sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Enfrente o clima seco com seis medidas simples

Para além dos problemas respiratórios, o tempo seco pode causar dores de cabeça, irritações nos olhos, nariz, garganta e pele. A garganta pode ficar seca, a voz rouca, inclusive com possibilidade de inflamação na faringe. Por isso, alguns cuidados são fundamentais para atravessar o clima seco com a saúde em plena forma. Basta seguir alguns cuidados simples que deixam o corpo livre dessas reações incômodas. Confira:


Homem bebendo água - Foto Getty Images

Beba bastante água

Com a baixa umidade do ar, o cuidado mais básico e que deve ser feitos por todos - em especial idosos e crianças -, é hidratar o corpo com bastante água mineral. "A hidratação pode ser feita também com os sucos de fruta naturais, água de coco, verduras e frutas suculentas", ensina a alergista Marta Guidacci. Além disso, também é recomendado evitar o consumo de fast-food.

Mulher limpando a casa - Foto Getty Images

Mantenha a casa limpa

Quanto mais seco o clima, mais ácaros e fungos aparecem. Por isso, o acúmulo de poeira pode desencadear as doenças respiratórias. É muito importante, em especial quando o clima estiver seco, manter a higiene doméstica em dia. Passar um pano úmido no piso e móveis afasta a poeira e protege a saúde.
Umidificador de ar - Foto Getty Images

Deixe o sono mais fresquinho

Deixe o sono mais fresquinho: As dicas da Secretaria do Estado para uma noite de sono tranquila é dormir em local arejado e umedecido. Os ambientes podem ser umidificados com toalhas molhadas, reservatórios de água e até umidificadores.
Homem colocando soro nos olhos - Foto Getty Images

Lubrifique os olhos

Para evitar a secura e a irritação do olhos, o soro fisiológico é uma ótima opção. Use colírios apenas com a prescrição de um especialista.
Mulher passando hidratante na pele - Foto Getty Images

Cuide da pele

"Outra dica que garante a saúde e a beleza da sua pele nos dias de baixa umidade do ar é apostar em cremes hidratantes", explica Marta Guidacci. Para deixar a pele bonita, é preciso lambuzar o corpo com hidratantes e filtros solares, evitar banhos quentes, demorados, além do uso de sabonetes em barra, que são mais agressivos, e buchas.
Mulheres na piscina - Foto Getty Images

Esporte na hora certa

A prática de esportes também merece atenção especial no tempo seco. O corpo se cansa mais facilmente, a garganta passa a arranhar e os olhos ficam irritados com facilidade. "É recomendado que os exercícios físicos sejam feitos nas primeiras horas da manhã, no final da tarde ou à noite, quando o clima seco não incomoda tanto", diz Rafael Ollita, professor da academia Top Spin & Big Ball.

Natação, hidroginástica e os demais esportes na água são uma boa alternativa se o ar pesado estiver incomodando. Os exercícios aquáticos são os mais recomendados nesta situação, pois em um ambiente de piscina, a umidade do ar tende a ser maior do que em locais abertos, o que diminui essa constante agressão causada pela poluição ao sistema respiratório.

Fonte:
http://www.minhavida.com.br/saude

Fique atento para as principais causas de imunidade baixa

Impossível evitar: existem micro-organismos com potencial para transmitir doenças em todo lugar. Contudo, nem todas as pessoas irão ficar doentes, ainda que entrem em contato com o patógeno. Quem determina essa vulnerabilidade é o sistema imunológico, que pode estar forte ou mais enfraquecido a depender de diversos fatores. Conheça as causas mais importantes para a baixa imunidade e em quais situações esse quadro é reversível:


Medicamentos coloridos - Foto: GettyImages

Medicamentos que suprimem a imunidade

Geralmente usados em pacientes com doenças autoimunes, rejeição a transplantes, alergias, doenças inflamatórias ou pacientes com neoplasias, os medicamentos corticoides e imunossupressores são os mais conhecidos por enfraquecer a imunidade. De acordo com a farmacêutica bioquímica Juliana Fleck, do Setor de Imunologia do Hospital Universitário de Santa Maria, essas doenças são causadas por uma reação exagerada do sistema imunológico - e a função desses medicamentos é justamente inibir os mecanismos de defesa do corpo, causando o alívio dos sintomas. 

A consequência, no entanto, é a queda da imunidade de maneira geral, deixando o corpo mais suscetível a infecções oportunistas. "Os corticoides e imunossupressores são medicamentos comuns e úteis para diversos tratamentos, mas muita gente os utiliza de maneira rotineira, sem levar em consideração o risco de queda da imunidade", explica o médico clínico de estratégia de saúde da família Hugo Luiz Fernandez, na UBS Silmarya Rejane Marcolino de Souza. Alguns anti-inflamatórios e analgésicos, como dipirona, diminuem o número de leucócitos na corrente sanguínea e podem causar esse mesmo efeito. "Citostáticos utilizados no tratamento de câncer e os anticorpos monoclonais para doenças reumáticas também diminuem as defesas do organismo", completa o especialista.

 Mulher de TPM comendo doce - Foto: GettyImages

TPM

Variações hormonais características dos ciclos menstruais podem afetar a função de diversas células do organismo, incluindo as do sistema imunológico. "Alguns estudos já demonstraram que respostas imunológicas podem variar conforme o período do ciclo, entretanto, tais variações não são claramente observáveis em todas as mulheres", explica a imunologista Patricia. 

A bioquímica Juliana explica que os níveis de progesterona aumentam na segunda fase do ciclo menstrual. "Este hormônio prepara o corpo da mulher para a gestação e possui um efeito imunossupressor, cuja função é impedir uma possível rejeição do feto no útero", diz. Esse aumento da progesterona irá, portanto, inibir o sistema imune feminino, e algumas mulheres podem sofrer mais esses efeitos do que outras, ficando mais vulneráveis a infecções.  


Mulher comendo hambúrguer e refrigerante enquanto dirige - Foto: GettyImages

Má alimentação

Desde a antiguidade se observa que pessoas com hábitos alimentares saudáveis têm maior resistência contra doenças infecciosas e outras. Segundo a imunologista Patricia, a falta de nutrientes afeta o funcionamento das células. "E como as células do sistema imunológico são 'notadamente' sensíveis, um comprometimento de suas funções pode resultar em aumento de infecções", diz. Um exemplo, afirma o especialista Hugo Luiz, são as proteínas, que atuam diretamente trazendo os aminoácidos necessários para fabricar os anticorpos. "A falta destes nutrientes na alimentação afeta seriamente a imunidade", diz. 

A farmacêutica bioquímica Juliana lembra outros nutrientes importantes para o sistema imunológico, como ferro, cálcio, zinco, selênio, as vitaminas A, E, C, D, complexo B, ácido fólico e antioxidantes como flavonoides, quercetina e glutationa. "Todos são necessários para efetivação da resposta imune no organismo, e só são obtidos por meio de uma dieta balanceada à base de frutas, legumes, verduras e fibras, além das proteínas", afirma. A ingestão de água alimentos probióticos também é importante para suprir as necessidades nutricionais de manutenção do sistema imunológico.


Copos de bebida alcoólica - Foto: GettyImages


Consumo de álcool

 Para entender como a ingestão de bebidas alcoólicas consegue causar tantos danos, é preciso explicar o processo de metabolização do álcool - ou seja, como o corpo absorve, metaboliza e excreta essa substância. O órgão responsável por metabolizar o álcool é o fígado, no entanto, ele só metaboliza em média uma dose de bebida por hora - entenda uma dose como uma lata de cerveja (360ml), uma taça de vinho (100ml) ou de destilado (40ml). Se um indivíduo bebe seis latas de cerveja, por exemplo, o fígado irá levar as mesmas seis horas para eliminar todo o álcool presente no corpo. Enquanto o fígado está metabolizando a primeira latinha, o resto do álcool entra na corrente sanguínea, causando alterações e danos em diferentes órgãos. 

 O comprometimento prolongado dos nossos sistemas pode afetar diretamente a imunidade. Na tentativa de retomar o funcionamento adequado, nosso organismo trabalha em dobro - e os mecanismos de defesa podem não suportar essa carga. Como resultados temos a queda da imunidade.

Mulher exausta depois de muito exercício físico

Excesso de exercício físico

 É sabido que a prática de exercícios físicos regulares pode ser benéfica para a função das células do sistema imunológico. "Entretanto, exercícios intensos podem levar a um aumento de processos inflamatórios e também a uma variação transitória de alguns tipos celulares importantes para a resposta imunológica", afirma a imunologista Patricia. Atividades físicas extenuantes e de longa duração causam a liberação de hormônios do estresse, como cortisol e adrenalina, além de outras substâncias tóxicas que lesionam as células do sistema imunitário. Somente um especialista, como educadores físicos, pode avaliar se a intensidade e quantidade de exercício estão adequadas - qualquer dúvida, fale com um profissional.
Casal com problemas no sono - Foto: GettyImages


Distúrbios do sono

 Pessoas que não tem um sono adequado, com cerca de 6 a 7 horas por noite, podem ter seu sistema imunológico afetado. "A privação do sono diminui a quantidade e a função das células responsáveis pela imunidade", conta a farmacêutica bioquímica Juliana. As consequências disso são maiores chances de contrair doenças infecciosas e a diminuição do efeito de vacinas. Doenças crônicas podem piorar ou aparecer com mais facilidade em indivíduos que dormem pouco, por exemplo.
Homem muito estressado no trabalho - Foto: GettyImages

Estresse prolongado

 "Situações de estresse são geradoras de radicais livres em excesso", explica Hugo Luiz. Entretanto, nosso corpo prevê essas alterações e consegue se recuperar nas situações que são passageiras, normais da rotina. Quando a tensão é crônica, o organismo não consegue mais administrar essas agressões. O equilíbrio do corpo é prejudicado com a ação dos hormônios do estresse. Como resultado, nossos órgãos passam a agir de forma errada e comprometem a regulação de doenças crônicas ou autoimunes, piorando as condições de saúde. "Esse poderia ser um dos processos responsáveis pela relativa baixa imunidade durante episódios de luto, ansiedade, guerras e catástrofes, em que os mecanismos de adaptação não respondem adequadamente", completa o especialista.  

Mulher doente, com imunidade baixa - Foto: GettyImages


Doenças

Algumas doenças afetam especificamente as células do sistema imunológico, que fica comprometido. "Um exemplo é a AIDS, ocasionada pela infecção pelo vírus HIV em linfócitos, que são células importantes para o funcionamento da imunidade", lembra Patricia, da Sociedade Brasileira de Imunologia. Outras doenças que afetam o funcionamento do sistema imunológico são diabetes, câncer e alguns tipos de anemias. "Infecções bacterianas, virais, fúngicas e parasitárias podem levar a uma imunodeficiência transitória", afirma Juliana Fleck. Outros exemplos de doenças que afetam o sistema imune incluem obesidade, desnutrição e deficiências nutricionais. 

O tratamento adequado destes problemas mantém as células de defesa funcionamento plenamente, corrigindo a vulnerabilidade do sistema imunológico. Contudo, negligenciar os cuidados poderá piorar o quadro, levando à piora da imunidade.

Quimioterapia afeta a imunidade - Foto: GettyImages

Quimioterapia

Diferente da terapia com radiação, que atua de maneira localizada, a quimioterapia é um tratamento sistêmico - ou seja, age indiscriminadamente nas células do corpo, sejam normais ou cancerosas. "Os quimioterápicos agem sobre as células de multiplicação rápida, incluindo os organismos de defesa - por isso compromete a imunidade", afirma Maria do Carmo. Alguns quimioterápicos entram na categoria dos imunossupressores, ou seja, comprometem diretamente na função dos linfócitos. 

Contudo, ao cessar os tratamentos quimioterápicos, a pessoa tende a recuperar a imunidade quase na sua totalidade, uma vez que o número de células do sistema imunológico é restaurado. "Nos casos extremos, em que o uso foi prolongado ou a lesão foi severa, a imunidade fica pode ficar comprometida durante mais tempo", explica o médico clínico Hugo.


Exposição à radiação - Foto: GettyImages

Exposição à radiação

"Os efeitos das radiações sobre o sistema imunológico são bem conhecidos hoje e temidos também, até por quem trabalha com produtos radioativos ou raios-x", afirma Hugo Luiz. Isso porque os tratamentos e exames com radiação podem atingir não apenas as células alvo, como também outras presentes no organismo. "Os linfócitos (anticorpos) são bastante sensíveis a radiação, por isso há uma diminuição do número dessas células no período seguinte ao tratamento", explica a imunologista Patricia Savio de Araújo Souza, consultora Sociedade Brasileira de Imunologia. Entretanto, outras células importantes do sistema imunológico são mais resistentes à morte por radiação, o que costuma ser suficiente para que tais pacientes não estejam em risco de infecção tão aumentado. "Pode haver uma queda temporária na produção de células sanguíneas (anemia, baixa de glóbulos brancos e de plaquetas) quando o local da irradiação é uma área muito próxima à medula óssea", explica a farmacêutica bioquímica Maria do Carmo Araújo, do Setor de Hemato-oncologia do Hospital Universitário de Santa Maria-UFSM.
Modelo de DNA - Foto: GettyImages

Genética

Todas as funções orgânicas, incluindo o funcionamento do sistema imunológico, estão determinadas geneticamente. Portanto, indivíduos com uma tendência natural à baixa imunidade podem ter herdado essa condição dos pais, bem como transferi-la para os filhos. "Algumas características geneticamente determinadas podem comprometer a função de células especificas, levando, por exemplo, a um aumento de vulnerabilidade a infecções por determinados organismos, como as bactérias", explica a imunologista Patricia. As funções do sistema imune também podem ser afetas por fatores ambientais, não ficando a cargo apenas da genética, portanto. Existem exames capazes de detectar essa predisposição genética à imunodeficiência, mas não são testes de rotina. "Há casos específicos em que os exames fazem parte do aconselhamento reprodutivo, por exemplo quando o casal tem grande risco de gerar um filho com depressão imunológica", afirma o médico clínico Hugo. Segundo a farmacêutica bioquímica Maria do Carmo, pessoas com história familiar de imunodeficiência devem prestar atenção a essas infecções de repetição e procurar a ajuda médica. 

Fonte:
http://www.minhavida.com.br/saude

Intoxicação alimentar: higiene e bom senso fazem toda a diferença

Resultado de imagem para intoxicação alimentar

Se a gente realmente é o que a gente come, muita atenção é necessária com que se ingere, afinal, alimentos contaminados podem causar intoxicação. E, ao que parece, o problema é frequente. Estimativas do Centro de Controle de Doenças, em Atlanta, nos Estados Unidos, sugerem que a cada ano, cerca de um em cada seis residentes daquele país (48 milhões de pessoas) sofrem intoxicação alimentar, com 128.000 internações e 3.000 mortes por intoxicação alimentar.
É importante lembrar que até a marmita feita pela mãe, em casa, se não conservada em temperatura adequada, pode causar problemas. A ordem do dia é, portanto, bom senso e higiene
Alimentos inadequadamente higienizados, manipulados ou armazenados podem ser fonte de infecção por bactérias, suas toxinas, vírus e parasitas. E, se você está com pressa, esta talvez seja a principal informação: higiene alimentar é fundamental em todos os processos da cadeia.
Os sintomas podem acontecer de algumas horas até alguns dias ou mesmo semanas após a ingestão do alimento contaminado. Diarreia, náuseas, vômitos, dor abdominal e febre são os sintomas mais comuns. Em alguns casos, a depender do agente, pode haver sintomas neurológicos, como no botulismo. Nos casos graves, o paciente pode cursar com insuficiência respiratória ou renal, a depender do agente envolvido.
Nem sempre é simples estabelecer relação causal entre os sintomas e os alimentos ingeridos. Outras doenças podem causar os mesmos sintomas e, além disso, nem sempre é possível identificar qual o alimento envolvido na intoxicação.
A lista de agentes "culpáveis" é extensa e não é objetivo deste artigo fazer ninguém olhar para seu prato predileto pensando em nomes como Staphylococcus aureus, Escherichia coli, Bacillus cereus, Salmonella, hepatite A, Listeria monocytogentes,Campylobacter, Diphyllobothrium - a lista é grande e os agentes diminutos!
Um estudo realizado na Universidade Estadual Paulista (UNESP - Botucatu-SP) analisou a presença de agentes microbiológicos em amostras da carne, vinagrete e pão do churrasco grego de lanchonetes do centro de São Paulo. Este estudo detectou presença de bactérias patogênicas em níveis acima dos recomendados pela legislação. O estudo sugere que as condições de conservação destes alimentos é inadequada, pois não é possível, da forma como são expostos, mantê-los sob refrigeração adequada.

Ao escolher o que e onde comer, é importante levar em conta a qualidade dos alimentos, as condições de preparo e armazenamento e a higienização adequada de quem manipula a comida, incluindo quem a ingere. É importante lembrar que até a marmita feita pela mãe, em casa, se não conservada em temperatura adequada, pode causar problemas. A ordem do dia é, portanto, bom senso e higiene. E na eventualidade de isso falhar, deve-se procurar atendimento médico se há incapacidade de se manter hidratado, seja pelos vômitos ou diarreia, em caso de sangue nas fezes ou sintomas persistentes. A procura ao médico deve ser ainda mais precoce para crianças, idosos e pacientes portadores de outras doenças, em especial, imunossupressão.

Fonte:
http://www.minhavida.com.br/saude/materiais

Genética a seu favor

boneca matrioska wh



Herdamos muitas coisas dos nossos pais - boas e ruins. Goste ou não, você é o reflexo do DNA deles. Estudos recentes mostram que a genética é 50% determinante para seu peso e sua estrutura corporal, o que é uma notícia boa para quem é filha do Brad Pitt e da Angelina Jolie. E se seus pais não têm o corpo dos seus sonhos? Felizmente, mesmo nesses casos, a ciência dá esperanças. Fatores ambientais e estilo de vida também contam, é claro. Prepare-se para tomar as rédeas do seu corpo e domar sua genética.

O que você herdou
"Ganhei os quadris, o bumbum zerado, as coxas grossas da minha mãe." Pode até ser, mas não se trata de uma regra. Existem características mais propensas a serem passadas adiante do que outras. Sua mãe tem o corpo do tipo maçã? Cuidado. Esse é o formato mais fácil de ser passado de geração para geração - lição de casa: alimente-se direito e faça exercícios que foquem a gordura abdominal. O oposto vale se sua mãe é magrela, pois esse tipo de corpo não é tão fácil de tirar na loteria genética.
O que explica essa injustiça é o fato de recebermos também genes do nosso pai, e homens tendem a acumular mais gordura na barriga. Se é o caso do seu pai, preocupe-se: excessos na região abdominal estão associados a diabetes tipo 2 e problemas cardíacos.
Além do formato, outras características corporais vêm dos seus genes, como a altura e a facilidade para ganhar massa muscular. Um estudo publicado no periódico International Journal of Obesity demonstrou que as pessoas com mais genes associados ao desenvolvimento de músculos precisam de menos exercícios do que as outras para ficar em forma.

Durma bem
Um estudo realizado na Finlândia com irmãos gêmeos concluiu que aquele que dormia menos apresentava mais gordura abdominal do que o gêmeo bom de sono. Ou seja, a genética pode ser idêntica, mas os hábitos levam a diferenças significativas no físico. Desligue tablet, computador e celular pelo menos duas horas antes de deitar. O tipo de luminosidade da tela inibe a secreção da melatonina, hormônio que induz o sono.

Coma proteínas
Um estudo divulgado no American Journal of Clinical Nutrition descobriu a recomendação diária ideal de proteína para a manutenção da estrutura muscular: de 1 a 2 gramas por quilo de peso corporal. Faça a conta e adicione a quantidade certa na alimentação, um passo importante para evitar reproduzir os braços flácidos e sem definição da sua mãe. Consuma o nutriente de fontes animais (carne, peixe, ovos e laticínios) e vegetais (cereais, legumes e frutas secas).

Achou injusto?
Pode piorar. A genética não afeta o nosso corpo apenas diretamente. Sabe a vontade de ficar o dia inteiro assistindo à televisão enquanto devora um pote de sorvete? Isso também é culpa dos seus pais. O gene neurexin 3 é um dos principais responsáveis. Além de regular a circunferência da cintura, ele também determina nossa conduta aditiva, ou seja, a capacidade de superar hábitos ruins.
Eis o provável grande culpado da epidemia de obesidade no mundo: hábito, e não genética. "O crescimento da obesidade não condiz com a teoria da hereditariedade, uma vez que temos visto gerações cada vez mais obesas dos que as anteriores", analisa Maria do Carmo Lins, endocrinologista da Clínica Sainte Marie, em São Paulo. "O stress, outra epidemia atual, pode explicar o aumento de peso. Muitas vezes, é ele que induz a uma alimentação inadequada e ao sedentarismo, pois a pessoa está sempre sem tempo para se cuidar." 

O que você constroi
Nosso corpo tem predisposição natural para acumular gordura. Essa espécie de mecanismo de sobrevivência para épocas de escassez de alimentos vem desde o surgimento da espécie humana. Para uma mulher neandertal, era incrível. Para quem luta para manter a forma hoje, a vontade de xingar a biologia é compreensível. 
Na verdade, nem precisa ir tão longe para entender de onde vem seu sobrepeso. Os alimentos da vida moderna contêm conservantes e aditivos com os quais nossa biologia não está acostumada e que interferem no metabolismo e na manutenção do peso. Além disso, o que você fez na infância responde por praticamente 50% do seu corpo adulto. O que é preocupante, uma vez que os níveis de sobrepeso infantil no mundo todo têm aumentado - só no Brasil, 39% das crianças estão acima do peso, o que representa um aumento de 1000% em relação a 40 anos atrás, segundo o Estudo Internacional de Obesidade Infantil, desenvolvido em vários países. 
Mas, além dos costumes alimentares, é necessário focar a atividade física. Uma criança sedentária tem 90% de risco de se tornar um adulto sedentário. Fazer exercícios ajuda a modelar o corpo e lutar contra a predisposição genética desde cedo. Cientistas do Instituto Karolinska, na Suécia, descobriram que, após uma hora de exercício intenso, observam-se mudanças metabólicas que contribuem para a queima de gordura. Ou seja, pouco importa se seus genes se empenham para que você tenha o corpo de botijão de gás se o seu estilo de vida bate de frente com eles para garantir seu shape de musa fitness.

Fonte:
http://mdemulher.abril.com.br/saude

8 alimentos que você não deve comer se quiser evitar a gordura trans

Batata frita



Além de aumentar o risco de infarto e acidentes vasculares, "a gordura trans eleva o colesterol ruim (LDL), diminui o colesterol bom (HDL), traz mais obesidade abdominal, junto de um risco maior de desenvolvimento de diabetes", alerta o cardiologista Raul Dias dos Santos Filho, consultor do Centro de Medicina Preventiva Einstein. Isso tudo pode predispor a aterosclerose, que é a formação de placas de gordura, causadoras do entupimento das artérias do coração e do cérebro. "Por isso é muito importante haver a conscientização da população para não consumir esses alimentos", completa o médico.
Desde 2006, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) obriga todos os fabricantes a indicar no rótulo a quantidade de gordura trans presente nos alimentos. Por outro lado, o Ministério da Saúde também tenta acabar com a utilização dessa gordura, seguindo o exemplo de países como Suíça e a Dinamarca, onde ela é proibida.
Ela existe para dar mais sabor aos alimentos, além de preservar a durabilidade e consistência da comida. "A verdade é que não fomos preparados para ingerir a gordura trans. Parece haver uma incapacidade do organismo em eliminá-la e ela ficará depositada no corpo", explica o dr. Raul. E não existe nenhum alimento que, quando ingerido, combata a trans ou minimize seus efeitos no organismo; portanto, o melhor é passar bem longe desse vilão.
Confira abaixo quais alimentos você pode evitar para manter a sua saúde em dia:

1. Fritura em restaurantes

Frango, batata, coxinha... Normalmente, os alimentos são fritos em restaurantes com óleos hidrogenados. Ou seja, se bater aquela vontade de uma fritura, faça em casa com óleo vegetal ou de canola.  Também existem à venda no mercado panelas que fritam com o calor do ar, sem nenhuma gota de óleo. Vale a pena conferir!

2. Margarina

Apesar da margarina ser considerada uma alternativa saudável no lugar da manteiga, que têm alto nível de colesterol, ela contém gordura trans para preservar a forma sólida do produto. Substitua por uma geleia de frutas. É uma delícia e você pode variar entre morango, damasco, laranja...

3. Sobremesas prontas

Bolo de caixinha, pudim de caixinha, tudo que é doce - e de caixinha - contém gordura trans. Procure uma embalagem sem glúten ou prefira uma versão caseira para a sua sobremesa.
Que tal um bolo de milho verde sem glúten?

4. Pipoca de micro-ondas

A pipoca de micro-ondas tem gordura trans para deixa-la mais saborosa. A mesma coisa das sobremesas prontas: procure um produto mais saudável ou prefira a versão caseira da pipoca.

5. Comida congelada

Não são todas, mas a maioria também tem a gordura para dar mais sabor ao alimento.Olhe atentamente o rótulo e faça a escolha mais saudável.

6. Salgadinho

Mesmo as opções assadas e aquelas que possuem zero gordura trans, contêm uma grande quantidade de gordura saturada que, em excesso, também é prejudicial à saúde. Para substituí-los, que tal cortar lascas de legumes (batata, inhame, cenoura, mandioquinha) e assar em casa? Fica uma delícia!

7. Sorvete

Infelizmente, eles também possuem gordura trans. Triste, não é mesmo? É ela quem dá a textura macia desta delícia. Se você quer fugir dela, que tal uma receita caseira? Experimente um maravilhoso sorvete de chocolate com crocante de macadâmia. Hum...!

8. Miojo

Óleos hidrogenados também podem estar escondidos em pacotes de macarrão instantâneo. Portanto, gordura trans e saturada. Além disso, possuem uma grande quantidade de sal. Cuidado!

Fonte:
http://mdemulher.abril.com.br/saude

O que acontece quando você usa capinha de plástico na escova de dente

Capinha de escova de dente


Provavelmente você já se fez a pergunta: "seu eu usar a capinha de plástico mantenho a escova de dente a salvo das bactérias?". A resposta é: não. Pior ainda. “Se as cerdas da escova estiverem molhadas (o que é normal!), a capinha favorece a proliferação de bactérias, fungos e vírus”, alerta a cirurgiã dentista e pesquisadora em ciências biomédica Sandra Duvoisin, de São Bento do Sul (SC). Mas, para quem tem o hábito de levar a escova no nécessaire, ela diz que a capinha é uma alternativa paliativa para evitar a contaminação por germes e sujeiras da bolsa e do ambiente.

Um jeito de combater os invasores pouco amigáveis é higienizar a capinha e a escova todos os dias – aliás, já existem produtos específicos para isso no mercado. Mesmo assim, troque-as a cada três meses.




Fonte:

http://mdemulher.abril.com.br/saude

O prato dos brasileirinhos

O prato dos brasileirinhos


Uma equipe gigantesca de profissionais de saúde conferiu o que as crianças de 2 a 6 anos andavam comendo alguns anos atrás — seja na escola, seja em casa. O mega esforço científico, encabeçado pela Universidade Federal de São Paulo e batizado de Nutri-Brasil Infância, envolveu 400 pesquisadores de 12 instituições e trouxe revelações importantíssimas.

Para começar, descobriu-se que a meninada comia mais do que deveria, o que não é uma boa notícia. Não à toa, um em cada quatro brasileiros menores de 5 anos sofria com excesso de peso.

A equipe também contabilizou os nutrientes que entram no cardápio da garotada e, aí, percebeu que mais de 60% não ingeria quantidades suficientes de cálcio. Além disso, havia deficiências de vitamina D e E, enquanto as pitadas de sal eram bem exageradas.

O desequilíbrio na dieta nos primeiros anos de vida talvez pareça inofensivo, mas representa um risco futuro para problemas sérios como hipertensão, doenças cardiovasculares e osteoporose. Os dados das mais de 3 mil crianças avaliadas ajudaram a traçar estratégias de educação alimentar na infância. 

Fonte:
http://mdemulher.abril.com.br/saude

3 coisas que você faz que encravam suas unhas e como resolver

(Thinkstock)


Quem tem unhas encravadas acaba sofrendo constantemente com os incômodos nos cantinhos dos dedos, principalmente dos pés, e nem sempre sabe o que causou o problema. Segundo a coordenadora de rede Doctor Feet, Cristina Lopes, algumas das causas podem ser provocadas sem perceber, e, se evitadas, o problema pode ter fim.

O que faz a unha encravar




Corte errado - “Se você faz o corte do jeito errado, pode deixar um pedacinho de unha. Ou se corta os cantos, a unha pode crescer errado e acabar encravando”, explica a podóloga. Para prevenir o problema, o certo é utilizar o corte reto e evitar o formato arredondado, além de nunca tirar os cantos das unhas. Para as pessoas que têm o dedo redondo e a unha também, especificamente nesses casos, Cristina aconselha a procurar por um podólogo para que ele consiga cortar da maneira certa, acompanhando a anatomia do dedo.


Calçado apertado - O uso de um calçado inadequado, que não esteja de acordo com o formato ou tamanho do pé pode agravar o problema. Existem pés mais quadrados, largos ou finos. Assim, é indicado que se escolha um sapato que seja mais adequado ao formato específico do seu pé. 
Prática de alguns esportes - A podóloga explica que às vezes em esportes de contato o pé sofre algum impacto que também pode desencadear a unha encravada, ou ainda traumatizá-la e pode ficar deformada. Mas isso vai depender do esporte que se pratica. Segundo Cristina, isso pode acontecer com mais frequência em esportes como a corrida, salto e futebol.
Problema pode ser genético?
Segundo Cristina, algumas unhas têm este problema porque são geneticamente encravadas. Em certos casos, dependendo do formato da unha, ela tem uma tendência a ter um encravamento. “Quando o problema é genético é mais difícil corrigir, mas dá para fazer acompanhamento podológico, adequar o calçado, ou seja, dá para conviver com isso”, orienta. Nesses casos, é preciso procurar um profissional para cortar as unhas para não sofrer com o problema.

Tratamentos



É essencial procurar um podólogo para inciar o tratamento para a unha encravada. O profissional vai cortar as unhas da forma adequada e fazer curativos, se for necessário. É importante fazer um acompanhamento para evitar que o problema volte.

Órtese

Se a unha encravada for um problema adquirido, pode-se optar pela órtese de fibra ou de corrente. “A órtese é colocada sobre a unha e ela fará uma tração, o mesmo principio do aparelho dentário. Vai fazer uma força, para fazer com que a unha volte ao seu formato normal e não encrave mais”, detalha Cristina. Normalmente o tratamento com a órtese é feito em três meses. A pessoa vai uma vez ao mês ao podólogo para cortar a unha, fazer limpeza e usar o aparelho, que fica na unha. Na última visita, se realmente já se conseguiu o efeito, o aparelho é retirado.

Cantoplastia

Cantoplastia é um procedimento para a retirada do canto da unha. “O médico vai anestesiar e cortar o canto da unha de fora a fora. Normalmente ele cauteriza a raiz da unha daquele pedaço que tirou para o canto não nascer mais. Esteticamente fica bem feio, só que em alguns casos infelizmente não tem como”, explica a podóloga.
O procedimento é realizado quando o paciente fica com o dedo infeccionado constantemente por causa da unha encravada. “Quando as inflamações são recorrentes, a gente já orienta a procurar um dermatologista para fazer a cirurgia”.

Fonte:
http://itodas.uol.com.br/16918/3-coisas-que-voce-faz-que-encravam-suas-unhas-e-como-resolver

Os melhores exercícios para aliviar a dor do nervo ciático

Os melhores exercícios para aliviar a dor do nervo ciático


O nervo ciático é um nervo grande que se estende desde a parte inferior das costas até a perna. A ciática é uma condição que afeta o nervo ciático e causa uma dor forte na parte posterior das costas e pernas. Este problema ocorre quando o nervo ciático é comprimido ou se irrita por uma compressão dos discos. Por si só, não se considera que a dor ciática seja uma doença, mas é um sintoma claro de problemas como a hérnia de disco ou estenose espinhal.

A dor do nervo ciático é muito incômoda e pode impedir que a pessoa realize suas atividades cotidianas por um tempo que pode durar até 8 semanas. No entanto, se durante este período tivermos em mente alguns cuidados e exercícios, esta dor pode diminuir e até desaparecer por completo em menos tempo.

Exercícios que podem ser feitos em casa para aliviar a dor do nervo ciático


Ainda que os pacientes com dor do nervo ciático possam descansar um dia ou dois, a melhor forma de combatê-la é com uma boa rotina de exercícios e movimentos que trabalhem a área afetada para melhorar o problema dia após dia. O descanso pode diminuir momentaneamente a dor, mas estender por muito tempo a inatividade pode piorar esta condição. Por esta razão, é muito importante fazer exercícios e trabalhar as áreas que podem ajudar a fortalecer as costas e os discos da coluna vertebral.

Exercícios para acabar com a dor nervo ciatico

Ao consultar um médico, o mais provável é que ele nos encaminhe a um fisioterapeuta, dependendo da gravidade do problema. No entanto, também podemos fazer em casa alguns exercícios que podem ser chave para reduzir e acabar com este problema. O plano de exercícios deve conter:

Exercícios de força muscular

Os exercícios que ajudam a fortalecer os músculos do abdômen e das costas proporcionam mais apoio e melhoram a condição da ciática. O ideal é que o paciente se submeta a uma rotina de fortalecimento e exercícios de alongamento para se recuperar rapidamente da dor do nervo ciático.

Exercícios de acordo com o diagnóstico

Ao consultar um especialista, ele terá um plano de exercícios que irá se adaptar à causa subjacente da dor ciática do paciente, tal como uma hérnia de disco lombar ou estenose espinhal. Dessa forma, é importante dar atenção ao diagnóstico, já que o exercício incorreto pode piorar a dor e até prolongá-la.

Exercícios de alongamento

Alongamento para acabar com a dor do nervo ciático
Uma boa rotina para aliviar a dor do nervo ciático, independentemente de qual seja a sua causa, deve incluir os seguintes exercícios de alongamento:
  • Alongamento do músculo piriforme
  • Alongamento da parte inferior das costas
  • Alongamentos isquiotibiais

Exercícios para a ciática

Conforme mencionamos anteriormente, o ideal é adotar uma rotina de exercícios, dependendo da causa que provoque a dor do nervo ciático. Tendo isso em mente, os exercícios recomendados são os seguintes:

Ciática derivada da hérnia de disco

  • Exercícios de extensão
  • Exercícios de flexão das costas
  • Exercícios de extensão superior das costas
  • Flexões abdominais, destinadas ao fortalecimento dos músculos do abdômen.

Ciática derivada de estenose espinhal

  • Exercícios de flexão dorsal
  • Supino
  • Flexões abdominais

Ciática derivada de problemas degenerativos do disco

  • Supino
  • Exercícios de ponte

Exercícios aeróbicos de baixo impacto

Exercícios aeróbicos para dor do nervo ciático

Além de se dedicar aos exercícios específicos para aliviar a ciática de acordo com a sua causa, também devemos incluir um pouco de exercício aeróbico, que ajudará a reduzir este problema e contribuirá para a saúde do corpo em geral. Um dos melhores exercícios para as costas é caminhar. Praticar este exercício durante cerca de 30 minutos pode proporcionar todos os benefícios de uma sessão de exercícios aeróbicos convencional. Conforme você for notando uma melhora na condição do nervo ciático, é possível incrementar a atividade aeróbica com ciclismo, trote leve ou uma caminhada mais rápida.

Para ter em mente

  • É muito importante fazer os exercícios de ciática corretamente, caso contrário, eles podem ser ineficazes e inclusive agravar o problema. A nível geral se recomenda aprender estes exercícios sob a supervisão de um profissional da saúde capacitado, como um fisioterapeuta ou quiropraxista.
  • Deve-se tentar manter uma postura correta tanto ao caminhar quando ao se sentar.
  • Evitar o consumo excessivo de calorias, já que o excesso de peso pode agravar esta condição.



Fonte:
www.melhorcomsaude.com