terça-feira, 22 de setembro de 2015

Esclarecemos nove dúvidas sobre dores nas articulações

Primeira correção: o reumatismo não é uma doença. "Dizer que alguém sofre de reumatismo é o mesmo que falar que uma pessoa está com problema de vista. Existem inúmeros tipos de doenças reumáticas e a característica comum entre todas elas é a dor músculo esquelética", explica o reumatologista Geraldo Castelar, presidente da Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR).

Por esse motivo, muitas pessoas confundem dores nas articulações com reumatismo e ainda associam o problema à idade, o que não passa de mito, já que muitas delas costumam afetar crianças, jovens e adultos. Por isso, conversamos com especialistas para desvendar essas e outras crenças sobre as dores nas

articulações causadas por doenças reumáticas. Confira.

Frio - Foto Getty Images

As articulações doem mais quando faz frio?

Segundo o reumatologista Nilton Salles, do Hospital 9 de Julho, em São Paulo, em locais úmidos ou de temperaturas mais baixas as pessoas têm a sensibilidade aumentada e, por isso, percebem a dor de maneira diferente. "Entretanto, na maior parte dos casos, não há qualquer evidência de que a inflamação nas articulações tenha sido intensificada", explica.
Idosos - Foto Getty Images

Dores nas articulações só acometem pessoas de idade?

"Existem mais de 120 tipos de doenças reumáticas. Algumas costumam acometer pessoas de idade, mas outras são típicas da infância ou da adolescência", aponta Geraldo. A osteoartrite, por exemplo, é mais comum em idosos. O lúpus, por sua vez, atinge jovens em torno dos 20 anos. Já a gota é mais comum em adultos por volta dos 35 anos.
Exercício físico - Foto Getty Images
Exercício físico piora as dores nas articulações?

De forma geral, a prática de exercícios é benéfica para as articulações, pois fortalece a musculatura do corpo e estimula a movimentação. "Dependendo do estágio da doença, entretanto, ele não é recomendável", alerta Nilton. Segundo o especialista em casos agudos de gota, por exemplo, até vestir a roupa pode ser doloroso. Por isso, é fundamental conversar com seu médico antes de iniciar uma atividade física. "A maioria das pessoas alongam-se um pouco antes ou depois de um atividade física, mas o alongamento deve ser incorporado em sua rotina diária", explica o ortopedista Rodrigo Junqueira Nicolau. Você pode fazer alguns alongamentos básicos em sua mesa ou fazer uma aula de ioga ou pilates, que incorporam alongamento nos exercícios.

Outro ponto são aquelas pessoas que passam muito tempo sentadas. "Isso, de certa forma, causa uma sobrecarga sobre nossas articulações, em especial na nossa coluna", alerta o ortopedista Rodrigo. Por isso, procure mover-se de tempos em tempos e não permanecer o tempo todo na mesma posição. Levante, ande e alongue-se.
Obesidade - Foto Getty Images

O sobrepeso e a obesidade prejudicam ainda mais as dores nas articulações?

"O sobrepeso e a obesidade são agravantes para aqueles que já sofrem de inflamação nas articulações e, por isso, devem ser tratados", aponta Nilton. Isso porque estar acima do peso pode aumentar a pressão sobre as articulações - e a prática de atividade física é a melhor maneira de reverter o peso e ainda fortalecer as articulações. "Ao iniciar as atividades físicas, opte por exercícios de baixo impacto, como andar de bicicleta, nadar ou caminhar para reduzir a pressão sobre as articulações", explica o ortopedista Rodrigo. Você também deve considerar a incorporação de exercícios de fortalecimento muscular em sua rotina, pois os músculos fortalecidos aliviam o trabalho das articulações, afirma o ortopedista. Pessoas que sofrem com dores nas articulações e tem obesidade também devem evitar carregar muito peso ou se submeter a esforços que podem comprometer ainda mais as articulações.
Fisioterapia - Foto Getty Images

Apenas fisioterapia já resolve as dores nas articulações?

Depende da doença que causa as dores. Em alguns casos é essencial a aliança entre a fisioterapia e anti-inflamatórios. Em outros, apenas a fisioterapia já dá conta do problema. Há ainda aqueles em que é recomendado apenas o medicamento e repouso completo. Quem define isso é um especialista no assunto.
Alimentação - Foto Getty Images

Hábitos alimentares têm influência sobre as dores nas articulações?

"Algumas doenças reumáticas podem ter sintomas, como dores nas articulações, intensificados ou amenizados dependendo da dieta que o paciente leva", afirma Geraldo. Estudos apontaram, por exemplo, que uma alimentação rica em ácidos graxos ômega-3 é benéfico para pessoas com artrite. Quem é portador da gota, por sua vez, deve evitar alimentos que produzam muito ácido úrico no organismo, pois é justamente o excesso desse ácido que leva a crises da doença. O profissional lembra ainda que pelo fato de as doenças reumáticas serem inflamatórias, elas inevitavelmente aumentam o risco de doenças cardiovasculares e, por isso, é essencial ajustar a dieta ao novo quadro de saúde. Além disso, o cálcio ajuda a fortalecer os ossos e a manter as articulações saudáveis. "Aumentar a ingestão de cálcio ajuda a evitar artrose, que é comum em mulheres e idosos", afirma o ortopedista Rodrigo. Certifique-se de consumir bastante brócolis, couve, suco de laranja e derivados do leite.
Carregar peso - Foto Getty Images

Quem carrega muito peso ao longo da vida tem mais chances de ter dores nas articulações no futuro?

As consequências de carregar muito peso ao longo da vida dependem de como o esforço físico foi realizado e da propensão genética da pessoa a desenvolver ou não alguma doença que cause dores nas articulações. "Se o carregamento da carga foi feito de maneira indevida e o indivíduo apresentar tendência a ter doenças reumáticas, então é provável que tal prática antecipe o aparecimento do mal", aponta Nilton. Se, por outro lado, o carregamento for feito de maneira saudável, então, é possível que isso postergue a doença.
Dor no joelho - Foto Getty Images

Mulheres são mais propensas a ter dores nas articulações?

Isso depende da doença que causa as dores nas articulações. Gota é mais comum em homens. Já a fibromialgia e a osteoporose costumam acometer mais as mulheres. Assim, a recomendação geral é de que ao sinal de qualquer problema persistente o indivíduo busque auxílio médico.
Gestante - Foto Getty Images

Médicos recomendam que mulheres com dores nas articulações evitem engravidar?

"Algumas doenças reumáticas até melhoram com a gravidez, devido a mudanças hormonais pelas quais a mulher passa, mas, de qualquer maneira, é recomendável realizar o pré-natal para saber dos cuidados extras que a mãe deve tomar para não colocar em risco sua saúde ou a do bebê", explica Geraldo.

Fonte:
http://www.minhavida.com.br/saude

Evite seis hábitos para prevenir a enxaqueca

Segundo a Sociedade Brasileira de Cefaleia (SBC), cerca de 30 milhões de brasileiros sofrem de enxaqueca e, dentre esses, 75% são mulheres. "Muitas podem ser as causas da enxaqueca, desde problemas tensionais, normalmente associados ao estresse, até resultantes de tumores, aneurismas, medicamentos fortes e até ressaca", ensina a especialista. 

Quem sofre com a dor insuportável sabe o quanto é difícil ficar simplesmente esperando que ela passe. Mas, para além dos vários tratamentos para o problema, existem alguns hábitos que quem quer se livrar de vez da enxaqueca, deve abandonar. Confira a lista abaixo:


mulher tomando comprimidos - Foto Getty Images

Abuso de analgésicos

Quem abusa de analgésicos para se livrar da dor, ou seja, toma mais de um comprimido por semana corre o risco de alimentar a própria dor. "O analgésico bloqueia todos os mecanismos de defesa natural para combate da dor de cabeça. O uso prolongado e indiscriminado desse tipo de medicamento faz com que o corpo fique dependente do medicamento", explica a neurologista Claudia Klein, especialista do Minha Vida. 

Em outras palavras, o organismo fica viciado a tal ponto que passa a "produzir" a dor para que o analgésico precise agir. Além disso, o analgésico também impede a produção de serotonina, hormônio neurotransmissor responsável pela sensação de bem-estar e relaxamento, agravando a dor depois de certo tempo. "Muitas pessoas costumam tomar o analgésico ao menor sinal de dor e, assim, esquecem de tratar o problema. É preciso buscar tratamentos reais com medicação indicada o médico especialista", aconselha Claudia Klein.  
grãos de café, chocolate e canela em pau - Foto Getty Images

Má alimentação

De acordo com a neurologista, alguns alimentos devem ser evitados por quem sofre de enxaqueca, como, por exemplo, o aspartame, condimentados, leite e derivados, alimentos cítricos, chocolate e café. "Esses alimentos contêm substâncias que interagem com a bioquímica cerebral do organismo, alterando a ação de determinadas enzimas e diminuindo a quantidade de serotonina, hormônio ligado à enxaqueca", explica Claudia Klein. Além disso, a especialista afirma que pior do que o consumo desses alimentos, é ficar em jejum por tempo prolongado - mais de 4 horas sem comer - ou ter uma alimentação baseada em frituras e doces, por isso, ter um cardápio equilibrado e controlado é uma ótima medida preventiva.  
mulher fumando - Foto Getty Images

Tabagismo

Que fumar é uma bomba para o organismo, todo mundo já sabe. A novidade é que, além de todos os males, a nicotina ainda é associada à alteração da circulação sanguínea e enrijecimento dos vasos sanguíneos, o que, segunda a neurologista Claudia Klein, também pode acabar provocando a enxaqueca. Além disso, um recente estudo norueguês publicado pela revista médica Neurology avaliou seis mil estudantes e descobriu que o tabagismo, associado ao sobrepeso e ao sedentarismo, triplica as chances de jovens desenvolverem enxaqueca. Os autores disseram não ter ficado claro se esses fatores do estilo de vida provocam a cefaleia ou se eles agem mais como desencadeadores em jovens já vulneráveis. Pelo sim, pelo não, é melhor prevenir e ficar longe do cigarro.  
homem dormindo no sofá - Foto Getty Images

Ser sedentário

Um dos grandes males da população, o sedentarismo afeta em muitos aspectos a qualidade de vida. Além de contribuir para o surgimento de obesidade, hipertensão, diabetes e problemas cardíacos, o sedentarismo é uma porta aberta para a enxaqueca. 

Uma pesquisa conduzida na Suécia demonstrou que pessoas que se envolvem em um programa de atividades aeróbicas apresentam queda significativa na frequência e intensidade das dores de cabeça crônicas e enxaqueca. O programa de treinamento aplicado na pesquisa consistia em treino de 40 minutos de bicicleta ergométrica praticada três vezes por semana. 

"A pessoa que sofre de enxaqueca já tem uma produção baixa de serotonina, e os exercícios físicos estimulam a produção desse hormônio. Se a pessoa não fizer nenhum tipo de atividade que compense essa baixa, vai ser difícil reverter o quadro", explica a neurologista Claudia Klein. 
caneca de cerveja - Foto Getty Images

Consumir álcool

Como a enxaqueca é um problema de origem vascular, cuja dor é provocada pela contração e dilatação dos vasos sanguíneos, o consumo de bebidas alcoólicas pode ser uma opção ruim para quem lida com o problema. A especialista Claudia Klein explica: "As bebidas alcoólicas quando ingeridas em excesso provocam dilatação dos vasos do corpo e do cérebro, o que acaba acentuando o incômodo da enxaqueca." 
homem gritando ao telefone - Foto Getty Images

Se render ao estresse

Tudo o que gera estresse e desequilíbrio para o organismo pode agravar a enxaqueca de quem já tem predisposição. Trabalho em excesso, ficar sem comer por muito tempo, nervosismo, insônia ou dormir pouco, chateação e outros problemas emocionais podem ser uma porta aberta para a dor incômoda. Quem sofre com os dramas do estresse, deve procurar tratamento. Buscar métodos, como massagem e acupuntura, e dar mais valor ao momentos de lazer e relaxamento são atitudes importantes. "A acupuntura é bem eficiente, pois provoca microestímulos que ajudam o corpo a recuperar o equilíbrio de forma natural", garante a neurologista Claudia Klein. 

Fonte:
http://www.minhavida.com.br/saude

Soja preta queima gordura e previne doenças cardiovasculares

Que a soja acrescenta diversos benefícios a nossa saúde, todos sabemos. Mas agora é possível aproveitar todas as proteínas, fibras e as isoflavonas tão conhecidas desse grão com alguns benefícios a mais - basta procurar por outra cor. Muito comum na Ásia, a soja preta é igualzinha a amarela por dentro, se distinguindo apenas pela casquinha escura que recobre o grão. E é nessa proteção que reside boa parte das novidades da soja preta para a nossa saúde. Por não ser muito diferente da soja que já conhecemos, sua recomendação de consumo diária é a mesma - duas colheres de sopa por dia, aproximadamente. "Ela pode ser consumida crua, em saladas, patês, sopas e até cozida da mesma forma que o feijão, inclusive nas mesmas medidas", diz a nutricionista Maria Elisa Yaemi Jo, do Hospital São Luiz, em São Paulo. Aqui no Brasil é mais fácil encontrar a soja preta em forma de farinha, que também apresenta os mesmos benefícios e pode ser consumida da mesma maneira, podendo inclusive ser acrescentada em sucos e iogurtes. Confira as novidades que a soja preta oferece: 

soja preta - Foto: Getty Images

Elimina a barriga

A soja preta possui um arsenal de combate às gordurinhas - pelo menos é o que afirma um estudo feito pela Universidade Católica da Coreia do Sul. O trabalho, que foi publicado no Journal of Agricultural and Food Chemistry, mostra que as antocianinas, fitoquímico que confere o pigmento escuro à soja preta, é capaz de agir nas células que armazenam gorduras em nosso corpo e favorecer o emagrecimento. "A antocianina ajuda na produção de uma substância que queima a gordura armazenada nessas células, levando ao emagrecimento", afirma a nutricionista Maria Elisa Yaemi Jo, do Hospital São Luiz, em São Paulo. Além disso, a soja preta também é rica em fibras, e sua digestão reduz a produção de insulina. "Além de regular as quantidades de glicose no seu sangue, a insulina também é responsável por impedir que a gordura abdominal seja quebrada com eficiência", explica o nutrólogo Roberto Navarro. Dessa forma, quanto menos insulina seu corpo produzir de uma vez, mais fácil será queimar a gordura acumulada no abdômen. 

estetoscópio e coração de papel - Foto: Getty Images

Previne doenças cardiovasculares

De acordo com o nutrólogo Roberto Navarro, as antocianinas presentes na soja preta impedem que o colesterol em nosso sangue sofra uma oxidação. "Quando o colesterol oxida, ele ganha o poder de obstruir os vasos sanguíneos, aumentando os riscos de doenças cardiovasculares, como hipertensão e derrames", aponta o especialista. 
pessoa verificando a glicemia - Foto: Getty Images

Ajuda no tratamento do diabetes

São vários os mecanismos da soja preta que ajudam no tratamento e prevenção do diabetes, a começar pelo seu alto teor de fibras, que controla os níveis de glicose do sangue, evitando picos de insulina e ajudando no controle do diabetes. "Além disso, o acúmulo de gordura abdominal é um dos fatores de risco para diabetes, a redução proporcionada pelas antocianinas também ajudaria na proteção contra a doença", diz a nutricionista Maria.  
mulher sorrindo - Foto: Getty Images

Fórmula antirrugas

"Tanto a soja preta quanto a amarela são ricas em antioxidantes chamados de fitoesteróis, porém a versão escura contém de cinco a sete vezes mais dessa substância", diz o nutrólogo Roberto Navarro. Esses antioxidantes são importantes aliados na prevenção do envelhecimento precoce, sendo seus brotos inclusive utilizados na fabricação de cremes para rugas na Ásia e Europa. "Mas a ingestão da soja preta também é eficiente para aproveitar seus benefícios para a pele", diz a nutricionista Maria. 
 soja preta e amarela - Foto: Getty Images

Protege do câncer

Uma outra pesquisa, desenvolvida também pela Universidade Católica da Coreia do Sul e publicada no US National Library of Medicine, demonstrou que as antocianinas podem ser capazes de desenvolver uma importante ação no combate ao câncer. De acordo com os cientistas, as antocianinas podem induzir as células cancerosas a se autodestruírem. "Os antioxidantes abundantes na soja preta também ajudam na destruição dos radicais livres, substâncias presentes em nosso corpo relacionadas a um maior risco de câncer." 
mulher mostrando a barriga - Foto: Getty Images

Atua na saciedade e no funcionamento do intestino

 Por ser uma boa fonte de fibras, a soja preta estimula a mastigação e diminui o esvaziamento gástrico, ajudando na saciedade. Além disso, as fibras também ajudam na produção de bactérias benéficas para o intestino, estimulando o desenvolvimento da flora intestinal e melhorando o funcionamento do órgão, prevenindo problemas como prisão de ventre. 
mulher cozinhando - Foto: Getty Images

Conserva melhor os nutrientes

 O nutrólogo Roberto explica que esse pigmento preto que reveste a soja forma uma espécie de casca no grão, o que ajuda a conservar melhor seus nutrientes quando ela é cozida ou assada, por exemplo. "Portanto, ela se torna uma opção melhor do que a soja amarela se a intenção for incluir em receitas quentes, como feijoada ou sopas", diz o especialista. 

Fonte:
http://www.minhavida.com.br/alimentacao

O que pode causar dor de cabeça

Segundo a Organização Mundial da Saúde, estima-se que mais de 90% das pessoas sofrem ou sofreram de cefaleia (dor de cabeça) em algum momento da vida. E as causas podem ser inúmeras, como estresse e falta de sono. O que poucas pessoas sabem é que a alimentação também é fator determinante para desencadear essas dores. 

As nutricionistas Juliana Lucena, da BioGourmet em São Paulo, e Joana Lucyk, da Clínica Saúde Ativa, em Brasília, explicam que a cefaleia pode ser causada por alguns tipos de substância presentes em diversos alimentos e, no caso de pessoas que sofrem de crises de enxaqueca, o ideal é que esses alimentos sejam evitados ao máximo na dieta. 

"É aconselhável que as pessoas que sofrem de dores de cabeça façam um tratamento médico especializado para identificar a causa e tratar o sintoma da forma mais adequada possível", diz a nutricionista. Mas além de cuidados com a alimentação, também deve-se evitar períodos de jejum, que também acarreta cefaleia. Veja a seguir as substâncias e os alimentos alimentos que lideram o ranking de desencadeadores da dor de cabeça



Queijo e chocolate - Foto Getty Images

Aminas: as aminas estão presentes em alimentos como cerveja, queijos maturados, alimentos embutidos, molho à base de soja, repolho e chocolate. "Estas substâncias podem alterar o calibre dos vasos sanguíneos do cérebro, favorecendo, assim, a dor de cabeça", explica a nutricionista Joana Lucyk.

Café - Foto Getty Images


Cafeína: café, refrigerante, chá preto ou energético são ricos em cafeína. A dor de cabeça desencadeada por esta substância pode acontecer em duas situações: se combinada a alimentação com medicamentos que possuem cafeína em sua composição ou pela própria abstinência de cafeína. "As pessoas acostumadas a consumir uma determinada quantidade de café ou bebidas que contenham cafeína podem sofrer os efeitos da redução", aponta Joana.


Vinho e Cerveja - Foto Getty Images


Bebidas alcoólicas: bebidas como o vinho e a cerveja possuem substâncias chamadas histamina e tiramina, que desencadeiam a piora do quadro de dor de cabeça.

Lipídeos - Foto Getty Images


Lipídeos: os alimentos fontes de lipídeos e que são prejudiciais englobam a manteiga, margarina, frituras, doces, biscoitos recheados, carnes gordas, queijo amarelo, leite integral, requeijão e embutidos. "Esses alimentos possuem proteínas alergênicas, como a beta lactoglobulina e caseína, que podem causar a cefaleia", afirma a nutricionista da Clínica Saúde Ativa.

Batata Frita - Foto Getty Images

Frituras: elas são ricas nos ácidos graxos oléico e leonéico, substâncias que causam contração dos vasos sanguíneos cerebrais. As frituras também podem estar envolvidas no desencadeamento da cefaleia.

Adoçante - Foto Getty Images

Aspartame: a nutricionista Juliana Lucena afirma que o aspartame metaboliza no organismo substâncias como a amina e a fenilalanina, tornando-se assim um dos principais vilões desencadeantes da dor de cabeça.

Salame - Foto Getty Images

Nitratos e nitritos: presente nos embutidos (como salame e presunto), peixes em conserva, patês e caviar. As nutricionistas contam que essas substâncias também atuam em alguns casos como desencadeadores da dor de cabeça da mesma forma que as aminas. Elas alteram o calibre dos vasos sanguíneos do cérebro, favorecendo, assim, a cefaléia.


Fonte:
http://www.minhavida.com.br/alimentacao

Confira nove problemas que a falta de sono provoca à saúde

Sabemos que excesso de trabalho, estresseinsônia, acúmulo de tarefas e distúrbios do sono são alguns dos vilões mais comuns de uma boa noite de descanso. Um estudo realizado em janeiro de 2013 pelo Instituto de Pesquisa e Orientação da Mente (IPOM) afirma que 69% dos brasileiros avaliam seu próprio sono como ruim e insatisfatório, com problemas que vão desde a dificuldade para pegar no sono até acordar diversas vezes durante a noite. Embora as poucas horas de sono já façam parte da rotina dos brasileiros, dormir menos do que o recomendado (de seis a oito horas) pode afetar a nossa saúde como um todo - funções que muitas vezes nem imaginamos estar relacionadas ao sono. Quer descobrir como a falta de sono afeta o seu corpo? Confira os que os especialistas dizem sobre o assunto:

mão com um barbante amarrado no dedo - Foto: Getty Images


Impede a conservação da memória

"O sono é uma etapa crucial para o cérebro transformar a memória de curto prazo relevante em memória de longo prazo", afirma o neurologista André Felicio, da Academia Brasileira de Neurologia. O especialista explica que, durante a noite, o cérebro faz uma varredura entre as informações acumuladas, guardando aquilo que considera primordial, descartando o supérfluo e fixando lições que aprendemos ao longo do dia. "Por esse motivo, quem dorme mal costuma sofrer para se lembrar de eventos simples, como episódios do dia anterior ou nomes de pessoas próximas", diz. 
mulher na balança - Foto: Getty Images

Afeta o emagrecimento

Durante o sono nosso organismo produz a leptina, um hormônio capaz de controlar a sensação de saciedade ao longo do dia. Por isso, pessoas que dormem pouco produzem menores quantidades desse hormônio. Além disso, quem tem o sono restrito produz mais quantidade do hormônio grelina, que provoca fome e reduz o gasto de energia. "A consequência é a ingestão exagerada de calorias durante o dia, pois o corpo não se sente satisfeito", explica a endocrinologista Alessandra Rasovski, da Sociedade Brasileira e Endocrinologia e Metabologia. Segundo um estudo feito na Universidade de Chicago, pessoas que dormem de seis a oito horas por dia queimam mais gorduras do que aquelas que dormem pouco ou tem o sono fragmentado. A pesquisa afirma que a falta de sono reduz em 55% a queima de gordura. 
 mulher doente - Foto: Getty Images

Enfraquece a imunidade

É durante o sono que acontecem diversos processos em nosso organismo, dentre elas a produção de anticorpos. De acordo com um estudo da Universidade de Chicago (EUA), dormir pouco reduz a função imune e o número de leucócitos, células responsáveis por combater corpos estranhos em nosso organismo. Segundo a pesquisa, quem dormia quatro horas por noite por uma semana tinham os anticorpos reduzidos pela metade, quando comparados aqueles que dormiram até oito horas.  
homem com dor de cabeça - Foto: Getty Images

Altera o funcionamento do metabolismo

As mudanças no ciclo do sono podem atrapalhar a síntese dos hormônios de crescimento e do cortisol, já que ambos são produzidos enquanto dormimos. "Os maiores efeitos dessa deficiência são despertar cansado, a dificuldade de raciocínio e a ansiedade, que podem interferir na realização de tarefas do cotidiano, levando a problemas como déficit de atenção, acidentes de trânsito, indisposição física, irritabilidade e sonolência", diz a endocrinologista Alessandra. 
mulher se olhando no espelho - Foto: Getty Images

Leva ao envelhecimento precoce

Durante o sono, produzimos hormônios "rejuvenescedores", como a melatonina e o hormônio do crescimento. "Esses hormônios exercem funções reparadoras e calmantes para a pele, e a falta de sono impede que o corpo descanse adequadamente", afirma a endocrinologista Alessandra. Os maiores resultados disso são uma pele sem viço e com olheiras. O estresse provocado pela falta de sono também favorece o aparecimento de rugas. 
pessoa verificando a glicemia - Foto: Getty Images

Interfere na produção de insulina

Pessoas com diabetes que tem um sono insuficiente desenvolvem uma maior resistência insulínica, tornando o controle da doença mais difícil. É o que afirma um estudo feito pela Northwestern University, dos Estados Unidos. Os pesquisadores concluíram que portadores de diabetes que dormem mal tinham 82% mais resistência à insulina que os portadores com sono de qualidade. Além disso, a falta de sono adequado pode favorecer o aparecimento de diabetes tipo 2 em quem não tem a doença. "É durante o sono que o corpo estabiliza os índices glicêmicos, por isso quem não tem um sono de qualidade sofre com o descontrole do nível de glicose, podendo desenvolver diabetes", explica a endocrinologista Alessandra. 
medidor de pressão - Foto: Getty Images

Desregula a pressão arterial

A neurologista Rosa Hasan, responsável pelo Laboratório do Sono do Hospital São Luiz, explica que a dificuldade em descansar durante a noite é equivalente a um estado de estresse, aumentando a atividade da adrenalina no corpo. "Uma noite mal dormida deixa o organismo em estado de alerta, aumentando a pressão sanguínea durante a noite", explica a especialista. Ela afirma que com o tempo essa alteração na pressão sanguínea se torna permanente, gerando a hipertensão. 
halteres e fita métrica - Foto: Getty Images

Afeta o desempenho físico

"Um sono incompleto é uma das principais causas de fadiga ou baixo desempenho motor", afirma o neurologista André. Quando dormimos profundamente e sem interrupções, nosso corpo começa a produzir o hormônio GH, responsável pelo nosso crescimento, e que começa a ser sintetizado só 30 minutos depois de começarmos a dormir. "O hormônio do crescimento tem como funções ajudar a manter o tônus muscular, evitar o acúmulo de gorduras, melhorar o desempenho físico e combater a osteoporose", explica a endocrinologista Alessandra. 
mulher triste - Foto: Getty Images

Prejudica o humor

"A falta de sono faz com que o cérebro não descanse plenamente, prejudicando a comunicação entre os neurônios", explica o neurologista André. E os neurônios são os responsáveis por produzir os neurônios relacionados ao nosso bem-estar, como a serotonina. "Por isso que um sono deficiente impacta o nosso bom-humor de forma direta, podendo até favorecer quadros de depressão." 

Fonte:
http://www.minhavida.com.br/saude

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Nove momentos que determinam sua identidade antes mesmo de você nascer

Você começa a mexer seus membros na fase das 11 semanas


  • Você começa a mexer seus membros na fase das 11 semanas
Mesmo antes de você respirar pela primeira vez, muito da sua aparência e dos seus comportamentos instintivos estão formados.
A maneira como você passa os nove meses se desenvolvendo de uma célula microscópica para um bebê humano influenciou no que você é hoje.

Veja abaixo nove momentos decisivos nesse processo:

Dia zero: o começo

Um entre 250 milhões dos espermatozoides de seu pai conseguiu navegar por uma perigosa jornada para alcançar o óvulo de sua mãe, dando início ao processo que te formou.
A "planta" do projeto que resultaria na sua pessoa estava decidida desde a primeira célula. O esperma vencedor define seu gênero. Se ele contivesse um cromossomo X, você seria mulher. Se fosse um Y, homem.

O esperma e o óvulo, combinados, também criam uma novíssima coleção de genes.

Os efeitos desses genes foram se desenvolvendo ao longo de nove meses para criar um ser humano novo e único, você.

Seis dias: você sobreviveu ao primeiro round

Aos seis dias de idade, quando você era apenas um amontoado de células, passou por um teste crucial.

No útero da sua mãe, para continuar a se desenvolver, você precisava se implantar na mucosa que recobre a face interna do órgão. Mas mães são exigentes –um embrião precisa ser saudável para valer a pena ser nutrido pelos próximos nove meses.

Cerca de dois terços dos embriões falham nesse estágio ou logo em seguida e se perdem –muitas vezes, antes de suas mães saberem que ele existiu.

No seu caso, suas células liberaram sinais químicos que mostraram que você estava se desenvolvendo bem. E você foi ancorado no útero de sua mãe.


Quatro semanas: a formação da face

O formato de seu corpo, seus membros e suas feições mais reconhecíveis estão sendo formadas.

Nas próximas semanas, sua face se desenvolve à medida que 14 estruturas diferentes se juntam para formar a base de intrincadas camadas de tecido.

Faces humanas têm a mesma estrutura, mas nenhuma é exatamente igual a outra. Cientistas acreditam que possa haver centenas de mudanças no seu DNA que, sutilmente, formam as suas feições.

11 semanas: destro ou canhoto?

Você começa a mexer seus membros na fase das 11 semanas. E começa também a dar preferência a um lado em detrimento do outro. Pode começar, por exemplo, a esticar um braço mais do que o outro ou a sugar um dedo específico.

Nove de dez fetos se tornam destros --e um em dez escolhe o lado esquerdo. Menos de 1% é ambidestro, ou seja, usa confortavelmente os dois lados. Sua opção também está ligada, claro, aos seus genes.

12 semanas: impressão digital - uma em 7 bilhões

À medida que você continua a se mover no útero, protegido pelo líquido amniótico, outro traços únicos estão se formando.

As camadas de pele em volta dos dedos começam a enrugar, empurrando o líquido ao redor. Essa interação ajuda a moldar uma combinação única de arcos, espirais e loops da sua impressão digital.
Mesmo gêmeos idênticos têm impressões digitais levemente diferentes.

No final de 17 semanas, você tem um conjunto de dez impressões digitais que vão te diferenciar das outras 7 bilhões de pessoas no mundo.

14 semanas: sistema imunológico e afinidade com outras pessoas

Com o seu corpo tomando forma, você também vai desenvolvendo um sistema imunológico único.

Com 14 semanas, você produz o chamado antígeno leucocitário humano (HLA, na sigla em inglês), que ajuda o seu sistema imune a reconhecer bactérias e vírus.

Existem milhares de combinações possíveis de HLAs --que foram herdadas de seus pais. Uma teoria sugere que as proteínas HLA podem mudar seu aroma para outros adultos e que nós escolhemos um parceiro sexual com uma composição muito diferente de HLA, ou seja, de cheiro diferente.

Portanto, o seu sistema imunológico desenvolvido antes do nascimento pode ter alguns efeitos surpreendentes na vida adulta.

15 semanas: o quanto o seu cérebro é masculino?

Nesse estágio, você tem genitália masculina ou feminina, definida por uma dose de testosterona na oitava semana. Agora, uma segunda dose ajuda a formar seu cérebro.

Um feto masculino recebe uma grande carga de testosterona, criada em seu testículo. Já o feto feminino recebe uma dose bem menor, vinda da glândula suprarrenal.

Assim, aspectos da sua personalidade são conectados ao seu cérebro.

Exposição a altos níveis de testosterona pode contribuir a um comportamento "mais masculino", como assumir riscos.

28 semanas: vendo o mundo do seu jeito

Você está quase pronto para ver o mundo pela primeira vez. Dois olhos munidos com sensores de cor são formados, com pigmentos que podem detectar as ondas que uma luz produz, criando cores.

A maior parte das pessoas pode diferenciar 10 milhões de cores. Mas 8% dos homens e 0,5% das mulheres nascem com algum grau de daltonismo.

37 semanas: contagem regressiva para o nascimento

Em nove meses, você cresceu de uma célula para um trilhão ou mais. Seu tamanho ao nascer depende de fatores como gênero, raça ou genética.

Mas fatores externos --como a dieta da mãe, níveis de estresse e se ela é fumante ou não-- também influenciam.

Uma teoria que vem ganhando cada vez mais força é a de que o ambiente no útero pode alterar marcadores químicos no DNA, que controlam como os genes são ativados à medida que crescemos.

Há evidências de que seu peso ao nascer pode impactar aspectos da sua vida adulta, como índice de massa corporal e risco de diabetes.

Fonte:
http://mulher.uol.com.br

Biscoitinhos de cebola



Ingredientes

4 copos de farinha branca

1 cebola grande ralada

1 xícara de óleo de girassol

orégano à gosto

sal

1 colher rasa de fermento químico



Modo de preparo


Misture todos os ingredientes numa tigela, amasse bem. Por último acrescente o fermento e amasse. Abra a massa, corte em tirinhas e coloque para assar! Asse até que fiquem douradinhos e crocantes. Temperatura de 180 a 200º




Fonte:

http://novotempo.com/vidaesaude/videos/receita-biscoitinhos-de-cebola/

As 9 combinações de alimentos mais saudáveis da cozinha

Prato de comida vegana da 22 Days Nutrition


 Na cozinha, a soma de um mais um nem sempre é dois. Pode ser três, quatro... Os nutrientes dos alimentos interagem entre si, melhorando ou dificultando a absorção pelo organismo. Para fazer o corpo extrair tudo o que é bom da comida, aprenda a fazer combinações. Por exemplo: as vitaminas A, D, E e K precisam de gordura para ser absorvidas - a função do azeite de oliva não é só deixar a salada mais saborosa. Lembre-se disso quando estiver diante de um prato de agrião (A), brócolis (E) e alface (K).
Não que as nossas avós já não soubessem disso instintivamente. Arroz e feijão, por exemplo, é prato padrão do Brasil há gerações. E não é que, cientificamente, a coisa faz todo o sentido? Um aminoácido presente no arroz e o outro no feijão dão à luz uma proteína específica. Separados, eles não formam a tal proteína. Um mais um igual a três. Outra combinação tradicional com o carimbo da ciência é a de tomate com azeite: nosso extravirgem amigo ativa um antioxidante presente no vegetal.
Também existem os ingredientes de "redução de danos". Carne, por exemplo, vem com um defeito de fábrica: quanto mais ela for aquecida, mais libera componentes que aumentam a oxidação das células - ou seja: causa pequenos danos ao DNA, o que acelera o processo de envelhecimento. Mas uma combinação simples ajuda a mitigar esse efeito, olha só. O alecrim, quando aquecido, libera um ácido que bloqueia a oxidação.
Mas nem tudo são couve-flores no mundo das combinações. Matar a refeição com café, por exemplo, pode não ser a melhor opção se você for vegetariano. É que a cafeína dificulta a absorção do ferro presente em vegetais de folhas escuras - um nutriente que vale ouro para quem não come carne vermelha. Mas não precisa passar a tarde com sono depois: depois de meia horinha já dá pra tomar seu espresso de consciência limpa.

Arroz e feijão

Arroz + feijão

A mais clássica combinação da cozinha brasileira é sábia. O arroz fornece um aminoácido (a metionina) e o feijão, outro (a lisina). Juntos, eles formam uma proteína - as cadeias de aminoácidos que compõem os nossos tecidos.

Salmão

Salmão + salada de alface, agrião, brócolis e noze

As vitaminas A (agrião), D (salmão), E (brócolis) e K (alface) são lipossolúveis - ou seja, precisam de lipídios (nozes e gordura do salmão) para serem absorvidas.

Cenouras

Cenoura + laranja

A vitamina C combinada com o ácido fenólico da cenoura baixa os níveis de colesterol ruim. Fora que as fibras da cenoura retardam a absorção de açúcares tanto dela quanto da laranja. Resultado: não disparam a produção de insulina e ajudam a controlar o apetite e prolongar a saciedade.

salada com feijão

Feijão + rúcula

A vitamina C aumenta em até 30% a absorção do ferro em vegetais. É que não é fácil assimilar ferro dos vegetais. Da próxima vez que comer feijão (ferro), coma com a rúcula (vitamina C).

Carne assada

Carne + Alecrim

A carne produz substâncias tóxicas enquanto você assa um churrasco ou frita um bife. O alecrim faz o contrário. Aquecido, ele produz duas substâncias benéficas: o ácido carnósico (um anti-inflamatório) e o ácido rosmarínico (antioxidante). Essa dupla corta o efeito das toxinas da carne.


Tomates

Tomate + azeite

As células queimam oxigênio para funcionar e liberam radicais livres que, quando em excesso, deixam o ambiente do organismo tóxico e podem danificar o DNA, prejudicar a imunidade e acelerar o envelhecimento. O tomate (cru ou cozido) é rico em um antioxidante chamado licopeno, que se liga aos radicais na área e os neutraliza. Mas o licopeno precisa de uma ajuda da gordura para entrar em ação. Um fio de azeite resolve. Seus lipídios ajudam o organismo a reter esse nutriente.

Brócolis

Ovo + brócolis + arroz integral

O magnésio presente principalmente na casca do arroz integral se junta à vitamina D do ovo para fixar o cálcio dos brócolis.

Frutas vermelhas

Atum + frutas vermelhas

O ácido elágico de um suco de frutas aumenta a capacidade do corpo de reter o ômega 3 do peixe, que ajuda a reduzir o colesterol ruim .

Castanha do Pará

Chá verde + limão + castanha-do-pará

O ácido ascórbico do limão estabiliza a catequina, um antioxidante presente no chá verde. Ou seja: também atrasa o envelhecimento celular. Para petiscar: castanha-do-pará, rica em vitamina E, que também atua contra os radicais livres e é mais bem assimilada na presença da catequina do chá verde.

Fonte:
http://exame.abril.com.br