quarta-feira, 22 de abril de 2015

Quais são os alimentos termogênicos que ajudam a emagrecer ?

Melhor do que comer algum alimento que não engorde é comer os que ajudam a acelerar a perda de peso, Os alimentos termogênicos são principalmente bebidas ou especiarias que têm substâncias como cafeína, capsaicina ou catequinas que lhe conferem as propriedades de acelerar o metabolismo e aumentar a temperatura corporal. Por este motivos que os alimentos termogênicos emagrecem muito e são os melhores amigos da dieta!
  • Chá Verde – O consumo de 4 xícaras de Chá Verde ao longo do dia ajudam a emagrecer. Porém, Não é recomendado beber após as 17h da tarde pois pode causar insônia.
  • Gengibre – O Gengibre pode ser utilizado como tempero na preparação de carnes e pratos quentes, na forma de chá ou batido com frutas.
  • Canela – Uma colher de chá de Canela por dia, colocada no leite ou por cima das frutas ajudam a emagrecer.
  • Guaraná em pó – O Guaraná em pó pode ser colocado em sucos ou vitaminas, cerca de 1 colher de chá por dia é o suficiente.
  • Vinagre de Maçã – O uso do Vinagre de Maçã como tempero em saladas, ingerir uma colher de chá, 2 vezes ao dia.
  • Pimenta Vermelha – A Pimenta Vermelha quando utilizada como tempero em pratos quentes ou em saladas ajudam a emagrecer.
  • Café – se for tomado após as refeições também facilita a digestão, 2 a 3 xícaras por dia é o recomendável.
  • Água gelada: Sim, até mesmo a água gelada pode te ajudar a emagrecer! Ao ingeri-la, seu organismo gasta energia para elevar a temperatura até a tida como adequada pelo corpo (algo entre 36º e 37ºC).

Alimentos para um sistema circulatório saudável

Mantendo o seu sistema circulatório saudável é muito importante. Seu corpo depende do seu coração bombear o sangue através de milhares de quilômetros de vasos sanguíneos a serem entregues a cada um e cada uma de suas células. O sangue transporta oxigênio dos pulmões para as células do seu corpo, por isso, se há um problema com o seu sangue (anemia, diabetes) ou seus vasos sanguíneos (artérias e veias obstruídas, aterosclerose), então todo o seu corpo pode sofrer. Se o seu cérebro não está recebendo oxigênio suficiente, você pode sentir tonturas e vertigens e não é capaz de pensar com clareza. Se o seu estômago não está recebendo oxigênio suficiente, então sua digestão e metabolismo vai começar a abrandar e você pode sentir frio. Se um de seus vasos sanguíneos não está funcionando corretamente, em seguida, o sangue pode parar de fluir para uma determinada parte do corpo, e sem sangue, as células em que determinada parte do corpo poderia morrer.

Felizmente, temos a mãe natureza para agradecer por suas maravilhosas ervas, raízes, frutas e legumes. O alimento é a nossa medicina, para comer o coração e sangue saudável alimentos não se esqueça de manter o seu sistema circulatório saudável (claro, reduzindo a quantidade de alimentos processados ​​que está sendo consumida também é um fator importante em um sistema de sangue saudável).
Abaixo está uma lista de seis itens de alimentos naturais que ajudam a manter o sangue forte , e para ajudar a luta ou prevenir contra a anemia :
1. CouveA clorofila é uma estrutura molecular idêntica à nossas células vermelhas do sangue, com a excepção da molécula central, de magnésio na clorofila e ferro no sangue. Uma vez que entra no corpo, a clorofila, de certa forma, começa a atuar como hemoglobina (o proponente de sangue, que é responsável pelo transporte de oxigénio dos pulmões para as células do nosso corpo). Isso significa aumento da oferta de nutrientes e oxigenação para nossas células.
couve é incrivelmente rica em clorofila (tornando-se um grande construtor de sangue), e muitas outras vitaminas e minerais como as vitaminas K, A, C e E, assim como manganês, cálcio, ferro e cobre. O ferro em couve também é essencial para o sangue saudável, mantendo-nos alerta e lúcido.
Adicionando um pouco de couve em seus sucos verdes, ou fazer uma bela salada de couve de folhas verdes é uma ótima maneira de obter couve em sua dieta.
2. FigosFigo é uma fruta muito denso mineral. Eles têm incrivelmente alto teor de ferro que lhes um grande construtor de sangue e útil em casos de anemia faz. A pesquisa também indica que os figos tem a capacidade de encolher tumores cancerosos, e contêm mais cálcio do leite, e mais potássio do que as bananas . O potássio é um mineral que ajuda a controlar a pressão arterial, mantendo o nosso sistema circulatório forte e saudável.
    3. UrtigasBeber uma xícara de chá de urtiga por dia pode ter efeitos significativos sobre o seu sangue! É um dos melhores purificadores de sangue disponíveis, e podem assim limpar internamente o ezema e ajudar a combater a anemia. Ele tem uma enorme influência sobre o pâncreas e assistências ajuda na redução da pressão arterial e os níveis de glicose no sangue. Ardor urtigas não só ajudam o sangue, mas a proteger contra a perda de cabelo, pedras nos rins, alergias, febre dos fenos, osteoartrite, hemorragia interna, hemorragia uterina, hemorragia nasal e sangramento intestinal. Eles protegem contra o aumento do baço, diabetes, distúrbios endócrinos, ácido do estômago, diarréia, disenteria, congestão pulmonar, câncer e anti-envelhecimento.
    A melhor maneira de consumir urtigas é no início da manhã, antes do café. Beba o chá todos os dias durante um mês, duas vezes por ano, para ajudar a purificar e limpar o sangue.
    4. BeterrabaSuco de beterraba é um purificador do sangue e construtor de sangue e ajuda na criação de células vermelhas do sangue. Suco de beterraba melhora a estrutura do sangue e cura de doenças do sistema circulatório, intestino grosso e do sistema digestivo, afirma longevidade pesquisador, Mikhail Tombak, Ph.D.. Beterrabas são solventes muito poderosos do fígado e rim, o que ajuda a limpar o sistema circulatório. Beber suco de beterraba fresca pode ajudar a reverter seus problemas com anemia ou outros problemas sanguíneos como colesterol alto.
    5. SalsaSalsa é bem conhecido por suas notáveis ​​benefícios, purificadoras do sangue que classificá-lo como um superalimento. É extremamente rica em clorofila (veja acima) e vitamina C, que é um grande anti-inflamatório e ajuda o corpo a absorver o ferro. Salsa é também uma excelente fonte de ácido fólico, que é crucial para reduzir os níveis de homocisteína. A homocisteína é um mediador da inflamação e relacionados com a doença cardiovascular e degeneração cerebral. Não só isso, mas a salsa é um poderoso diurético que reduz a pressão arterial e melhora a função renal.
    6. EspinafreA anemia ocorre quando não é suficiente hemoglobina (um composto de ferro-proteína em células vermelhas do sangue que transporta oxigénio) no sangue e existem muito poucas células vermelhas do sangue. Assim, aumentando seus níveis de ferro é uma coisa importante a fazer quando você tem anemia ou outros problemas relacionados com o sangue. O espinafre é rico em ferro e vitamina C, e os dois juntos ajudar a melhorar a absorção de ferro (a vitamina C ajuda o corpo a absorver mais ferro dos alimentos que você come). Espinafre é também uma fonte de clorofila maravilhoso, que é um grande construtor de sangue (ver acima). Desfrute de espinafre em seus smoothies ou em suas saladas!

    quinta-feira, 16 de abril de 2015

    O perigo dos remédios para emagrecer.

     O sonho de emagrecer rapidamente e sem ficar com fome é relamente tentador, ainda mais depois de uma ceia maravilhosa. Mas os perigos que essas cápsulas milagrosas oferecem são enormes
    Por Walmir Coutinho* 
    Dietas, exercícios físicos ou remédios? Qual é a melhor maneira de emagrecer sem perder de foco a saúde e a qualidade de vida? Quem está acima do peso muitas vezes recorre desesperadamente às dietas e pílulas ditas “milagrosas”, que prometem resultados quase impossíveis de se alcançar sozinho, como perda rápida de barriga e silhueta magérrima. Essas perigosas substâncias podem causar sérios prejuízos ao organismo.
    De acordo com o presidente da Federação Latinoamericana para o Estudo da Obesidade e professor associado da Puc-RJ, Dr. Walmir Coutinho, a melhor maneira de perder peso de forma saudável é com dieta equilibrada e a prática de exercícios físicos. Segundo o especialista, os remédios para emagrecer podem ser utilizados apenas em alguns casos, mas sempre com indicação de um profissional.
    Quais são os riscos?
    Saiba um pouco mais sobre os diferentes remédios para emagrecer e conheça alguns mitos e verdades sobre o assunto
    - Qualquer pessoa pode tomar remédios para emagrecer?
    Não são todos os casos que precisam de medicamento. Só o médico é apto a constatar se o paciente deve ou não recorrer ao uso de medicamentos, portanto, o ideal é que se procure um bom profissional. Recomendamos sempre associar o tratamento a uma dieta equilibrada e atividade física.
    - Os remédios podem causar dependência?
    Apenas os inibidores do apetite, como o femproporex, dietilpropiona e mazindol podem causar dependência.
    - Por quê fazer dieta quando se está tomando remédio para emagrecer?
    Mesmo com o uso de medicamentos, a meta principal do tratamento deve ser a mudança dos hábitos com uma melhor alimentação e a prática regular de atividades físicas. Mudando-se os hábitos que fizeram o paciente ganhar peso, evita-se o efeito sanfona.
    - Por quanto tempo pode-se tomar um remédio para emagrecer?
    Desde que utilizados com acompanhamento médico, recomenda-se sua utilização pelo tempo que se fizer necessário.
    - Quais são as principais diferenças entre os remédios para emagrecer?
    Hoje temos à disposição medicamentos com diferentes mecanismos de ação. De uma forma geral, existem medicamentos de ação central que agem inibindo o apetite ou aumentando a saciedade. E existe apenas um medicamento de ação local no intestino, o orlistate, que inibe a absorção de 30% da gordura ingerida.
    - Como saber se um remédio é seguro e eficaz?
    Só é possível avaliar adeqüadamente a segurança e a eficácia de um medicamento através de pesquisas clínicas controladas com placebo (pacientes submetidos apenas à dieta). Estas pesquisas permitem avaliar se o medicamento é mais eficaz que o placebo na perda de peso e na melhora dos fatores de risco associados à obesidade, como alterações de colesterol, diabetes e pressão alta.
    - Quais são os efeitos colaterais mais comuns deste tipo de medicamento?
    Eles variam conforme o grupo de medicamentos. Entre os inibidores do apetite predominam os decorrentes do estímulo do cérebro, como nervosismo e insônia. Entre os estimulantes da saciedade são mais freqüentes a boca seca, a constipação intestinal e a insônia. Já os inibidores de absorção das gorduras, quando não associados a um plano alimentar equilibrado, podem causar diarréia.

    segunda-feira, 13 de abril de 2015

    Analgésicos

    Denominam-se analgésicos todos os remédios capazes de reduzir ou aliviar as dores (sejam de cabeça, musculares, referentes à artrite, etc). Existem muitas variedades de analgésicos e cada um possui suas vantagens e riscos. Há dores que respondem melhor a certos medicamentos do que a outros. Além disso, cada pessoa pode responder de forma diferente a cada remédio.
    Os tipos de analgésicos são:
    1- Acetaminofen (paracetamol): é um calmante que não contém aspirina (ácido acetil-salicilico). Pode ser utilizado para diminuir a febre, como para aliviar as dores de cabeça ou dores comuns. Contudo este remédio não é capaz de diminuir o inchaço (inflamação). Este tipo de analgésico é mais suave para o estômago, especialmente para as crianças, mas pode danificar o fígado quando as doses são ministradas com exagero.
    2- Medicamentos anti-inflamatórios não esteróides (AINE): aqui estão contidos a aspirina, naproxeno e ibuprofeno. Estes fármacos reduzem a dor e também reduzem a inflamação causada por uma lesão, artrite ou febre. Este tipo de remédio reduz a produção de substâncias similares aos hormônios que causam a dor.
    3- Opiáceos menores: é um conjunto de substâncias sintéticas como o tramadol que imitam, com menor poder analgésico, a ação dos opióides.
    4- Opiáceos maiores: composto por um grupo de fármacos, alguns deles naturais (opiáceo, ou seja, derivado do ópio) como a morfina e outros artificiais como o fentanilo, que atuam sobre os receptores opióides das células do sistema nervoso, imitando o poder analgésico dos opiáceos endógenos. Podem ser associados aos AINEs e potencializam sua ação, mas não é biologicamente correto associá-los aos opiáceos menores. O problema desta categoria de remédio é que deprime o sistema nervoso central nas primeiras doses.
    Os analgésicos devem ser sempre consumidos com água, nunca com café, bebidas alcoólicas ou refrigerantes, pois podem causar danos ao fígado. Às pessoas com distúrbios estomacais recomenda-se o paracetamol, que não irrita a mucosa gástrica. Mulheres grávidas não devem tomar analgésicos porque sua ação pode danificar o mecanismo de coagulação do bebê. Devem ser evitados por pessoas com problemas nos rins, ou com antecedentes de alergia. Crianças com gripe ou varicela não devem consumir aspirina, pois isto está relacionado com a síndrome de Reye, doença rara e séria que surge depois de uma infecção viral. Esta doença danifica o cérebro, fígado e rins.

    sexta-feira, 10 de abril de 2015

    Saiba um pouco mais sobre Dietas

    Nenhum programa ou série de treinamento obterá sucesso se não for acompanhado por uma boa nutrição e uma adequada suplementação. Ingerir quantidades insuficientes de calorias  leva ao “over training”; ou seja, ao desgaste muscular e ao catabolismo.Já excessivas quantidades de calorias podem levar ao crescimento não só muscular, más também aumentando muito o tecido adiposo (gordura).

    Existem dietas que difundem o alto consumo de proteína e gordura e o baixo consumo de carboidrato nos dias de semana, aumentando este, apenas nos finais de semana. Esta dieta é baseada na afirmação que na falta de carboidrato a gordura consumida se transforma em energia; reduzindo assim, o tecido adiposo, porém esse tipo de dieta pode ser agressiva para diabéticos, hipertensos e portadores de outras patologias cardíacas.
    Entretanto, parece que uma dieta reduzida em gordura, e alta em carboidrato e proteína, é hoje a mais seguida e a que apresenta melhores resultados para um espectro maior de pessoas. Contudo o alto consumo de carboidrato deve ser corretamente manipulado quanto ao tempo, quantidade e qualidade.
    Em relação ao tempo, se indica consumi-los em maior quantidade no início do dia, diminuindo no decorrer deste.
    Quanto a quantidade, a indicação vai depender do metabolismo basal da pessoa e suas atividades diárias.
    Na qualidade, deve-se buscar o consumo regular de carbos complexos evitando os carbos simples. A suplementação de outros tipos deve ser acompanhada por um Nutricionista, para evitar um consumo desregulado.
    Cientificamente, CALORIA é  definida como :
    - A quantidade de calor necessária para elevar em 1ºC à temperatura de 1 Litro de água .

    Tabela de valores calóricos dos principais macronutrientes.

    Macronutrientes
    Calorias
    Alimentos
    Carboidratos
    4 a cada um grama
    Complexos – Pães, massas, grãos e cereais
    Simples – doces, açúcar, frutas, mel
    Proteína
    4 a cada um grama
    Carnes, derivados do leite, ovos
    Gordura
    9 a cada um grama
    Vegetal – óleos (oliva amendoim, girassol, canola) EFA’s (Omega 3 e omega 6)
    Animal – derivados do leite e gordura das carnes
    Portanto o X da questão está em ingerir a quantidade adequada de calorias por dia, segundo seu metabolismo basal.
    Mulheres em geral de 2500 a 2800 kcal/dia
    Homens em geral de 3000 a 3500 kcal/dia.
    O segundo ponto importante está no consumo adequado de proteínas, que deve ficar em torno de 1,5 gramas por quilo corporal, por tanto um pessoa que pesa 70 Kg, deverá consumir em torno de 105 gramas por dia.

    Portanto, uma alimentação nutricional balanceada deve seguir a seguinte recomendação:

    NUTRIENTES
    RECOMENDAÇÕES
       Carboidratos
    55,0 à 65,0%
       Proteínas
    15,0 à 18,0%
       Lipídios
    20,0 à 25,0%
       Vitamina C
    60,0 à 200,0 mg
       Vitamina E
    12,0 mg
       Cálcio
    1200,0 mg
       Potássio
    2000,0 mg
       Sódio
    1600,0 à 3300,0 mg
       Ferro
    12,0 à 15,0 mg

    quinta-feira, 9 de abril de 2015

    Saiba tudo o que você precisa para emagrecer com saúde.

    O controle de peso corporal constitui importante preocupação para a sociedade atual. Estudos recentes apontam que, de cada três pessoas adultas, uma apresenta sobrepeso ou é considerada obesa. Obviamente, esse número não vem aumentando nos últimos tempos porque se está, de maneira consciente, procurando ganhar peso corporal. Pelo contrário, proporção significativa da população vem tentando manter o peso corporal nos limites desejáveis, seja com finalidade estética ou com objetivo de manutenção e promoção a saúde.
    Paradoxalmente, ao mesmo tempo em que a prevalência do sobrepeso e da obesidade aumenta, mais se procura programas de controle do peso corporal. A falta de informações tem levado muitas pessoas a se deixarem enganar por produtos e métodos inovadores que prometem emagrecimento rápido, acompanhado por facilidades bastante convidativas e, por vezes, assegurando vantagens à saúde sem o equivalente respaldo do conhecimento científico.
    Quanto mais se intensificar a indústria do controle do peso corporal com a comercialização de produtos como “pílulas para emagrecimento” adoçantes artificiais, bebidas e alimentos dietéticos, livros e publicações sobre dietas e exercícios físicos de efeito imediato, além de serviços como massagem para “queima de gordura localizada” , “ginástica sem esforço”, etc., menor número de pessoas tem conseguido reduzir o peso corporal para níveis esperados, e, aquelas que conseguem, não os mantêm por mais que algumas semanas. Desde que se continue a optar por assumir estilo de vida onde prevaleçam modelos de hábitos alimentares de elevado aporte calórico e de exercitar-se de maneira insuficiente, o combate ao excesso de peso corporal não deverá se tornar tarefa fácil.
    O mais coerente é, consultar-se com uma nutricionista buscando um cardápio ideal diário, com uma dieta balanceada; executar atividade aeróbia, mantendo sua freqüência cardíaca entre 70 e 75% da máxima (para este cálculo utilize a fórmula = 220-idade), e tirar da cabeça os mitos de que abdômen perde barriga, ginástica localizada perde gordura localizada, de que correr envolvido em saco plástico perde barriga e etc.
    Obesidade é coisa séria e deve ser tratado, o melhor remédio sempre foi e sempre será atividade física.


    terça-feira, 7 de abril de 2015

    Diabetes: novidades para o tratamento são apresentadas em congressos

      Aproximadamente 13 milhões de brasileiros sofrem de diabetes, cujo dia mundial é lembrado nesta sexta-feira. Até sábado, médicos de todo o mundo estarão reunidos no 1º Congresso Regional de Diabetes do Rio de Janeiro, no Royal Tulip, em São Conrado, para debater os avanços e as últimas novidades relacionadas ao tratamento da doença. Entre os destaques, estão uma insulina de longa duração, hipoglicemiantes orais que auxiliam na perda de peso e um creme que ajuda na cicatrização de feridas em diabéticos.
    Segundo a endocrinologista Anna Gabriela Fuks, a nova insulina, recém-chegada ao mercado brasileiro, tem maior durabilidade e ação contínua. Assim, o paciente pode fazer apenas uma aplicação por dia, com total flexibilidade de horários, com riscos comprovadamente mais baixos de ter uma hipoglicemia (queda de glicose no sangue). Até então, as insulinas tinham duração menor, o que obrigava várias aplicações diárias em horários rigorosos.
      Já o hipoglicemiante (medicamento que baixa a glicose no sangue) apresentado no congresso é o primeiro com ação renal. A droga induz a excreção de açúcar pela urina e ainda ajuda na perda de peso.

       Outros hipoglicemiantes aumentam a tendência ao ganho de peso, o que é ruim, já que a obesidade está associada ao diabetes — diz Anna Gabriela , presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes do Rio, que promove o congresso.
       Outra novidade é um creme à base de insulina que acelera a cicatrização em diabéticos. O produto desenvolvido na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) já foi negociado para ser produzido para o mercado. A dificuldade de cicatrizar expõe o diabético a infecções e amputações.
      O creme deve ser aplicado sobre a ferida, uma vez ao dia. O diabético passa a cicatrizar como uma pessoa normal — explica o endocrinologista Mario Saad, professor e pesquisador da Unicamp. 

    O QUE É A DIABETES?

     Diabetes Mellitus é uma doença do metabolismo da glicose causada pela falta ou má absorção de insulina, hormônio produzido pelo pâncreas e cuja função é quebrar as moléculas de glicose para transformá-las em energia a fim de que seja aproveitada por todas as células. A ausência total ou parcial desse hormônio interfere não só na queima do açúcar como na sua transformação em outras substâncias (proteínas, músculos e gordura).
      Na verdade, não se trata de uma doença única, mas de um conjunto de doenças com uma característica em comum: aumento da concentração de glicose no sangue provocado por duas diferentes situações:

     a) Diabetes tipo I – o pâncreas produz pouca ou nenhuma insulina. A instalação da doença ocorre mais na infância e adolescência e é insulinodependente, isto é, exige a aplicação de injeções diárias de insulina;

      b) Diabetes tipo II – as células são resistentes à ação da insulina. A incidência da doença que pode não ser insulinodependente, em geral, acomete as pessoas depois dos 40 anos de idade;

     c) Diabetes gestacional – ocorre durante a gravidez e, na maior parte dos casos, é provocado pelo aumento excessivo de peso da mãe;

    REFLEXÕES SOBRE A SAÚDE

      Saúde não é apenas a vida sem doença. O conceito de doença não é simples como parece, porque faz parte de um contexto social em que os médicos criam teorias, descrevem sinais e sintomas e métodos de tratamento; os pacientes procuram explicações e soluções para os males dos quais padecem; e as autoridades estudam políticas para reduzir o impacto na economia e na saúde pública.
      A história da medicina mostra que a intersecção desses interesses tem-se alterado no decorrer dos séculos.
      Numa análise das publicações dos primeiros números da revista The New England Journal of Medicine, um grupo de Harvard reuniu artigos publicados há 200 anos sobre entidades estranhas como: apoplexia, neurastenia, cegueira e fraturas ósseas em pessoas que receberam o impacto do vento de balas de canhão que explodiram longe delas. Há descrições de morte por combustão espontânea em bebedores de conhaque, por ingestão de água gelada ou por febres de vários tipos em pessoas que nunca tiveram febre.
      Em 1912, um editorial da revista defende a eugenia: “Talvez em 1993, quando todas as doenças passíveis de prevenção tiverem sido erradicadas, quando a natureza e a cura do câncer tiverem sido descobertas e, quando medidas eugênicas tiverem colaborado com a evolução para eliminar os incapazes, nossos sucessores olharão para estas páginas com ar de superioridade”.
      Ainda em 1912, a revista publicou as primeiras preocupações com o surgimento de “pessoas com hábitos de vida extremamente indolentes, que não andam mais do que os passos necessários para ir do escritório ao elevador, do elevador para a sala de jantar ou para o quarto e de volta para o automóvel”.
      Durante o século 20, enfermidades cardiovasculares, câncer, diabetes e outras condições crônicas se tornaram prevalentes, embora ainda emergissem enfermidades infecciosas: encefalite equina, kuru, ebola, Aids.
      Em 2005, foi levantada a hipótese de que a epidemia de obesidade prevista em 1912 reduzirá a expectativa de vida da população americana, pela primeira vez, nos últimos cem anos.
      Qualquer tentativa de definir doença precisa levar em conta a complexidade.
      Doenças afetam determinados grupos, estão associadas a fatores de risco e provocam sinais e sintomas característicos. Elas geram interesses que envolvem pacientes, profissionais de saúde e as instituições em que trabalham e as fontes pagadoras.
      Mais do que um problema pessoal, doença é um processo antes de tudo social.
      Enfermidades novas estão associadas a causas novas (acidentes de moto, poluição), novos comportamentos (fumo, abuso de drogas) e mesmo à alteração da história natural por meio do tratamento (diabetes, aids, infarto).
      Mudanças sociais e ambientais aumentaram a prevalência de enfermidades raras no passado: infarto do miocárdio, câncer de pulmão, obesidade grave.
      Novos critérios e métodos de diagnóstico permitiram evidenciar outras, que não eram identificadas: depressão, síndrome metabólica.
      Transformações na sociedade redefinem o que é doença. Homossexualidade e masturbação deixaram de sê-lo. Fibromialgia e síndrome da fadiga crônica passaram a ser consideradas, graças à pressão das associações de pacientes.
      Apesar dessas modificações, uma característica se mantém desde os primórdios da humanidade: a influência nefasta das disparidades sociais no acesso aos serviços de saúde, fenômeno ubíquo em todas as sociedades.
      Doenças são processos dinâmicos que coevoluem com a medicina. Quando as vacinas e os antibióticos começaram a combater as infecções, aumentou a incidência de ataques cardíacos, derrames cerebrais e diabetes.
      Assim que tivermos sucesso no controle dessas enfermidades, haverá aumento na prevalência dos transtornos neuropsiquiátricos, desafio que a medicina está despreparada para enfrentar.
      Infelizmente, os sistemas de saúde estão mais preparados para as doenças do passado, não para lidar com aquelas do presente ou do futuro.
    Fontes:http://drauziovarella.com.br/