Especialista do sistema Unimed esclarece a relação existente entre as enfermidades respiratórias e os dias da estação mais fria do ano.
Você já notou que em meados de junho, quando a estação mais fria do ano se inicia, é comum observar-se também a alta incidência de algumas doenças respiratórias, tais como gripes, resfriados, amigdalites, sinusites e rinites?
Mas, por que isso ocorre? Um dos fatores que contribuem diretamente para o aumento no número dos casos infecciosos no inverno, por exemplo, é a grande exposição a ambientes fechados e menos ventilados. “Esses locais apresentam condições propícias para que as infecções virais se espalhem com facilidade”, afirma o dr. Pedro Geisel Santos, especialista em otorrinolaringologia, que atua pelo Sistema Unimed em Blumenau (SC).
No caso de condições alérgicas, como a rinite, o contato com as roupas de frio que estão guardadas há muito tempo pode agravar os sintomas da enfermidade, uma vez que as vestimentas podem esconder ácaros ou até mesmo mofo. “Para a rinite, os cuidados incluem trocar as roupas de cama com frequência, de preferência 1 a 2 vezes na semana, lavar bem as mãos e evitar objetos em casa que possam favorecer o acúmulo de mofo ou poeira – tais como tapetes ou carpetes, completa o médico.” Ele reforça que o acompanhamento para tratamento e prevenção junto a um profissional especialista, de maneira periódica, é ainda mais importante. Principalmente se houver possibilidade de contar também com um profissional de atenção primária, que poderá coordenar o cuidado de todos os aspectos da saúde do paciente.
Mas, se você faz parte do grupo de pessoas que já está sofrendo com as condições respiratórias típicas de inverno, o uso de descongestionantes que aliviam a obstrução nasal, um dos sintomas mais comuns das enfermidades, deve ser ocasional e não frequente. “O preferencial é o uso por um período de até cinco dias, pois a prorrogação pode causar um ‘efeito rebote’ no congestionamento, levando o paciente a utilizar o descongestionante mais vezes ao dia e por período cada vez maior. Outras alternativas, como o uso de soro fisiológico e essências inalantes, como mentol e eucalipto (preparadas com diluição em água morna), são de grande valia no tratamento da obstrução nasal”, finaliza o dr. Pedro Geisel Santos, do Sistema Unimed.
Com quatro medalhas de ouro, o Brasil garantiu, em julho de 2011, sua melhor participação em mundiais de natação. O resultado poderia ser ainda melhor se fosse mais comum, no país, a prática sistemática desse esporte. Es benefícios não apareciam apenas nas competições, mas na saúde dos brasileiros, pois, para muitos especialistas, trata-se da atividade física mais completa.
O ortopedista Ricardo Cury, professor da Faculdade de Medicina da Santa Casa de São Paulo, compara a natação com outros esportes para destacar as vantagens da prática nas piscinas. No tênis, por exemplo, há uma exigência maior dos membros superiores, especialmente do braço com o qual o atleta segura a raquete. No futebol, o esforço se concentra nos membros inferiores. A corrida, por sua vez, trabalha bastante a parte aeróbica, enquanto a musculação, como o próprio nome diz, atua sobre a musculatura. "A natação tem uma exigência global, juntando tudo isso em uma única atividade: ela distribui bem os esforços entre todos os membros, tem um trabalho aeróbico importante e ainda desenvolve os músculos", afirma Cury.
Outro ponto positivo é a baixa incidência de lesões, por não ser um esporte de contato. Além disso, por ser praticada na água, as articulações não sofrem desgaste com o impacto no solo, como ocorre no vôlei, por exemplo.
Somadas, todas essas vantagens contribuem para a prevenção de inúmeras doenças. "A melhora na parte aeróbica é importante do ponto de vista cardiovascular. O nadador ainda perde peso e regula melhor sua pressão e o sono, diminuindo as chances de ter um AVC [acidente vascular cerebral] ou diabetes", enumera Cury, que é presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia do Joelho.
A natação também ajuda a oxigenar todos os tecidos do organismo, inclusive o cérebro, o que tende a diminuir os riscos de males como o Alzheimer. Sua prática traz ainda benefícios estéticos, desenvolvendo o tórax do nadador, e conta com um bom índice de queima calórica (chega a 600 cal/ hora). Sem falar na sensação de bem-estar, como em qualquer esforço físico, causada pela liberação de endorfina.
Também como em qualquer atividade física, é recomendável fazer aquecimento antes de exercitarse, para diminuir ainda mais a possibilidade de surgir algum problema.
Encontre seu estilo
Antes de se aventurar pelas piscinas, é importante saber qual estilo de nado é a sua cara: livre, costas, peito ou borboleta. Cury afirma que qualquer um deles atende às necessidade do organismo, desde que a prática seja de pelo menos 30 minutos e três vezes por semana. Porém, há entre esses tipos pequenas diferenças em relação aos grupos musculares mais exigidos.
O estilo peito requer esforço um pouco maior da região do tórax, enquanto o nado de costas trabalha melhor a parte dorsal e os ombros. Já as pernas são mais usadas na prática dos estilos livre e borboleta. Em relação ao gasto calórico, costa e borboleta levam ligeira vantagem.
No entanto, o especialista avalia que as diferenças são pequenas, e não há necessidade de variar entre eles para executar uma atividade mais completa. "Você pode selecionar aquele tipo que mais lhe agrada e focar nele, pois apenas o fato de a pessoa nadar já é um ótimo exercício."
Desconfiar de que está grávida é uma situação que gera angústia e ansiedade antes de receber a confirmação, pois a maternidade é um momento de grande mudança na vida da mulher. Agora, imagine a sensação de não ter a certeza de que a gravidez é de um ou mais bebês.
Somente o exame de ultrassom pode comprovar a gestação dupla, mas o tempo para se obter essa confirmação pode variar de acordo com os meses de gestação e o posicionamento das crianças. Nos casos de trigêmeos esse tempo pode ser de três meses ou mais.
Não há como acabar com a ansiedade, mas para tornar o período de espera mais ameno, é possível observar alguns sinais que o corpo dá e quais as principais diferenças entre a gestação de uma ou mais crianças.
Os sintomas comuns de uma gestação são: aumento de peso, prisão de ventre, náuseas, vômitos, dores nas costas, dor nos seios, crescimento do útero e retenção de líquido. Porém, quando tudo isso ocorre de forma exagerada, em um curto intervalo de tempo, pode ser indícios de que gêmeos estão chegando.
Após a confirmação da gravidez de gêmeos, o pré-natal a ser realizado exigirá um acompanhamento mais próximo, por se tratar de uma gestação mais delicada, com maiores riscos de desenvolvimento de pressão alta, diabetes gestacional e trabalho de parto prematuro. Também é preciso que o médico esteja atento ao posicionamento dos bebês para que nada comprometa o desenvolvimento dentro do útero.
Quando a grande hora chegar, converse com o seu médico sobre a melhor opção de parto, que pode ser cesariana ou normal. Mesmo se tratando de gêmeos, há a possibilidade do parto natural, tudo dependerá da situação da mãe e dos bebês.
Fonte: MARTINS, Wellington de Paula; BARRA, Daniela de Abreu; MAUAD-FILHO, Francisco. Gestação Múltipla – Aspectos Clínicos. Disponível em: http://www.febrasgo.org.br/site/wp-content/uploads/2013/05/Femina_34-6-423.pdf. Acesso em 15 de outubro de 2014.
É inegável que a tecnologia chegou à saúde trazendo vários benefícios, inclusive para gerenciar melhor seu tratamento e a comunicação com os médicos envolvidos. Acompanhamento médico requer bastante tempo para as consultas e disciplina para seguir as recomendações à risca. Só que na hora de passar ao profissional as atualizações sobre o tratamento, damos informações aproximadas da realidade porque é praticamente impossível lembrar de tudo o que aconteceu no período em análise. Quem já ouviu do médico durante a consulta as perguntas: “há quanto tempo você está com esses sintomas?” ou “a dor dura em média quanto tempo?” entende muito bem o que estamos falando.
Para quem tem doenças crônicas e pacientes que estão se recuperando de transplantes o caso é ainda mais complicado. O paciente passa por diversos profissionais durante o tratamento, além do médico principal, para garantir uma total recuperação, e cria a rotina de ir a vários consultórios falar para cada médico as anotações do seu dia a dia e o que cada um determinou ser o melhor e nem sempre as informações passadas são precisas. Uma forma de ajudar a organizar o tratamento junto aos médicos e ao paciente é o uso de um sistema online que permite ao paciente administrar melhor o seu progresso e compartilhar seus dados com os profissionais para que eles acompanhem, em tempo real, os resultados de suas indicações e possam fazer os ajustes necessários. Ainda é permitido que os médicos tenham acesso às indicações uns dos outros e possam trabalhar em conjunto casando seus tratamentos para melhor resultado baseando-se nas anotações diárias do paciente.
Tratamento mais eficaz e direto
Há 20 anos, nos Estados Unidos, Donna Cryer passou por um transplante de fígado. Durante todo o processo de recuperação e acompanhamento pós-operatório, Donna passou por dezenas de hospitais e ambulatórios na busca de gerenciar seus cuidados médicos e optou por usar uma plataforma online para dispor sua rotina aos médicos envolvidos.
Como muitos pacientes com condições complexas, como as dela, Donna ainda vê muitos médicos além do principal, como hepatologista, gastroenterologista, nefrologista, dermatologista, ortopedista e outros, e a dificuldade de administrar sua ida a cada um deles é controlada através do aplicativo que ela utiliza, onde compartilha com os profissionais toda a sua rotina.
“Todos os meus médicos precisam ser capazes de comunicar uns com os outros e comigo sobre os meus cuidados, e compartilhar meu histórico médico completo. Interagir com esses médicos gera dados de dezenas de visitas, imagens, testes de laboratório e relatórios de procedimentos que precisam ser revistos, avaliados e serem até modificados em novas ações em em tempo hábil”, diz Donna. Monitorada através de um tracker (pulseira sem fio) os médicos de Donna têm sido capazes de avaliar o resultado da intervenção, ajustar as dosagens dos medicamentos, entender efeitos colaterais e esclarecer pontos de decisão.
Os resultados ficaram ainda mais evidentes quando, após anos usando prednisona e fazendo aulas de dança, tênis e caminhada, o ortopedista decidiu usar uma injeção de cortisona em uma tentativa de evitar cirurgia de substituição da patela (joelho), já que a mobilidade de Donna ficou comprometida. Com o uso de um tracker foi possível medir a quantidade de passos de Donna por dia e notou-se que esses aumentaram bastante após a injeção. Com esses dados percebeu-se que Donna reagiu muito bem ao tratamento e optou-se em não fazer a cirurgia, manter o monitoramento dos passos e fazer nova intervenção com injeção de cortisona quando o número médio de passos dela cair novamente.
“Sem a medida objetiva fornecida pelo meu rastreador, a decisão sobre minhas avaliações seria subjetiva, indicando, até, que a mobilidade estivesse pior e os joelhos tão ruins quanto eram antes. Ao colocar os meus dados para trabalharem para mim, agora podemos fazer melhor “, explica Donna Cryer.
Com esse tipo de gestão da informação, também é possível tomar medidas que evitem o agravamento de quadros crônicos, minimizando internações hospitalares. Pacientes diabéticos, por exemplo, podem ter as medições de insulina e glicose colocados no sistema, que devidamente configurado, pode alertar os médicos caso haja alguma alteração significativa e consequente necessidade de intervenção.
Como vemos nesses casos, o paciente é cada vez mais atuante no cuidado da sua saúde e as informações oferecidas pelo próprio são de grande valor não só na manutenção e tratamento como na prevenção da saúde. Hoje existem ferramentas para colher, armazenar, compartilhar e analisar dados fornecidos pelos pacientes em prol de seu bem estar.
Protetor solar, hidratação e técnicas cirúrgicas podem ajudar a mantê-las jovens
O envelhecimento ocorre de maneira intrínseca e está relacionado a fatores genéticos e à produção de radicais livres pelo metabolismo. Mas nas mãos, por terem uma derme mais fina e, em consequência, uma menor quantidade de fibras de colágeno, o passar do tempo aparece de uma forma mais agressiva. A exposição aos raios solares e a falta de cuidados com a hidratação ao longo da vida, causam o envelhecimento.
O processo de envelhecimento das mãos caracteriza-se por algumas alterações: -Afinamento e ressecamento da pele que confere uma cor amarelada; -Diminuição das secreções glandulares; -Crescimento dos pelos; -Redução da elasticidade; -Presença de rugas; -Acentuação de sulcos pré-existentes; -Aparecimento de manchas senis, hematomas espontâneos, manchas brancas em confete e lesões milimétricas no dorso das mãos e os vasos dilatados.
O cuidado com as mãos, por recuperar uma região que fica exposta praticamente o tempo todo, pode representar o rejuvenescimento corporal como um todo. Apesar disso, esse ainda é um recurso estético pouco valorizado. Vale investir nesses cuidados para evitar o envelhecimento precoce: - Evite, ou pelo menos modere, as agressões do cotidiano como a utilização de detergentes e o uso frequente de água; - A fotoproteção deve ser a mesma para rosto, colo e dorso das mãos; - Reaplique o protetor solar com mais frequência nas mãos, já que elas são constantemente lavadas; - Lave as mãos com sabonete de pH neutro para não ressecá-las; - Hidrate com um creme ou loção com fator de proteção solar.
Como rejuvenescer as mãos?
A cirurgia plástica aperfeiçoou técnicas que melhoram o contorno das mãos, como o enxerto de gordura do próprio corpo. No Brasil, esse tipo de procedimento ainda não é comum, pois a técnica é recente e a população ainda desconhece esse recurso estético.
O cuidado com as mãos, por recuperar uma região que fica exposta praticamente o tempo todo, pode representar o rejuvenescimento corporal como um todo.
O enxerto é feito através de uma lipoaspiração, em que é coletada a gordura a ser utilizada como preenchimento. Este material é centrifugado, lavado e peneirado, aproveitando-se as células íntegras, inclusive células-tronco, da área lipoaspirada. A técnica de enxerto tem indicação a partir da idade em que foram detectados os sinais de envelhecimento das mãos, aproximadamente aos 50 anos.
A principal indicação é o rejuvenescimento. O uso do tecido adiposo preenche o tecido subdérmico ? localizado abaixo da pele - que é absorvido com o envelhecimento. A gordura enxertada devolve o volume perdido, dando uma aparência mais jovial às mãos. Além disso, em muitos casos as manchas senis melhoram consideravelmente após a enxertia. Isto se deve a presença das células-tronco mesenquimais, encontradas na gordura da área doadora.
A cirurgia pode ser feita com anestesia local e o paciente pode ficar acordado durante o procedimento. Dependendo da lipoaspiração, a cirurgia demora em média duas horas. O tempo de recuperação é bastante satisfatório, no dia seguinte a paciente pode realizar movimentos suaves com as mãos. Só existem restrições a esforços, movimentos repetitivos e exposição ao sol por um mês.
É realmente tem coisas Bizarras nesta vida, e bom ficar por dentro.
1. É verdade que não se consegue digerir o chiclete, mas se engolires um, ela não se cola ao estômago, por isso, não faz mal engoli-lo.
2. Ao lamber um selo se consome 1 décimo de caloria.
3. O nosso estômago tem de produzir uma nova camada de muco de 2 em 2 semanas. Caso contrário digeria-se a ele próprio.
4. É impossível espirrar com os olhos abertos. (NÃO TENTEM ISTO EM CASA).
5. As pessoas inteligentes têm mais cobre e zinco no cabelo.
6. O músculo mais potente do corpo é a língua.
7. Os nossos olhos são sempre do mesmo tamanho, desde o nascimento, enquanto que as orelhas e o nariz nunca param de crescer.
8. É impossível lamber o cotovelo.
9. O suor não tem odor. São as bactérias da pele que criam o cheiro.
10. Apenas uma pessoa em cada 2 bilhões viverá mais de 116 anos.
11. Se gritares durante 8 anos, 7 meses e 6 dias, a energia libertada é igual à necessária para aquecer uma chávena de café. 12. O coração bombeia o sangue com uma pressão suficiente para esguichar o sangue a uma altura de 9 metros. 13. Uma pessoa pisca os olhos aproximadamente 25 mil vezes por dia. 14. Se as doenças do coração, o cancro e os diabetes fossem erradicados, a expectativa de vida do homem seria de 99,2 anos.
15. A cada ano, 98% dos átomos do nosso corpo são substituídos. 16. O crânio tem 29 ossos. 17. As unhas da mão crescem aproximadamente 4 vezes mais rápido que as do pé. 18. Os pés possuem um quarto dos nossos ossos. 19. 15 vezes ao dia é o número médio de vezes que um adulto normal dá risada. No entanto uma criança ri em média 400 vezes por dia. 20. 4 kg é o peso do cérebro humano. Este consome 25% do oxigênio que respiramos. 21. Uma pessoa normal tem á volta de 1460 sonhos por ano. 22. Todos temos 300 ossos quando nascemos, mas chegamos a adultos apenas com 206.
23. Cada soluço dura menos de 1 segundo e ocorrem com um frequência normal e regular de 5 a 25 vezes por minuto. O livro dos recordes menciona um soluço que durou 57 anos. 24. Por cada sílaba que o homem fala, 72 músculos entram em movimento. Para sorrir, são utilizados 14 músculos. Para beijar, 29.
25. O intestino delgado mede entre 6 a 9 metros. O intestino grosso tem 1,5 metros, mas é 3 vezes mais largo.
26. Um adulto elimina 3 litros de água por dia, por meio da urina, suor e da respiração.
27. O corpo humano é formado por 70% de água, que corresponde a metade do nosso peso. No organismo, a água transporta alimentos, resíduos e sair minerais; lubrifica tecidos e articulações; conduz glicose e oxigênio para o interior das células, e regula a temperatura.
28. Se não exercitarmos o que aprendemos, esquecemos 25% em seis horas, 33% em 24 horas e 90% em seis meses.
29. Com uma média de 70 batidas por minuto, o coração bate 37 milhões de vezes por ano.
30. Se dormirmos, em média, 8 horas por dia, aos 40 anos teremos dormido 13 anos.
31. O olho humano é capaz de distinguir 10.000.000 de diferentes tonalidades.
32. Você fala sem pensar? Os cientistas calcularam que a velocidade de um pensamento é de 240 km/h!
33. O esqueleto de um homem de 64 quilos pesa cerca de 11 quilos.
34. Em média, uma criança de 4 anos faz 437 perguntas por dia.
35. Numa vida, um ser humano passa, em média, 8 anos em filas de espera.
A cena parece perfeita: logo pela manhã um casal passa correndo e se exercitando antes de começar um dia de trabalho, um momento de conexão entre os dois que gera benefício individual, físico e mental.
Fazer exercícios em duplas é uma prática cada vez mais popular.
Provavelmente o motivo é a falta de tempo e a rotina cada vez mais agitada. Muitos tentam aproveitar ao máximo o tempo que sobra no dia com as pessoas mais próximas e isso não é feito apenas com o ócio ou divertimento, mas também com atividades que tragam um benefício comum.
"Os benefícios do exercício são claros e foram demonstrados em muitos estudos: desde funcionar como um antidepressivo até as vantagens diretas para a saúde e condicionamento físico das pessoas", disse à BBC Mundo a psicanalista Alejandra Menassa, que já publicou trabalhos especializados em psicologia do esporte.
Motivação"Além disso, cria uma sensação de bem-estar ao liberar a endorfina. Quando esta sensação é compartilhada com seu parceiro ou parceira é potencializada já que se trata de uma pessoa próxima, com a pessoa com quem você tem um laço afetivo e isso faz com que seja mais agradável."
Há estudos que mostram que há vantagens em fazer exercício com um parceiro ou em grupo em relação às pessoas que fazem exercícios sozinhas.
Os adeptos da atividade física em duplas ou grupos ficam mais felizes e têm mais energia, eles enfrentam os desafios em equipe e isto contribui para um estímulo positivo.
"É mais fácil para as pessoas fazer exercício com alguém já que qualquer atividade proposta a um ser humano será mais fácil de ser feita se ele adquirir um compromisso com outra pessoa", afirmou Menassa.
A médica acrescenta que já foi demonstrado que quando as pessoas fazem exercício em dupla "ficam mais tempo na atividade, não abandonam logo".
"Às vezes você não tem vontade de ir sozinho à academia quando precisa ir ou quando precisa fazer uma corrida e simplesmente decide não ir. Mas se há alguém que está te esperando, com quem combinou ir, pode ser que você se sinta pressionado a cumprir (o compromisso)."
Conexão Um dos maiores benefícios de fazer exercício em dupla é a conexão que aparece entre as duas pessoas, já que não apenas influi na atividade física mas também no aspecto emocional.
Alejandra Menassa afirma que existem muitos aspectos positivos quando a dupla têm interesses em comum.
No aspecto exclusivamente físico, uma pessoa pode ajudar a monitorar constantemente o progresso da outra, corrigir ou melhorar uma postura ou animar o parceiro ou parceira quando surge alguma dificuldade em algum execício.
E isto pode oferecer uma nova via de comunicação, além de complementar a rotina de ambos incorporando exercícios que eles não praticariam de forma individual.
No entanto, apesar de todas as vantagens, também existem inconvenientes.
"Se você está muito concentrado na realização de um exercício que é muito preciso, por exemplo, com uma máquina em que precisa ter muito cuidado com a postura, fazer este exercíco em dupla pode ser um elemento de distração se estão em um momento de muita atração sexual ou de tensão", disse a psicanalista.
Competitividade As diferenças quanto ao rendimento também podem ser contraproducentes na hora de fazer exercícios em dupla.
Pode ser um estímulo para o progresso do outro mas também pode ser um limitador na hora de conseguir novos objetivos.
"Por exemplo: tenho uns pacientes que são corredores de maratona e ele sempre tem dificuldade para progredir pois tem uma marca melhor que a dela mas não quer deixá-la para trás", disse Menassa.
"Isso gera um pouco de conflito porque há um nível de competitividade, como é habitual nos esportes."
Neste sentido é importante estabelecer que não se trata de saber quem é o mais forte ou mais rápido, é preciso compreender as diferenças entre o organismo feminino e o masculino e também onde cada um pode chegar.
Muitas academias recomendam que sejam estabelecidos programas de exercícios individuais e em horários diferentes para concentrar o esforço nas necessidades de cada um.Objetivos em comum? Apesar de todas estas razões, não é tão fácil chegar a um consenso quanto aos benefícios de se fazer exercícios em duplas.
A razão é que é muito difícil estabelecer objetivos em comum ou mudar as rotinas devido às diferenças entre a maioria dos casais e devido à tensão que isto pode gerar em uma relação.
"Depende muito do casal, já que há partes que ambos decidem compartilhar (...). Mas outras pessoas reservam o momento da academia ou do exercício apenas para eles e para fazer coisas individualmente", afirmou a psicanalista.
"É por isso que a academia frequentemente é um bom momento do dia para estar sozinho, estar em uma hora privada que a pessoa não quer compartilhar", disse.
Uma famosa psicóloga sentimental, Sherry Amatenstein, publicou em um de seus trabalhos que "os casais que transpiram juntos ficam juntos", já que a atividade física benefícia o corpo e a mente.
Mas é importante entender que não há algo universal que serve para todos e que são os próprios casais que devem decidir se fazer exercício também contribui para melhorar o relacionamento. Fonte:http://saude.ig.com.br/bemestar/2016-04-02/as-vantagens-e-as-desvantagens-de-se-fazer-exercicios-em-dupla.html
Uma pesquisa mostrou que incorporar ciclismo em sua rotina diária não é apenas saudável para o seu corpo, mas também para o seu cérebro! Se você já fez ciclismo e notou que seu humor e capacidades mentais pareceram mais fortes que o normal, você realmente experimentou os benefícios comprovados da bicicleta sobre a saúde mental.
Muitas pessoas andam de bicicleta como uma maneira de entrar em forma e viver uma vida saudável; no entanto, mesmo aqueles que já gozam de boa saúde física podem melhorar a sua força mental através de ciclismo regularmente. Apenas 30 minutos de ciclismo constante na estrada, trilha pode melhorar a memória, raciocínio e planejamento. Também tem benefícios cientificamente comprovados para a saúde mental, ajudando a combater a depressão e ansiedade.
Seu cérebro no ciclismo
Andar de bicicleta pode aumentar o seu cérebro da mesma forma que aumenta seus músculos. Quando pedalamos, o sangue que flui para os músculos aumenta, permitindo que nossos corpos construam mais capilares, fornecendo mais sangue (e, portanto, mais oxigênio) para os músculos. O mesmo processo ocorre em nossos cérebros. Andar de bicicleta permite que o nosso sistema cardiovascular cresça ainda mais em nossos cérebros, trazendo-os mais oxigênio e nutrientes que podem melhorar o seu desempenho.
Quando andamos de bicicleta, o nosso cérebro também aumenta sua produção de proteínas usadas para a criação de novas células cerebrais. Ao andar de bicicleta regularmente, nós realmente duplicamos (ou mesmo triplicamos) a produção de células em nossos cérebros! Também aumentamos a atividade dos neurotransmissores, permitindo que as regiões do nosso cérebro se comuniquem de forma mais eficaz; portanto, melhora nossas habilidades cognitivas.
Os benefícios do ciclismo são especialmente importantes para cérebros em envelhecimento. Estes processos contrariam o declínio natural da função cerebral à medida que envelhecemos. Os cientistas compararam os cérebros de adultos nos seus 60 e 70 anos e descobriram que os cérebros daqueles que participaram regularmente em atividades físicas como ciclismo, na verdade, pareciam mais jovens do que aqueles que não o fazem. Isto prova que o ciclismo pode ajudar a manter nossas mentes afiadas em nossos anos posteriores.
Ciclismo aumenta nosso bem-estar mental
Pessoas de todas as idades podem experimentar os benefícios das bicicletas no bem-estar psicológico, independentemente da sua saúde física. Pode melhorar a auto percepção e sentimento de autoestima, resultando em maior autoestima. Estudos têm demonstrado que essas melhorias foram ainda mais fortes para os pacientes de saúde mental e pessoas que sofrem de depressão leve, e podem ser potencialmente tão eficazes (se não mais eficazes) do que psicoterapia. Atividades regulares como o ciclismo não só combatem problemas de saúde mental como estes, mas também podem ajudar a preveni-los a longo prazo.
Andar de bicicleta também melhora o nosso humor subjetivo, reduz a ansiedade, e nos permite lidar com o estresse de forma mais eficaz. Aumenta os níveis de serotonina e produção de dopamina no cérebro. Estes são os produtos químicos que nos fazem sentir “felizes” quando são liberados em nossos cérebros. Os cientistas confirmaram este efeito através da análise dos níveis de serotonina no cérebro de ratos de laboratório. Serotonina e dopamina não são os únicos produtos químicos de sentir-nos bem produzidos quando pedalamos. Nossos corpos também produzem endorfinas e canabinóides (sim, canabinóides, da mesma família química associada com o uso da maconha, embora estes sejam produzidos naturalmente por nossos corpos regularmente!).
Quando pedalamos, nossos corpos melhoram a sua capacidade de regular os hormônios como o cortisol e adrenalina. Isso resulta em uma melhor capacidade de lidar com o estresse. Os desequilíbrios hormonais fazem nossos corpos responder ao estresse de forma negativa, por isso é importante ter uma rotina como andar de bicicleta para permitir que lidem com o estresse mais facilmente.
As ordens do médico para ciclistas
Quanto devemos pedalar para usufruir dos benefícios que pode oferecer? É verdade que o ciclismo com muita intensidade pode começar a reduzir a nossa energia conforme os nossos corpos tornam-se empobrecidos de nutrientes. Dito isto, quanto ciclismo é suficiente para desfrutar de seus benefícios saudavelmente? Os cientistas sugerem que 30-60 minutos a um bom ritmo (sem corrida!) é um bom equilíbrio. A manutenção de uma frequência cardíaca em cerca de 75% também é sugerida.
Basta uma busca rápida na internet para encontrar sites e blogs que garantem que o uso do micro-ondas faz mal à saúde e resulta na perda de vitaminas e nutrientes dos alimentos.
Mas essa ideia de que o micro-ondas é pior do que outras formas de cozinhar não tem base científica, explica o programa da BBC Trust Me, I'm a Doctor (em tradução livre, "Confie em mim, sou médico").
O micro-ondas cozinha os alimentos usando ondas de energia semelhantes às de rádio, porém mais curtas.
Seletivas, essas ondas afetam sobretudo a água e outras moléculas assimétricas eletricamente: carregadas positivamente em um extremo e negativamente no outro.
As micro-ondas fazem com que essas moléculas vibrem e gerem calor, que rapidamente se estende às moléculas próximas para esquentar e cozinhar a comida.
Esse processo pode afetar as vitaminas e nutrientes dos alimentos, mas essas mudanças não são exclusivas do micro-ondas, e sim resultado do processo de aquecimento.
Quando se esquenta a comida, algumas vitaminas - como a C - se decompõem, explica a Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, em seu site sobre medicina e saúde.
Mas isso acontece independentemente de se o alimento é esquentado em forno convencional, no fogão ou no micro-ondas.
As proteínas também se "desnaturalizam" (ou seja, se decompõe e às vezes perdem suas propriedades) quando são esquentadas, por qualquer meio.
Mas como os tempos de preparo são mais curtos, cozinhar com micro-ondas de fato ajuda a preservar a vitamina C e outros nutrientes.
Cozinhar com água
Os nutrientes dos alimentos também se perdem quando a comida é cozida com água.
Diversos estudos científicos concluíram que ao ferver as verduras, boa parte de seus nutrientes se solta na água.
A vitamina C e muitas das vitaminas B, como a B6 e a B12, são mais vulneráveis porque são solúveis em água.
E normalmente essa água não é aproveitada, mas descartada - o que faz com que os nutrientes também se percam.
A perda de nutrientes durante a fervura é maior do que em outras técnicas, como o micro-ondas, a fritura ou o vapor.
Então a melhor forma de reter as vitaminas e os nutrientes dos alimentos ao cozinhá-los é usar tempos curtos, que limitem a exposição ao calor, e um método de cozinhar que use menos líquido.
Um artigo publicado em 2009 no Journal of Food Science concluiu, por exemplo, que o micro-ondas mantém melhor os níveis de antioxidantes de alimentos como feijão, aspargos e cebola do que a fervura, o cozimento na panela de pressão ou o forno.
Mas se o que mais te preocupa é manter o valor nutritivo dos alimentos, o melhor é cozinhar no vapor.
Além disso, há outros passos que você pode fazer para conservar ao máximo o valor nutritivo dos alimentos.
Conselhos úteis para impedir a perda de nutrientes ao cozinhar
Descascar e cortar o alimento logo antes de preparar ou consumir
Lavar de forma rápida antes de cozinhar
Empregar formas de cozimento em que a água e o alimento entrem em contato o mínimo possível
Esperar que a água ferva completamente para submergir o alimento, já que isso reduzirá o tempo de cozimento necessário
Cozinhar hortaliças al dente e esfriá-las após cozinhar, para preservar suas vitaminas
Aproveitar a água das verduras cozidas para fazer outros alimentos, como sopas
Evitar armazenar frutas e hortaliças por muito tempo na geladeira
Acrescentar vinagre ou suco de limão, que contribuem para a conservação das vitaminas e absorção de alguns minerais, como o ferro
Fonte: Fundação Espanhola de Dentistas e Nutricionistas e Associação para a Promoção do Consumo de Frutas e Hortaliças "5 al dia", da Espanha
São Paulo – Michael Phelps é um fenômeno dentro das piscinas e para garantir tanta disposição, o maior medalhista olímpico dos últimos tempos precisa caprichar na alimentação, mas de forma saudável.
Quem olha para o atleta não imagina que ele possuía – até bem pouco tempo atrás - hábitos alimentares não muito benéficos para saúde.
Em 2008, por exemplo, ele tinha uma dieta baseada em 12.000 calorias e frituras, doces e muita bebida energética faziam parte do cardápio do nadador desde o café da manhã.
Phelps mudou. Aos 31 anos, o fenômeno também decidiu olhar com mais cuidado para alimentação e hoje segue uma dieta mais regrada, com pouco mais de 3.500 calorias diárias e recheada de muitas frutas frescas, cereais e grãos integrais, de acordo com o site Global News.
Veja o que ele costumava ingerir em apenas um dia, por exemplo, e o que ele consome agora:
Dieta em 2008
Dieta em 2016
Até cinco lanches com ovos fritos, queijo, presunto cebola e muita maionese
Aveia
Café
Omelete com presunto e queijo
Omelete com até cinco ovos
Frutas frescas
Tigela de cereais
Café
Três fatias de pão branco
Carnes magras
Três panquecas com chocolate
Vegetais frescos
Massas (almoço e jantar)
Duas fatias de pão integral
Pizza (1 por dia)
Almondegas marinadas
Muita bebida energética
Água
Tópicos: Dietas, Emagrecimento, Saúde e boa forma, Esportes, Natação, Olimpíada 2016, Olimpíadas, Saúde
Método que exige autocontrole e precisão foi criado por um alemão na primeira metade do século 20. Com a ajuda da mulher, ele desenvolveu a técnica que conquistou adeptos mundo afora.
Hoje mundialmente conhecido, o pilates envolve força muscular, autocontrole, consciência na respiração e filosofia de movimento. A complexa compilação de exercícios foi criada por Joseph Hubert Pilates, com o auxílio da esposa.
Nascido no ano de 1883 no estado alemão da Renânia do Norte-Vestfália, Pilates teve uma infância marcada por problemas físicos e respiratórios, como asma, febre reumática e raquitismo. Já na juventude, ele se interessou pelo treinamento e fortalecimento do corpo, inteirando-se sobre ginástica, esqui, fisiculturismo, ioga e meditação.
Durante a Primeira Guerra Mundial, Joseph Pilates passou um período detido e usou a reclusão para estudar a fundo o movimento dos animais e a prática da ioga e desenvolver sua própria metodologia. Detentos participavam dos sistemáticos exercícios, e há supostos registros de que eles sobreviveram ilesos à forte epidemia de gripe da época, além de demonstrarem ótima saúde apesar de confinados.
De acordo com a Associação Brasileira de Pilates, nesse período Joseph "usou as camas hospitalares e outros artefatos [cintos, lastros e molas] para fortalecer enfermos, desenvolvendo os primeiros protótipos dos aparelhos hoje conhecidos".
Após a guerra, Pilates voltou para Alemanha, onde trabalhou como preparador físico, especialmente com policiais de Hamburgo e bailarinos. Por volta de 1925, ele emigrou para os Estados Unidos, e, na viagem, conheceu a enfermeira Clara Zeuner, sua futura mulher e parceira no desenvolvimento do método que se tornaria mundialmente famoso.
Em Nova York, Joseph Pilates abriu um centro de treinamento no mesmo prédio do New York City Ballet. A dedicação de Clara foi fundamental para organização de seu método, além de incrementá-lo para reabilitação corporal. Famosos dançarinos e coreógrafos da época tornaram-se adeptos, como Martha Graham e George Balanchine. A essa altura já estava integrada à "filosofia Pilates" a importância da dança e do movimento para o equilíbrio do corpo e da mente.
Os exercícios trazem melhorias na circulação, no condicionamento físico e na resistência respiratória e muscularimagem: iStockJoseph Pilates escreveu suas teorias e métodos em livros como "Sua Saúde e Retorno à Vida pela Contrologia", nome pelo qual o inventor chamava a técnica. Ele também foi inventor de mais de 20 aparelhos especialmente desenvolvidos para a prática, que utilizam o peso do próprio corpo e exigem propulsão do usuário.Depois do marido, aos 84 anos, Clara continuou a dirigir o estúdio do casal por dez anos, até morrer em 1977. A prática continuou através de seus pupilos, treinados ao longo de 50 anos.
Fortalecimento e consciência corporal Como uma filosofia do movimento, os mais de 300 exercícios criados pelo casal Pilates promovem alinhamento mental e físico, consciência corporal e fortalecimento e alongamento dos músculos.
O treino tem como principais benefícios melhorias na circulação sanguínea, no condicionamento físico e na resistência respiratória e muscular. Os movimentos são feitos lentamente, exigindo atenção do praticante.
A contrologia passou a ser conhecida pelo sobrenome de seu desenvolvedor graças à popularização de publicações na década de 1980 que compilaram seus ensinamentos. Friedman e Eisen, por exemplo, sintetizaram seis princípios no livro "The Pilates Method of Physical and Mental Conditioning": respiração consciente, concentração, controle, fluidez, precisão e centralização da força.
Deve-se reforçar que a difusão dos ensinamentos de Pilates adaptou-se às preferências de seus discípulos, gerando diferentes vertentes. Detalhes como aparelhos usados e nomenclatura dos princípios podem se diferenciar dependendo do difusor do método.
Popularização no Brasil De acordo com a Aliança Brasileira de Pilates (Abrapi), a primeira pessoa a difundir a técnica no país foi a baiana Alice Becker Denovaro, abrindo um estúdio em Salvador no ano de 1991. Graduada em Dança pela Universidade Federal da Bahia e mestre em Coreografia pelo California Institute of The Arts, Alice trouxe consigo dos Estados Unidos o primeiro aparato de pilates.
Cada metrópole brasileira teve seu próprio pioneiro, como a dançarina Ruth Rachou, em São Paulo, que trouxe o método para seu espaço de dança em 1993. Quatro anos depois, Elaine de Markondes começou os trabalhos em Curitiba, após participar de diversos cursos e workshops.
O crescimento da prática de pilates foi tamanho no país que Denovaro notou a necessidade de unificar os profissionais de pilates na Abrapi, sendo a primeira presidente da organização.
Criada nos moldes da associação americana Pilates Method Alliance, a Abrapi estabeleceu um parâmetro de qualidade para prática do pilates, produzindo um guia próprio listando os 300 exercícios catalogados pelos discípulos diretos de Joseph Pilates, assim como sua nomenclatura.