sexta-feira, 4 de março de 2016

Exercite-se para viver mais

Exercite-se para viver mais


Essa é pra você que passa muito tempo sentado na frente de um computador ou televisão: um estudo do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos revela que esse hábito abala a longevidade. Os 3 mil voluntários, de 50 a 79 anos, usaram durante sete dias um aparelho chamado acelerômetro, que consegue registrar todos os movimentos do corpo. Os pesquisadores então compararam esses dados com as mortes registadas durante oite anos. Conclusão: as pessoas que se exercitaram bastante tinham uma probabilidade cerca de cinco vezes menor de morrer durante o acompanhamento. E até os que se mexiam de maneira moderada apresentavam vantagens: em comparação com quem passava o tempo todo sentado, essa turma corria um risco três vezes menor de morrer. 
Os cientistas ressaltam que até atividades como lavar a louça ou limpar o chão já trazem benefícios. Segundo eles, dez minutinhos extras de movimento por dia já fazem a diferença. O importante é quebrar aqueles grandes períodos de inatividade completa.

Fonte:
http://mdemulher.abril.com.br/saude

Probióticos, prebióticos e simbióticos: entenda a diferença entre eles

Probióticos, prebióticos e simbióticos: entenda a diferença entre eles


Probióticos
São produtos cheios de bactérias saudáveis. Alguns iogurtes, queijos e o leite fermentado fazem parte da classe - também é possível encontrar probióticos em sachês e cápsulas. Os bichinhos, como lactobacilos e bifidobactérias, favorecem o trânsito intestinal, cooperam para o aproveitamento de vitaminas e defendem a região de intrusos.
Prebióticos
Podem ser definidos como o alimento para as bactérias da microbiota trabalharem direito. O sistema digestivo não consegue quebrar as fibras das comidas de origem vegetal, caso da cebola, do alho e da aveia. Os micróbios devoram esses compostos e, a partir deles, produzem substâncias benéficas à nossa saúde.
Simbióticos
A nova classe oferece o pacote completo: alia probióticos e prebióticos num único item. Produtos como alguns lácteos, biscoitos e suplementos entram na categoria - mas seu consumo, por enquanto, deve ser prescrito por um profissional. É que os simbióticos ainda são objeto de discussão: não se tem certeza dos efeitos que teriam no corpo.

Fonte:
http://mdemulher.abril.com.br/saude

quarta-feira, 2 de março de 2016

Anvisa aprova novo medicamento para tratar obesidade em adultos

Sobrepeso (Foto: Roos Koole/ANP MAG/ANP/Arquivo AFP)


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, nesta segunda-feira (29) um novo medicamento para tratar obesidade em adultos. O Saxenda tem como princípio ativo a liraglutida, mesmo do Victoza, já usado no país para tratamento de diabetes tipo 2. Ambos são produzidos pelo laboratório dinamarquês Novo Nordisk.
Até então, só havia dois remédios aprovados no Brasil para tratamento de obesidade - a sibutramina e o orlistat - e médicos criticavam a limitação do arsenal terapêutico para lidar com o problema.
"A chegada de um novo medicamento para tratamento de obesidade é extremamente bem-vinda, mas isso não modifica em nada a recomendação de que qualquer perda de peso seja baseada em mudanças na alimentação e prática de atividades físicas", diz o endocrinologista Alexandre Hohl, Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (Sbem).
O Saxenda será indicado para adultos com IMC maior que 30 ou maior do que 27 no caso dos que têm ao menos um problema de saúde relacionado ao peso, como pré-diabetes, diabetes tipo 2, hipertensão arterial, dislipidemia ou apneia obstrutiva do sono.
Como funciona

Hohl explica que o medicamento imita a ação do GLP1, substância produzida pelo corpo que reduz o apetite. Entre os efeitos colaterais que podem ocorrer estão náuseas e vômitos. "Os efeitos adversos em geral são transitórios. Um grupo muito pequeno em que o efeito não passa vai ter contraindicação para o uso."
Mesmo antes da aprovação da liraglutida para tratar obesidade, o medicamento Victoza, com o mesmo princípio ativo, já era usado irregularmente com esse fim. "Tanto o Victoza quanto o Saxenda são vendidos sem retenção de receita, o que significa que qualquer um pode comprar sem receita. O Brasil é campeão mundial de automedicação e existe um erro cultural em achar que é simples usar um remédio sem acompanhamento", diz Hohl.
Apesar de Victoza e Saxenda terem o mesmo princípio ativo, a dosagem é diferente. Hohl enfatiza que o uso do Saxenda deve ocorrer apenas a partir de uma indicação médica.
Remédios já existentes para obesidade

Já aprovado para controle de peso, o orlistat, mais conhecido pelo nome comercial Xenical, reduz a absorção de gordura em 30% e a elimina nas fezes, mas não deve ser usado por quem tem dificuldade para absorver nutrientes.
Já a sibutramina age sobre a serotonina, dá a sensação de saciedade, mas seu uso foi restrito pela Anvisa pelo risco cardiovascular. A sibutramina não funciona para todo mundo. Cerca de 30% das pessoas respondem muito bem, 40% respondem razoavelmente bem, e 30% não respondem bem.

Fonte:
http://g1.globo.com/bemestar

terça-feira, 1 de março de 2016

Colesterol

O que é Colesterol?

O colesterol pode ser considerado um tipo de lipídio (gordura) produzido em nosso organismo. O colesterol está presente em alimentos de origem animal (carne, leite integral, ovos etc.). Em nosso organismo, o colesterol desempenha funções essenciais, como produção de hormônio e vitamina D. No entanto, o excesso de colesterol no sangue é prejudicial e aumenta o risco de desenvolver doenças cardiovasculares. Em nosso sangue, existem dois tipos de colesterol:
  • LDL colesterol: conhecido como "ruim", ele pode se depositar nas artérias e provocar o seu entupimento
  • HDL colesterol: conhecido como "bom", retira o excesso de colesterol para fora das artérias, impedindo o seu depósito e diminuindo a formação da placa de gordura.
  • Tipos

    Podemos dizer que existem vários tipos de colesterol circulando no sangue. O total da soma de todos eles chama-se "Colesterol Total". Como visto, colesterol é uma espécie de "gordura do sangue" e, como gorduras não se misturam com líquidos, o colesterol é insolúvel no sangue. Por isso, o colesterol precisa da "carona" de certas proteínas para cumprir as suas funções.
  • Fatores de risco

  • Muitos fatores podem contribuir para o aumento do colesterol, como tendências genéticas ou hereditárias, obesidade e atividade física reduzida. No entanto, um dos fatores mais comuns é a dieta.
  • A dieta rica em colesterol inclui grandes quantidades de alimentos de origem animal: óleos, leite não desnatado e ovos. As gorduras, sobretudo as saturadas, contribuem para o problema do colesterol elevado.
  • A gordura saturada é um tipo de gordura que, quando ingerida, aumenta a quantidade de colesterol no organismo. Está presente, principalmente, em alimentos de origem animal. A carne vermelha, mesmo quando aparentemente "magra", possui moléculas de colesterol entre as suas fibras e deve ser evitada. As margarinas light ou diet devem ser as escolhidas em substituição à manteiga.
    As gorduras insaturadas estão presentes, principalmente, em alimentos de origem vegetal. Elas são essenciais ao organismo, mas o corpo humano não tem condição de produzi-las. É por isso que é necessário consumi-las na alimentação. A substituição de gorduras saturadas por insaturadas na dieta pode auxiliar a reduzir o colesterol no sangue. Quando quiser preparar um pão mais saboroso, prefira margarina light ou diet à manteiga.

Sintomas de Colesterol

O colesterol alto não apresenta sintomas, por isso, quem tem aterosclerose e obesidade, possui história de morte na família por infarto, é sedentário e/ou alimenta-se com ingestão exagerada de gorduras saturadas tem mais chances de ter colesterol alto. A aterosclerose não produz qualquer tipo de sintoma até que ocorra a obstrução de uma ou mais artérias.

Diagnóstico de Colesterol

De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia, os níveis ideais de colesterol no sangue devem ser:
  • Pacientes de alto risco: LDL abaixo de 70 mg/dL
  • Pacientes de risco intermediário: LDL abaixo de 100 mg/dL
  • Pacientes com baixo risco devem ter seus limites de colesterol individualizados pelo médico.
São condições de alto risco:
  • Doença aterosclerótica arterial coronária, cerebrovascular ou obstrutiva periférica, com manifestações clínicas (eventos CV).
  • Ateroclerose na forma subclínica, significativa, documentada por metodologia diagnóstica.
  • Procedimentos de revascularização arterial.
  • Diabetes tipo 1 e diabetes tipo 2.
  • Doença renal crônica.
  • Hipercolesterolemia familiar (HF).
São considerados como de baixo risco aqueles com probabilidade menor que 5% de apresentarem os principais eventos cardiovasculares (doença arterial coronariana, AVC, doença arterial obstrutiva periférica ou insuficiência cardíaca) em 10 anos. Os pacientes classificados nessa categoria e que apresentem histórico familiar de doença cardiovascular prematura serão reclassificados para risco intermediário.
São considerados como de risco intermediário homens com risco calculado entre 5% e 20% e mulheres com risco calculado entre 5% e 10% de ocorrência de algum dos eventos citados.
São considerados de alto risco aqueles probabilidade de evento cardiovascular acima de 20% para homens e acima de 10% para mulheres no período de 10 anos.
Nos indivíduos de risco intermediário deve-se utilizar os fatores agravantes, que quando presentes (pelo menos um desses) reclassificam o indivíduo para a condição de alto risco:
  • História Familiar de doença arterial coronária prematura (parente de primeiro grau masculino com menor de 55 anos ou feminino com menos de 65 anos)
  • Critérios de Síndrome metabólica de acordo com a International Diabetes Federation (IDF)
  • Microalbuminúria (30-300 µg/min) ou macroalbuminúria (>300 µg/min)
  • Hipertrofia Ventricular Esquerda
  • Proteína-C-Reativa de alta sensibilidade acima de 2 mg/dL
  • Espessura íntima-média de carótidas acima de 100
  • Escore de cálcio coronário acima de 100
  • Índice tornozelo-braquial (ITB) abaixo de 0,9.
  • Tratamento de Colesterol

    Existem remédios para controlar o colesterol alto, mas a aterosclerose só melhora com uma mudança mais significativa no estilo de vida. Reduzir o estresse, praticar exercícios físicos, manter a pressão arterial estável e o peso sob controle, são fundamentais para controlar o colesterol. As pessoas que tem diabetes devem ficar mais atentas.

    Medicamentos para Colesterol

    Os medicamentos mais usados para o tratamento de colesterol são:
    • Atorvastatina Cálcica
    • Crestor
    • Fenofibrato
    • Lipitor
    Somente um médico pode dizer qual o medicamento mais indicado para o seu caso, bem como a dosagem correta e a duração do tratamento. Siga sempre à risca as orientações do seu médico e NUNCA se automedique. Não interrompa o uso do medicamento sem consultar um médico antes e, se tomá-lo mais de uma vez ou em quantidades muito maiores do que a prescrita, siga as instruções na bula.
  • Complicações possíveis

    Níveis elevados de colesterol estão associados a doenças coronarianas e aterosclerose. As recomendações habituais são para uma ingestão diária de colesterol inferior a 300 mg, quantidade que representa cerca de 50% da quantidade ingerida pelos norte-americanos.
  • O colesterol, popularmente chamado de gordura do sangue, é uma substância gordurosa, esbranquiçada e sem odor. Não existe nos vegetais, apenas no organismo dos animais. Em pequenas quantidades, é necessário para algumas funções do organismo; em excesso, causa problemas.
    Encontrado em todas as células do organismo, o colesterol é utilizado para a produção de muitas substâncias importantes, incluindo alguns hormônios e ácidos biliares.

    Aterosclerose

    É o endurecimento das paredes dos vasos causado pela deposição de gordura e colesterol. Existe uma predisposição genética que, combinada com o fumo, o estresse, a vida sedentária e a pressão alta, pode levar à doença.
  • Getty Images

Prevenção

Além de uma alimentação equilibrada, há outras maneiras de evitar o aumento do colesterol e, até mesmo, diminuí-lo:
  • Fazer exercícios físicos: a atividade física pode ajudá-lo a emagrecer e a diminuir as tensões. Controlando o peso, fazendo exercício ou praticando esporte, você se sente melhor e diminui o risco de infarto e os níveis de colesterol no sangue
  • Não fumar: o cigarro é um fator de risco para doença coronária. Aliado ao colesterol, multiplica os riscos
  • Evitar o estresse: uma vida menos estressada também diminui o risco de infarto e redução do colesterol. Procure transformar as suas atividades diárias em algo que lhe dê satisfação
  • Fazer uma dieta com baixos níveis de gordura e colesterol: seja rigoroso no controle da alimentação.
Lembre-se de que todos os alimentos de origem animal têm colesterol. Portanto, dê preferência a alimentos de origem vegetal: frutas, verduras, legumes e grãos. Quem tem predisposição ao colesterol alto deve seguir as mesmas recomendações descritas no tratamento: manter hábitos de vida saudáveis, evitar o fumo e controlar o colesterol e a pressão arterial. Sugestões de hábitos:
  • Coma mais frutas e vegetais
  • Coma mais peixe grelhado ou assado e menos carnes fritas
  • Coma uma variedade de alimentos ricos em fibras, como aveia, pães integrais e maçãs. As fibras ajudam a reduzir as taxas de colesterol
  • Limite a ingestão de gorduras saturadas, como gordura de derivados de leite
  • Limite os alimentos ricos em colesterol, como gema de ovo e fígado
  • Utilize derivados de leite pobres em gordura: leite desnatado, iogurte desnatado e sorvetes light
  • Evite frituras.
Os cuidados com a alimentação devem ser redobrados por pessoas com diabetes, pois estas apresentam riscos de manifestações da aterosclerose de três a quatro vezes maior que as pessoas não-diabéticas. Há alimentos que ajudam a reduzir as taxas de colesterol no sangue, assim como também existem os que devem ser evitados. Para isso, preste atenção nas duas listas abaixo:

Alimentos ricos em colesterol:

  • Bacon
  • Chantilly
  • Ovas de peixes
  • Biscoitos amanteigados
  • Doces cremosos
  • Pele de aves
  • Camarão
  • Queijos amarelos
  • Carnes vermelhas "gordas"
  • Gema de ovos
  • Sorvetes cremosos
  • Creme de leite
  • Lagosta
  • Vísceras.

Alimentos que ajudam a reduzir o colesterol:

  • Aipo
  • Couve-de-bruxelas
  • Bagaço da laranja
  • Ameixa preta
  • Ameixa preta
  • Couve-flor
  • Mamão
  • Amora
  • Damasco
  • Mandioca
  • Azeite de oliva
  • Ervilha
  • Pão integral
  • Aveia
  • Farelo de aveia
  • Pêra
  • Cenoura
  • Farelo de trigo
  • Pêssego
  • Cereais integrais
  • Feijão
  • Quiabo
  • Cevada
  • Figo
  • Vegetais folhosos.
Pronto, você já sabe o que é o colesterol e como evitá-lo. Na próxima vez que for fazer suas compras, opte por alimentos que ajudem a diminuir o colesterol e pense duas vezes antes de faltar à academia. Seu corpo agradece duplamente!

Fonte:
http://www.minhavida.com.br/saude

Dieta low carb emagrece, mas deve ser feita com cuidado


dieta low carb propõe reduzir a quantidade de carboidratos ingeridos. A orientação em uma alimentação convencional é que 50 a 55% do que é ingerido no dia seja carboidrato. Já nos métodos low carb, o macronutriente pode compor entre 45% a 5% do que é consumido em um dia. É importante ressaltar que a redução extrema de carboidratos, algo abaixo de 40%, até proporciona o emagrecimento, porém ele não será saudável e pode ter uma série de consequências graves para a saúde.  Os carboidratos incluem alimentos como arroz, macarrão, pão e batata. 

Além disso, este método defende que seja priorizado o consumo de carboidratos de baixo índice glicêmico, aqueles cuja glicose (açúcar) é absorvida em uma velocidade mais lenta e por isso não há picos de glicose e nem de insulina no organismo. São exemplos de alimentos de baixo IG a batata doce e o arroz integral. 

O consumo de alimentos integrais que são ricos em fibras também é estimulado neste método para emagrecer. Conversamos com especialistas para entender quais são os prós e os contras deste regime. 


Por que emagrece

Este método contribui para o emagrecimento saudável ao sugerir que a alimentação priorize os carboidratos de baixo índice glicêmico. Isto porque quando um carboidrato é ingerido ele tem a glicose que será utilizada pela célula para obter energia. 

Caso haja excesso de glicose, ela é estocada em forma de gordura e se for utilizada antes da próxima refeição não há ganho de peso. Para que o organismo consiga queimar a gordura estocada é preciso liberar um hormônio chamado glucagon que irá retirar essa energia estocada. "Quando a dieta é rica em alimentos com alto índice glicêmico, ocorrem muitos picos de insulina e às vezes eles estão tão altos que o glucagon nunca é liberado", explica o nutrólogo Roberto Navarro. Sem o glucagon a gordura que está estocada não é queimada e não há perda de peso. 
 
Assim, quando a dieta prioriza a ingestão de alimentos de baixo índice glicêmico há uma alteração menor da insulina e consequentemente ocorre a produção de glucagon. Quando há a presença de fibras e proteínas a liberação do hormônio também é mais eficaz. 

Quando a dieta low carb propõe uma redução pequena de carboidratos, algo até 40% do que é ingerido no dia, ela também ajuda a emagrecer. "Não só o carboidrato, mas a proteína e principalmente a gordura devem ser controlados. Com uma redução de 10% e com a melhora na qualidade do que será consumido, a pessoa conseguirá não só um bom resultado, mas também uma reeducação de hábitos", afirma a nutricionista Vivian Ragasso, do Instituto Cohen de Ortopedia, Reabilitação e Medicina do Esporte. 

Quando o carboidrato ajuda a emagrecer

Os carboidratos podem ser aliados na perda de peso quando consumidos de forma correta. É importante optar pelas versões com índice glicêmico baixo ou moderado, pois, como já foi mencionado, elas contribuem para a queima do estoque de gordura do corpo. 

Além disso, as melhores fontes de carboidratos são aquelas que também possuem fibras, como o pão e o arroz integral. "A substância prolonga o tempo que o alimento fica no estômago e quando chega no intestino diminui a velocidade de absorção de glicose e assim não há picos de insulina", explica Navarro. Desta forma as fibras proporcionam saciedade. 

Esta dieta prejudica a saúde?

Isto vai depender do quanto de carboidratos será cortado. "Você pode mudar a proporção por um tempo determinado. A orientação convencional é ingerir em um dia entre dia 50 a 55% de carboidratos, 30% de gorduras e 15 a 20% de proteínas. É possível por um curto período, entre um e três meses, diminuir os carboidratos para 40% e as proteínas não devem ultrapassar 20%", conta Navarro. A redução de carboidratos abaixo de 40% é prejudicial para a saúde, especialmente devido ao excesso de proteínas que passa a ser ingerido.  

Os problemas da falta de carboidratos

Dietas que sugerem uma redução extrema de carboidratos podem provocar uma série de problemas para a saúde. "A restrição e ingestão baixa de carboidratos pode gerar diminuição no metabolismo basal o que dificulta uma perda de peso futura, fazendo o corpo usar como combustível a fonte secundária que são os aminoácidos provenientes principalmente dos músculos", diz Ragasso. Por isso, nessas dietas boa parte do peso perdido não é gordura, mas sim músculo e água. 

Outros sintomas da falta de carboidratos são: dor de cabeça, sono excessivo durante o dia ou falta de sono a noite, letargia, déficit de atenção, oscilações de humor, prisão de ventre, cansaço e falta de disposição. 

Uma consequência da falta de carboidratos é o excesso do consumo de proteínas e isto é muito arriscado para a saúde. "Estudos recentes relacionam grandes quantidade de proteínas ao aumento do risco de câncer, diabetes e osteoporose. Os rins também são prejudicados com o excesso do macronutriente", alerta Navarro. 
 
Outras mudanças saudáveis
A dieta low carb propõe a ingestão de alimentos que contam com carboidratos de índice glicêmico baixo ou moderado e que também sejam ricos em fibras. Porém, outras mudanças também são essenciais para uma alimentação saudável. Procure ingerir mais carnes magras, aves e peixes, vegetais e frutas, laticínios com redução de gordura, oleaginosas e grãos. 

Previne diabetes

Como este regime propõe ingerir apenas carboidratos com índice glicêmico baixo ou moderado, ele pode ajudar a prevenir o diabetes tipo 2. Isto porque ao ingerir carboidratos de índice glicêmico alto, ocorre um aumento do nível de glicose no sangue e consequentemente o de insulina. Quanto mais insulina no organismo, mais ele se torna resistente a ela e é necessária maiores quantidades deste hormônio para transportar a mesma quantia de glicose, aumentando o risco do quadro de resistência à insulina que pode evoluir para o diabetes tipo 2. 

Nos casos de alimentos com o índice glicêmico baixo não ocorre um aumento considerável no nível de glicose e todos os problemas em decorrência disto também não vão acontecer.  

Fonte:
http://www.minhavida.com.br/alimentacao

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Elimine as estrias com estes oito tratamentos


Não importa se é na barriga, nas costas, mamas ou coxas - as estrias incomodam em qualquer parte do corpo. Comuns tanto em homens quanto mulheres, essas marcas surgem por um rompimento das fibras elásticas que sustentam a camada intermediária da pele. "As fibras são formadas por colágeno e elastina, responsáveis pela elasticidade e tonicidade da pele e podem ser recuperadas com tratamentos simples", explica o dermatologista Mario Chaves, da clínica Derma Gávea, no Rio de Janeiro. Confira os procedimentos estéticos capazes de acabar com as estrias e aproveite:

Ácidos
As estrias podem ser combatidas com ácido retinoico, ácido glicólico e ácido l-ascórbico. "Dentre estes, o ácido retinoico é a melhor opção, pois melhora a produção de colágeno, reorganizando as fibras elásticas e diminuindo o comprimento e a largura das estrias", afirma o dermatologista Mario. O tratamento é realizado pela própria pessoa em casa, com aplicação local do medicamento sobre as estrias no período da noite, antes de dormir.

Para evitar que a pele fique irritada por conta da ação do ácido, a recomendação é usar diariamente após o banho um creme hidratante específico para cada estágio e tipo de pele, normalmente indicados pelo dermatologista. "Se a pessoa for se expor ao sol, é importante não usar o ácido na véspera e dois dias após, além de aplicar bloqueador solar de FPS maior ou igual a 30 de hora em hora", alerta Mario Chaves. "Além disso, é importante frisar que o uso do ácido retinoico não é recomendado para gestantes, pois pode causar má formação fetal."

Este tipo de tratamento é mais efetivo em estrias novas (mais avermelhadas), mas também pode ser usado em estágios mais avançados (estrias brancas), obtendo resultados lentos e discretos. "Para resultados mais rápidos e satisfatórios, o ideal é associar outros métodos e procedimentos ao tratamento com ácidos", recomenda o dermatologista.

Peeling


Mario Chaves conta que o peeling consiste na aplicação de um ácido em uma forma mais concentrada sobre a área com estrias. "Após a aplicação no consultório, o ácido deve permanecer na pele por seis a oito horas, sendo posteriormente retirado em casa pelo paciente durante o banho", explica o dermatologista.

A esteticista Érika Miranda, da clínica ANOVA Estética, em Belo Horizonte, explica que opeeling funciona de forma similar aos ácidos aplicados em casa e pode ser usado para tratamento de todos os tipos de estrias, exceto quando há ulceração do local. "No entanto, ele deve ser combinado com outro tratamento, como peeling de cristal ou diamante, que promove uma pequena esfoliação local, além de estímulo da produção do colágeno", diz. 

Subcisão

Recomendada também para a retirada de celulites, a subcisão é uma técnica simples: são inseridas agulhas nas estrias que promovem o rompimento interno da fibrose no interior das células. "São realizados movimentos circulares suaves com as agulhas para causar um hematoma local", explica a esteticista Érika. O estímulo mecânico do movimento da agulha e o hematoma promoverão uma nova organização do tecido. Segundo os especialistas, essa técnica é útil para estrias largas e profundas.

Mario Chaves explica que o tratamento funciona de forma a potencializar os outros tratamentos que devem ser realizados em conjunto. Após a subcisão, serão notados equimoses e hematomas que permanecem na pele por um período de 20 a 40 dias. "Além disso, a pessoa precisará ficar afastada das atividades físicas por pelo menos uma semana e não se expor ao sol enquanto estiver com hematomas e equimoses", diz. 

Dermoabrasão

A cosmetóloga e esteticista Aline Araújo, da Adcos Cosméticos, em Belo Horizonte, explica que a dermoabrasão é um lixamento da pele utilizando ponteiras de diamante com espessuras diversas. Ao aplicar as ponteiras sobre a pele, cria-se uma escoriação sobre a estria. "Na tentativa de regeneração tecidual, o organismo cria mecanismos de defesa que favorecem a hidratação da pele, nutrem as fibras colágenas e elásticas e estimulam a formação de um novo colágeno", conta Aline Araújo. A dermoabrasão é geralmente associada à intradermoterapia e é mais indicada para estrias brancas e profundas. Nas primeiras semanas após o tratamento, também é importante evitar a exposição ao sol.

Intradermoterapia

Recomendado para as estrias mais profundas, esse tratamento consiste na injeção ao longo das estrias de substâncias que provocam uma reação do organismo, estimulando a formação de colágeno nas áreas onde as fibras se degeneram. "Um exemplo de intradermoterapia é a carboxiterapia, que consiste na aplicação do gás CO2 na pele", diz a esteticista Érika. Outros tipos também incluem vitamina C, trissilinol e X-adene. Para todos os casos, as aplicações são feitas em 10 a 12 sessões semanais, sempre acompanhadas de um anestésico.

Tratamentos a laser

Junto com a luz pulsada, esse é o tratamento que traz os resultados mais rápidos e satisfatórios, podendo ser associado com os outros métodos. "São realizados disparos do laser sobre as estrias e a área próxima, estimulando a produção de colágeno e reconstrução das fibras", afirma Mario Chaves. O tempo de duração depende da área de aplicação, variando de 10 minutos a uma hora. Os especialistas explicam que o laser serve para todos os tipos de estrias, recentes ou antigas. "Há contraindicações, entretanto, como pessoas que apresentam lúpus, problemas de coagulação ou outras doenças do colágeno", diz o dermatologista. 

Luz pulsada

O tratamento com luz pulsada é indicado para estrias mais recentes e usa uma tecnologia que emite luz, mas não é um laser. "Assim como nos aparelhos de laser, essa luz gera calor na pele, estimulando o colágeno", esclarece a esteticista Érika.


Cremes

Existem no mercado diversos cremes para estrias, que combinam na fórmula complexos antielastese - que protegem o colágeno e a elastina da degradação - e óleos vegetais, além de hidratar a pele e possuir propriedades antioxidantes. "Os hidratantes devem ser aplicados após o banho, pois ocorre uma dilatação dos poros, favorecendo a absorção de substâncias", diz Aline Araújo. A indicação é aplicar duas vezes ao dia, de manhã e à noite. Como alguns desses cremes possuem ácidos, o ideal é consultar um profissional para que ele indique os produtos adequados. 


Fonte:
http://www.minhavida.com.br/beleza

Nove formas naturais de aliviar os sintomas de alergias



Quem sofre com alergias sabe que as mudanças bruscas de temperatura são um prelúdio para sintomas como tosse seca, olhos e nariz irritados, dificuldade de respiração e espirros. Dados da Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia (ASBAI) indicam que 30% dos brasileiros possuem algum tipo de reação alérgica, sendo que rinite, bronquite e asma são predominantes nas estações mais frias. Por sorte, existem diversas medidas que podem ser tomadas para evitar ou mesmo aliviar esses sintomas. "Devemos lembrar que os tratamentos naturais não eliminam o uso de medicamentos, e que cada caso deve ser avaliado por um médico", diz o alergista Gustavo Falbo Wandalsen, diretor da Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia. Ele também afirma que evitar o contato com os causadores da alergia, como poeira e animais, é o primeiro passo para evitar as crises, mas que alguns cuidados são mais do que bem-vindos.

Evite produtos com odores fortes

De acordo com o alergista Gustavo Falbo Wandalsen, diretor da Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia, produtos com odores muito acentuados, como perfumes, cremes e produtos de limpeza não são necessariamente as causas de uma alergia, mas podem causar irritações a agravar os sintomas. "Dessa forma, é importante que a pessoa evite ficar em constante contato com esse tipo de produto, principalmente nas épocas em que as crises são mais frequentes", explica. Prefira sabonetes neutros ou cosméticos que tenham odores mais suaves, dando uma folga para o seu nariz.
 
Turbine a dieta com quercertina


Presente principalmente na maçã, na cebola e no brócolis, a quercetina é um antioxidante capaz de diminuir a produção de histamina no corpo. "Essa substância, por sua vez é a responsável por aumentar a dilatação dos nossos vasos sanguíneos e iniciar um processo alérgico", diz o nutrólogo Roberto Navarro, da Associação Brasileira de Nutrologia. Ele afirma que o consumo diário desse nutriente pode ajudar inclusive a diminuir as chances de uma crise. "É possível obter a quercetina na forma de cápsula, sob receita médica, conforme o andamento do quadro alérgico." 

Não se esqueça da limpeza nasal
"Essa é uma das formas indicadas pelos médicos para evitar irritações causadas principalmente pela rinite alérgica", diz o alergista Gustavo. Para fazer a limpeza nasal - que deve ser feita duas vezes por dia -, você coloca soro fisiológico em seringas ou conta gotas e pinga o líquido no nariz. Existem também produtos comerciais em spray, por exemplo, que são específicos para essa limpeza. "Tudo o que a gente respira fica grudado na mucosa do nariz, e quando você faz a limpeza, retira esses corpos estranhos e diminui também as crostas de secreção nasal que a rinite produz, facilitando inclusive a respiração." 

Aumentar a umidade do ar

Quando a umidade do ar está entre 20 e 30%, surge o estado de atenção; entre 12 e 20%, estado de alerta e abaixo de 12%, surge o estado de emergência. Esse cenário deixa as vias aéreas ressecadas, comprometendo a secreção líquida que funciona como proteção natural do nariz. "Com isso, as vias nasais ficam livres para a entrada de vírus, bactérias e agentes alergênicos", explica a pneumologista Valéria Martins, diretora da Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia. Além disso, o tempo seco dificulta a dispersão da poluição e da poeira, que ficam suspensos no ar e passíveis de inalação. "Umidificadores, bacias de água, toalhas e panos molhados e até mesmo plantas cultivadas no quarto podem ajudar a equilibrar os níveis de umidade durante as estações mais secas." 

Lavar os olhos com soro fisiológico

Um dos sintomas de alergia é a irritação nos olhos, que podem coçar e lacrimejar. Pessoas que sofrem desse problema com mais frequência podem roubar a dica do nariz e fazer uma lavagem diária dos olhos com soro fisiológico. "Essa limpeza é eficaz não só para prevenir os sintomas, mas também para aliviar uma irritação já instalada", afirma o alergista Gustavo. "É importante ressaltar que, durante uma crise, é essencial evitar sabonetes e outros produtos com potencial irritante para lavar os olhos, pois só irá agravar o problema." 
 
Vitamina D em baixa

De acordo com a nutricionista Hellen Fernandes, consultora da farmácia de manipulação Galgani, a falta de vitamina D no organismo pode contribuir para o aumento da massa muscular nos brônquios, fazendo com que eles se contraiam mais, tornando a respiração mais difícil. "Outro problema é a deficiência do nutriente em pessoas com asma, pois o uso de corticoides para o tratamento da doença pode diminuir os níveis de vitamina D, sendo necessária a suplementação", completa. Ela afirma que a vitamina D só deve ser suplementada em asmáticos com deficiência confirmada por exame de laboratório e a dose ideal de reposição será receitada pelo médico. Mas se você quer acrescentar mais doses de vitamina D ao organismo para melhorar a respiração, boas fontes da vitamina são gema de ovo, fígado, manteiga e alguns tipos de peixes, como cavala, salmão e arenque. "Além disso, tomar sol de 15 a 20 minutos por dia em horários de baixa exposição é a melhor maneira de sintetizar o nutriente."

Use tecidos naturais

Já notou como a poeira parece sempre ficar grudada na tela da TV? Isso se dá porque o aparelho acumula uma carga elétrica que atrai as pequenas partículas que flutuam pelo ar. E com as roupas de materiais sintéticos a lógica não é muito diferente. Quando esses materiais se atritam uns com os outros, constroem uma carga elétrica que atrai a poeira para si - transformando você mesmo em uma espécie de agente irritante. Isso é o que afirmam pesquisadores da Philadelphia's Jefferson Medical College Hospital, que analisaram a relação entre alergias a pólen e o uso de tecidos como nylon e poliéster. Sendo assim, o melhor é optar por tecidos naturais, como cotton e algodão, principalmente quando o tempo está mais seco - e a poeira mais concentrada.

Mantenha-se hidratado

"A mucosa tanto do pulmão quanto da via aérea superior funciona melhor quando você está hidratado", afirma o alergista Gustavo. Ele ressalta, no entanto, que essa é uma recomendação mais genérica, mais de prevenção do de que tratamento para uma crise instalada, mas que ainda sim é importante lembrá-la. "Perdemos água na respiração e na transpiração", explica a pneumologista Valéria Martins. "Por isso, precisamos beber água o dia inteiro, além de lavar as vias respiratórias com soro fisiológico". 

Ômega 3

"A ingestão de ômega 3 irá inibir a produção de prostaglandinas, uma substância broncoconstritora associada a alergias respiratórias", diz a nutricionista Hellen. Por conta disso, esse nutriente combate as inflamações e melhora a função respiratória. Boas fontes de ômega 3 são oleaginosas, como nozes e castanhas, e peixes de água fria, como salmão, arenque, atum e sardinha.


Fonte:

http://www.minhavida.com.br/saude

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Está com coceira? Conheça os remédios caseiros para se livrar dela

O prurido, conhecido popularmente como comichão ou coceira, é uma sensação desagradável geralmente causada por doenças ou agentes que venham a irritar a pele. As coceiras são mais frequentes na pele, mas também podem acontecer nas mucosas e na córnea.

Principais causas

Uma das principais causas da coceira é a pele seca. Porém, há várias outras coisas que causam a irritação, a exemplo do contato da epiderme com produtos químicos ou tóxicos, queimaduras solares, frio, contato com água suja ou contaminada, ingestão de alimentos que o organismo é intolerante e picadas de insetos.
A coceira também pode ser um sinal indicando uma doença grave, como por exemplo, problemas no fígado ou na tireoide, insuficiência renal, icterícia, anemia, diabetes, leucemia ou aids.
Está com coceira? Conheça os remédios caseiros para se livrar dela

Como tratar ou aliviar naturalmente

Para tratar a coceira na pele, o ideal é consultar um profissional dermatologista para que o mesmo faça o diagnostico correto e possa indicar o tratamento ideal. Mas existem algumas medidas que podem ser tomadas para evitar o incomodo, geralmente o indicado é:
– Tomar um banho com água fria, pois isso alivia a coceira
– Evitar coçar a pele, quanto mais você coça mais a coceira aumenta
– Evitar usar roupas feitas de lã ou tecidos sintéticos, prefira utilizar algodão
– Usar repelente para evitar picadas de insetos
– Usar protetor solar para evitar queimaduras solares
Caso vá até um medico, ele poderá receitar medicamentos antialérgicos, como Cetirizina, ou pomadas antialérgicas para aplicar na pele, a exemplo de “Polaramine”. Além disso, existem alguns produtos naturais como spray de alfazema ou folhas de hortelã ou malva picadas que ajudam a acalmar a pele e reduzir a coceira.
Entretanto, uma das soluções mais simples, baratas e fáceis de tratar a coceira é o uso de vinagre de maçã. Recomenda-se tomar um banho de imersão com água morna e colocar uma xícara de vinagre de maçã no líquido ou simplesmente aplicar o vinagre na região afetada.

Fonte:
http://www.remedio-caseiro.com

Sem sede? Aprenda truques para estimular a vontade de tomar água

Dois litros de água diariamente. Essa é a quantidade suficiente desse líquido que todo ser vivo necessita para deixar o corpo saudável e hidratado.
Manter o corpo suprido com o nível recomendado de água por dia auxilia a evitar, entre outros transtornos, pressão alta, mau hálito, dores de cabeça, constipação, inchaço, fadiga, além de estimular a perda de peso. Todavia, nem sempre sentimos sede ou conseguimos cultivar o hábito de tomar água durante o dia, certo? Por isso que, para tal situação, existem alguns truques bastantes eficazes que trazemos a seguir.

Consumir água de hora em hora

Sem sede? Aprenda truques para estimular a vontade de tomar água


Um desses truques mais recomendados e que surtem efeito, é que se faça o consumo de água a cada hora. Todavia, é importante que se compreenda que essa ingestão de hora em hora não deve ser feita em grandes quantidades. Basta um ou meio copo pequeno, podendo ser dos de 200 ml.

Ter uma garrafa de companhia

Levar e permanecer com uma garrafinha de água no trabalho, escola ou em suas viagens é outra dica simples e que, sem dúvida, fará você lembrar do quão é essencial manter o corpo hidratado com a ingestão desse líquido.
É possível, inclusive, ter como auxiliar para esses casos a tecnologia, a exemplo dos aplicativos para smartphones, que emitem alertas personalizados durante o dia nos momentos em que se deve ingerir água.
E se caso o seu aparelho celular não seja um smartphone, você pode se utilizar da função “despertador” do mesmo, o programando para a cada hora do dia.

Fonte:
http://www.remedio-caseiro.com

5 dicas para escolher o modelo perfeito de escova

5 dicas para escolher o modelo perfeito de escova

É uma diversidade que deixa a gente até perdido. Seja na farmácia, seja no supermercado, temos à disposição um mundo de modelos, cores, tamanhos, preços, tecnologias e slogans. Mas não vá escolher pela aparência, pela promoção ou, ainda, pelo binômio “bonito e barato”. Para conseguir uma limpeza bucal digna de comercial de TV e não deixar a escova prestar um desserviço aos dentes, algumas características precisam ser consideradas. Confira:

1. Formato da cabeça

Quanto mais delicada for a escova, melhor. Uma cabeça muito grande dificulta a limpeza da região posterior da boca, principalmente os dentes do fundão. Opte pelas versões menores e ovaladas.

2. Limpador de língua

Ainda não há consenso se esse extra é efetivo. Com ou sem, o importante é limpar a língua — mesmo que seja com as cerdas. E aqui você pode aplicar um pouco mais de força para varrer os restos de comida.

3. Maciez das cerdas

Como é comum pesar a mão na escovação, os acessórios com cerdas duras e médias são contraindicados — já que aumentam o risco de desgaste do esmalte e a retração da gengiva. Prefira as versões macias ou extramacias.

4. Número de cerdas

Elas são agrupadas em tufos, distribuídos por três ou quatro fileiras na cabeça da escova. Embora não haja recomendações formais, os dentistas dizem que um maior número de cerdas é vantajoso à limpeza dos dentes.

5. Tipo de cabo

Para garantir maior segurança na escovação, dê prioridade aos modelos com cabo emborrachado e design mais liso. Ranhuras propiciam o acúmulo de sujeira — uma festa para fungos e bactérias.

Fonte:
http://mdemulher.abril.com.br/saude

Correr faz o cérebro criar novos neurônios

Correr faz o cérebro criar novos neurônios


Se você está afim de criar exercitar o cérebro, mas não quer enfiar a cara nos livros, aí vai uma sugestão: corra. E olha, óbvio que se for para uma biblioteca isso pode ser ótimo para a educação, mas, no caso, o seu destino nem é tão importante assim. O principal aqui é que você use a corrida como exercício.

Pesquisadores da Universidade de Jyväskylä, na Finlândia, estão afirmando que correr pode aumentar o número de células cerebrais - pelo menos em ratos. Os cientistas colocaram os roedores para malhar em três equipes diferentes: a primeira corria, outra levantava peso, e a última fazia um treinamento de alta intensidade - um crossfit para ratinhos. A conclusão foi que, enquanto o primeiro grupo demonstrou uma multiplicação nas células do cérebro, os outros dois times não tiveram nenhuma mudança significativa.

Os exercícios foram adaptados para o corpo dos animais. Para o time da corrida, uma pequena esteira foi colocada para os ratos, que corriam por meia hora durante três dias da semana. No caso dos que levantavam peso, amarraram pequenos pesos aos rabos dos roedores e os fizeram subir escadas. O terceiro grupo fazia o rato correr com arrancadas maiores e depois diminuir a velocidade, mas aplicando choques para fazer o animal correr sempre no seu limite.
De acordo com a pesquisa, o estresse pode estar relacionado com o fato das células não se reproduzirem nos outros casos. Tanto o levantamento de peso, quanto o treinamento de alta intensidade deixavam os ratos mais estressados. "Estresse é comumente considerado um inibidor na neurogênese adulta", explica o texto. Por outro lado, os ratos que resolveram correr na esteira por livre e espontânea vontade foram os que registraram o maior número de células cerebrais.
Apesar de não mostrar um aumento no número de células, Miriam Nokia, autora da pesquisa, afirma que os benefícios cerebrais de levantar peso podem existir, só que ainda não foram notados. "Os efeitos do treino anaeróbico sobre o cérebro em definitivamente, algo que eu quero estudar mais", disse Nokia em entrevista ao site americano Fastcoexist.
Fonte:
http://super.abril.com.br