quarta-feira, 26 de outubro de 2016

10 trocas saudáveis para uma vida melhor

Sabia que você pode ter uma vida muito mais saudável, mudando apenas 10 hábitos alimentares? Pois é, algumas trocas simples que você pode adotar para ter uma vida longa e saudável, magra e em forma são trocar:


1. Leite de vaca por leite de arroz

O leite de vaca é rico em gordura e muitas pessoas tem dificuldade em digerir a lactose, tornando-se intolerantes por isso uma ótima opção é substituir pelo leite de arroz, leite de amêndoa ou leite de aveia, que você pode comprar pronto no supermercado ou fazer em casa.
Como fazer: Ferver 1 litro de água e depois adicionar 1 xícara de arroz e deixar 1 hora em fogo baixo com panela tampada. Depois de frio, bater tudo no liquidificador e depois adicionar 1 colher de café de sal, 2 colheres de sopa de óleo de girassol, 2 gotas de baunilha e 2 colheres de mel.

2. Chocolate em pó por alfarroba


O chocolate em pó é rico em açúcar, sendo uma má opção especialmente para quem está de dieta ou tem diabetes. Mas se você pode trocar o chocolate em pó pelo ovomaltine, ou pela alfarroba, que também são excelentes substitutos do chocolate que tem outras propriedades nutricionais importante e não tem cafeína. Além disso ninguém vai notar a diferença e você aumenta a variedade da alimentação. Podem ser usados em toda receita que originalmente leva chocolate, sem perder a cor ou o sabor.

3. Alimentos enlatados por congelados

As ervilhas e o milho em lata podem facilmente ser trocados pelas ervilhas e milho congelados. Nos enlatados tem sempre água e sal para manter a conserva em bom estado. Por isso, uma boa opção é preferir sempre os que vem em embalagens congeladas, ou então fazer seus próprios alimentos congelados. Mas nem tudo pode ser congelado em casa, veja como congelar os alimentos sem perder os nutrientes. 

4. Recipientes de plástico por de vidro

Os recipientes de plástico podem conter substâncias cancerígenas como o BPA e a melhor forma de reduzir este risco é trocando todos os que você tem em casa, por recipientes de vidro, ou com indicação que não possui essa substancia na sua fabricação. Além disso os de vidro são mais fáceis de limpar, não ficam manchados, não ainda podem ser usados para servir à mesa. Saiba reconhecer se os recipientes de plástico que você tem em casa fazem mal à saúde.

5. Frutas comuns por orgânicas

As frutas orgânicas são mais caras, mas a saúde não tem preço, pesar de não serem tão bonitas aos olhos, são muito mais saudáveis e cheias de nutrientes. Os produtos químicos utilizados na terra e na na planta para garantir grandes produções e baixo preço se acumulam no organismo ao longo dos anos e os prejuízos e consequências não são possíveis medir.

6. Lasanha comum por lasanha de abobrinha

A massa da lasanha que compramos no supermercado pode ser substituída por fatias de abobrinha, que além de ser uma opção menos calórica, é muito mais saudável. Se você não gosta de abobrinha ou se ainda não tem coragem de trocar a lasanha tradicional por uma de legumes, vá trocando aos poucos. Você pode fazer uma lasanha colocando 1 camada de massa comum e na camada seguinte, colocar a abobrinha fatiada para ir se habituando ao sabor.

7. Alimentos fritos por assados ou grelhados

Este é um clássico, mas praticamente todo alimento que é frito pode ser assado, sem perder o sabor. Por isso, opte pelos grelhados, feitos na chapa com um pequena quantidade de azeite ou mesmo um pouquinho de água ou coloque tudo no forno. Se você acha que o alimento não fica tão 'moreninho' no forno, quando estiver quase pronto use azeite em spray e deixe gratinar por mais alguns minutinhos.

8. Sal comum por sal de ervas

O sal comum contém uma grande quantidade de sódio e por isso deve ser consumido moderadamente. No Brasil a quantidade média de consumo diário de sal é mais que o dobro do recomendado pela Organização Mundial da Saúde e por isso todos precisam diminuir o consumo de sal para evitar problemas cardíacos no futuro.
Como fazer: Coloque num recipiente de vidro 10 gramas de: alecrim, manjericão, orégano, salsinha e 100g de sal.

9. Temperos prontos por temperos caseiros

Os temperos prontos que encontramos no supermercado são práticos e saborosos, mas estão cheios de toxinas que prejudicam qualquer dieta. Eles são ricos em sódio e por isso favorecem a retenção de líquidos e por isso são especialmente perigosos para quem tem pressão alta ou sofre com inchaços.
Como fazer: Corte cebola, tomate, pimentão, alho e use a salsa e cebolinho para conseguir mais sabor, e leve tudo ao fogo baixo, deixando ferver. Depois de pronto, distribua em forminhas de gelo e congele.

10. Salgadinhos de pacote por chips caseiros

É muito mais barato e saudável fazer em casa chips de batata doce, de maçã ou de pera. Não precisa comprar salgadinhos de pacote e batata frita cheias de gordura e sal no supermercado, se você pode fazer receitas deliciosas e saudáveis, ricas em vitaminas que vão ajudar seu corpo a funcionar sempre bem e ainda vai economizar algumas calorias e consumir menos gordura. Além disso fica lindo para receber os amigos em casa.
Como fazer: Basta fatiar o alimento que você deseja e colocar numa assadeira e levar ao forno por cerca de 20 minutos, até que fique bem assado e crocante. Para conferir mais sabor, tempere com sal de ervas.

Fonte: https://www.tuasaude.com/trocas-saudaveis/

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Como podemos controlar a fome?

A fome é a maneira de nosso corpo nos levar a buscar comida para sobreviver. É um instinto animal poderoso que pode motivar condutas extremas. É resultado da leitura que o cérebro faz de mudanças nos níveis de hormônios e nutrientes no sangue.


Nossa reação a esse sentimento pode nos levar a ingerir alimentos pouco recomendáveis ou em excesso. Mas, ao entender nossa fome, é possível controlá-la melhor? Por que não me sinto satisfeito?

O sistema digestivo humano envolve uma interação complexa entre órgãos. A maneira como nos sentimos é influenciada pelo que comemos. Se não nos sentimos cheios, nossos cérebros continuarão desejando que busquemos alimentos.
Diferentes tipos de comida afetam o cérebro de várias maneiras. As gorduras, por exemplo, enganam o cérebro indicando a ingestão de menos calorias, o que nos leva a comer mais.
Isso ocorre porque tais alimentos, como manteiga ou frituras, estão densamente carregados de energia.
As fibras, por outro lado, provocam a liberação de hormônios intestinais que promovem sensação de saciedade.

Uma dieta com poucas fibras, com pouco ou nenhum alimento integral ou frutas e vegetais, pode fazer com que fiquemos sempre com fome.
Alimentos com baixo índice glicêmico (IG), como nozes, vegetais e grãos, liberam energia mais lentamente do que aqueles com IG alto, como pão branco e açúcar.
Por isso, ingerir alimentos de baixo IG controla o apetite, ao aumentar os níveis de hormônios intestinais que nos fazem sentir saciedade.
É culpa do meu organismo?
Os hormônios, moléculas que regulam processos biológicos e atuam como sinais químicos entre os órgãos, podem ter efeito poderoso nas dietas.
Dois hormônios, o hormônio peptídico intestinal (PYY) e o peptídeo semelhante ao glucagon 1 (GLP-1), enviam mensagens desde o intestino ao cérebro para avisar quando estamos satisfeitos.
Seus níveis aumentam após as refeições, mas existem pessoas com baixas quantidades desses hormônios. Nesse caso, é preciso ter mais cautela ao comer, pois há menor chance de sentir saciedade após a ingestão de uma porção normal de comida.
Outros hormônios influenciam a fome. A leptina e a grelina, por exemplo, marcam a diferença entre fome e satisfação.
A leptina é liberada por células que formam o tecido adiposo do corpo, que todos temos, e controlam o apetite. A grelina faz o estômago roncar, para nos lembrar que é preciso comer.
Obesos costumam desenvolver resistência aos efeitos da leptina, pois o organismo dessas pessoas acaba se acostumando a altos níveis desse hormônio, o que diminui seu efeito.
Quando uma pessoa com sobrepeso faz dieta, a redução de leptina que acompanha qualquer queda de reservas de gordura pode provocar a sensação de estar "morrendo de fome".

Comida como consolo?
Outro hormônio que afeta o apetite é a serotonina, que faz nos sentirmos felizes após comer. Alimentos doces produzem rápido aumento de energia, o que pode melhor temporariamente o ânimo.
A comida é como uma droga: as mesmas áreas do cérebro que se ativam na alimentação funcionam com o vício em drogas.
Alimentos podem estar estritamente vinculados a situações sociais, como jantar com amigos, daí pode ser difícil comer menos pelos possíveis impactos na vida social.
O chamado apetite emocional pode ser uma resposta ao estresse. O hormônio cortisona causa desejo por comida altamente energética. Os hormônios do estresse fomentam também a formação de células adiposas, que dão mais espaço ao corpo para armazenar gordura.
Há pessoas que comem demais quando estão estressadas ou deprimidas, enquanto outros o fazem quando se sentem felizes.
Mas há grandes diferenças individuais, e até as estações do ano influenciam: a maior parte das pessoas come mais no inverno.
Bons e maus hábitos
A fome é causada por vários fatores, resultado de interações entre o cérebro e o sistema digestivo. Mas há como controlá-la.
O contexto em que se come é importante e cria hábitos. Comer em horários regulares pode ajudar a reduzir os sentimentos irresistíveis de fome.
Dietas rápidas não nos fazem sentir menos famintos, mas trocar costumes, sim. Pequenas e duradouras mudanças na dieta e exercícios, por exemplo. Fazer listas de compras e manter a disciplina, sem ir ao mercado em momentos de estresse. 
Porções reduzidas em pratos menores também podem a ajudar a comer menos sem sentir fome logo. No entanto, largar maus hábitos pode ser difícil psicologicamente.
Há comidas ou bebidas que ajudam a reduzir a fome?
Há várias coisas que teriam a capacidade de ajudar a reduzir o apetite. Eis alguns exemplos.

Chá verde
Em 2011, um estudo mostrou que o extrato de chá verde reduzia o aumento de peso em ratos obesos. O extrato diminuiu a capacidade de absorção de gordura dos ratos, mas não o apetite dos roedores.


Medicamentos
Em geral, são prescritas apenas a pessoas com problemas de obesidade. Existem remédios para ajudar a reduzir o apetite ou impulsionar a perda de peso. Mas pode haver efeitos colaterais desagradáveis.
Amêndoas
Amêndoas contêm muitas fibras, bem como vitaminas e minerais. Um lanche formado por uma porção de amêndoas pode conter a fome por cerca de 30 minutos.



Fonte: http://bit.ly/1SPf68O

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

As 10 Razões Para Usar Óleo de Coco no Cabelo

Pois ele é usado hoje em dia por milhões de pessoas para melhorar a saúde do seu cabelo. Além disso, o óleo de coco é rico em carboidratos e muitos outros nutrientes, o óleo de coco é benéfico para o corpo, bem como o cabelo. Ele é rico em gordura saturada e tem uma vida útil longa. As pessoas têm usado este óleo por centenas de anos para manter o cabelo forte, saudável e bem nutrido. Também é um bom remédio para problemas relacionados com cabelos como envelhecimento prematuro, perda de cabelo e calvície. O uso regular de óleo de coco no cabelo garante o crescimento saudável do cabelo, bem como proteção contra a queda de cabelo e outros problemas relacionados com cabelos.
Mais de 85% do óleo de coco é composto de gordura saturada, o que faz com que seja um óleo de cozinha altamente estável. Cerca de 50% dos ácidos gordos presente no óleo é o ácido láurico, que tem fortes propriedades antimicrobianas. Os altos níveis de ácidos graxos de cadeia médios ou triglicerídeos no óleo de coco são facilmente queimados pelo corpo ao contrário dos ácidos graxos de cadeia longa que são difíceis o corpo quebrar e, portanto, resulta no armazenamento como gordura. O óleo de coco virgem possui nutrientes de plantas chamados de compostos fenólicos, que fornecem imensos benefícios para a saúde devido às suas fortes propriedades antioxidantes. Embora o óleo de coco não seja rico em vitaminas e minerais, contém vestígios de Vitamina K,  Vitamina E e Ferro.

Óleo de Coco é rico em vários nutrientes, óleo de coco ajuda a manter o cabelo saudável e forte. Hidrata o couro cabeludo, previne a infecção e promove o crescimento do cabelo. A seguir estão alguns dos benefícios de cabelo fornecidos pelo óleo de coco:
Óleo de Coco Ajuda a Reter a Umidade: O óleo de coco é um óleo incrível que hidrata o cabelo e ajuda a manter o seu teor de umidade. Quando aplicado numa base regular, este óleo não só alimenta o cabelo, mas também estimula o crescimento do cabelo e impede a queda. O ácido láurico no óleo de coco tem capacidade de retenção de umidade elevada, o que ajuda na prevenção da secura e coceira do couro cabeludo.
O Óleo de Coco Para a Perda de Cabelo: O óleo de coco é frequentemente utilizado como um ingrediente principal em muitos produtos destinados a prevenir a perda de cabelo. Quando o óleo de coco é aplicado sobre o couro cabeludo, penetra profundamente e fortalece as raízes. Além de aumentar o volume do cabelo e também impede a queda do cabelo. A perda de proteína é considerada uma das razões que levam seu cabelo saudável a queda. Estudos indicam que o óleo de coco tem a capacidade de evitar a perda de proteína a partir do cabelo. Tem também propriedades antimicrobianas que previnem infecções do couro cabeludo, outra razão que pode levar a queda de cabelo. Para evitar a queda de cabelo, aqueça um pouco de óleo de coco e massageie no seu couro cabeludo com as pontas dos dedos. Deixe-o em algumas horas ou durante a noite e depois lave com um xampu suave.

O Óleo de Coco Estimula o Crescimento do Cabelo: Os ácidos graxos no óleo de coco se ligam à proteína no cabelo e protege-o de ruptura. O óleo penetra profundamente na pele e estimula o crescimento de cabelo. Outra forma em que o óleo de coco promove o crescimento do cabelo saudável é através da melhoria da circulação do sangue no couro cabeludo. Além de hidratar o cabelo, que é essencial para o crescimento do cabelo. As propriedades antimicrobianas do óleo ajudam a eliminar problemas tais como a caspa do couro cabeludo que podem ser potenciais fatores que afetam o bom crescimento do cabelo.
O Óleo de Coco é Uma Excelente Condicionador de Cabelo: Se você está procurando um condicionador natural que é livre de produtos químicos tóxicos, o óleo de coco é a escolha ideal. As quantidades elevadas de ácidos graxos no óleo hidratam e nutrem o cabelo. Ele penetra nos fios de cabelo e fornece um profundo condicionamento do cabelo. É um condicionador maravilhoso que aumenta a circulação sanguínea e repara o cabelo danificado. Aplique o óleo de coco quente no cabelo. Deixe-o durante a noite e lave com shampoo no dia seguinte. O óleo de coco também pode ser usado como um condicionador.
O Óleo de Coco Elimina a Caspa: Além nutrir o cabelo, o óleo de coco também fornece efeitos antibacteriano e antifúngico que pode oferecer alívio de caspa. A caspa é causada principalmente pela levedura como o fungo Malassezia conhecido por se alimentar de óleo secretado pelos folículos pilosos. Quando este fungo cresce em excesso, a pele tenta se livrar dele pelo derramamento de células da pele rapidamente, o que resulta em caspa. O óleo de coco penetra na pele e destrói os fungos causados pela caspa. Também atua como um hidratante e evita a secura do couro cabeludo.

O Óleo de Coco Elimina os Piolhos: óleo de coco é um dos melhores remédios naturais para piolhos. O alto teor de gordura do óleo do coco, sufoca os piolhos e afrouxa o controle sobre o cabelo. A natureza lubrificante do óleo também para a multiplicação dos piolhos, impedindo a fixação das lêndeas ou ovos para a haste do cabelo. Para se livrar dos piolhos, primeiro aplique uma quantidade generosa de óleo de coco no couro cabeludo e cabelo. Em seguida, use um pente especificamente concebido para eliminar os piolhos e lêndeas.
O Óleo de Coco Impede Envelhecimento Prematuro dos Cabelos: A aplicação regular de óleo de coco é uma ótima maneira de prevenir envelhecimento dos cabelos. Ele contém antioxidantes que combatem os radicais livres que causam o envelhecimento prematuro. Massageie seu cabelo e couro cabeludo com óleo de coco a cada noite e lave na manhã seguinte. Isso ajuda a retardar envelhecimento dos cabelos.
O Óleo de Coco é um Grande Agente de Styling: O óleo de coco não é apenas um condicionador, mas também é um agente de styling maravilhoso. Ele age como um soro anti-frizz do cabelo e, portanto, é útil para domar cabelos crespos. O uso de secadores de cabelo, pranchas e outros agentes de estilização podem causar danos ao cabelo. No entanto, a aplicação de óleo de coco no cabelo antes de usar essas ferramentas de estilo pode ajudar a prevenir tais danos.
O Óleo de Coco para o Cabelo Reto: O cabelo liso tornou-se uma tendência de estilo hoje em dia. O alisamento com a ajuda de substâncias químicas é muito caro e pode também provocar muitos danos ao cabelo. Se você quiser arrumar o cabelo sem o uso de produtos químicos e secadores, basta apenas optar pelo óleo de coco.
Fonte: http://bit.ly/2dCV7uS

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Berinjela no tratamento do colesterol

A berinjela é indicada no tratamento do colesterol, pela elevada quantidade de antioxidantes e fibras que possui. Por isso, utilizar a berinjela como aditivo em sucos e vitaminas e também nos refogados, como acompanhamento de carnes, é uma boa forma de aumentar a sua quantidade na dieta, melhorando assim o seu efeito no controle do colesterol.
No entanto, quem não gosta do sabor da berinjela pode optar por tomar um remédio natural vendido comercialmente como Cápsula de berinjela.

Porque a Berinjela baixa o Colesterol

A berinjela ajuda a baixar o colesterol porque possui fibras que ajudam a eliminar o excesso de colesterol pelas fezes, no entanto, seu uso ainda é um assunto muito discutido cientificamente, mas o que é indiscutível é que a alimentação rica em fibras e vitaminas deve contribuir para o tratamento do colesterol alto, assim como a prática de atividade física.
Segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia, o tratamento essencial para reduzir o colesterol no sangue consiste em diminuir a ingestão de alimentos ricos em gordura, ou seja, em colesterol.

Alimentos ricos em colesterol

Os alimentos ricos em colesterol que devem ser evitados na alimentação incluem:
  • Vísceras (fígado, rins, miolos)
  • Leite integral e seus derivados
  • Embutidos
  • Frios
  • Pele de aves
  • Frutos do mar, como polvo, camarão, ostra, marisco ou lagosta



É importante também retirar a gordura acumulada no organismo, principalmente as presentes no interior das artérias. Os remédios caseiros à base de produtos naturais têm demonstrado serem uma boa alternativa inicial que pode, inclusive, fazer com que o período de uso do medicamento, quando recomendado, seja mais curto.

Melhores remédios caseiros para baixar o colesterol

Os remédios caseiros são úteis para ajudar a controlar a taxa de colesterol no sangue porque possuem propriedades que facilitam a elevação do HDL e diminuem a absorção de LDL, melhorando assim o colesterol total. Alguns exemplos são:
 BenefícioComo usar
AlcachofraProtege o fígado e diminui a concentração de colesterol ruim.Cozinhar em água por 7 minutos e comer a seguir.
Sementes de linhaçaPossui fibras e ômega 3 e 6 que ao serem absorvidos no intestino combatem o colesterol ruim.Adicionar 1 colher de sopa de sementes de linhaça em sopas, saladas, iogurte, suco, leite ou vitamina.
Tintura de berinjelaContém fibras que favorecem a eliminação do colesterol pelas fezes.Colocar 4 fatias de casca de berinjela de molho no álcool de cereais por 10 dias. Depois coar com um filtro de papel e tomar 1 colher (de café) da parte líquida diluída em meio copo de água, 2 vezes ao dia.
Chá-matePossui propriedades que diminuem a absorção de gordura vinda dos alimentos.Ferver 1 litro de água com 3 colheres de chá-mate, coar e tomar durante o dia.
Chá de feno-gregoSuas sementes auxiliam na redução do colesterol no sangue.Ferver 1 xícara de água com 1 colher de sementes de feno grego por 5 minutos. Tomar morno.
No tratamento para baixar o colesterol, aconselha-se evitar ingerir alimentos de origem animal e também alimentos gordurosos, como as carnes vermelhas. Usar na alimentação frutas e legumes frescos e cereais integrais auxiliam o organismo a eliminar excesso de gordura do sangue, resultando em saúde.

Fonte: https://www.tuasaude.com/remedio-caseiro-para-baixar-o-colesterol/

sábado, 15 de outubro de 2016

Como melhorar o colesterol bom?

O colesterol HDL é conhecido como colesterol bom porque atua retirando moléculas de gordura do sangue e por isso é bom que seus valores estejam sempre acima de 45 mg/dL, em mulheres e diabéticos, e acima de 60 mg/dL no restante da população.
A produção do HDL ocorre no fígado por mecanismos que não se pode controlar, mas a alimentação também pode influenciar na sua produção, aumentando seus valores, protegendo o corpo de doenças cardiovasculares como aterosclerose, infarto e AVC, por exemplo.

O que fazer para aumentar o colesterol bom

Para aumentar a concentração de colesterol HDL no sangue é recomendado investir numa alimentação saudável, sendo importante:
  • Evitar o açúcar e os alimentos que contém gorduras trans, assim como o consumo de alimentos com gordura vegetal, como côco, abacate, nozes, amêndoas e azeitona;
  • Aumentar o consumo de alimentos fonte de ômega 3, 6 e 9, como o salmão, atum e sardinha, pelo menos para 3 vezes por semana.



Outra orientação importante é aumentar a atividade física, passando a fazer exercícios, pelo menos, 3 vezes por semana, para melhorar o sistema cardiovascular e consumir as reservas de gordura do corpo e também a gordura que possa estar disponível no próprio sangue devido a alimentação.
Quando além do colesterol bom baixo, o paciente apresenta colesterol ruim alto o cardiologista pode indicar o uso de medicamentos para que o controle seja alcançado mais rápido. Em todo caso, os remédios naturais podem ajudar. Veja alguns exemplos: Remédios caseiros para baixar o colesterol no vídeo a seguir:

Sintomas de colesterol HDL baixo

O colesterol HDL baixo não produz nenhum sintoma doloroso como sinal de alerta, mas é possível suspeitar estar com os níveis de colesterol bom baixos se tiver gordura abdominal, for sedentário e tiver uma alimentação rica em gorduras e açúcares. Nestes casos, o indivíduo deve realizar um exame de sangue para avaliar o colesterol e assim tomar as medidas necessárias para regular o colesterol. Após cerca de 3 meses deve-se repetir o exame. Confira quais são os Valores de referência para o colesterol.

Porque o colesterol HDL fica baixo

O colesterol HDL pode ficar baixo devido a fatores genéticos que podem envolver a tireoide e devido a hábitos como sedentarismo, má alimentação, acumulo de gordura no abdômen, dieta muito pobre em gordura, triglicerídeos altos, tabagismo e o uso de medicamentos hormonais.
Crianças com colesterol HDL baixo geralmente tem história de doença cardiovascular na família, sendo também comum em crianças que estão muito acima do peso e que consomem muito açúcar e não praticam nenhuma atividade física. Nesse caso, o exame de sangue para o colesterol deve ser feito a partir dos 2 anos de idade. Entenda quando isso pode acontecer: O que fazer quando o colesterol alto é genético.
Quando o colesterol bom está baixo, com valores menores que 45 mg/dL, há um aumento do risco de doenças cardiovasculares porque a probabilidade de acumulo de gordura nas paredes das artérias aumenta. Assim, as consequências de HDL baixo podem ser:
  • Infarto agudo do miocárdio;
  • Trombose venosa profunda;
  • Doenças arteriais;
  • Acidente vascular cerebral (AVC).
O risco de complicações de HDL baixo é maior em indivíduos que possuem colesterol LDL e VLDL altos, e também quando há excesso de peso, pressão alta, tabagismo e diabetes. Nestas situações equilibrar os níveis de colesterol é ainda mais necessário.

Riscos do colesterol HDL alto

O colesterol HDL alto não traz qualquer prejuízo para saúde, mas também não parece ter um melhor efeito protetor sobre o coração.
Esta elevação de HDl pode ser causada pela prática regular de exercícios aeróbicos, como corrida, por exemplo, devido ao consumo exagerado de alimentos ricos em gordura saturada e colesterol, consumo regular de bebidas alcoólicas e medicamentos com estrogênios, por exemplo.

Fonte: https://www.tuasaude.com/colesterol-hdl/

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Tédio na esteira? Conheça 5 maneiras que pode ti ajudar.

Intercalar a velocidade, misturar treinos e optar por uma manutenção podem te ajudar a emagrecer ainda mais.

Recorrer à esteira é a opção da maioria das pessoas que precisam ou desejam emagrecer. O exercício é uma maneira simples e que funciona, mas muitas vezes acaba se tornando entediante e pode até demorar para dar resultado. 


Aprenda a evitar o tédio e perder ainda mais calorias na esteira

Por conta disso, a revista norte-americana “Women’s Health” listou 5 maneiras de queimar mais calorias diversificando seu treino.

1 - Para quem deseja emagrecer, intensidade na hora da corrida é uma regra, mas muitas vezes a frequência cardíaca aumenta o cansaço e não nos permite correr por muito tempo. Por isso, é indicado achar um meio termo. Tente correr de forma intensa durante 30 minutos em alguns dias e no outro caminhar por uma hora.
2 - Intercalar a velocidade da corrida é mais uma forma de queimar calorias e diminuir o tédio. Uma opção é correr mais intensamente durante 2 ou 3 minutos e depois voltar a velocidade inicial, mais tranquila.

Não fique apenas na esteira, intercale a velocidade e procure descansar alguns dias

3 - Você sabia que inclinar a esteira pode aumentar drasticamente a perda de calorias? Sua velocidade vai diminuir, mas o esforço exigido acelera o processo de emagrecimento.
4 - Tirar alguns dias de descanso para fazer apenas a manutenção do treino evita lesões e diminui o tédio. Por isso, alterne dias de corridas intensas e longas com outros de breves caminhadas.
5 - Ainda segundo a revista, o ideal é misturar exercícios e não ficar somente na esteira. Pesquisas revelam que a melhor forma de perder peso é achar uma combinação de treinos de resistência, intervalos, força e alongamento.
Além das dicas, é importante sempre consultador um educador físico para potencializar seus treinos e conseguir melhores resultados. 

Fonte: Revista norte-americana “Women’s Health” 


terça-feira, 11 de outubro de 2016

Existem diferentes tipos de anestesia

Anestesia é uma palavra grega e significa ausência de sensações, e proporciona ausência e alívio da dor. Seu estudo é denominado anestesiologia. É utilizada para realizar intervenções médicas como cirurgias ou procedimentos terapêuticos. O termo assusta bastante, em razão dos riscos aos quais se dispõe a pessoa anestesiada.


No período de anestesia, a pessoa tem suas funções vitais monitoradas por aparelhos, que verificam respiração, pressão, nível de consciência, dentre outros.
Os riscos existem, mas as complicações foram reduzidas com a melhoria dos equipamentos e técnicas, minimizando os riscos com acidentes.
Existem diferentes tipos de anestesia:
* Local – a anestesia local é utilizada para operações simples, em pequenas áreas e tornam insensíveis as pequenas áreas do corpo onde se deseja realizar alguma intervenção. A aplicação do anestésico bloqueia as fibras nervosas no local onde foi injetado por cerca de 1 a 3 horas, não agindo o sistema nervoso central. A pessoa fica totalmente consciente.
* Espinhal - essa anestesia é dividida em peridural e raquidiana. São chamadas espinhais porque o anestésico é injetado na espinha da pessoa. A anestesia raquidiana é efetuada em uma região abaixo da medula, diretamente no liquor da membrana espinhal. Já a anestesia peridural ocorre após a membrana duramáter, membrana que envolve a medula vertebral. O nível de consciência é variável.
* Plexular ou regional – a substância é injetada em um tronco de nervos e é utilizada para operações nos braços ou pernas. O nível de consciência também é variável.

*Geral – É utilizada para cirurgias profundas como cardíacas, neurológicas, do pescoço, da cabeça, do tórax, dentre outros. Essa anestesia retira totalmente a consciência da pessoa por meio de um combinado de substâncias. Além disso, relaxam os músculos e eliminam a dor. O anestésico pode ser aplicado na forma gasosa juntamente com o oxigênio, que chegará ao pulmão e irá para a corrente sanguínea. Também pode ser injetada ou ainda serem utilizadas as duas formas em conjunto. Os riscos envolvem parada respiratória e cardíaca. A anestesia geral é também utilizada para procedimentos mais complexos como transplante de órgãos.
Para efetuar a anestesia a pessoa deve seguir todas as recomendações médicas, como jejum, informar ao médico caso seja alérgico ou possua alguma doença, além de tentar manter a calma.
Por Giorgia Lay-Ang 
Graduada em Biologia 
Equipe Mundo Educação

Consequências do uso de maquiagem vencida

O uso de maquiagem vencida pode desencadear problemas de pele e oculares. Por essa razão, é necessário sempre estar atento!

                     O uso de maquiagem requer bastante cuidado, pois pode desencadear problemas na pele


Muitas pessoas pensam que, diferentemente dos alimentos, a maquiagem pode ser usada mesmo que esteja vencida, afinal, ela é usada apenas externamente, não é mesmo? Entretanto, essa afirmativa não é verdadeira e muitos problemas podem ser desencadeados em decorrência do uso de produtos vencidos.
→ Quais são as consequências do uso de maquiagem vencida?
Quando o prazo de validade de cosméticos expira, os princípios ativos do produto, assim como seus conservantes, perdem o seu efeito. Sem conservantes, as maquiagens podem tornar-se um local ideal para o desenvolvimento de micro-organismos, como bactérias e fungos, que podem causar irritações, alergias e inchaços na pele.
Além dos danos causados na pele, podem ocorrer problemas nos olhos como consequência do uso de produtos como lápis de olho, delineadores e máscaras para cílios vencidos. Na região ocular, um dos problemas mais relatados é a conjuntivite, que pode ser definida como a inflamação da membrana que reveste a parte posterior do globo ocular (conjuntiva). Além da conjuntivite, pode ocorrer coceira, alergias e contaminações na mucosa do olho.
→ O que fazer em caso de reação causada por maquiagem vencida?
Caso tenha alguma reação alérgica em decorrência do uso de produtos vencidos, é fundamental procurar um médico dermatologista. Recomenda-se ainda que nenhum outro produto seja utilizado, sem prescrição médica, para aliviar a dor, sendo recomendado apenas que se lave a área irritada e se faça compressas geladas de soro para aliviar os sintomas.
→ Quais são os sinais de que uma maquiagem ultrapassou seu prazo de validade?
É muito importante sempre estar atento ao prazo de validade impresso nos produtos. Entretanto, infelizmente, alguns produtos acabam perdendo essa indicação com o tempo e muitas pessoas ficam sem saber se a maquiagem está ou não dentro do prazo de validade.
Caso perceba que a maquiagem teve alterações na cor, no cheiro, na consistência, na capacidade de fixação ou que ocorreu o surgimento de pontos brancos, verdes ou cinza, é fundamental que haja o descarte do produto. Essas alterações são sinais de que a maquiagem foi contaminada, indicando, portanto, que ela está vencida ou que foi mal armazenada.
Atenção: Além das maquiagens, é importante estar atento ao uso de protetores solares vencidos. Ao se expor ao sol com um produto fora do prazo de validade, você está se sujeitando ao risco de apresentar queimaduras solares.

Fonte:http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/saude-bem-estar/consequencias-uso-maquiagem-vencida.htm