terça-feira, 28 de julho de 2015

Medicamentos falsificados podem representar 15% do mercado

medicamento falsificado








O mercado informal de medicamentos, que sobrevive se esquivando dos órgãos reguladores, está se tornando cada vez mais atraente com preços bem abaixo da média. É possível comprar remédios por menos da metade do valor cobrado em farmácias. Mas esses descontos são possíveis porque os remédios são falsificados ou roubados.
Cerca de 15% do mercado é composto por medicamentos falsificados, segundo estimativa da OMS (Organização Mundial da Saúde), mas existem especialistas que apontam percentuais ainda mais altos. Devido ao caráter informal dessas vendas, não há como estabelecer um número com precisão. Já o varejo farmacêutico formal comercializa mais de 134 bilhões de doses por ano, segundo a IMS Health.
Enquanto os preços baixos tornam o mercado informal atraente, a população fica exposta a riscos potencialmente fatais. Um medicamento falsificado por ter diversos tipos de alterações. A quantidade das substâncias pode estar alterada em cada dose, a própria dose pode estar em desacordo com a bula e, na pior das hipóteses, a alteração afeta o princípio ativo do medicamento.
O princípio ativo é a substância mais importante do medicamento, pois ele que irá exercer a função terapêutica. Quando um remédio é falso, o princípio ativo pode estar comprometido, com a dosagem ou mesmo a identificação irregular. Em alguns casos, sequer existe algum princípio ativo no produto falso.
“Isso compromete o tratamento do paciente e, dependendo da doença que ele está combatendo, pode colocar sua vida em risco”, afirma Antônio Britto, presidente-executivo da Interfarma (Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa).
Não são raros os casos em que o médico prescreve o tratamento, o paciente segue as orientações corretamente, mas não acontece o efeito esperado. E uma longa investigação médica acaba sendo realizada até ser descoberto que o paciente, sem saber, estava consumindo um medicamento falsificado.
“Até os medicamentos originais podem ser prejudicados com isso, quando são reportadas reações adversas que, na realidade, foram causadas por produtos falsos”, explica Britto.
Mesmo quando o mercado informal comercializa medicamentos autênticos, existe o risco dele estar com sua eficácia comprometida por ter sido guardado e manuseado de forma inadequada. Atualmente, os medicamentos estão entre as cargas mais roubadas do país.

Como evitar o risco de comprar medicamentos falsificados?

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) faz uma série de recomendações para combater o mercado informal de medicamentos e reduzir o risco da população adquirir remédios falsos:
  • Nunca compre medicamentos em feiras ou de camelôs;
  • Só compre remédios em farmácias e drogarias e dê preferência àquelas que já forem conhecidas;
  • Exija nota fiscal dos medicamentos comprados;
  • Se o medicamento deixar de fazer efeito, procure o seu médico;
  • Verifique a embalagem do medicamento e veja se consta a data de validade, se o nome do medicamento pode ser lido facilmente e se há rasgos, rasuras ou alguma informação aparentemente apagada;
  • Veja também se existe o número do registro do medicamento no Ministério da Saúde;
  • Soros e xaropes devem estar com o lacre;
  • A bula deve ser original, nunca xerox.
Alerta-se também para o risco das compras online. Em muitos países, essa é uma forma do mercado informal dar vazão aos medicamentos falsificados. Portanto, esteja atento a sites de procedência desconhecida, especialmente quando eles oferecem medicamentos por preços abaixo da média de mercado.

Fonte:
http://pfarma.com.br/noticia-setor-farmaceutico/mercado/2220-medicamentos-falsificados-podem-representar-15-do-mercado.html


Canabidiol pode ajudar no tratamento de doenças e de fraturas nos ossos

Maconha

Estudos divulgados por pesquisadores israelenses apontam um novo caminho para a maconha. Segundo o Journal Of Bone and Mineral Research, que é ligado às Universidade Tel Aviv e à Universidade Hebraica, ossos quebrados podem ser curados mais rapidamente e ficarem mais fortes se o paciente receber o composto não-psicoativo canabidiol, o famoso CBD.
De acordo com os pesquisadores, o canabidiol torna os ossos mais fortes durante o período de cicatrização e aumenta a maturação da matriz de colágeno. Ratos com fraturas no fêmur tiveram seu processo de cura bastante aprimorado após o uso do CBD. Em oito semanas, os bichinhos estavam bem melhores. "Depois de ser tratado com CBD, quebrar o osso curado será mais difícil no futuro". Quem diz é Yankel Gabet, do Laboratório de Pesquisa Óssea no Departamento de Anatomia e Antropologia da Sackler Faculty of Medicine, de Tel Aviv.
Gabet aponta que os seres humanos respondem à cannabis porque possuímos compostos e receptores que podem ser ativados por substâncias contidas na planta. O próprio esqueleto humano tem regulações por canabidoides.
Esses receptores de canabinoides naturais do corpo acabam por inibir a perda óssea. O que abriria espaço para estudar até onde a maconha pode ajudar quem sofre com doenças ósseas, como a osteoporose, por exemplo.

Fonte:
http://super.abril.com.br/ciencia/maconha-pode-ajudar-no-tratamento-de-doencas-e-de-fraturas-nos-ossos

8 pequenas mudanças na rotina que farão você viver mais

1. Levante-se
Gifs Saúde
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É sério. Ficar muito tempo esparramado no sofá por si só já é um problema para a sua saúde. Os cientistas do Instituto Karolinska, na Suécia, analisaram 60 voluntários e perceberam que, quanto mais tempo os voluntários passavam sentados, mais os telômeros deles encurtavam. Essas estruturas de nome complicado ficam no extremo de cada cromossomo e têm tudo a ver com a duração da sua vida - e, por isso, seu encolhimento acenderia o sinal vermelho. Que tal ler esse texto e depois esticar um pouco as pernas?

2. Coma uma castanha-do-pará imediatamente
gif nutReprodução
Convenhamos: melhor do que ter uma vida longa, é ter uma vida longa e sem abalos cognitivos (leia-se: Alzheimer, Parkinson e outras complicações). Para chegar lá sem problemas, um bom começo é garantir as doses diárias de selênio, substância que barra a produção de radicais livres, moléculas relacionadas ao avanço do mal de Alzheimer. E, pasme, você só precisa de uma unidade de castanha-do-pará por dia. Uma só.

3. A castanha está cara? Coma amendoim
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Tudo bem, a gente reconhece que a castanha-do-pará não é o alimento mais barato do mundo. Mas o amendoim, que você encontra em qualquer mercado por aí, cabe no bolso e foi objeto de um estudo da Universidade Vanderbilt, nos Estados Unidos. Os estudiosos verificaram que o consumo de oleaginosas, a família que inclui o amendoim, reduziria o risco de morrer por qualquer causa, principalmente por problemas cardíacos. Daí que, como o amendoim é um item mais acessível, a recomendação é comer até quatro porções por semana. Como indica também a American Heart Association, o ideal é optar pela versão sem sal.    

4. Maneire na corrida
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Exagerar na intensidade pode causar mais mal do que bem. Foi isso que os pesquisadores do Hospital Frederiksberg, na Dinamarca, constataram após 12 anos de investigação. Eles viram que a mortalidade entre pessoas sedentárias não diferia muito daqueles que ficavam muito esbaforidos depois da atividade física. Portanto, nada de exagerar na dose: reconheça os limites e não transforme essa prática em algo extenuante.

5. Faça 15 minutinhos de exercício
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Esse tempo de atividade já faz toda a diferença. Uma pesquisa publicada no The Lancet chegou à medida depois de avaliar os dados de mais de 400 mil pessoas. Separar esse tempo para uma caminhada reduz em 14% o risco de morrer por qualquer causa.  

6. Tenha cuidado com o refrigerante
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Mais uma vez, essa história tem tudo a ver com telômeros, as estruturas que já mencionamos e que estão ligadas ao envelhecimento. Uma pesquisa da Universidade da Califórnia acompanhou 5 mil voluntários, que tinham de 20 a 65 anos, para checar as consequências de incluir o líquido no dia a dia. Resultado: 340 ml, todos os dias, já eram suficientes para impactar os telômeros - e os efeitos negativos no corpo eram semelhantes ao do tabagismo. Nada de exagerar nos goles.

7. Que tal um chazinho?
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Já aposentou aquelas garrafas de refri que estavam na cozinha? O próximo passo é tomar de uma a quatro xícaras de chá. A recomendação vem da Sociedade Europeia de Cardiologia, que constatou uma redução de 24% na mortalidade não-relacionada a problemas cardíacos quando os sujeitos consumiam chá. 

8. Aproveite o sol
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Encare 15 minutos de luz natural e voilà. Já é suficiente para melhorar os índices de vitamina D e diminuir o risco de desenvolver alguns tipos de câncer, como o de mama e o de cólon. A substância ainda beneficia o cérebro e ajuda na absorção do cálcio, o que fortalece os ossos.   

Fonte:
http://super.abril.com.br/ciencia/8-pequenas-mudancas-na-rotina-que-farao-voce-viver-mais

Índios brasileiros têm genes próximos aos dos aborígenes australianos

Indios

De onde vieram os índios? Essa era uma velha controvérsia na paleoantropologia, que pode ter sido resolvida agora. Um estudo genético acaba de revelar que alguns grupos indígenas brasileiros, como os xavantes, suruís e karitianas, tem parte de seu código genético derivado de uma população australo-asiática, mais parecida com os aborígenes australianos ou os negritos (sério, esse é o nome) de Papua Nova Guiné do que com os siberianos, mongóis e chineses.
A controvérsia se arrastava há mais de 20 anos. Estudos genéticos e achados arqueológicos de mais de um século indicavam claramente que uma leva vinda da Sibéria, através do Estreito de Bering - que há 15 mil anos podia ser cruzado a pé - era a origem de todos os nativos da América, do Canadá ao Chile.
Mas um esqueleto encontrado em 1975 complicou a resposta. Era uma moça que viveu em Minas Gerais há 11.500 anos. Surpreendentemente, quando sua face foi reconstruída, mostrou características australóides, diferente de qualquer nativo-americano moderno. O arqueólogo Walter Neves, da USP batizou o achado de Luzia em homenagem ao fóssil africano Lucy. Neves teorizou que uma primeira leva de imigrantes, também vinda pelo estreito de Bering, chegou à América há 15 mil anos, antes dos paleoíndios, com um fenótipo mais asiático. A teoria foi aceita e bastante discutida no Brasil, mas se mantinha controversa no exterior.
Neves estava certo, ainda que ele acreditasse que esses primeiros povos australo-asiáticos não deixaram descendentes. O novo estudo indica que, sim, eles não só existiram, como deixaram sua marca genética na América, ainda que bem mais modesta que a dos paleoíndios asiáticos.
"Esse foi um resultado inesperado e um tanto quanto desconcertante. Gastamos um tempão tentando fazer o resultado ir embora, mas ele só se tornou mais forte", afirma o autor David Reich, da Universidade de Harvard. "Mas não sabemos a ordem, a separação cronológica ou a distribuição geográfica [da migração]".
Reich e sua equipe, que inclui três brasileiros, batizaram os migrantes australóides de População Y, do termo tupi Ypykuéra, "ancestral".

Fonte:
http://super.abril.com.br/ciencia/indios-brasileiros-tem-genes-proximos-aos-dos-aborigenes-australianos

Dois remédios baratos combatem câncer de mama reincidente

Dois medicamentos produzidos de forma genérica e barata se mostraram relativamente eficazes para limitar os riscos de reincidência do câncer de mama entre as mulheres na menopausa – apontam dois estudos britânicos publicados nesta sexta-feira 24/07/2015 na revista especializada The Lancet.

Estes estudos “sugerem que duas classes diferentes de medicamentos, os inibidores de aromatase (IA) e os bifosfatos, podem cada um melhorar as perspectivas de sobrevida para as mulheres na menopausa quem têm câncer de mama em fase inicial”, informou a revista médica britânica.
Os inibidores de aromatase (IA) correspondem a um novo tipo de terapia hormonal, tratamento que tem por princípio impedir a ação estimulante dos hormônios femininos nas células cancerígenas.
Estes tratamentos são dirigidos aos tumores “hormonossensíveis”, ou seja, sensíveis aos hormônios – cerca de 80% do total de cânceres de mama.
Pesquisadores de um grupo de pesquisa britânico sobre o câncer de mama (EBCTCG) se debruçaram sobre nove estudos sobre os IA que dizem respeito a um total de 30 mil mulheres para descobrir que estes medicamentos poderiam fornecer melhores resultados que o tratamento padrão, feito com tamoxifeno.
“Em comparação com o taximofeno, o fato de tomar os IA durante cinco anos reduziu a possibilidade de reincidência do câncer por volta de um terço (30%) e limitou o risco de morte por câncer de mama em cerca de 15% sobre os dez anos que se seguiram desde o início do tratamento”, afirmou The Lancet.
Para o principal autor do trabalho, Mitch Dowsett (Royal Marsden Hospital de Londres), os IA oferecem “uma proteção significativamente maior do que a dada pelo tamoxifeno”.
Mas estes tratamentos têm efeitos secundários (ondas de calor, dores nas articulações, cansaço, perda óssea) e é preciso acompanhar de perto a administração do medicamento, ressaltou Dowsett.
O segundo trabalho (análise de 26 testes com quase 20 mil mulheres envolvidas) mostra que os bifosfatos, medicamentos contra a osteoporose, reduzem os riscos de ocorrência de metástases ósseas entre as mulheres na menopausa que tiveram câncer de mama.
Entre estas, a administração de bifosfatos permite reduzir em 28% o risco de metástase óssea e reduz em 18% o risco de morte nos 10 anos após o diagnóstico de câncer de mama – segundo o estudo.
Para Richard Gray (Universidade de Oxford), que participou dos dois estudos, “estes dois medicamentos genéricos e acessíveis podem contribuir para a redução da mortalidade por câncer de mama entre as mulheres na menopausa”.
Os dois tratamentos também são complementares, já que o principal efeito secundário dos IA é a perda óssea que os bifosfatos permitem corrigir, explicou.

Fonte:
https://farmaceuticort.wordpress.com

Você demora para dormir? Conheça a causa mais provável.


Você sabia que hoje em dia dorme-se em média 1h30min a menos do que se dormia na década de 90? E que os problemas com insônia estão cada vez mais frequentes na população de todo o mundo? Qual seria a causa? E como voltar a dormir o suficiente, sentindo-se bem e renovado pela manhã?

Relógio Biológico

A dificuldade para dormir e a insônia pode ter diversas causas, mas pesquisas recentes estão mostrando que a iluminação artificial noturna é a causa mais importante por distúrbios do sono.
O corpo possui um "relógio biológico" controlado por hormônios. Esses hormônios são, em sua grande maioria, regulados pela exposição à luz. Quando é dia (e há luz do céu), o corpo entende que é a hora do corpo e mente ficarem alerta. A medida que escurece, é secretada a melatonina, hormônio que indica ao corpo que está chegando a hora de desacelerar e de relaxar.
O problema é que, com o advento das lâmpadas e da luz artificial desde o início do século passado, começamos a “enganar” o nosso corpo com uma luz que antes não existia, e a produção do hormônio do sono começou a ficar prejudicada.
Esse fenômeno já é conhecido há muito tempo pois já ocorre, em menor escala, desde o início do século passado. O grande problema é que recentemente, por uma série de fatores, esse problema se agravou muito e a tendência é piorar muito mais.

Luz Azul

A descoberta mais recente é que não é qualquer luz que interfere com o ciclo natural do sono. Luzes avermelhadas (como a do fogo ou de lâmpadas incandescentes) parecem não ter tanta influência na produção de melatonina e, por isso, não interferiram tanto nos padrões de sono da população. Os grandes vilões são as luzes mais "frias", especialmente as frequências mais azuladas. Nossos olhos são particularmente sensíveis a ela, simplesmente porque é o tipo de luz mais comum no ambiente natural, durante o dia.
O grande problema de insônia aumentou muito a medida que começou a se utilizar as lâmpadas fluorescentes ao invés das tradicionais lâmpadas incandescentes. Com a popularização da TV (em telas cada vez maiores) e dos computadores (cada vez mais utilizados não somente no trabalho mas também em casa). Essas luzes, mais esbranquiçadas, contém uma grande porcentagem de luz azul, que causa a supressão da melatonina.

Tecnologias, Tecnologias

Como se as luzes fluorescentes, televisores e computadores não bastassem, nos últimos anos a situação piorou — e muito.
As telas de televisão e monitores de computadores agora são de LED: uma tecnologia excelente para qualidade de imagem e economia de energia, porém péssima no quesito de produção de luz azul.
Além disso, graças a Internet, passa-se muito mais tempo na frente da tela do computador. Esta exposição prolongada à luz artificial azul, especialmente até 2h antes da hora de ir dormir comprovadamente afeta o nível de sonolência (e o nível de alerta na manhã seguinte).
Para coroar a tragédia da insônia moderna, estão os tablets e smartphones: muita gente literalmente vai com eles para a cama, para ficar ligado na telinha até embaixo da coberta.

Luz do Dia Também é Importante

Sim, a qualidade da luz a que nos expomos durante o dia também é importante para seu relógio biológico. Ao mesmo tempo que estamos super-expostos à luz durante a noite, muitas vezes estamos também sub-expostos a luz durante o dia!
Por isso é tão importante sairmos ao sol durante o dia — não somente por que 95% da população está deficiente em vitamina D, mas também para regularmos nosso relógio biológico e, consequentemente, nosso sono. As luzes artificiais dos ambientes de escritório — apesar de conterem luz azul —  não substituem a riqueza da luz do sol, por isso também, se possível, trabalhe sempre de janelas abertas; sempre dê preferência à luz natural!
Por isso recomendo a todas muita luz do sol durante o dia (principalmente para quem está com insônia). Assim como à noite devemos evitar a luz, durante o dia devemos fazer exatamente o contrário!

O que Fazer Então?

  • Evite luzes brancas. Podendo optar, na hora da compra sempre prefira lâmpadas mais amareladas (mais "quentes") do aquelas mais esbranquiçadas.
  • Evite telas luminosas perto da hora de dormir. O ideal é cessar o uso de dispositivos emissores de luz até 2h antes da hora de dormir.
  • Baixe o brilho (ou use óculos escuros). Se evitar as telas não é uma possibilidade para você, pelo menos reduza a intensidade da luz das telas para o mínimo possível. Outra possibilidade é usar óculos escuros, ou até óculos especiais que bloqueiam a luz azul.
  • Utilize aplicativos de "tela vermelha". Existem aplicativos que "avermelham" a tela, justamente para reduzir o componente azul da luz emitida. Esses aplicativos funcionam e dão uma ótima ajuda. No Windows, Mac e iPhone, por exemplo, tem o f.lux (download gratuito).
  • Durma na escuridão total. Qualquer luz, por menor que seja (especialmente na madrugada) tem o poder de reduzir a produção da melatonina. O ideal é sempre dormir na escuridão total.

Dormir Bem, um Bem Precioso

Dormir bem é a base mais fundamental para sua saúde. Você pode pensar que é exagero mas, na minha opinião, se você tem insônia, resolver esse problema deve ser sua prioridade #1 na vida. Se você não dorme bem, seu dia é ruim, seu aprendizado é ruim, seus relacionamentos são prejudicados, seus resultados no trabalho sofrem, além de você adquirir diversos problemas de saúde no longo prazo.
Então, na hora de ir para cama com um smartphone, por exemplo, pense com carinho no que você pode estar sacrificando. Ficar na Internet até tarde, saber das novidades, tudo isso é ótimo, mas nunca deixe de usar o bom senso.
Melhorar a qualidade do sono é um objetivo que vale muito a pena. Não pare por aí: se você não dorme o suficiente, ou seu sono não está com qualidade satisfatória, minha sugestão é dar uma boa olhada no post 15 Dicas Essenciais para um Sono Tranquilo e Reparador. Ali tem as dicas que podem beneficiar todas as pessoas com problemas.
Para quem ainda assim tem problemas de insônia, não apele para remédios a não ser em último caso, pois existem diversos tratamentos naturais não-agressivos que podem funcionar.

Fonte:
http://belezaesaude.com/demora-para-dormir/

Cuidados com a Pele Mista


A pele mista possui oleosidade excessiva na chamada zona T (testa, nariz e queixo). Nesta região, os poros apresentam uma dilatação maior. No restante do rosto, a pele apresenta características de desidratação, ou seja, é seca.
A pele mista apresenta desequilíbrio na hidratação e produção de glândulas sebáceas. A pele possui uma espessura fina, cor rosada e apresenta rugas finas e precoces com tendência à descamação. Em certas regiões (secas), faz-se necessário um cuidado maior com a hidratação.
Por ser o tipo mais comum de pele, as indústrias de cosméticos já desenvolveram produtos específicos para esse tipo de pele, ou seja, produtos de dupla ação: hidratam onde a pele é seca ou normal e controlam o brilho onde ela é mais oleosa.

Características da Pele Mista

Nem oleosa e nem seca, a pele mais comum entre as brasileiras é de fato a pele mista. Sua característica principal é de ser uma pele brilhante, com poros dilatados e excesso de oleosidade, principalmente na zona T (região da testa, nariz e queixo), e normal ou ressecada e opaca nas demais áreas da face.

Limpeza

Esse tipo de pele deve ser higienizado duas vezes por dia, com gel, espuma em mousse ou leite de limpeza. Para controlar a oleosidade, recomenda-se aplicar tônico ou adstringente na zona T. O ideal é que o adstringente seja sem álcool, para não causar ardência.

Hidratação

O uso de hidratantes estimulam a renovação celular, protegendo a pele do envelhecimento precoce. Aplique o hidratante próprio para pele mista duas vezes ao dia. Espalhe com movimentos circulares e delicados até que ele seja completamente absorvido.
O ideal é aplicar produtos específicos para a pele mista ou oil-free. Na ausência de ambos, é necessário aplicar um para a pele oleosa na região T e outro para pele seca no restante.

Proteção

A causa número um do aparecimento de rugas é a exposição solar. A radiação solar destrói as fibras de colágeno, responsáveis por dar sustentação e firmeza à pele, além de provocar manchas, sardas e até câncer de pele. Por isso, o protetor solar é indispensável, mesmo quando não há exposição direta ao sol. No mínimo fator 15 para usar em casa ou no escritório. Se houver qualquer exposição solar o fator deve ser pelo menos 30.  É indicado usar produtos que sejam livres de óleo ou possuam toque seco ou matte.

Esfoliação

Deve ser realizada apenas uma vez por semana, e somente na região da testa, nariz e queixo. Se a pessoa aplicar nas regiões mais secas, a pele ficará mais sensível e ressecada, pode até machucar.

Máscaras Faciais

Máscaras compostas por argila ajudam a clarear a pele e suavizam até mesmo manchas de acne, além de absorver a oleosidade do rosto. Para preparar a máscara, misture argila natural e água filtrada e aplique na pele por 20 minutos. O processo deve ser repetido a cada 15 dias.

Como cuidar da pele mista?

Quem tem pele mista, deve dar preferência aos produtos específicos para pele mista ou que não contenham óleo em sua composição. Para encontrar o equilíbrio adequado para si, precisa primeiro de determinar o grau de oleosidade e secura da sua pele nas diferentes partes do rosto. Na maior parte dos casos, as maçãs do rosto são secas e a zona-T é mais oleosa. Se a intensidade de ambas as zonas é moderada, uma limpeza facial diária adequada para o seu tipo de pele pode ser o suficiente para equilibrar a pele. No entanto, se as partes secas são mais intensas, irá necessitar de um hidratante. Se a Zona-T é especialmente oleosa, pode ser necessário adicionar um adstringente. Seguem algumas sugestões de produtos:


Fonte:
http://belezaesaude.com/pele-mista/

Soluções Naturais para a Caspa


O inverno está próximo, e é nessa época que os problemas com caspa se agravam.
A caspa é a descamação do couro cabeludo causada pela quantidade excessiva de produção do óleo das glândulas sebáceas. Além de provocar coceiras, este problema pode ficar visível nas roupas de forma constrangedora, pois a imagem da caspa é muitas vezes associada à má higiene ou falta de cuidado.

O que causa a caspa?

Não é possível determinar um fator exato causador da caspa, porém eles usualmente estão associados à produção exagerada de sebo no couro cabeludo. Os primeiros sintomas de caspa a serem observados é a descamação do couro cabeludo, produzindo uma quantidade problemática de flocos esbranquiçados. Em alguns casos, pode haver lesões ao couro devido à coceira proveniente do sebo. Entre as causas iniciais mais comuns estão:
  • Produtos químicos
  • Fungos
  • Alterações hormonais
  • Estresse (provoca a produção excessiva de sebo)
  • Alimentação inadequada
  • Oleosidade excessiva no couro cabeludo
  • Clima frio

Tratamentos Naturais para Caspa

Para o tratamento da caspa, além de shampoos específicos, podemos também experimentar outros tratamentos mais naturais. Estes podem ser bastante úteis isoladamente (para casos leves) ou como coadjuvantes em casos mais graves.

Receitas para Ajudar a Melhorar a Caspa

  • Uma colher de sopa de óleo de amêndoas
  • 2 gotas de óleo essencial de limão
  • 2 gotas de óleo essencial de cedro
  • 2 gotas de óleo essencial de alecrim
Misture os ingredientes e passe no couro cabeludo, massageando cuidadosamente. Deixe agir por 2 horas e lave os cabelos normalmente.

Limão contra Caspa

O limão tem um poder adstringente que ajuda na eliminação da seborreia e caspa. Basta esfregar a casca de limão no couro cabeludo. Massageie com suavidade, deixando agir por meia hora. Lave e enxágue normalmente.
Opção 2: Prepare uma pasta de argila e coloque algumas gotas de óleo essencial de limão. Passe no couro cabeludo e deixe agir por 20 minutos. Lave e enxágue normalmente.
Opção 3: Aqueça o óleo de coco até que fique líquido, passe no couro cabeludo e massageie. Coloque uma touca para aquecer um pouco. Deixe agir por 1 hora. Em seguida, aplique o suco puro de limão no couro cabeludo, esperando 15 minutos antes de fazer a lavagem. O óleo aquecido vai amaciar a caspa, e o suco do limão vai limpá-la. Em casos mais sérios esta receita pode ser repetida a cada 2 semanas.

Vinagre de Maçã

Um remédio caseiro muito popular no tratamento da caspa é baseado no vinagre de maçã. Para prepará-lo, você deve diluir o vinagre de maçã com a mesma proporção de água. Coloque a mistura em um pulverizador e aplique nos cabelos e couro cabeludo. Deixe agir por durante 40 minutos.  Lave e enxágue normalmente.

Aloe Vera (Babosa)

Além de excelente no fortalecimento dos cabelos, a babosa age no couro cabeludo expulsando as bactérias e os depósitos de gordura que obstruem os folículos pilosos, sendo muito efetivo no tratamento da caspa e seborreia, que se não for tratada a tempo, levará inevitavelmente à queda de cabelo. Os componentes da babosa estimulam a regeneração e nutrição capilar, favorecendo a recuperação do cabelo.
Ao obter a polpa ou o suco de babosa, a forma mais correta de aplicar é passá-lo sobre a cabeça, massageando um pouco, para que penetre tanto no cabelo como no couro cabeludo. Deixe agir por durante 20 minutos. Lave e enxágue normalmente.

Óleos Vegetais e Óleos Essenciais


Os óleos vegetais e essenciais têm propriedades muito benéficas para tratar problemas no couro cabeludo. Faça massagens circulares com as pontas dos dedos levemente no couro cabeludo, 1 a 2 vezes na semana com óleos vegetais e óleos essenciais específicos. A receita pode ser uma colher de sopa do seu óleo vegetal preferido e 6 gotas de óleo essencial.

Óleos Vegetais Específicos Indicados contra Caspa

  • Óleo de Amêndoas
  • Óleo de Semente de Uva
  • Óleo de Coco
  • Óleo de Oliva
  • Óleo de Copaíba
  • Óleo de Mamona (Rícino)

Óleos Essenciais Específicos Indicados contra Caspa

  • Óleo de Melaleuca
  • Óleo de Patchouli
  • Óleo de Lavanda
  • Óleo de Copaíba
  • Óleo de Alecrim
  • Óleo de Tomilho
  • Óleo de Laranja
  • Óleo de Limão
  • Óleo de Litsea cubeba
  • Óleo de Cedro
  • Óleo de Eucalipto
  • Óleo de Salvia

Fonte:
http://belezaesaude.com/solucoes-naturais-caspa/