quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Conheça a bebida especial e potente para depurar os rins e o sangue

Purificar o sangue e os rins é essencial para quem deseja manter uma vida mais saudável e longe das infecções. Para conseguir essa qualidade de vida, são vendidos em farmácias alguns medicamentos que precisam da prescrição médica para serem comercializados. Porém, o que pouca gente sabe é que, na natureza, existe uma erva bastante eficaz para esse tipo de tratamentos e que, além desses benefícios, também pode ser usada na cura de outros problemas de saúde e até para melhorar a estética. Essa solução natural chama-se feno-grego.

O suco depurador

O suco feito com o feno-grego tem os mesmos benefícios que o seu chá, muito utilizado no Oriente Médio, uma vez que serve como produtor e limpador de sangue. Além disso, é ideal para quem deseja purificar os rins e a bexiga, pois ele serve como um excelente diurético. Rica em ferro, fósforo e outros sais minerais, essa erva pode ser cultivada em casa e os seus brotos servem para a produção do suco depurador.
Conheça a bebida especial e potente para depurar os rins e o sangue

Outras indicações

Além de servir como um purificador do sangue, dos rins e até da bexiga, o suco de feno-grego pode servir para outros problemas de saúde e da pele, como:
  • Acne;
  • Doenças da pele;
  • Retenção de fluídos;
  • Problemas da bexiga;
  • Distúrbios renais;
  • Problemas envolvendo o coração;
  • Excesso de peso.

Receita para um suco renovador

O broto do feno-grego pode ser encontrado em lojas de produtos naturais, na internet ou em feiras livres. Busque cultivá-los em sua própria casa e quando já tiver passado de três a cinco dias, colha-os e prepare o suco. Lave os brotos com água corrente e coloque no liquidificador 500g do feno-grego. Depois adicione 120 ml de água e bata os ingredientes.
Beba até três vezes ao dia. A dica é tomar um em jejum, logo pela manhã, e as outras dosagens no decorrer do dia como preferir.

Fonte:
http://www.remedio-caseiro.com

terça-feira, 24 de novembro de 2015

sono - com pequenas interrupções - é pior que dormir pouco

insônia

Com o ritmo de correria e estresse de hoje, não é de se admirar que haja tanta pesquisa sobre o sono. Inclusive já descobrimos por que algumas pessoas precisam de mais horas de sono que as outras e analisamos o que acontece enquanto você dorme em uma matéria de capa da SUPER. 
Dessa vez, pesquisadores da Universidade Johns Hopkins, nos EUA, fizeram um estudo que sugere que ter o sono interrompido durante a noite - aquele que você dorme e acorda o tempo todo - pode ser menos saudável do que dormir por curtos períodos - mas sem pausas.  
Eles dividiram 62 pessoas (homens e mulheres) em dois grupos: metade era forçada a acordar quando pegava no sono e o outro grupo apenas ia para a cama mais tarde do que a média. Já na segunda noite dava para perceber que os que eram forçados a acordar estavam com o estado de espírito pior que as pessoas do outro grupo. 
Até aí esse comportamento já era esperado, mas no final da terceira noite, as estatísticas mostraram que dormir e acordar várias vezes no meio da noite afeta o bem-estar físico e mental.   
"Quando o sono é interrompido durante toda a noite, você não tem a oportunidade de progredir através dos estágios de sono para obter a quantidade de ondas de sono necessárias para uma noite perfeita, que é fundamental para o sentimento de restauração", explicou o principal autor do estudo Patrick Finan.
O estudo é importante para abrir novos caminhos para tratamentos de insônia, que é uma das maiores causas da depressão.

Fonte:
http://super.abril.com.br/ciencia

Comer menos emagrece mais que cortar gordura, diz Harvard

Gordura


Reduzir a quantidade de gordura na alimentação parece ser a dieta óbvia para quem deseja emagrecer, mas um estudo publicado na revista médica "The Lancet" nesta sexta-feira mostra que não é bem assim.
"Não há provas contundentes que sustentem as dietas de redução de gordura", afirma a autora do estudo, Deirdre Tobias, da Faculdade de Medicina da Harvard University.
Segundo a nutricionista, "por trás da habitual recomendação de reduzir as gorduras - que contêm o dobro de calorias por grama em relação a carboidratos ou a proteínas -, está a crença de que basta reduzir a ingestão de gordura para reduzir o peso naturalmente".

Uma análise detalhada de 53 pesquisas sobre 68.000 casos de adultos - comparando dietas magras com as outras, entre elas a ausência de dieta - demonstra claramente o contrário, quando o objetivo é a redução de peso a longo prazo, ou seja, superior a um ano.
As dietas com redução de gordura se mostraram mais eficazes apenas quando comparadas com a ausência total de dieta.
Segundo Tobias, "a Ciência não sustenta as dietas reduzidas em gordura como a melhor estratégia de perda de peso a longo prazo".
"Para combater eficazmente a epidemia de obesidade", agrega, "precisamos continuar investigando para alcançar essa meta de mais longo prazo e mantê-la, incluindo ver além da composição dos alimentos em função dos macronutrientes, ou seja, a proporção de calorias que provêm das gorduras, dos carboidratos, ou das proteínas".
Dessa forma, o que conta não é reduzir a quantidade de calorias geradas pelas gorduras, mas reduzi-las no absoluto, qualquer que seja sua origem.
"A mensagem que retenho desse estudo é que o que determina a perda de peso é a quantidade de energia que se ingere, mais do que a quantidade relativa de gorduras e carboidratos na dieta", comentou o nutricionista Tom Sanders, do King's College, de Londres.
"Mas é a ingestão total de gorduras e carboidratos que determina a ingestão de energia", completou.
Conclusão para emagrecer: uma caloria é uma caloria. É preciso comer menos quantidade, porções menores e evitar excesso de gordura e açúcar, especialmente em carnes, comidas fritas, pastéis e bebidas açucaradas.

Fonte:
http://exame.abril.com.br

Intolerância ao glúten está relacionada ao estilo de vida da mãe

O número de crianças portadoras de doença celíaca, que gera intolerância ao glúten, tem aumentado. Pesquisadores suecos investigaram em um novo estudo quais fatores relacionados ao estilo de vida, principalmente da mãe, poderiam ter a ver com esse crescimento. Os resultados ligaram os casos com cesáreas, infecções urinárias durante a gravidez e local de nascimento dos bebês.
De acordo com Fredinah Namatovu, um dos pesquisadores, "isso pode indicar que esses fatores contribuem para o desenvolvimento de microorganismos patogênicos desfavoráveis durante o início da vida - um fator associado ao desenvolvimento da doença celíaca". Isso quer dizer que a doença está relacionada com a alteração do microbioma humano, ou as bactérias que vivem dentro de nós. O parto por cesariana, por exemplo, impede que o bebê receba microorganismos importantes do canal vaginal materno. Algumas ações que visam a prevenção da doença se apoiam nas campanhas que promovem o parto normal e a redução do uso de antibióticos.
pão
O estudo também apontou que a exposição a infecções virais também é um fator de risco. Os cientistas observaram que crianças nascidas no sul da Suécia tinham um risco maior de desenvolver a doença. Namatovu explica: "Entre os médicos suecos sabe-se que as epidemias anuais do vírus sincicial respiratório (VSR) normalmente começam no sul e depois de espalham para o norte, o que aumenta a força da hipótese das infecções virais".

Fonte:
http://super.abril.com.br/ciencia

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

7 coisas pra saber e manter o diabete (bem!) longe de você

Aparelho de medição de glicose no sangue

  1. São 500 novos diabéticos por dia. Faça exames!
O número é impressionante: 14 milhões de brasileiros acima de 18 anos são portadores da doença. E quase metade dessa gente nem desconfia! Silenciosamente, o diabete prejudica a circulação, entre outros estragos. O diabético que não controla o açúcar no sangue corre de duas a quatro vezes mais risco de sofrer um infarto ou um AVC. Quando já existe alguma disfunção renal, a ameaça de um ataque do coração se multiplica por cinco.
  1. Emagrecer faz, sim, a diferença. Duvida?!
Há duas formas de diabetes. O tipo 1 tem a ver com seus genes. Já o tipo 2 surge por causa dos maus hábitos alimentares, do excesso de quilos, do sedentarismo, do alcoolismo e, ainda - claro! -, do cigarro. Nove em cada dez diabéticos são justamente do tipo 2, ou seja, ficaram assim por causa de um estilo de vida desequilibrado. E é fácil você entender também por que o diabetes é uma epidemia: mais da metade dos brasileiros adultos estão acima do peso.
  1. Às vezes, dá para tratar sem remédio, sabia?!
Sim, quando o diabete é diagnosticado cedo - daí a importância de ele nunca ser esquecido nos exames de rotina -, o médico pode indicar apenas dieta e exercícios físicos, como caminhadas e academia. Xô, preguiça! Mas, veja bem, mesmo nesse caso, monitorar o açúcar no sangue uma vez por dia ou, pelo menos, algumas vezes por semana continua sendo fundamental. Só isso garante que o tratamento está funcionando.
  1. Medição precisa ser constante
Não adianta! Uma vez diagnosticado o diabete, incluir na rotina o hábito de medir a glicose do sangue é essencial, e permite que a pessoa tome a atitude necessária para regular a taxa desse açúcar na circulação. É o médico quem indica quantas vezes o monitoramento precisa ser repetido ao longo do dia. Em geral, recomendam-se medições antes e duas horas depois das refeições, antes de engolir remédios ou aplicar insulina e também na hora de dormir. Eventualmente, pedem-se medições na madrugada também. Tudo para que as taxas de glicose fiquem na medida certa ao longo das 24 horas, como se não houvesse diabete. Essa "normalidade" conquistada promove uma excelente qualidade de vida. Pena que 73% dos diabéticos tipo 2 deixem o monitoramento de lado, correndo risco à toa. Conhece alguém assim?!
  1. Não ajuda em nada se estressar
O estresse bagunça as taxas de açúcar no sangue - e muito! Estressadas, as pessoas produzem hormônios que favorecem até mesmo o acúmulo de gordura no corpo. Essa gordura, especialmente na região abdominal, atrapalha a absorção da insulina, substância que faz a glicose entrar nas células, saindo da circulação. Sem contar que o indivíduo ansioso e acima do peso tende a devorar alimentos calóricos, engordando mais e mais. O cenário piora com a insônia. As noites em claro favorecem ataques à geladeira e aumentam a produção dos hormônios do estresse. É um círculo vicioso. 
  1. Desapareça com o cigarro
A nicotina, por si, afeta os níveis de glicose e até torna mais lenta a ação da insulina. Além disso, fumar aumenta o risco de AVC, infarto, insuficiência renal e câncer, transformando o diabete em uma bomba-relógio. Para completar, o fumante perde fôlego ao fazer exercício. Não vale nada a pena, concorda?!
  1. Não deixe de se mexer
A atividade física melhora a ação da insulina e derruba os níveis dos hormônios do estresse. Quem adquire esse hábito sai ganhando e tem boas notícias no monitoramento diário da glicose. Vamos lá?! Levante da cadeira, do sofá, da cama, largue o celular e comece hoje mesmo uma atividade física.

Fonte:
http://mdemulher.abril.com.br/saude

Vírus zika é a principal hipótese para os casos de microcefalia, segundo Ministério da Saúde

Bebê dormindo



Durante a sua formação dentro do útero, o cérebro do bebê acaba não se desenvolvendo de maneira adequada. Ao nascer ou ainda dentro da barriga, nota-se que a circunferência da cabecinha é menor do que o esperado para sua idade gestacional. Além disso, a massa encefálica apresenta aspecto liso e calcificação. Estamos falando da microcefalia, uma malformação cerebral que provoca atrasos no desenvolvimento motor e cognitivo da criança. Entre as causas desse defeito congênito estão o contato com substâncias tóxicas durante a gestação, o consumo de álcool pela futura mãe e infecções como toxoplasmose, rubéola e herpes na gravidez.
Agora, mais um suspeito entrou para essa lista: o vírus zika. De origem africana, ele é transmitido pelo Aedes aegypt - o mesmo mosquito que carrega o vírus da dengue - e começou a circular pelo Brasil em abril de 2015. Há relatos de casos em todas as regiões do país, mas foi no Nordeste onde houve um surto de infecções no começo do ano e também onde ocorre, desde outubro, um aumento de recém-nascidos com microcefalia. Em números divulgados nesta terça-feira (17), o Ministério da Saúde (MS) já contabilizou 399 casos da malformação, sendo 268 só em Pernambuco. Outros Estados com registros da doença são Sergipe, Rio Grande do Norte, Paraíba, Piauí, Ceará e Bahia. Para se ter uma ideia da incidência da doença, entre 2010 e 2014, o Brasil vinha registrando uma média de 156 casos ao ano.
Embora ainda não seja possível cravar as causas desse pico nos quadros de microcefalia, a principal hipótese do MS é que o zika esteja por trás disso. Essa relação ganhou força nesta terça-feira, quando o Instituto Oswaldo Cruz (Fiocruz) notificou o governo de que, por meio da amniocentese, foi diagnosticada a presença do vírus no líquido amniótico de duas gestantes da Paraíba, cujos bebês foram confirmados com a malformação em exames de ultrassonografia. Ambas contraíram o agente infeccioso no primeiro trimestre da gravidez e apresentaram manchas na pele, que é um dos sintomas. "Isso fecha o diagnóstico da correlação entre a infecção por vírus zika e a microcefalia? O que a gente pode responder nesse momento é 'quase'. Isso revela que, além de estar presente no organismo, ele passou para o feto. Então, é altamente provável a relação entre as duas coisas, que não seja só uma coincidência", comentou Cláudio Maierovitch, diretor do Departamento de Vigilância de Doenças Transmissíveis do ministério.
Segundo Maierovitch, esse elo é inédito e não consta na literatura científica até o momento - daí porque ainda não é possível afirmar se o quadro infeccioso provocado pelo vírus zika causa, de fato, a malformação. Por isso, o Ministério da Saúde vai coordenar estudos junto a diversas instituições do país a fim de chegar a uma conclusão. Vale lembrar que o problema já foi comunicado à Organização Mundial da Saúde (OMS) e à Organização Pan-americana da Saúde, conforme os protocolos internacionais de notificações de doenças. Além disso, a previsão é que seja divulgado um boletim epidemiológico sobre os números da microcefalia a cada semana. A orientação do MS é que, a partir desta quarta-feira (18), hospitais e profissionais de saúde comuniquem ao governo todos os casos identificados.
Recomendações para as gestantes
Até que se identifique as causas do aumento da incidência de microcefalia no Nordeste, o ministério não recomenda que as mulheres que vivem na região evitem engravidar. Para as que estão grávidas, as orientações são: 
  • Fazer todas as consultas e os exames do pré-natal;
  • Não consumir bebidas alcoólicas ou qualquer tipo de drogas;
  • Não utilizar medicamentos sem orientação médica;
  • Evitar o contato com pessoas que estejam com febre, infecções ou manchas no corpo;
  • Adotar medidas para reduzir a presença de mosquitos transmissores de doença, o que inclui retirar recipientes que tenham água parada e cobrir locais de armazenamento de água;
  • Proteger-se de mosquitos instalando telas ou mantendo as janelas fechadas, usando repelentes indicados para grávidas e vestindo, se possível, calça e camisa de manga comprida.

Fonte:
http://mdemulher.abril.com.br/saude

terça-feira, 27 de outubro de 2015

‘Suco da memória’: saiba seus benefícios e aprenda como fazer

O esquecimento faz parte do processo de aprendizagem, no entanto, não raro ficamos chateados com uma falha na memória, principalmente quando isto ocorre naqueles momentos mais inconvenientes, como a operação de multiplicação na hora da prova de matemática, a data do aniversário do namoro ou o esquecimento da chave do carro em qualquer canto da casa ou mesmo dentro do automóvel.

O funcionamento da memória

A aquisição de informações é processada por vários canais e sons, palavras, conceitos e números são armazenados na memória. Existe a memória que precisamos por curto prazo e aquela que arquivamos por tempo indeterminado. A aquisição e a disponibilização das informações dependem de todos os processos cerebrais que envolvem a pessoa em determinado momento de sua vida.
Esquecer também faz parte do processo de memorização, pois já imaginou se o cérebro tivesse que armazenar absolutamente tudo o que ocorre em nosso cotidiano? Acredita-se que o caráter seletivo da memória mantém uma interação com determinadas fases do sono, em que as informações são reorganizadas e distribuídas de acordo com a necessidade.


A queixa sobre o mau funcionamento da memória deve ser avaliada para saber se o caso está dentro de um padrão normal ou se é problemático. Os lapsos de memória podem sinalizar sobrecarga de atividades, de depressão ou ansiedade. Na maior parte dos casos, não é indício de doença cerebral e os exercícios de atenção podem ajudar a manter o bom funcionamento da memória.

Benefícios do ‘suco da memória’

O açafrão-da-terra, também conhecido como cúrcuma, é o ingrediente principal do denominado “suco da memória”. De acordo com estudos, este tempero possui a capacidade de diminuir bastante o risco de declínio cognitivo e ainda pode prevenir o mal de Alzheimer.
As propriedades do açafrão-da-terra incluem a sua ação anti-inflamatória, analgésica, antioxidante, antibacteriana, antialérgica e antiespasmódica. Devido às suas propriedades, este alimento é usado na medicina natural para tratar dores crônicas e resfriados em crianças, adultos e idosos.
Além de ser usado como tempero nos pratos do cotidiano, o açafrão-da-terra também pode ser consumido na forma do chamado “suco da memória”.
No entanto, é importante ressaltar que não existe nenhum medicamento milagroso para fazer com que a memória seja melhor. Para isto, a recomendação é exercitar bastante o cérebro, mantendo a atividade do sistema nervoso central. Algumas dicas para exercitar a memória incluem uma boa noite de sono, a prática regular de exercícios físicos, o estudo de instrumentos musicais, a leitura diária de livros, revistas e jornais e fazer palavras cruzadas, jogos de memória e sudoku.

Como preparar o ‘suco da memória’?

Para aproveitar os benefícios proporcionados pelo suco da memória, basta seguir esta receita:

Ingredientes:

– 2 colheres de chá de açafrão-da-terra em pó ou 1 colher de sobremesa de açafrão-da-terra fresco picado;
– 2 colheres de chá de gengibre picado;
– 1 colher de chá de cardamomo em pó;
– 2 colheres de mel;
– Suco de 1 limão;
– 1 copo de água.

Modo de preparo:

Basta bater todos os ingredientes no liquidificador e servir em seguida.

Fonte:
http://www.remedio-caseiro.com

Deliciosa e nutritiva receita de bolacha de tomate

Que tal preparar um lanche super saudável e barato? Além de servir como um mestre da cozinha, essa saborosa receita não gasta quase nada e rende 50 porções. Isso sem contar os benefícios, proporcionados graças aos ingredientes principais: o tomate a e linhaça. Aprenda como preparar o cracker de tomate, mas antes confira as propriedades medicinais dessa iguaria.

Benefícios da bolacha de tomate

Além de servir como um excelente substituto do biscoito industrializado, a bolacha de tomate mantém a elasticidade dos vasos sanguíneos, melhora e facilita a digestão e ainda é um grande aliada da beleza, promovendo a saúde dos cabelos e da epiderme Por exemplo, quem se preocupa com a aparência deve investir nessa receita, pois a mesma nutre a pele, recupera os fios sem brilho e rebeldes e ainda fortalece as unhas quebradiças e fracas.
Deliciosa e nutritiva receita de bolacha de tomate
E os benefícios não param… Através do seu principal ingrediente, o tomate, esse lanche facilita a contração muscular, forma e fortifica os ossos e a coagulação sanguínea e, por ele ser antioxidante, mantém longe os radicais livres, responsáveis pelo o envelhecimento precoce e algumas patologias que afetam à saúde humana.

Receita do cracker  de tomate

Ingredientes

  • 65 g de tomate seco (sem óleo);
  • 300 g de tomate;
  • 250 g de semente de linhaça inteira;
  • Uma colher (chá) de orégano seco;
  • 50 g de semente de linhaça triturada;
  • Sal e pimenta-do-reino moída na hora.

Modo de preparo

Nesta receita você irá trabalhar com os ingredientes separados e depois haverá a mistura de todos. Primeiramente, coloque no liquidificador a sementes de linhaça inteiras juntamente com o orégano e bata até que a mistura fique na consistência de uma farinha. Em seguida, reserve a substância em um recipiente. Dando continuidade, triture em pedaços pequenos o tomate seco. Acrescente essa tritura aos outros dois ingredientes já preparados.
Agora é a vez de trabalhar com o tomate fresco, que deve ser batido em um liquidificador ou processador até que vire um purê. Depois, misture os demais ingredientes em um recipiente espaçoso e mexa com uma colher de pau. Em seguida, deixe a substância descansar por duas ou três horas, esse tempo é necessário para que as sementes consigam absolver um pouco do líquido.
Quando a mistura estiver mais grossa, seca e moldável é hora de dividi-la em três partes iguais. Feito isso, distribua cada fração em três folhas diferentes de silicone ou papel-manteiga, mas deixe-a com 2-4 mm de espessura. Em seguida, marque na superfície de cada porção, com o auxílio de uma faca, triângulos, retângulos ou quadrados (isso será útil para você marcar o formato das bolachas).
Preaqueça o forno à uma temperatura mínima (50°C ou menos). Cubra com o papel-manteiga e deixe assar por duas horas. Após o tempo determinado, retire as folhas que estavam cobrindo os crackers, vire-as e asse por mais uma hora da grelha do forno. Retire e deixe esfriar por seis ou sete horas, virando durante o processo para que eles possam secar por completo.
Depois é só quebrar os bolachas e guarda em um pote com tampa caso não for consumido na hora ou sobrar depois de um lanche.

Fonte:
http://www.remedio-caseiro.com

Aprenda a preparar os crocantes e saudáveis chips de couve

Verde, saudável e cheia de benefícios à saúde humana. Poderíamos está falando sobre qualquer outras hortaliça, mas neste caso estamos tratando da couve. Apesar de passar longe das preferências dos brasileiros, o consumo deste vegetal proporciona inúmeras vantagens para o organismo, como a melhora no processo de digestão, a diminuição do colesterol ruim (LDL) e a eliminação de toxinas.
Como é um alimento que não agrada o paladar de todos, uma receita foi desenvolvida para tentar amenizar esse problema. O chips de couve é crocante, carrega todos os nutrientes da hortaliça e consegue se tornar um excelente lanche para a tarde. Antes de aprender como se faz, conheça todos os benefícios do couve.

Propriedades e benefícios do couve

Uma pessoa que consome o couve diariamente, consegue absolver alguns minerais como o ferro, cálcio e magnésio, bem como as vitaminas A, C e as do complexo de B. A hortaliça possui ainda na sua composição altos índices de fibras e iodo. Em contrapartida, é um alimento pouco calórico, sendo um aliado para quem deseja está de bem com a balança.

Por conter cálcio e magnésio, o couve auxilia no trabalho dos ossos, evitando problemas com a osteoporose. Além disso, essa segunda substância ajuda na manutenção de um bom humor. Já por possuir fibras, é capaz de facilitar a digestão dos alimentos, melhora a saúde do intestino, evita a prisão de ventre e alivia as dores provocadas pelas úlceras gástricas.
Outra atuação do couve está relacionada ao coração, umas vez que o consumo dessa verdura abaixa as taxas de colesterol ruim no sangue. Combate ainda problemas no fígado, cólicas menstruais cálculos renais, bronquite e artrite.

Receita do chips de couve

Para não perder todos esses benefícios dessa verdura, crie formas de conseguir comê-la mesmo sem se agradar muito do seu sabor. Uma dessas maneiras pode ser o chips de couve, que além de ser crocante e curioso, é bem simples de se fazer. Para isso, você irá precisar de alguns itens:

Ingredientes

  • 500 g de couve sem os talos e cortadas em tamanhos pequenos;
  • Suco de um limão-siciliano;
  • Uma colher de sopa de azeite extra-virgem;
  • Um quarto de colher de chá de sal;
  • Meia colher de chá de alho em pó.

Modo de preparo

Em um recipiente, coloque as folhas de couve e as regue com o suco de limão-siciliano. Em seguida, reserve por 30 minutos. Misture o azeite, sal e o alho em pó e junte tudo à couve. Repita esse procedimento do outro lado da folha de couve. Leve ao forno preaquecido a uma temperatura mínima de 50° C ou até menos.
Na assadeira que vai ao forno, não deixe que as folhas fiquem uma por cima da outra. Se for o caso faça mais de uma fornada. Deixe-as no forno de uma a duas horas ou até que fiquem completamente secas e crocantes. Lembre-se também de mudar as folhas de posição, virando os chips sempre que for necessário. Depois de pronto, espere esfriar e é só saborear.

Fonte:
http://www.remedio-caseiro.com

Chá de moringa: poderoso contra inflamações

Folhas secas de moringa


Moringa Oleífera, morangue, acácia-branca... Você já ouviu falar em alguma dessas plantas? São vários nomes para a mesma, originária da Índia. O chá feito com suas folhas secas tem uma poderosa ação anti-inflamatória no organismo. “A bebida é uma arma contra vermes e trata irritação gastrointestinal e diarreia. O recomendado é beber duas xícaras de chá por dia”, diz a nutricionista Vanderlí Marchiori, uma das maiores especialistas em fitoterapia no Brasil.
As folhas da moringa ainda apresentam alto teor de minerais e vitaminas, e têm um forte potencial para entrar na turma dos superalimentos, como o ovo, a cranberry e a couve-manteiga. Elas contêm 25 vezes mais ferro do que o espinafre, 17 vezes mais cálcio do que o leite, 15 vezes mais potássio do que a banana, 10 vezes mais vitamina A do que a cenoura e 9 vezes mais proteína do que o iogurte. “No entanto, não é recomendada a ingestão das folhas, pois pode acontecer um processo de intoxicação”, fala Vanderlí. Se você quiser aproveitar esses nutrientes, existe outra saída. “As diversas propriedades da planta podem ser encontradas, mesmo em uma menor quantidade em relação à folha, nas cápsulas”, sugere a nutricionista.
As sementes e os grãos da moringa também são usados em produtos de beleza, tratamentos de pele, respiratórios e digestivos. Mas atenção, a medicina ayurvédica ainda acredita no poder de cura da "árvore milagrosa" em mais de 300 doenças.

Fonte:
http://mdemulher.abril.com.br/saude

Como controlar os perigosos triglicérides

Triglicérides


s triglicérides estão e, ao mesmo tempo, não estão na boca do povo. Por um lado, abusamos de alimentos que, junto a outros hábitos pouco saudáveis, aumentam a concentração dessa gordura nos vasos. Tanto que um em cada quatro americanos apresenta um índice acima de 150 mg/dl, o limite ideal — no Brasil não há números confiáveis, mas se acredita que seguimos a mesma toada. Por outro lado, ainda perdura um desconhecimento da população sobre o tema.
O colesterol (que nem gordura é; quimicamente falamos de um álcool complexo) ganhou os holofotes por ser reconhecidamente um fator de risco direto para panes no sistema circulatório. Pesquisas comprovam que o uso de remédios para baixá-lo reduz em até 40% os desfechos cardiovasculares e também aplaca a mortalidade. Já os triglicérides entraram numa certa penumbra, porque alguns estudos insinuaram que as drogas voltadas ao seu controle não evitam óbitos, embora diminuam em 13% o risco de infarto, AVC e afins.
O fato é que, quando se encontra numa quantidade elevada, os triglicérides instigam o surgimento de radicais livres e processos inflamatórios, dois perigos aos vasos. Fora isso, estimulam a fabricação exagerada de VLDL no fígado e de quilomícrons no intestino. "Essas duas lipoproteínas são quebradas, então, nas chamadas partículas remanescentes, que contribuem diretamente para o entupimento das artérias", ensina Michael Miller, epidemiologista da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos.
Miller atualizou um artigo de 2011 que avalia a influência dos hábitos no equilíbrio dos triglicérides. O novo texto diz: "Mudanças no estilo de vida podem reduzir as taxas em 50% ou mais". Fernando Flexa Ribeiro Filho, presidente do Departamento de Dislipidemia e Aterosclerose da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, compara: "Quando se fala em colesterol, esse número não supera 30%". Uma das principais medidas para conter os triglicérides é moderar no pão branco, no macarrão, no açúcar...
Segundo a revisão de Michael Miller, se você trocar 10% das calorias provenientes do carboidrato – nutriente que sobra em macarrão e outras massas – pelas originárias de gorduras poli ou monoinsaturadas, diminui de 10 a 20% a quantidade de triglicérides. Vamos recorrer à matemática: um pão francês possui aproximadamente 112 calorias vindas de carboidratos, o que, em uma dieta tradicional de 2 mil calorias, representa 5,6% do total. Logo, ao riscar um pãozinho da conta diária, há uma potencial subtração de 11,2% na taxa que será exibida pelos exames. 
Entretanto, para fechar esse cálculo do bem, é importante adicionar gorduras insaturadas ao menu. Entre as opções, vale destacar o ômega-3, encontrado principalmente nos peixes marinhos. "Descobertas recentes apontam que ele inibe a síntese de triglicérides no fígado", conta Cintra. "Tanto que suplementos com essa substância já são prescritos para alguns pacientes com triglicérides descontrolados", arremata. Incrementar sua ingestão em 1 grama por dia acarreta uma queda de 5 a 10% na concentração do inimigo da vez.
Causas diversas
Veja o que financia a subida dos triglicérides – e pode passar batido
Remédios: diuréticos, corticoides, antipsicóticos, estrogênio oral... Todos podem conspirar a favor da síndrome metabólica, conjunto de disfunções marcado pelo ganho de barriga e o aumento dos triglicérides.
Hipotireoidismo: a tireoide é uma glândula responsável pelo ritmo de funcionamento do corpo inteiro. Logo, se a sua produção de hormônios é deficiente, há uma lentificação na atividade da enzima que quebra os triglicérides no fígado.
Insuficiência renal: quando os rins não funcionam corretamente, fica faltando uma proteína que também participa do processo de desintegração das moléculas gordurosas. A partir daí, elas passam a aparecer em larga escala nos vasos sanguíneos.
Diabete tipo 2: a doença está bastante ligada à obesidade. E a dupla, junta, intensifica a chamada resistência à ação da insulina. Essa condição, por sua vez, desregula as taxas de triglicérides e colesterol. Desarmonia nociva para o coração.

Consequências
Conheça males deflagrados pela alta dos triglicérides
Pancreatite aguda: é como se ocorresse uma obstrução na glândula que produz insulina. Explicamos: as partículas que carregam os triglicérides são grandes e, em excesso, podem bloquear dutos do pâncreas. A dor é intensa e o quadro inevitavelmente leva à hospitalização.
Esteatose hepática: a obesidade, e o consequente aumento dos triglicérides no organismo, desencadeia uma infiltração de gordura no fígado. A condição costuma ser silenciosa no início - entre os eventuais sintomas estão cansaço e perda de apetite.
Diabete tipo 2: além de causa, ele pode ser uma sequela do boom de triglicérides. É que os ácidos graxos, constituintes dessa gordura, prejudicam a ação da insulina, hormônio que libera o açúcar para as células. E isso, claro, faz a glicemia disparar.
Câncer: um estudo realizado na Universidade Duke, nos Estados Unidos, relacionou altos níveis de triglicéride e colesterol com um maior risco de tumores de próstata. Apesar de ser uma evidência inicial, vale a pena ficar atento para escapar de mais esse problemão.

Fonte:
http://mdemulher.abril.com.br/saude