixo número quando infectadas, e o paciente corre risco de sofrer hemorragia interna. “Esse ácido é encontrado em aspirinas, por exemplo. Procure orientação médica e não se automedique”, completa Werciley.

PARA ESPANTAR O INIMIGO

Há duas formas de prevenção: acabar com o foco do mosquito e se proteger. “Elimine água parada, mesmo que seja limpa, pois o Aedes se reproduz ali!”, alerta o expert. Atenção com baldes que coletam chuva, vasos de flores e caixas d’água destampadas. Além disso, aposte no repelente. “Tanto os industrializados quanto os naturais, como óleo de citronela, podem ser utilizados. A maioria requer reaplicação após duas horas”, avisa o especialista. Cuidado com os repelentes de tomada e velas de citronela: eles têm alcance de 5 m, deixando parte da casa desprotegida.

AEDES EM NÚMERO

■ No ano passado, 1,5 milhão de pessoas tiveram algum tipo de dengue no Brasil. Um um aumento de 176% em comparação a 2014. No caso da chikungunya, ocorreram 17 mil casos prováveis. Mais de seis mil se confirmaram.

■ Até novembro de 2015 foram notificados 739 casos suspeitos de microcefalia em 160 cidades de 9 estados. Pernambuco é o estado que mais registrou o problema. Foram 487 bebês identificados com a doença. 

■ Além dos 43,9 mil de agentes de saúde que atuam normalmente contra o Aedes, mais 266 mil foram mobilizados para agir nas áreas em estado de alerta.

A proteção solar vai muito além da loção



N este verão de derreter, uma pergunta não quer calar: qual é o melhor tipo de protetor solar? O produto ideal é aquele que protege você de verdade da radiação solar. Simples assim. E nem sempre ele é só uma loção. 
Se você puder usar uma blusa ou vestido na praia, por exemplo, saiba que essas regiões cobertas estarão mais protegidas assim do que por um creme com fator (FPS) 60. 

Ter um boné também é obrigatório na hora de encarar a exposição solar: ele deve proteger orelhas, rosto, além de dar conforto para a vista e proteção aos olhos. Nas crianças isso é bem importante. Já o chapéu deve ter abas largas. Caso contrário, nem adianta usá-lo! Procure modelos que deem proteção para orelhas e para a nuca. 

Com relação aos maiôs, quanto mais a peça proteger o corpo, melhor. Shorts escondem mais que sungas, para homens. Toalhas ou cangas dão um “estilo” e protegem o corpo quando se está fora do mar ou da piscina. Se quiser seguir meu exemplo, quando vou ao litoral com meus lhos, todos usamos camiseta de lycra apropriada para praia. O.K., sou meio radical, mas em geral vestimos logo a de manga comprida. E com isso ficamos horas no mar – sem correr o risco de queimar demais, lembrando que sol em excesso pode causar câncer de pele. Até óculos de sol com elástico, que prende e não cai na água, eu encontrei para todo mundo. Assim protejo a córnea e a retina do efeito acumulativo de horas ao sol. 

Ter um guarda-sol é um bom começo, mas não é su ficiente. Lembra-se de quando passou o dia todo embaixo dele e mesmo assim parecia um pimentão à noite? O guarda-sol bloqueia em torno de 80% da radiação solar – além de alguns raios ainda passarem, existem aqueles que re fletem da areia e também queimam a pele. 

Para finalizar, qual é a melhor marca de protetor? Sinceramente, não se preocupe com isso e sim com as características dele. Veja no rótulo se o produto contém: fator de proteção UVB (o famoso FPS) maior que 30, proteção UVA alta (o PPD), se possui resistência à água e se é para pele seca, mista ou oleosa. Alguns filtros modernos sugerem até certa proteção contra o infravermelho, mas ainda estão em avaliação. No mais, é só curtir o verão!

Fonte:
http://vivamais.uol.com.br/noticias

Os 12 Benefícios da Água de Berinjela Para Saúde

Os benefícios da água de berinjela são diversos, pois, ela ajuda a eliminar líquidos e sacia, por isso é um complemento ideal para as dietas para perder peso e traz vários outros benefícios à saúde. Além disso, A berinjela é um alimento completo e saudável, rica em fibras, antioxidantes, vitaminas e minerais e com poucos carboidratos.
A berinjela é um legume muito utilizado em dietas de emagrecimentos e em receitas para melhorar a saúde do coração, pois tem como benefícios para a saúde, Além disso, Entenda como a água de berinjela pode intensificar a perda de peso e ainda favorecer a saúde do seu organismo
Água de Berinjela

O Consumo da água de berinjela em jejum é uma forma eficaz de fazer as pazes com a balança. Isso porque, além de deixar as curvas mais enxutas, a água de berinjela é diurética, rica em Vitamina A, Vitamina B1, Vitamina B2 e Vitamina C e os minerais Cálcio, Fósforo,Potássio, Magnésio e Ferro, e ainda diminui o colesterol ruim e elimina toxinas.
Na composição da berinjela, cerca de 90% é água, mas ela também é rica em nutrientes essenciais para a saúde e tudo isso em pouquíssimas calorias: 100 gramas do legume correspondem a cerca de 19 calorias. E o melhor de tudo é que é fácil de preparar. Então, confira Os 12 Benefícios da Água de Berinjela Para Saúde.
Benefícios da Água de Berinjela Para Gordura Abdominal: Esse é um dos principais benefícios da água de berinjela para saúde. Pois, ela contém uma substância chamada saponina, o legume age como detergente no organismo: Rompe as moléculas de gordura presente no sangue e impede o organismo de absorvê-la. Além disso, o Seu alto teor de fibras alimentares solúveis, presente principalmente na casca da berinjela, formam um gel no estomago que retarda o esvaziamento gástrico, prolongando a sensação de saciedade, e reduz a absorção de determinadas gorduras, eliminando-as pelas fezes.
Benefícios da Água de Berinjela no Controle o diabetes: As fibras são indispensáveis no programa alimentar de um diabético, pois retarda a velocidade de digestão e, com isso, a absorção da glicose no sangue é mais lenta. Além disso, Neste quesito, a berinjela domina totalmente: em cada 100g do legume, 2,9g são de fibras. Por isso, o alimento é considerado um aliado no controle da doença. Ao entrar em contato com a água no estômago, as fibras solúveis criam uma “capa” em torno da comida e dificultam a absorção de açúcar.
Benefícios da Água de Berinjela Para Celulite: água de berinjela possui substâncias anti-inflamatórias que agem na redução da Celulite. Os furinhos nada mais são do que uma inflamação nas células, agravada pela ingestão de alimentos gordurosos.
Benefícios da Água de Berinjela Para Coração: A antocianina, um fitoquímico presente na casca da berinjela atua reduzindo o colesterol ruim (LDL) no sangue. Já a presença de fibras alimentares solúveis também dão uma força, pois diminuem a absorção de colesterol pelo intestino. Mas os benefícios do alimento para o coração não param por aí: a presença de flavonoides também impedem a oxidação do colesterol, evitando a inflamação, conhecida como aterosclerose, que leva à formação de placas nas paredes dos vasos.
Benefícios da Água de Berinjela Para Emagrecer: Há quem não abra mão de sua água de berinjela diária, pois afirma que a bebida é o segredo do emagrecimento duradouro. A água do legume misturada ao Limão acelera o metabolismo, desintoxica o fígado e combate a fome. Ao passar um tempo de molho na água, a berinjela libera uma substância chamada saponina, que atua na destruição da gordura corporal. Não há razão melhor para adotar a prática de beber essa água todos os dias, verdade?
Mas, para fazer efeito, é preciso consumir pelo menos três copos da bebida, antes das principais refeições. Para os resultados começarem a aparecer na balança, é claro também que você precisa seguir uma dieta pouco calórica, balanceada e praticar exercícios.
Benefícios da Água de Berinjela Na Prevenção do Câncer: A tonalidade arroxeada do legume não somente chama atenção, mas conserva muitos benefícios para o organismo. A cor se deve à presença de antocianinas, proantocianinas e flavonoides, poderosos antioxidantes que atuam no organismo, diminuindo a ação dos radicais livres que atacam as células. Dessa maneira, protege o organismo de doenças como câncer e atua contra o envelhecimento precoce.
água-de-Berinjela
Benefícios da Água de Berinjela Para Digestão: Indicada para quem sofre de Prisão de ventre, a água de berinjela regula o intestino e melhora a digestão por seu alto teor de fibras, mandando embora a barriguinha inchada. O mesmo acontece com a retenção e líquidos, devido ao seu efeito diurético.

Outros Benefícios da Água de Berinjela:

  • Água de Berinjela é uma excelente fonte de fibras, vitaminas e minerais essenciais para algumas funções vitais.
  • Água de Berinjela é rica no complexo B, que participa de várias atividades no nosso corpo, dentre elas: memória e força muscular.
  • Água de Berinjela, também é excelente fonte de vitamina C, que fortalece o sistema imunológico.
  • Água de Berinjela é também fonte de vitamina A, importante para saúde dos cabelos, pele e unhas.
  • Água de Berinjela é rica em alguns dos principais minerais, podemos citar o cálcio, potássio e magnésio, que controlam a saúde óssea e do sistema nervoso.
Como Preparar a Água de Berinjela? :É muito simples. Pegue uma berinjela média, tire a casca, lave-a bem e corte-a em cubinhos. Depois, pegue uma jarra e coloque meio litro de água e, por fim, adicione os cubos de berinjela. Deixe a mistura repousar durante uma noite, por isso é indicado deixá-la de um dia para o outro, aproveitando a noite para que a mistura se macere corretamente.  Além disso, ela pode ser servida fresca ou com um pouco de suco de limão. O sabor será mais especial e a mistura oferecerá uma maior quantidade de antioxidantes. Lembre-se de tomá-la antes das refeições principais e sempre durante uma semana. A dieta pode ser feita uma vez por mês, e aos poucos será possível notar os resultados.
Como usar a Água de Berinjela?: A recomendação, de forma geral, é tomar a água de berinjela todos os dias pela manhã, em jejum, durante uma semana. Pode-se tomar um copo logo cedo e, depois, consumir o restante (de 1 litro) ao longo do dia. Além da água de berinjela também é possível consumir berinjela de outras maneiras: ao forno, cozida etc. Tudo depende do gosto de cada um, mas, ela nunca deve ser consumida crua. A berinjela crua é tóxica, pois contém um alcaloide chamado solanina, que pode causar vômito e diarreia.

Fonte:
http://www.saudedica.com.br