quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Os 10 melhores alimentos anti-inflamatórios que você deve ter sempre a mão

alho


Com os níveis de stress elevados e a dependência excessiva de alimentos processados, a inflamação - que perturba o equilíbrio natural do corpo – é cada vez mais frequente em nosso organismo. Resultado: maior exposição à doenças. Porém, há esperança! Aqui, listamos os 10 alimentos que vão prevenir o envelhecimento precoce e ajudar a combater problemas da cabeça aos pés:

1. Azeite extravirgem

Ele é rico em polifenóis, substâncias que proporcionam benefícios antioxidantes e anti-inflamatórios. Por isso, vale usar o azeite de oliva extravirgem na maioria de suas refeições. Mais de 70% do seu teor de gordura vem de uma gordura monoinsaturada, chamada ácido oléico, que ajudar a baixar a pressão arterial, reduzir o LDL (colesterol ruim) e aumentar o HDL (colesterol bom).

2. Ervas e temperos

Ervas e especiarias são cheios de fitonutrientes que são ótimos para a sua saúde. Eles adicionam sabor aos pratos e podem substituir o de excesso de sal ou açúcar – ingredientes que podem causar inflamação. As opções são: canela, que reduz o inchaço e estabiliza o açúcar no sangue; açafrão, que contém propriedades anti-inflamatórias e anticancerígenas; orégano, que tem propriedades antibióticas; alecrim e lavanda, que são recomendados para diminuir a ansiedade e aliviar a dor.

3. Alho e cebola

Esses famosos temperos, assim como alho-poró, o aspargo, o brócolis e as alcachofras, são deliciosas fontes de carboidratos de baixo teor calórico. Uma vez que esses alimentos não são totalmente digeridos no intestino, o material restante alimenta as chamadas bactérias boas, o que resulta num intestino mais saudável. É por meio desse processo que elas estimulam o sistema imunológico e diminuem a inflamação.

4. Chocolate meio amargo

Chocolates com 70% (ou mais) de cacau podem ser sobremesas verdadeiramente livres de culpa. Uma pesquisa demonstrou que o alimento melhora o fluxo de sangue, ajuda a reduzir a pressão sanguínea e também reduz o risco de diabetes.

5. Abacate

Os nutrientes são poderosos: gorduras mono e poli insaturadas, fitoesteróis, ácido alfa-linolênico e carotenoides. Pesquisas mostram que a fruta reduz a inflamação, o açúcar no sangue e colesterol, além de diminuir a dor associada à artrite.

6. Vegetais crucíferos

Nessa categoria entram rúcula, couve, brócolis, couve de Bruxelas, repolho, couve-flor e agrião. Os vegetais são cheios de sulforano, que diminuem a inflamação, o processo de desintoxicação no fígado.

7. Frutas cítricas

Devido ao seu alto teor de água, qualquer tipo de fruta cítrica fornece hidratação e eletrólitos para o organismo. Suas propriedades de combate à inflamação são encontradas na casca, no bagaço e suco. Por isso, pode aproveitar tudo!

8. Carne orgânica

Os animais alimentados com plantas são mais saudáveis. Consequentemente, a sua carne oferece maior valor nutricional. Na verdade, galinhas criadas em pasto, porcos, cordeiros e vacas têm níveis mais elevados de ácidos graxos, ômega -3 e substâncias anti-inflamatórias do que os animais alimentados com milho e ração.

9. Ovos

Muitos médicos consideram o ovo um "alimento perfeito. As substâncias antioxidantes, como as vitaminas A, D, E e K, selênio, magnésio, zinco, ferro, cálcio e manganês dão ao ovo o poder de combater o envelhecimento precoce das células, afastando o aparecimento de rugas, além de reduzir o risco de doenças crônicas como hipertensão. A sugestão é dar preferência aos orgânicos.

10. Peixes oleosos

O ômega-3 presente nos peixes, como a truta, a sardinha e o salmão, age no sistema nervoso central, melhorando o humor. Eles também favorecem a produção de neurotransmissores importantes para a memória e o controle do stress e de outros distúrbios emocionais. Os ácidos presentes no ômega -3 ajudam a diminuir a inflamação e melhorar a saúde do coração.


Fonte:
http://mdemulher.abril.com.br/saude/boa-forma/os-10-melhores-alimentos-anti-inflamatorios-que-voce-deve-ter-sempre-a-mao

5 passos para espantar o Zika

Repelente


Não faltam motivos para os mosquitos serem os nossos inimigos nessa época do ano: nos deixam com incontáveis picadas, que coçam muito, zumbem no nosso ouvido durante a noite, transmitem dengue... E agora, como foi descoberto, zika vírus também. Por isso, o repelente passou a fazer parte da nossa rotina nos dias de calor tanto quanto o protetor solar. Mas será que você sabe mesmo como usá-lo de forma eficaz?

1. VERIFIQUE O RÓTULO
“Opte por produtos que contenham icaridina ou picaridina, substâncias mais eficientes contra o Aedes”, indica a infectologista Raquel Muarrek, do Hospital São Luiz Morumbi, de São Paulo.

2. PROTEJA-SE POR INTEIRO
Passe o repelente em todas as partes do corpo, inclusive no rosto. Mas não direcione as fórmulas em spray para a cara. Primeiro, borrife um pouco do produto na mão e, depois, aplique-o.

3. ACERTE A ORDEM
O repelente sempre vai por cima de todos os outros produtos.

4. REFORCE AO LONGO DO DIA 
Assim como o protetor solar, o repelente também tem que ser retocado. “Estudos mostram que o efeito desses produtos pode durar até dez horas, mas é extremamente importante seguir a frequência de uso determinada no rótulo”, diz Raquel. E não se esqueça de reaplicar toda vez que você entrar na água ou suar em excesso. 
5. REDOBRE A ATENÇÃO 
As primeiras e as últimas horas do dia são as de maior atividade do mosquito. Então, aumente o cuidado ao treinar em lugares que possam esconder criadouros.


Fonte:
http://mdemulher.abril.com.br/saude

Exercícios podem prevenir hipertensão na gravidez

Exercícios podem prevenir hipertensão na gravidez


Cerca de 10% das mulheres desenvolvem pressão alta depois da 20ª semana de gravidez – é a hipertensão gestacional.  Os riscos variam conforme o grau do problema, mas vale lembrar que se trata de uma das principais causas de morte tanto da mãe como do feto.  Ainda bem que dá para prevenir – e uma das maneiras é apostar nos exercícios. Uma equipe de pesquisadores da Universidade Politécnica de Madri, na Espanha, e da Universidade de Ontário Ocidental, no Canadá, realizaram um estudo com gestantes em três hospitais da capital espanhola e concluíram que atividades físicas de intensidade moderada durante a gravidez ajudam a evitar a tal hipertensão. E tem mais: quando a mãe mexe o corpo, também cai o risco de os recém-nascidos nascerem com excesso de peso. 
Participaram do estudo 765 gestantes saudáveis. Metade do grupo realizou atividades físicas três vezes por semana com acompanhamento profissional. Já a outra parte recebeu cuidados padrão. Os resultados mostram que as mulheres que não se movimentaram tinham três vezes mais probabilidade de sofrer com hipertensão. Isso porque essas voluntárias eram mais propensas a ganhar peso, uma das causas que leva à subida de pressão. Mas não custa reforçar: exercícios físicos na gravidez devem ser sempre feitos com a autorização do médico e com o acompanhamento de um especialista. 

Fonte:
http://mdemulher.abril.com.br/saude

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

É possível reverter o diabetes tipo 2 com dieta?


"Somos o que comemos". Com certeza você já ouviu esta frase muitas vezes. E com relação ao diabetes, é dessa forma que a história começa.
O diabetes tipo 2, o tipo mais comum do adulto, é uma doença de causa multifatorial. Ela apresenta um fundo genético - sua história familiar -, mas seu desenvolvimento depende de um ambiente propício: sedentarismo e ganho acentuado de peso associado à resistência à insulina. O aumento de peso com a concentração de gordura na região abdominal está especialmente ligado ao desenvolvimento de alterações de glicose e consequentemente do diabetes.
Diante de toda uma preocupação com o ganho de peso, e sabendo que existe uma relação direta entre este excesso de peso e o desenvolvimento do diabetes, muitas dietas tem sido divulgadas nos últimos meses e anos com o objetivo de controlar e até de reverter a doença. E é aí que precisamos ter cuidado com o que ouvimos e fazemos.
Antes, é importante entender que uma vez que a pessoa é diabética, ela deverá ter os cuidados de um diabético para o resto da vida, mesmo que seus níveis de açúcar sejam normais na corrente sanguínea.
Tecnicamente, pela ótica da medicina, o diabetes não tem cura. Se a pessoa desenvolve a doença devido ao aumento de peso e ela emagrece, os níveis de açúcar se normalizam, e isto muitas vezes é visto como cura. Mas o que acontece, na verdade, é um bom controle da doença. No entanto, caso a pessoa volte a ganhar peso, muito provavelmente o diabetes tornará a aparecer nos exames de sangue.
As dietas muito restritivas, como as que orientam uma redução importante de calorias, chegando a um consumo mínimo de 500 ou 600 kcal por dia devem ser vistas com muito cuidado para os pacientes diabéticos, assim como programas de jejum intermitentes ou de perda muito rápida de peso. Nestes casos, o corpo passa a utilizar a gordura estocada nas células adiposas como fonte de energia, produzindo os corpos cetônicos, que em excesso, podem causar um desequilíbrio nos elementos da corrente sanguínea, como sódio, potássio e água. Nos casos em que os corpos cetônicos se tornam muito altos no organismo, o quadro de cetoacidose pode ocorrer, o que é especialmente muito grave nos diabéticos.

Como perder peso

Mesmo que em uma pessoa com diabetes tipo 2 seja necessário perder peso, é preciso que esta perda seja por modificações dos hábitos de vida e da dieta, trocando carboidratos simples por integrais, reduzindo progressivamente as porções dos alimentos e aumentando a atividade física. A Associação Americana de Diabetes e a Sociedade Brasileira de Diabetes indicam a educação alimentar como o melhor meio para o controle de peso dos diabéticos. Isso significa ter uma contagem de calorias, quantidade suficiente de alimentos, qualidade das escolhas, harmonia e equilíbrio dos nutrientes.

Fonte:
http://www.minhavida.com.br/alimentacao

Vacina contra dengue do Butantan inicia última fase de testes

A vacina contra dengue desenvolvida pelo Instituto Butantan inicia, nesta segunda-feira (22), a fase 3 de testes clínicos. Esta é a última etapa antes que a vacina possa ser submetida à avaliação da Anvisa para registro.
Esta fase deve começar com a vacinação de 1,2 mil voluntários pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HC-FMUSP). A instituição é uma das 14 credenciadas para a realização dos testes clínicos no país. Ao todo, 17 mil voluntários de todo o Brasil devem receber a imunização.
Nesta segunda, ao menos três voluntários já recebem o produto no HC-FMUSP. Todos os participantes devem ser acompanhados por cinco anos para verificar a eficácia e a duração da proteção da vacina contra o vírus da dengue.
A ideia da vacina pentavalente é colocar o vírus da zika em um a espécie de "invólucro" do vírus da dengue e acrescentar à vacina já existente da dengue, mas a pesquisa ainda está em estágio bastante inicial.
Segundo o secretário de saúde do estado de São Paulo, David Uip, não faltarão verbas para estudos que levem ao desenvolvimento da vacina pentavalente, bem como de outros trabalhos correlatos, como os anticorpos monoclonais como tratamento da zika.
Ao todo, o governo federal anunciou que pretende investir R$ 300 milhões durante os próximos cinco anos na fase final de desenvolvimento da vacina de dengue. Um terço da verba sairá do orçamento Ministério da Saúde -- acordo que foi assinado nesta segunda.
Os outros dois terços, que ainda estão sendo negociados, podem sair do MCTI (Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação) e do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).
Investimento em soro contra zika
Outros R$ 8,5 milhões foram anunciados pela presidente para financiar o desenvolvimento do soro contra zika, destinado a grávidas já infectadas pelo vírus.
Segundo o médico imunologista Jorge Kalil, diretor do Instituto Butantan, o desenvolvimento do soro pode ser mais rápido que o da vacina. A diferença entre a vacina e o soro é que, enquanto a vacina estimula o organismo a desenvolver anticorpos contra o vírus, o soro tem a função de neutralizar o vírus já presente no organismo da pessoa infectada. Ou seja, ele já contém os anticorpos prontos para atacar o vírus.
Kalil observa que o modo de desenvolvimento do soro anti-zika deve ser parecido com o que se usa para produzir o soro contra raiva. “Primeiro é preciso cultivar o vírus em células e inativar esse vírus. Depois, ele é usado para imunizar um cavalo, como se estivesse fazendo uma vacina no animal, que passa a produzir anticorpos contra o vírus. Em seguida, pego o plasma do sangue do cavalo com os anticorpos, trago para a fábrica e purifico para selecionar só aqueles específicos contra o vírus.”
A vacina contra dengue desenvolvida pelo Instituto Butantan inicia, nesta segunda-feira (22), a fase 3 de testes clínicos. Esta é a última etapa antes que a vacina possa ser submetida à avaliação da Anvisa para registro.
Esta fase deve começar com a vacinação de 1,2 mil voluntários pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HC-FMUSP). A instituição é uma das 14 credenciadas para a realização dos testes clínicos no país. Ao todo, 17 mil voluntários de todo o Brasil devem receber a imunização.
Nesta segunda, ao menos três voluntários já recebem o produto no HC-FMUSP. Todos os participantes devem ser acompanhados por cinco anos para verificar a eficácia e a duração da proteção da vacina contra o vírus da dengue.
A presidente Dilma Rousseff participou de uma solenidade no início da tarde desta segunda com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e o ministro da Saúde, Marcelo Castro, para formalizar o repasse de R$ 100 milhões para os testes da fase 3.
Dilma reforçou a preocupação do governo com o vírus da zika, além da dengue. "O desafio é chegar à vacina contra o vírus da zika. Um dos caminhos é esse, de transformar a vacina da dengue de tetravalente em pentavalente, que cobriria também o da zika, ou desenvolver uma exclusiva para esse fim", observou.
A ideia da vacina pentavalente é colocar o vírus da zika em um a espécie de "invólucro" do vírus da dengue e acrescentar à vacina já existente da dengue, mas a pesquisa ainda está em estágio bastante inicial.
Ao todo, o governo federal anunciou que pretende investir R$ 300 milhões durante os próximos cinco anos na fase final de desenvolvimento da vacina de dengue. Um terço da verba sairá do orçamento Ministério da Saúde -- acordo que foi assinado nesta segunda.Segundo o secretário de saúde do estado de São Paulo, David Uip, não faltarão verbas para estudos que levem ao desenvolvimento da vacina pentavalente, bem como de outros trabalhos correlatos, como os anticorpos monoclonais como tratamento da zika.
Os outros dois terços, que ainda estão sendo negociados, podem sair do MCTI (Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação) e do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).

Segundo o médico imunologista Jorge Kalil, diretor do Instituto Butantan, o desenvolvimento do soro pode ser mais rápido que o da vacina. A diferença entre a vacina e o soro é que, enquanto a vacina estimula o organismo a desenvolver anticorpos contra o vírus, o soro tem a função de neutralizar o vírus já presente no organismo da pessoa infectada. Ou seja, ele já contém os anticorpos prontos para atacar o vírus.
Investimento em soro contra zika

Outros R$ 8,5 milhões foram anunciados pela presidente para financiar o desenvolvimento do soro contra zika, destinado a grávidas já infectadas pelo vírus.
Kalil observa que o modo de desenvolvimento do soro anti-zika deve ser parecido com o que se usa para produzir o soro contra raiva. “Primeiro é preciso cultivar o vírus em células e inativar esse vírus. Depois, ele é usado para imunizar um cavalo, como se estivesse fazendo uma vacina no animal, que passa a produzir anticorpos contra o vírus. Em seguida, pego o plasma do sangue do cavalo com os anticorpos, trago para a fábrica e purifico para selecionar só aqueles específicos contra o vírus.”
A pesquisa da vacina contra dengue é resultado de uma parceria entre o Instituto Butantan e os Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos (NIH). A vacina é feita com os próprios vírus da dengue, que foram modificados para que a pessoa desenvolva anticorpos contra os quatro sorotipos da dengue sem desenvolver os sintomas relacionados a eles.
Os testes têm mostrado que bastará uma dose para que a vacina seja eficaz. Trata-se da vacina brasileira contra dengue em fase mais avançada de desenvolvimento.
Fases da pesquisa
Nesta etapa de testes, dois terços dos voluntários receberão a vacina e um terço receberá placebo. O objetivo é verificar, depois de um período, se o grupo que foi vacinado teve uma redução considerável de casos de dengue em comparação ao grupo de controle. Isso permitirá verificar a eficácia da vacina.
Segundo estimativa do Instituto Butantan, todos os 17 mil voluntários devem ser vacinados em até um ano. A instituição acredita ser possível que a vacina esteja disponível para registro até 2018.
Ampolas da vacina contra dengue desenvolvida pelo Butantan (Foto: Camilla Carvalho/Instituto Butantan)

Até agora, 900 pessoas já receberam a vacina nas fases anteriores de testes clínicos: 600 pessoas na fase 1 e 300 na fase 2. Esses testes permitiram concluir que a vacina é segura e é capaz de induzir no organismo a produção de anticorpos contra os quatro vírus da dengue.
Voluntários
Podem ser voluntários pessoas saudáveis, que tiveram ou não dengue e que tenham de 2 a 59 anos. No estado de São Paulo - onde, além do HC-FMUSP, a Santa Casa de Misericórdia de São Paulo também fará os testes - já há 2 mil interessados em participar.
Os outros 12 centros no Brasil que também realizarão os testes ainda não divulgaram o cronograma de vacinação. Eles ficam em Manaus (AM), Porto Velho (RO), Boa Vista (RR), Aracaju (SE), Recife (PE), Fortaleza (CE), Brasília (DF), Cuiabá (MT), Campo Grande (MS), Belo Horizonte (MG), São José do Rio Preto (SP) e Porto Alegre (RS).
Fonte:
http://g1.globo.com/bemestar/noticia

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Coco ajuda a controlar o açúcar do sangue e no emagrecimento


Coco, delícia tropical, é um alimento funcional por excelência: todos os seus derivados têm importantes ações que contribuem para a saúde do nosso corpo. O coco é rico em compostos fenólicos - antioxidantes que agem contra os radicais livres. O coco ajuda a relaxar os nervos e os músculos, baixa o nível de pressão arterial, controla o açúcar no sangue, produz um perfil lipídico mais saudável (HDL alto e LDL baixo), contribui para a imunidade, reduz a inflamação de articulações e auxilia no emagrecimento. 

Mil e uma utilidades

Tudo se aproveita no fruto: água de coco, polpa verde, polpa madura, leite de coco, óleo de coco, farinha de coco e, mais recentemente, o açúcar de coco. Ele é versátil, pode ser usado em uma infinidade de pratos doces e salgados, e no preparo de um leite vegetal para os que têm intolerância à lactose ou para os que querem fazer um detox evitando laticínios. 

Água de coco

A água de coco é excelente fonte de minerais, principalmente potássio, cálcio e magnésio, e também selênio, iodo, enxofre, zinco, manganês, ácidos orgânicos, enzimas, fitonutrientes, aminoácidos e vitamina C. Ela tem ação hidratante, mineralizante, diurética, antioxidante e evita câimbras. A água de coco melhora a função intestinal. Possui poucas calorias, uma média de 40 por copo de 200 ml.  

Polpa do coco verde X Polpa do coco seco

Existem algumas diferenças no teor de nutrientes, de acordo com o amadurecimento do fruto. Polpa verde: 50 gramas contêm 35 calorias, 0.7 gramas de proteína, 1.8 gramas de gordura, 5 gramas de carboidrato, 0.4 gramas de fibras, 130 miligramas de potássio. Polpa madura: 50 gramas contêm 195 calorias, 1.8 gramas de proteína, 20 gramas de gordura, 2 gramas de carboidrato, 4 gramas de fibras, 180 miligramas de potássio.  

Coco maduro

Muitos evitam o coco por considerá-lo calórico e gorduroso. A polpa do coco maduro é uma excelente opção para quem luta contra o peso - ela contém muitas fibras e sua gordura composta por ácidos graxos curtos não é estocada pelas células, ajuda a saciar e dá energia. Além disso, mantém o metabolismo ajustado e regula a função tireoidiana. 
A polpa do coco maduro vem recheada com vitaminas, A, C, E e do complexo B, sais minerais, magnésio, potássio manganês, selênio, zinco, ferro, sódio, cálcio e fósforo, polifenóis e fitoesteróis que trabalham juntos para reduzir os níveis de colesterol LDL, o ruim. A quantidade indicada é 1/4 da polpa do coco seco, 50 gramas, na hora do lanche. 

Óleo de coco

Um fato interessante no aspecto nutricional do coco é que apesar de conter um nível elevado de gorduras saturadas (90% da usa composição), elas são formadas basicamente por ácidos graxos de cadeia curta e média que não são armazenados pelo corpo e fornecem energia imediata. A gordura do coco é rica em ácido láurico (50% do total de lipídios) com propriedades antibacterianas, antifúngicas e antivirais 
Este ácido graxo ativa o sistema imunológico e aumenta a capacidade de combater doenças. Uma das ações do ácido láurico é a manutenção da elasticidade dos vasos sanguíneos, além de varrer os depósitos de colesterol e outros detritos metabólicos, deixando os vasos limpos, o que contribui para reduzir o risco de arteriosclerose e doenças cardíacas. Pode ser usado no preparo de alimentos, consumido ao natural ou acrescentado em vitaminas e shakes. 

Leite de coco

O leite de coco é rico em gordura saturada saudável que o corpo facilmente quebra e usa como fonte de energia. Pesquisas mostram que as populações que consomem leite de coco têm baixas taxas de doença cardíaca. O leite, extraído da polpa do coco, contém muito ácido láurico, potássio, magnésio, cálcio, fósforo, ferro, selênio, sódio, proteína e vitaminas C, E, B1, B3, B5 e B6. É um leite cremoso, sem lactose, saboroso, melhora a digestão e pode aliviar os sintomas de hiperacidez, úlceras e refluxo. 

Farinha de coco

A farinha de coco é muito rica em fibras, ajuda na saciedade, melhora a função intestinal, regula o açúcar no sangue e os níveis de colesterol. Ela tem baixo teor de gordura, pois é preparada a partir do bagaço após a retirada do leite de coco, onde está a gordura. Ela pode ser usada ao natural (no suco, vitamina ou iogurte) e no preparo de pães, bolos e biscoitos, tornando estas gostosuras permitidas na dieta e aliadas da perda de peso. É livre de glúten e hipoalergência. Seu teor de fibras não digeríveis é maior do que de qualquer outra farinha ou farelo: 10 gramas de farinha de coco fornecem 4 gramas de fibra, e por isso promove saciedade com a sensação de estar "cheio" por mais tempo. Os estudos mostram que o uso regular da farinha de coco (2 colheres de sopa por dia) ajuda a reduzir em até 10% a ingestão de calorias, o que permite um emagrecimento gradual e saudável. 

Perda de peso

A pesquisa atual comprova que deixar de comer gordura ou não ingerir quantidade suficiente faz com que se ganhe peso. Claro que é importante escolher as gorduras certas (as que trazem benefícios) e evitar as frituras e gorduras trans. Gorduras ricas em triglicerídeos de cadeia curta e média, como a presente no coco, ajudam a controlar o apetite e ainda dão uma acelerada no metabolismo.  
Perder peso quando se faz uma dieta pode ser bem mais fácil com a adição da gordura do coco. Um estudo publicado na revista Obesity Research mostrou que o ácido láurico presente no coco aumenta o gasto energético e reduz a adiposidade em homens obesos. Outro estudo publicado no Journal of Nutrition constatou os efeitos fisiológicos dos ácidos graxos de cadeia média como agentes potenciais na prevenção da obesidade. 

Coco no dia a dia

Por sua versatilidade o coco serve para uma variedade de propósitos na cozinha, do café da manhã ao jantar, em lanches caprichados ou em dias de festa, em pratos salgados ou doces. O coco definitivamente é muito fácil de usar e deve ter um lugar em seu cardápio diário. Cozinhe com óleo de coco para deixar seus alimentos mais saudáveis. O leite de coco pode substituir o leite e o creme de leite nas receitas, deixando o prato mais leve. Arroz doce com leite de coco é uma variação muito interessante. Pães, biscoitos e bolos preparados com o leite, o óleo e a farinha de coco ficam com um sabor delicioso e muito macios. Experimente também em suflês e mousses. Troque sucos calóricos e açucarados por água de coco, e não dispense a polpa verde. Na hora do lanche coma um bom pedaço de coco maduro. Sua saúde agradece! 

Fonte:
http://www.minhavida.com.br

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Livre-se das dores nos pés após a corrida

Pés exaustos, doloridos e com as unhas de fazer dó. O cenário é comum entre os apaixonados pela corrida e, algumas vezes, até prejudica - ou impede! - o treino. "As dores após o treino podem ser causadas por lesões musculares, nos tendões ou nas articulações. Em todos os casos é aconselhado fazer uma preparação e recuperação antes de praticar exercícios novamente", explica o fisiologista Raul Santo, da Unifesp. 

Mesmo que o problema seja comum, é preciso procurar um médico caso o desconforto persista por mais de dois dias, a dor seja muito forte ou se os pés estiverem inchados. "Em alguns casos é preciso fazer fisioterapia para reaprender a pisar e retomar os treinos de corrida. Se a dor for crônica, apenas um médico poderá indicar o tratamento mais indicado", explica o ortopedista Evaldo Bósio. Para as situações em que as dores não passam de fadiga, as soluções abaixo são as mais indicadas. Escolha uma delas e relaxe. 
Corrida - Foto Getty Images
corrida
Escalda pés 

Esse método, bastante praticado para diminuir o estresse, também aumenta a circulação corporal, relaxa e recupera os músculos dos pés. Segundo a terapeuta Shirlei Fideles, do Otris Spa Urbano, o método pode ser feito apenas com água quente (a 35°), mas óleos e sais especiais aumentam ainda mais a sensação de relaxamento. "O sal grosso pode ser usado para ativar a circulação nos pés. A essência de lavanda, por sua vez, tem propriedades relaxantes, que acabam com o estresse acumulado nos músculos", explica a terapeuta. 

É importante, após o relaxamento, fazer uma massagem com a toalha na hora de enxugar os pés, relaxando ainda mais os músculos. 
Colocar gelo envolvido por um pano ou toalha no local dolorido e fazer movimentos circulares durante 20 minutos diminui a sensação de dor e acelera a recuperação do músculo
Gelo

Também conhecido como crioterapia, o tratamento de lesões e desconfortos com gelo é bastante comum para quem pratica exercícios. "Os principais efeitos da aplicação do gelo nos músculos dos pés, ou de qualquer outro músculo super utilizado em uma atividade física, são a diminuição da dor (analgesia) e do espasmo muscular, explica o fisioterapeuta Maurício Garcia.

O gelo diminui a circulação e a transmissão de impulsos nervosos e, por isso, alivia a dor. "Colocar gelo envolvido por um pano ou toalha no local dolorido e fazer movimentos circulares durante 20 minutos, sempre com intervalos de cinco em cinco minutos para não queimar a pele, diminui a sensação de dor e acelera a recuperação do músculo", diz Raul Oliveira. 

No entanto, ao usar gelo como analgésico para os pés, é preciso tomar alguns cuidados. "Como o pé é uma região bastante vascularizada, o contato prolongado com baixas temperaturas pode causar desconforto e ainda mais dores", explica Maurício Garcia. 
Água quente

Tentar relaxar os pés usando água muito quente pode ter dois resultados: melhorar ou piorar as dores. "Colocar uma bolsa de água quente nos pés relaxa os músculos e articulações, provocando a sensação de recuperação e bem-estar. Mas, se a água estiver muito quente, essa medida pode esquentar muito os vasos sanguíneos, provocando mais micro lesões que causam as dores", completa o fisiologista Raul Santo. 
Massagem
Massagear os pés quando a dor aparece depois do treino é uma boa medida para acabar com ao desconforto e se recuperar o rapidamente para outra rotina de treinos "Massagear a região causa desconforto em um primeiro momento, devido à irritação e possível inflamação do local, mas depois ela ajuda a tirar os nós dos músculos e a amenizar as dores causadas pelas microlesões", explica o fisiologista Raul Santo.  

Fonte:
http://www.minhavida.com.br/fitness

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Exercício para deixar os seios durinhos e empinados

Manter o busto durinho é o que muitas mulheres buscam por aí. As mais ansiosas partem direto pro procedimento cirúrgico. Mas, para quem tem um pouco de calma, saiba que dá para turbinar a região com o treino certo. Silvio Cabral, personal trainer e colunista da Dieta Já! preparou um exercício para deixar os seios durinhos e empinados.

Exercício para deixar os seios durinhos e empinados


Posição inicial:

Em pé, com os pés ligeiramente afastados um atrás do outro, joelhos levemente flexionados, e abdome contraído. Pisando com o pé da frente no elástico e segurando com as duas mãos, com os braços nas laterais do corpo.

Execução:

Segure o elástico, eleve os braços (com os cotovelos levemente flexionados) até a altura dos ombros. Volte para a posição inicial, relaxando a tensão do elástico.

Frequência:

De 3 a 4 séries, de 12 a 15 repetições, 20 segundos de pausa entre cada repetição, no máximo 2 vezes por semana, em dias alternados. 
A faixa para exercícios você encontra neste link http://bit.ly/1R1pVmz

Fonte:
http://dietaja.uol.com.br/exercicio






quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Grávidas: Veja cinco dicas para se proteger do vírus zika

A relação dos casos de microcefalia (cérebro menor do que o normal) com o zika vírus deixou gestantes e mulheres que querem engravidar apreensivas. Não é para menos: o próprio ministro da Saúde disse que quem quiser ter um filho agora deve redobrar os cuidados.
O vírus zika é transmitido pelo mosquito da dengue (Aedes aegypti) e também tem sintomas parecidos com os da doença endêmica, embora mais suaves. Há casos em que a febre zika, como ficou conhecida, nem apresenta sintomas. Os sintomas se resumem a febre, náuseas, dores e manchas pelo corpo que desaparecem em até cinco dias.
Como o surto do zika batia com nove meses antes dos bebês com microcefalia nascerem, foi lançada a hipótese. Quando o vírus foi encontrado no líquido amniótico de duas grávidas a relação se tornou ainda mais forte.
"Zika e dengue são vírus diferentes e, embora tenham manifestações parecidas, o zika tem uma estrutura genética mais parecida com a do vírus da rubéola do que da dengue. E a gente sabe que a rubéola causa problemas de má formação e aborto", afirma Érico Arruda, presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia.
Não há tratamento para o zika. Assim como a dengue, o doente é curado com remédios para dor, febre e hidratação. A falta de um exame específico para detectar zika dificulta o diagnóstico no país, afirma Arruda.

Atenção no início da gravidez

O ginecologista e obstetra Manoel Sarno, especialista em Medicina Fetal pela UFBA (Universidade Federal da Bahia), atendeu a maioria das gestantes com o vírus na Bahia. Os primeiros casos deste ano surgiram em agosto, segundo ele.
Sarno, que tem um grupo de pesquisa sobre zika em grávidas na UFBA, observou que a maioria das gestantes cujos filhos nasceram com microcefalia foi infectada até o terceiro mês de gravidez. "Mas ainda é cedo para afirmar que o vírus realmente causa a má formação. Pretendemos estudar o caso de cem gestantes que tiveram zika para entender o fenômeno. Só estamos esperando o Conselho de Ética aprovar o projeto de pesquisa", diz.
A decisão de engravidar neste momento deve levar em conta a vontade da mulher e do casal e a situação do vírus no país, segundo os especialistas.
"Esse controle de risco deve ser feito de forma individual e, se a mulher engravidar, tem que fazer as medidas de proteção até mesmo nas áreas de surto. Mas temos que lembrar que o surto tem um curto espaço de tempo", afirma Sarno.
"Temos que levar em conta que a temperatura vai aumentar, o período de chuva vai chegar, a proliferação vai aumentar. Se eu tivesse uma filha desejando engravidar, eu diria ‘vamos deixar esperar o verão e ver como a vai se comportar a disseminação do vírus no Brasil'", diz Arruda.

Cinco dicas para evitar o zika vírus


Tânia Rêgo/Agência Brasil

Evite a proliferação do mosquito em casa

Retire o excesso de água dos vasos com plantas e evite acumular garrafas, copos e pneus no quintal. Esses objetos facilmente acumulam água da chuva e se tornam um criadouro natural. Limpe periodicamente o reservatório de água da geladeira (comum em modelos frost free), que também acumula água

Daniel Brito/UOL

Aposte em roupas de manga longa e calças

Use roupas que cubram o máximo possível do corpo como calça e camisas de manga longa. Elas evitam o contato do mosquito com a pele. No verão aposte em tecidos leves

Thinkstock

Use repelente como se não houvesse amanhã

Passe repelente pelo menos três vezes ao dia em toda o corpo. Reponha sempre que molhar a pele ou se suar muito. Dê atenção especial às pernas e braços. Velas de citronela também ajudam

Divulgação

Use telas em janelas

Use telas nas janelas e evite deixar portas abertas de manhã e à tarde para evitar que os mosquitos entrem em casa

Reprodução/Greayer

Mobilize os vizinhos

Não adianta acabar com todos os possíveis criadouros da casa se o vizinho não faz o mesmo. Mobilize a vizinhança seja chamando para uma reuniãozinha, seja no boca-a-boca, para ter certeza que todos estão tomando os mesmos cuidados.

Fonte:
http://noticias.uol.com.br/ciencia