terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Envelhecimento dos cabelos causa perda de espessura e maior fragilidade dos fios


Os estudos sobre o envelhecimento dos pelos são quase exclusivamente restritos aos cabelos localizados no couro cabeludo. Essencialmente, o processo de envelhecimento se caracteriza por dois fenômenos: a redução da densidade dos fios, com diminuição de sua espessura, e a perda de sua cor natural, que leva à canície capilar (cabelos brancos). 
Acredita-se que haja um encurtamento da fase anágena dos cabelos, que é a fase em que os pelos crescem. Isso faz, com o tempo, que os folículos terminais (pelos mais grossos) se transformem em pelos velos (aqueles fiozinhos finíssimos que temos nas áreas não pilosas da face). Clinicamente, isso se traduz com a diminuição e o encurtamento dos fios na cabeça. De fato, a idade tem certa influência no crescimento do cabelo. Sabemos que, em média, nas mulheres os fios crescem cerca de 0,34 mm ao dia, contra 0,37 mm ao dia nos homens. A partir dos 70 anos alguns estudos demonstram uma redução do crescimento em ambos os sexos, com uma média de crescimento de aproximadamente 0,33mm/dia. 
É fundamental diferenciar esse padrão distinto da rarefação normal da idade com a alopecia androgenética, que é a calvície de padrão masculino, e que pode ocorrer em ambos os sexos. Além disso, existem outras doenças do couro cabeludo que evoluem com a perda dos cabelos, como a alopecia areata, o eflúvio telógeno e as alopecias cicatriciais, com destaque para o líquen plano pilar. Como esse diagnóstico pode ser, às vezes, mais difícil, é aconselhável procurar um dermatologista para saber se existe doença associada ou se se trata realmente apenas da rarefação normal da idade. 
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A seguir, entenda melhor como cada um dos sintomas do envelhecimento capilar acontece: 

Diminuição da espessura dos fios

A espessura dos fios de cabelo parece diminuir com a idade, com o aumento proporcional dos cabelos finos no decorrer da vida. Há também, com o tempo, uma redução de lipídeos, notadamente do colesterol, especialmente nas mulheres. Isso poderia explicar o motivo da redução da espessura dos fios, além da ocorrência de cabelos mais frágeis e quebradiços em mulheres de faixa etária mais elevada. 

Canície capilar (cabelos brancos)

A perda gradual da cor dos cabelos se inicia, em geral, entre a terceira e a quarta décadas de vida. Os cabelos grisalhos costumam aparecer primeiramente nas regiões das têmporas, seguidas das áreas laterais da cabeça, e finalmente próximos à nuca. A redução de melanina (pigmento que dá cor aos fios) e dos melanócitos (células onde esse pigmento é produzido) é que leva à cor acinzentada e branca dos fios. Essas células, em indivíduos mais velhos, tendem a produzir menor quantidade de pigmento e também formar menos grãos de pigmento que serão transmitidos de forma deficiente para os fios. 
A percepção da cor "branca" ocorre pela reflexão da luz na queratina do cabelo (proteína que forma o fio). Cada vez mais se discute e se estuda a influência dos radicais livres de oxigênio no envelhecimento tanto da pele como dos cabelos. É possível que esses radicais livres interfiram no processo de formação de melanina no interior dos pelos e que esse mecanismo se torne mais intenso com o passar dos anos. 
A canície precoce é o envelhecimento dos cabelos, com o surgimento de fios brancos antes dos 20 anos de idade. Existem formas adquiridas e congênitas e algumas doenças que levam ao aparecimento do quadro, como o vitiligo e a alopecia areata, além de síndromes raras como a progeria, síndrome de Rothmund-Thomson e de Chediak-Higashi. Portanto, caso tenha fios brancos antes dessa idade, também é aconselhável procurar o dermatologista para descartar algo mais sério, como uma doença metabólica ou até mesmo uma reação medicamentosa. No entanto, na maioria das vezes é uma forma familiar de canície que não tem maior gravidade ou significado clínico. 

O que pode ser feito para prevenir e melhorar essas mudanças relacionadas à idade?

Há uma série de tentativas de melhorar a aparência dos fios através de medidas cosméticas. A lavagem é importante e deve ser feita de forma regular, de acordo com as orientações do dermatologista e do profissional que cuida dos seus cabelos. No entanto, os shampoos nutritivos infelizmente não levam a uma alteração significativa na estrutura dos cabelos. Como os cabelos são mais finos e frágeis, recomenda-se usar shampoos catiônicos, para evitar o efeito frizz que esses fios normalmente adquirem. Os condicionadores com óleos essenciais e silicones, especialmente a dimeticona, ajudam a formar uma camada protetora nos fios, facilitando a sua penteabilidade e evitando danos decorrentes do ambiente, tais como vento, radiação ultravioleta e calor. Além disso, na hora de secar, deve-se evitar o dano térmico, pois são cabelos especialmente fragilizados. Não se recomenda o uso de secador e chapinha muito quente, portanto. Podem ser recomendadas hidratações especiais com proteínas e ácidos graxos essenciais como a lanolina e a lecitina, feitos em salões de beleza especializados. 
Quanto à canície, já foi observada a repigmentação espontânea dos cabelos em alguns indivíduos, especialmente naqueles casos em que os pelos brancos surgiram devido a distúrbios metabólicos ou nutricionais. Por exemplo, a canície associada ao déficit de vitamina B12 pode ser totalmente revertida com a sua reposição. No entanto, o grande tratamento para esse tipo de problema continua sendo a coloração dos fios com tinturas permanentes e semi-permanentes. Esses produtos tingem os cabelos brancos e, muitas vezes, de forma bastante natural, sendo uma excelente alternativa cosmética tanto para homens como mulheres. 
Do ponto de vista de tratamento clínico, o dermatologista pode recomendar o uso de vitaminas específicas, como a queratina, a biotina e compostos como a melatonina, que parecem auxiliar na prevenção da rarefação capilar decorrente da idade. Alguns recomendam o uso de vitamina A, outros acreditam que ela prejudique, sendo algo controverso na literatura. Até que ponto o minoxidil e seus derivados auxiliam no aumento da espessura dos fios no caso da rarefação capilar decorrente da idade, é outra questão em aberto: pessoalmente acredito que seja uma tentativa válida utilizar loções e shampoos com essa composição. Essas intervenções, no entanto, parecem ser válidas apenas para a rarefação. 
No caso dos cabelos brancos, até o momento não foi desenvolvida nenhuma substância local ou oral capaz de devolver a cor aos fios de forma definitiva. Existe um estudo com modelo animal (ratos) em que uma substância denominada superóxido dismutase é aplicada localmente nos pelos. Essa substância teria um efeito protetor contra a oxidação causada pelos radicais livres de oxigênio nos fios, pois promove a inativação desses radicais. Por conta disso, haveria uma proteção desses fios do envelhecimento e da canície. 
Alguns casos de pelos brancos ao redor dos olhos (cílios e sobrancelhas) foram revertidos com o uso de colírios para glaucoma. Por esse motivo, já existe o uso dermatológico desse tipo de produto com o objetivo de aumentar o número de cílios e também sua pigmentação, que reduzem com a idade. Talvez esteja aí uma esperança no sentido de desenvolver um tratamento para os cabelos brancos. 

Fonte:
http://www.minhavida.com.br/beleza

Sintomas de gravidez mais comuns no primeiro trimestre


Gravidez é algo tão comum que achamos que já conhecemos todos os sintomas de gravidez decor e salteados, certo? Mas nem sempre isso ocorre. Por isso, separo os principais sintomas e a seguir, e explico como cada um deles afeta a mulher e por que eles ocorrem. 

Fim da menstruação

O endométrio, camada interna do útero se descama quando naquele mês não houve gestação, o que causa a menstruação. Se a mulher engravida, é no endométrio que o embrião irá se implantar e se desenvolver, portanto não ocorre esse sangramento mensal. Portanto, não menstruar é o primeiro e mais clássico sintoma de gravidez.
Qualquer sangramento durante a gestação é considerado anormal inicialmente e deverá ser investigado, pois pode ser uma ameaça de aborto nos primeiros meses da gravidez, lesões no colo do útero, descolamento de placenta, entre outros. Em algumas mulheres acontece um pequeno sangramento no momento da implantação do embrião, mas sempre que a mulher tiver qualquer sangramento deverá procurar o médico. 
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Enjoos

São esperados no início da gestação e na maioria das vezes, acontecem alguns episódios de vômitos. Os enjoos deixam de ser normais quando a gestante não consegue ao menos se alimentar, o que pode causar desidratação e desnutrição, que claro, prejudicam a gravidez e o bebê. Alguns casos é necessário até a internação da paciente para tratamento. 
O normal é que o sintoma de gravidez dure apenas durante o primeiro trimestre, ou no comecinho ou as 12 primeiras semanas. Se passar desse período, são casos mais graves que chamamos de hiperemese gravídica, que é a condição quando os enjoos e vômitos saem do controle, e que ainda é desconhecida. As teorias relacionam o problema às altas taxas hormonais, fatores psicológicos e atividades do estômago e intestino anormais nessas pacientes, entre outras. 
O tratamento irá depender da gravidade dos sintomas. A prevenção se dá através de um pré-natal com boa orientação sobre uma dieta fracionada, mais seca e pouco condimentada nos primeiros meses. Também é recomendado o uso de medicações para os enjoos e internação com medicações endovenosas em casos extremos, sob orientação médica. 

Dores e aumento nas mamas

No início da gestação começam a acontecer diversas mudanças em nosso organismo com o objetivo de adaptar o bebê que está crescendo em nossa barriga. Essas mudanças são causadas por aumento da taxa de hormônios femininos que desencadeiam uma série de reações em todos os órgãos do corpo. O principal hormônio da gestação é a progesterona, que provoca retenção de líquido e desconforto nas mamas, provocando seu aumento. Normalmente as mamas doendo serão um sintoma de gravidez no inicio e depois no final mais perto do final, pois já pode iniciar a produção de leite.

Cólicas

As cólicas podem acontecer em graus variados de acordo com o limiar de dor de cada paciente e podem ser normais, devido ao crescimento do útero. Mas sempre que a mulher sentir cólicas ou dores pélvicas deve avisar seu médico, pois pode ser sinal de infecção de urina, por exemplo, entre outros problemas. Elas podem ocorrer a gravidez toda, mas o terceiro trimestre costuma ser mais intenso.

Tonturas e sonolência

Esses sintomas de gravidez podem acontecer devido às mudanças naturais que acontecem em todo o sistema cardiovascular da mulher. Apesar de mais comuns no começo da gestação, tanto a sonolência quanto as tonturas também podem aparecer no terceiro trimestre.
As principais alterações no sangue induzidas pela gravidez incluem um aumento no trabalho do coração, retenção de sódio e água (levando a expansão do volume de sangue) e diminuição da pressão arterial sistêmica. Essas mudanças começam no início da gravidez, atingindo o seu auge durante o segundo trimestre, e, em seguida, mantem-se relativamente constantes até o parto. Elas contribuem para o crescimento ideal e desenvolvimento do feto e ajudar a proteger a mãe contra os riscos de parto, tais como hemorragia. Mas podem causar alguns inconvenientes como tontura, mal estar, cansaço, sono, principalmente no primeiro trimestre. 
Acho importante que sempre sejam notificadas ao seu obstetra, pois no caso de não melhorarem ou forem intensas, o ideal é fazer uma investigação para detectar outros tipos de problemas mais graves, como labirintite e outros. 

Azia e prisão de ventre

O funcionamento do trato gastrointestinal durante a gestação também se modifica para se adaptar ao bebê. Em geral, o transito intestinal ficará mais lento, e pode acontecer azia, sintomas de refluxo e também é comum o intestino preso. Esses sintomas podem incomodar e causar complicações a depender da sua intensidade. Então é sempre importante avisar seu obstetra para orientação quanto a dieta fracionada, variada, rica em fibras e ingestão abundante de líquidos. E se necessário o uso de medicações para alivio dos sintomas. Eles aparecem no começo, mas são maiores no final, quando o sistema digestivo começa a ser comprimido pelo útero.

Fome toda hora

Por conta das mudanças no funcionamento do trato gastrointestinal, a gestante não deve ingerir grandes quantidades de comida, até porque, irá se sentir desconfortável se abusar. O ideal é que coma pequenas porções a cada 3 horas pelo menos, pensando sempre na alimentação balanceada e saudável. 
Não há comprovação científica da relação dos desejos alimentares (um dos mais famosos sintomas de gravidez), no entanto, se forem desejos que não prejudiquem a mulher nem o bebê, podem ser atendidos com moderação. O normal é que a mulher comece a sentir mais fome depois que os enjoos passarem.
Alimentos ácidos como limão, laranja, abacaxi, aliviam os enjoos, então é comum nessa fase a predileção por esses alimentos. 

Mudança no bico dos seios

A mama como um todo irá ficar mais volumosa ao longo da gestação e o bico crescerá também mais perto do final da gravidez, mas tudo isso faz parte da adaptação e preparo para a amamentação. O importante nesse tópico é saber que independentemente do tipo de bico, inclusive os invertidos, a mulher poderá amamentar normalmente se receber a orientação adequada. 

Inchaço no corpo (edemas)

Um pouco de inchaço é normal e ele vai aumentando progressivamente com o passar da gestação. A circulação do organismo como um todo está mudada e o retorno de sangue das pernas para o coração é dificultado pela compressão feita pelo próprio útero nas principais veias do organismo.
Muitas vezes um inchaço maior e excessivo pode ser sinal de pré-eclâmpsia, por exemplo. Mas isso deve ser averiguado e detectado pelo seu médico, ao fazer a consulta de pré-natal. 

Vontade de fazer xixi

No começo a mulher sentirá que quer urinar um pouco mais que o normal. Com o tempo, o útero irá comprimir a bexiga e a capacidade de armazenamento de urina se torna menor a cada mês. Portanto, a mulher grávida precisará ir ao banheiro mais frequentemente. A progesterona também provoca alterações no funcionamento do trato urinário. 
O aumento da frequência de micções pode ser sinal de infecção de urina também, que é uma das infecções mais frequentes na gestante, então sempre avise seu médico. E fique atenta a outros sintomas como dor para urinar, febre, entre outros. 

Cloasma

Além das mudanças internas no corpo, acontecem mudanças externas também, causadas pelo aumento das taxas hormonais. Entre elas temos algumas mudanças na pele, que podem ser ou o aumento da pigmentação em algumas áreas do corpo, ou o surgimento de manchas nas maçãs do rosto, o chamado cloasma gravídico. Esse último sintoma tende a regredir após a gravidez, mas se for intenso pode deixar manchas. A recomendação é proteção solar intensa. 

Fonte:
http://www.minhavida.com.br/familia

sábado, 16 de janeiro de 2016

Arnica é indicada em casos de lesões e picadas de insetos


Arnica é uma planta medicinal com propriedades antissépticas, anti-inflamatórias, adstringentes e anestésicas. Suas partes benéficas para a saúde são as flores, folhas e o caule subterrâneo (rizoma) e ela não deve ser ingerida, mas sim aplicada na pele.

No Brasil existem diversas espécies de plantas conhecidas com o nome de arnica e todas pertencem à família botânica das Asteracea. Também existe a arnica verdadeira (Arnica Montana), de origem europeia. Ambas são benéficas para a saúde, mas a arnica brasileira só pode ser aplicada na pele.

Nutrientes da arnica

Os nutrientes da arnica podem ser encontrados em suas flores, folhas e caule subterrâneo. Nestas partes da planta estão presentes óleos essenciais, taninos e flavonoides, que possuem forte ação antioxidante. A arnica também conta com helenalina, que é uma lactona com forte ação anti-inflamatória, responsável pelo alívio quando há contusões.

Benefícios em estudo da arnica


Ação anti-inflamatória: Diversas pesquisas apontam que a arnica conta com uma forte ação anti-inflamatória.

Boa em casos de lesões: a arnica conta com propriedades analgésicas e anti-inflamatórias por isso é interessante aplica-la em casos de pancadas. A planta também tem ação cicatrizante. A principal responsável por este benefício é a helenalina.

Boa contra picadas de insetos: As propriedades da arnica fazem com que ela seja uma boa alternativa aplicar a arnica na pele em caso de picadas de insetos.

Boa em casos de dores reumáticas: A arnica ajuda a aliviar este tipo de dor, pois além da atividade analgésica também é tem um poder anti-inflamatório.

Como consumir

Existem várias maneiras de utilizar a arnica, ela pode ser consumida na forma de gel, loção e compressas de chá em casos de contusões, dores reumatológicas e edemas. A arnica não deve ser ingerida. Isto porque o chá de arnica é extremamente toxico e pode causar náuseas, vômitos, dores abdominais, tontura, arritmias cardíacas e até o aborto espontâneo. O uso via oral deve ser prescrito sob acompanhamento de um médico homeopata.

Os preparos como loção e creme geralmente são industrializados ou feitos em farmácias de manipulação. Já o chá basta ferver a água com as flores da arnica e embebedar uma compressa colocando-a no local desejado.


Fonte:

http://www.minhavida.com.br/alimentacao

Atividade física no primeiro trimestre de gestação


As modificações causadas na gravidez ocorrem principalmente por conta do aumento da ação de alguns hormônios, que de acordo com suas características irão preparar o corpo da mulher para o desenvolvimento do bebê. As mudanças iniciais esperadas são o relaxamento dos músculos internos do corpo, aumento da temperatura corporal, desenvolvimento das glândulas produtoras de leite, aumento das mamas, retenção de água, aumento do depósito de gordura, aumento do crescimento do útero e capacidade de distensão, além do relaxamento das articulações e músculos.
Em relação ao sistema cardiovascular, a circulação sanguínea também se eleva (débito cardíaco) por conta do aumento dos líquidos corporais e quantidade de algumas células. Por conta disso, a frequência cardíaca da gestante aumenta, principalmente após a segunda semana (entre 8 a 20 batimentos a mais por minuto), retornando aos valores normais em torno de 6 semanas após o parto.
A pressão arterial média diminui no primeiro trimestre até o sexto mês, assim como a hemoglobina, célula responsável por transportar o oxigênio, que também sofre queda e faz com que a sensação de cansaço e mal-estar sejam constantes no início da gestação. Essas alterações acontecem para estabilizar a circulação de modo a prover nutrientes e oxigênio para a mãe e para o feto.
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Quanto ao sistema gastrointestinal, devido à diminuição do tônus (relaxamento) da musculatura lisa, o intestino funciona mais devagar e, por isso, pode haver indigestões e refluxo.
Os exercícios proporcionam diversos benefícios à gestante, da prevenção de dores à facilidade de recuperação no pós-parto. Antes de iniciar a atividade, no entanto, consulte seu obstetra e avalie possíveis riscos. Reunimos, abaixo, orientações para a futura mamãe se exercitar com segurança.

Quais benefícios são esperados com a atividade física regular?

  • Prevenção das dores lombares conforme a barriga cresce
  • Redução das alterações de marcha ao longo dos 9 meses
  • Condição de manter a rotina das atividades diárias Redução do risco de pré-eclâmpsia (hipertensão gestacional)
  • Redução do risco de diabetes gestacional
  • Menor incidência de veias varicosas ou trombose em veias profundas
  • Menor risco ao parto prematuro
  • Melhora do humor e sensação de bem-estar
  • Diminuição da fadiga, estresse, ansiedade e depressão
  • Melhor recuperação após o parto e recuperação do peso anterior à gravidez
  • Maior probabilidade de continuar a prática de exercícios após o nascimento do bebê.

Exercício faz mal para o desenvolvimento do bebê?

Não, se a sua alimentação é balanceada. A prática de exercícios durante a gravidez não está relacionada ao parto prematuro, baixo peso do bebê ou alteração na produção de leite, em geral. Apenas exercícios muito intensos são relacionados com pequenas alterações, entre 200 a 400 gramas de peso ao nascimento, quando comparadas a mulheres que praticavam atividade física moderada.

Mas toda gestante pode fazer atividade física?

Quase todas as gestantes podem fazer atividade física, com exceção daquelas que apresentam alguma condição de saúde especial. Lembre-se que é muito importante consultar o seu médico para conhecer essas condições e obter a liberação para a prática de exercícios.
De maneira geral algumas situações são conhecidas e esperadas no primeiro trimestre de gravidez, tais como sonolência, dificuldade de concentração, cansaço, mal-estar, indigestão e refluxo. Se esses desconfortos forem muito frequentes é possível que se aguarde até que eles diminuam ou até que o terceiro mês esteja chegando ao fim, para que a prática da atividade física seja iniciada.

Em quais situações o exercício é absolutamente contraindicado?

Durante a gestação, o exercício é contraindicado quando alguma condição específica acontece, tais como:
  • Doenças cardíacas
  • Doenças restritivas dos pulmões
  • Cerclagem cervical
  • Gestações múltiplas
  • Sangramento persistente
  • Placenta prévia após a 26ª semana
  • Trabalho de parto prematuro
  • Ruptura de membranas
  • Pré-eclampsia/hipertensão induzida pela gravidez.

E quando a contraindicação pode ser relativa?

  • Anemia severa
  • Arritmia não avaliada
  • Bronquite crônica
  • Controle ruim de doenças como diabetes tipo 1
  • hipertensão, tireoide e distúrbios convulsivos
  • Obesidade mórbida
  • Extremo baixo peso
  • Estilo de vida muito sedentário.

Como praticar exercícios com segurança?

As recomendações de quanto praticar e com qual intensidade vão variar principalmente de acordo com o estado de condicionamento físico geral da mulher. Para todas as mulheres sem restrições médicas são indicados exercícios aeróbios em intensidade moderada, entre 3 a 5 vezes por semana, entre 15 a 60 minutos por sessão e exercícios de força de fortalecimento, 2 vezes por semana para os principais grupos musculares.
Se você já é ativa: é sugerido que a rotina de atividades seja mantida, salvo em situações onde há risco físico para o bebê e para a mãe, como em esportes de contato, como as lutas.
Se você não faz atividade física: deve começar com atividades aeróbias leves e evoluir conforme a progressão do condicionamento físico.
Se você possui condições especiais de saúde: converse com seu médico sobre os cuidados para um programa personalizado de treinamento, peça uma carta de orientações e consulte um educador físico especializado.

Exemplos de exercícios

  • Aeróbios: caminhada, ciclismo, dança, hidroginástica, natação e natação
  • Força: musculação, pilates, treinamento funcional, yoga
  • ATENÇÃO:para prática de exercícios em dias quentes e úmidos, se for possível, opte por um ambiente controlado (academia ou em casa)
  • atividades de mergulho e em altitude devem ser evitadas.

Não comece a se exercitar ou pare imediatamente se houver:

  • Sangramento vaginal
  • Perda de líquido aminótico
  • Falta de ar
  • Tontura
  • Dor de cabeça
  • Dor no peito
  • Dor na panturrilha e inchaço (sendo necessário descartar possível tromboflebite)
  • Queda do movimento fetal
  • Fraqueza muscular.

Fonte:
http://www.minhavida.com.br/fitness

6 Dicas para reconhecer um ataque cardíaco antes que ele aconteça

Na sociedade atual, em que o número de obesos aumenta, bem como o consumo de produtos industrializados, ricos em gorduras, açucares e sal, não é incomum que muitos sofram com problemas cardíacos. Ataques cardíacos são um risco real e presente e todo cuidado é necessário para evitá-los.
Segundo o Ministério da Saúde, o infarto do miocárdio é uma das principais causas de morte no Brasil, ocorrendo cerca de 400 mil casos de ataques cardíacos com aproximadamente 70 mil mortes por ano.
E, como quem avisa, amigo é, resolvemos dar algumas dicas fáceis de como saber se você ou alguém próximo está na iminência ou correndo risco de ter um ataque cardíaco.

1. Fadiga

Em outras palavras, aquele cansaço sem causa aparente. Isso acontece por causa do estreitamento das artérias, fazendo com que o coração receba menos sangue do que está acostumado e forçando-o a trabalhar mais que o normal. Por conta disso, a pessoa sente-se cansada e sonolenta o tempo todo.

2. Falta de ar

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Quando o coração bombeia menos sangue, o pulmão tem mais dificuldade de transportar o oxigênio e, consequentemente, há menos oxigênio para si próprio. Ambos os órgãos funcionam em conjunto, logo, se um não funciona bem, o outro também falhará em suas tarefas. Sentir falta de ar sem motivo aparente não é nada bom e deve-se recorrer o mais rápido possível ao médico.

3. Fraqueza

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Quando se sente fraqueza repentina, é porque as artérias não estão permitindo a circulação sanguínea adequada pelo corpo. Os músculos, sem a quantidade necessária de nutrientes e oxigênio transportados pelo sangue, ficam mais fracos, podendo provocar, inclusive, quedas.

4. Tontura e suor frio

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A má circulação do sangue pelo corpo afeta também o cérebro, provocando a sensação de tontura e é comum se sentir desengonçado e desastrado, como uma má coordenação repentina dos movimentos. Nunca ignore este sintoma, pois sua vida pode estar em risco.

5. Pressão no peito

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Quando se está tendo os sintomas de um princípio de ataque cardíaco, é normal que se sinta (ou que venha se sentindo) dor ou uma pressão do lado esquerdo do peito. A má notícia é que esses sintomas só aumentam até o momento em que o ataque em si ocorra.

6. Ter sintomas de resfriado ou gripe

Esse é um sintoma estranho, mas que pode ocorrer em algumas pessoas. Quando se tem os mesmos sintomas de um resfriado, do nada, pode significar que um ataque cardíaco é iminente. Sabe-se que há pessoas que já se queixaram de ter tido sintomas de resfriado antes dos seus ataques ocorrerem.

Fonte:
http://www.tudointeressante.com.br

Por que mudar o horário das refeições pode ser mais saudável


Muitas pessoas querem uma dieta mais saudável mas têm dificuldade em mudar seus hábitos. O médico e apresentador da BBC Michael Mosley tentou descobrir o que acontece quando não mudamos o que comemos, mas mudamos quando comemos.
Sabemos há algum tempo que alterar a hora das refeições pode afetar seu peso e metabolismo. Pelo menos se você for um camundongo.
Com base em estudos feitos em camundongos, pesquisadores agora sugerem que o segredo para melhorar a saúde é restringir os horários nos quais você come e, dessa forma, aumentar a quantidade de tempo em que você fica de jejum.
Há alguns anos o professor Satchidananda Panda, do famoso Instituto Salk, da Califórnia, mostrou que camundongos submetidos a uma dieta gordurosa, mas que tinham permissão para comer apenas em intervalos de oito horas, eram mais saudáveis e magros do que os camundongos que recebiam exatamente os mesmos alimentos mas podiam comer quando quisessem.
Em um estudo mais recente, os mesmos pesquisadores submeteram centenas de camundongos a períodos diferentes de jejum, variando entre 12 e 15 horas.
Novamente eles descobriram que os animais que passaram pelo menos 12 horas sem comer permaneceram mais saudáveis e magros do que aqueles que consumiram o mesmo número de calorias, mas espalhadas em intervalos menores.
E em humanos?
Mas isso funciona em humanos? Para descobrir isto recrutamos 16 voluntários para um estudo de dez semanas coordenado por Jonathan Johnston na Universidade de Surrey, na Grã-Bretanha.
A equipe de Johnston mediu a gordura corporal, o nível de açúcar no sangue, a gordura no sangue (triglicérides) e o colesterol dos voluntários no começo do estudo. Então, eles foram divididos de forma aleatória em dois grupos: os azuis e os vermelhos.
Voluntários para experimento foram divididos em dois grupos — um deles ficava mais tempo em jejum
Aos azuis, que eram o grupo de controle, foi pedido que fizessem tudo normalmente. O grupo dos vermelhos também fez uma dieta normal mas tomou o café da manhã 90 minutos mais tarde que os azuis e antecipou o jantar em 90 minutos.
Isso significou que durante três horas a mais, a cada dia, eles ficaram sem comer. Todos os participantes registraram em diários suas refeições e suas horas de sono para assegurar-se que estavam consumindo a mesma quantidade que consomem normalmente.
Existem dois possíveis mecanismos que explicam as mudanças na saúde das pessoas que mudam os horários das refeições.
Primeiro, há muitos estudos que vêm mostrando que ficar sem comer por períodos mais longos é benéfico.
Também parece que o corpo lida melhor com as calorias em certos momentos do dia. Segundo Johnston, um dos piores momentos para consumir açúcar e gordura é tarde da noite, quando os níveis dessas substâncias no sangue já estão altos.
Experiência
Para testar isto, resolvi fazer uma experiência desagradável.
Depois de fazer jejum durante a noite fiz um exame de sangue. Então, às 10h tomei um café da manhã britânico clássico: muito bacon, ovos e linguiça.
Retiraram uma amostra de meu sangue logo depois desta refeição e a cada meia hora nas horas seguintes. Algo bem dolorido.
Doze horas depois, às 22h, fiz minha segunda refeição do dia. Comi exatamente as mesmas coisas do café da manhã e novamente meu sangue foi examinado regularmente nas horas seguintes até a hora em que fui dormir.
Os exames mostraram que depois de minha refeição matinal o nível de açúcar no sangue voltou ao normal rapidamente, enquanto os níveis de gordura no sangue começaram a cair depois de cerca de três horas.
Durante a noite, entretanto, depois de consumir exatamente a mesma refeição, o nível de açúcar no sangue permaneceu alto por muito mais tempo e os níveis de gordura ainda estavam subindo horas depois que acabei de comer.
Então Johnston está certo — nossos corpos realmente não gostam de ter que lidar com muita comida tarde da noite. Um lanche à meia-noite terá um impacto pior no seu corpo do que a mesma comida consumida mais cedo no dia.
Há um antigo ditado que diz: "Tome café da manhã como um rei, almoce como um príncipe e jante como um plebeu", e parece que ele é verdadeiro. Se você precisar mesmo comer aquela fritura, coma no início do dia.
Mas e o experimento principal, de reduzir o período no qual nossos voluntários podiam comer? Ao fim de dez semanas, reunimos os voluntários e repetimos os testes.
O que concluímos é que o grupo que havia tomado café da manhã mais tarde e jantar mais cedo perdeu, em média, mais gordura corporal e percebeu quedas maiores dos níveis de açúcar e de colesterol do que o grupo de controle.
Foi o primeiro teste aleatório deste tipo feito em humanos, e teve um resultado muito positivo.
Manter-se rigorosamente com um intervalo restrito para a alimentação pode, para muitas pessoas, não ser completamente prático. Mas parece haver um benefício em fazer isso quando você puder – e continua sendo uma boa ideia evitar o x-burguer da meia-noite

Fonte:
http://noticias.r7.com/saude

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Descoberta enzima que anula os efeitos nocivos do açúcar em excesso


Açúcar é tão bom, pena que faz mal! É muito difícil aliar sabor e saúde quando o assunto são os carboidratos refinados, nutrientes diretamente ligados à problemas de saúde metabólicos como o diabetes tipo 2, a obesidade e a síndrome metabólica. No entanto, cientistas do centro de pesquisa da Universidade de Montreal (Canadá) encontraram uma enzima que pode ser a solução para estes problemas.
A glicerol-3-fosfato-fosfatasa, ou simplesmente G3PP, é uma enzima envolvida no metabolismo de energia dentro da célula, que tem a glicose como um dos combustíveis. A expressão dessa enzima pode controlar a quebra da glicose nas células beta do pâncreas. Dessa forma, ela também influencia na produção da insulina, hormônio que coloca o açúcar para dentro das células.
Além disso, o G3PP pode proteger os órgãos, inclusive o pâncreas, dos efeitos tóxicos do excesso de glicose no organismo, ao degradar o glicerol-3-fosfato, substância que aumenta quando há muito açúcar no sangue e pode degradar os tecidos do corpo.
Por fim, ela também, regula outros processos fisiológicos, como o acúmulo de lipídios nas camadas de gordura no corpo e o metabolismo dos nutrientes. Quando esses processos não funcionam direito, a pessoa pode ter obesidade, diabetes tipo 2 ou mesmo doenças cardiovasculares. Portanto, descobrir e conhecer melhor essa enzima ajudará a oferecer novas alternativas para tratamento de doenças metabólicas.

Fonte:
http://www.minhavida.com.br/saude

sábado, 9 de janeiro de 2016

Homens também podem ter câncer de mama?


O câncer de mama masculino é evento raro. Somente 1% dos cânceres de mama acontecem no homem, ou seja, a cada 100 diagnósticos novos de câncer de mama 99 são em mulheres e apenas um em homens. Quando pensamos em todos os tipos de câncer que ocorrem na população masculina, o câncer de mama representa apenas 0,2% do total, com incidência média global de um caso para cada 100 mil homens por ano.

Visão geral

Esta incidência varia entre os países, apresentando altas taxas em Uganda e em outros países africanos, com presença de cinco casos por 100 mil homens. Isto se deve possivelmente à presença da hepatopatia crônica infecciosa e da cirrose hepática, que promovem um aumento dos níveis de hormônios sexuais femininos nos homens (hiperestrogenismo). O contraste neste sentido é com o Japão, que apresenta taxa de 0,5 por 100 mil homens, uma das menores do mundo.
Para o ano de 2015, o Instituto Nacional de Câncer (INCA) do Ministério da Saúde estima a ocorrência de cerca de 57 mil novos casos de câncer de mama para a população feminina, com uma incidência de 56 casos para cada grupo de 100 mil mulheres. Na população masculina são esperados cerca de 570 casos novos de câncer neste mesmo ano, o que corresponde a 1% do número de casos de câncer de mama nas mulheres.
Segundo a Sociedade Americana de Câncer, em 2008 ocorreram cerca de 2 mil novos casos de câncer de mama na população masculina dos Estados Unidos, com 450 mortes relatadas por esta doença. Entre as mulheres ocorreram 182.460 casos novos de câncer de mama invasivo e 40.480 mortes neste mesmo ano.
Apesar de se apresentar clinicamente de forma similar nos homens e nas mulheres, os homens frequentemente descobrem a doença em fases mais avançadas. Isso acontece por desconhecerem a possibilidade de desenvolverem câncer de mama e também por questões socioculturais, o que leva a uma demora na busca por auxílio médico de um mastologista.

Fatores de risco para câncer de mama em homens

Os principais fatores de risco para o aparecimento de câncer de mama no homem são:
Idade/envelhecimento
O risco de desenvolver câncer de mama é diretamente proporcional à idade. Como no caso das mulheres, quanto maior a idade maior é risco.
História familiar de câncer de mama
História familiar com parentes de primeiro grau com câncer de mama é um importante fator de risco. Quanto maior o número de parentes de primeiro grau com câncer de mama maior é o risco. Aproximadamente 20% dos homens com câncer de mama têm um parente de primeiro grau também com câncer de mama.
Mutação genética hereditária
Alterações genéticas estão presentes no câncer de mama masculino mais frequentemente que nas mulheres, variando de 4% a 40%. Estão envolvidos os genes BRCA2, BRCA1, CHEK2, PTEN dentre outros.
A maioria dos casos de câncer de mama masculino relacionados à alterações genéticas tem mutação do gene BRCA2, o que difere do encontrado no câncer de mama feminino, onde se observa como principal mutação genética a do BRCA1. A mutação do BRCA2 está presente em aproximadamente 10% de todos os casos de câncer de mama masculino e está relacionada ao aparecimento do câncer de mama em idade mais jovem (60 anos) e com características mais agressivas, além de aumentar a predisposição para câncer de próstata.
Descendência Judaica Ashkenazi
Os homens judeus Ashkenazi apresentam uma maior probabilidade de desenvolver câncer de mama, com uma incidência de três casos para 100 mil homens desta etnia, assim como no caso das mulheres. Isso decorre também devido ao fato de apresentarem maior risco de mutação do BRCA1 e BRCA2.
Exposição à radioterapia
Pacientes que sofreram irradiação torácica previa, como a usada para o tratamento de linfoma, apresentam um risco maior de desenvolvimento de câncer de mama.

Outros fatores

Várias doenças que causam hiperestrogenismo (aumento dos níveis do hormônio sexual feminino no corpo do homem) e diminuição dos níveis de andrógenos (hormônio sexual masculino) estão relacionadas ao desenvolvimento de câncer de mama masculino. Dentre elas:
  • Cirrose hepática - o fígado exerce importante função no metabolismo dos hormônios sexuais e sua disfunção está relacionada ao aumento dos níveis de estrogênio circulante
  • Obesidade - ingestão de alimentos gordurosos e vida sedentária também são fatores relacionados ao desenvolvimento de câncer de mama, pois a gordura periférica converte andrógenos em estrógenos através do processo de aromatização
No geral, pacientes com ginecomastia não apresentam maiores chances de desenvolver câncer de mama. No entanto, é importante frisar que a ginecomastia também deve ser investigada e realizada pesquisa para o entendimento da sua causa através de uma avaliação com o mastologista.

Sintomas

Os principais sintomas relacionados ao câncer de mama no homem são:
  • Presença de nódulo palpável na mama
  • Altercação da pele, como edema (aspecto de casca de laranja) ou vermelhidão
  • Retração da pele ou da aréola
  • Ulceração (ferida na mama)
  • Presença de gânglio na axila
  • Saída de secreção sanguinolenta pela papila mamária - o que é um evento bastante raro no homem

Tratamento

O tratamento do câncer de mama masculino, em linhas gerais, segue o que é realizado para as mulheres. Ou seja, através de cirurgia, radioterapia, quimioterapia e hormonoterapia.
A cirurgia é o principal tratamento do câncer de mama masculino. Em geral é realizada a mastectomia uma vez que a mama masculina é pequena sendo muito difícil a cirurgia conservadora, que pode ser feira em alguns casos de tumores bem iniciais.
A axila também é avaliada, em geral através da pesquisa do gânglio sentinela, que consiste na remoção do gânglio principal da axila mediante um mapeamento prévio. Esta técnica de pesquisa de gânglio sentinela só é aplicada quando os gânglios estão negativos ao exame físico do médico e nos exames de imagem. Para os casos que o gânglio já está clinicamente comprometido o tratamento adequado é a remoção de vários gânglios da axila (o que chamamos de esvaziamento axilar).
A quimioterapia para o câncer de mama masculino segue também os mesmos princípios que para as mulheres, devendo ser avaliado o tipo tumoral e seu imunofenótipo, bem como o tamanho tumoral e o grau de comprometimento linfonodal axilar.
A radioterapia exerce importante papel no controle locorregional do câncer de mama. Semelhante ao tratamento do câncer de mama feminino são candidatos à radioterapia os seguintes pacientes:
  • Irradiação da mama remanescente - para os pacientes submetidos à cirurgia conservadora da mama (nos raros casos em que isso é possível).
  • Irradiação da parede torácica pós mastectomia para os casos em que o tumor maior que 5 cm, há infiltração tumoral de pele ou presença de gânglio comprometido.
A hormonoterapia antiestrogênica é considerada como tratamento padrão adjuvante no câncer de mama masculino, uma vez que é bastante elevada a taxa de receptores estrogênicos positivos (90%). O tamoxifeno é a droga de escolha nesta modalidade de tratamento, que desempenha um importante papel no controle local com aumento no intervalo livre de doença e de sobrevida global.

Orientação familiar

Todo homem com câncer de mama deve se submeter à pesquisa de mutação genética dos genes BRCA 1 e BRCA2. Todos os familiares diretos deste homem, principalmente as do sexo feminino, devem passar por uma avaliação com um médico mastologista, pois apresentam um maior risco para o desenvolvimento de câncer de mama de origem genética/hereditária.

Fonte:
http://www.minhavida.com.br/saude

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Quando é seguro requentar a comida?



Depois de uma boa refeição, a gente costuma se deparar com sobras da comida, e seria uma pena jogá-las fora. Alguns desses alimentos, por incrível que pareça, podem até ser mais saudáveis após requentados.

No entanto, ninguém quer correr o risco de passar por uma intoxicação alimentar. Se você já enfrentou uma, sabe do que estou falando: são comuns sintomas desagradáveis como vômito, diarreia e cólicas estomacais.

Cerca de 1 milhão de pessoas sofrem com intoxicação alimentar todos os anos no Reino Unido. Em metade dos casos, o alimento que causou o problema foi preparado por elas mesmas — churrascos no verão e comidas requentadas do Natal são as principais culpadas.

Cerca de 100 pessoas morrem anualmente por intoxicação alimentar no país — geralmente muito novas ou muito idosas.

Mas então, qual é a regra? Como e quando é seguro requentar sua comida?

Perigo no frango

A intoxicação é geralmente causada por uma bactéria que contamina sua comida. A maior culpada é uma chamada Campylobacter (ou bactéria retorcida). De acordo com a agência de segurança alimentar (Food Standars Agency), ela está presente em mais de 65% dos frangos à venda no Reino Unido.

Essa bactéria pode sobreviver algumas horas em superfícies da cozinha e se espalha facilmente. É por isso que não é uma boa ideia lavar o frango antes de cozinhá-lo: o melhor é colocá-lo direto no forno após temperá-lo – e lavar bem as mãos depois disso.

A chave para matar bactérias é usar o calor. Por isso, cozinhar totalmente o frango (sem deixar partes cruas) é fundamental.

Espere esfriar

Agora falando em casos gerais: o que fazer quando sobrou um pouco da sua deliciosa refeição?

Primeiro de tudo, você precisa esperar ela esfriar antes de colocá-la na geladeira.

Colocar comida quente no refrigerador faz com que sua temperatura interna aumente, criando assim uma incubadora perfeita para bactérias e afins.

Já fiz testes e a temperatura da minha geladeira chegou a aumentar em mais de 5 graus.

Então, cubra o recipiente da comida, espere que ela chegue em temperatura ambiente (mas não deixe mais de quatro horas sem refrigeração) e só então coloque na geladeira.

Quantas vezes posso requentar a mesma comida?


A agência britânica recomenda que se requente uma refeição apenas uma vez. Porém, a verdade é que é seguro fazer isso várias vezes, desde que a comida tenha sido colocada no refrigerador conforme explicado acima.

Mas tenha em mente que o sabor do prato não vai melhorar a cada reaquecimento.

Outro segredo é requentar totalmente sua comida. Nós costumamos fazer isso no micro-ondas, o que pode ser um problema.

Isso porque ele esquenta a comida de maneira desigual, deixando áreas frias, onde as bactérias podem prosperar.

Assim é importante que, ao usar o micro-ondas, você retire o alimento no meio do processo, dê uma boa mexida e depois coloque para esquentar novamente.

Arroz indefeso? Talvez não

No caso do arroz, a coisa pode ser mais complexa. Isso porque ele pode ser contaminado por uma bactéria chamada Bacillus cereus.

A bactéria em si é morta com o calor, mas alguns esporos produzidos por ela não são apenas tóxicos, como também extremamente resistentes a altas temperaturas.

E isso pode causar o que conhecemos como "síndrome do arroz frito", batizada com esse nome porque antigamente era comum as pessoas ficarem doentes depois de comerem em bufês de comida chinesa, onde o prato era deixado em temperatura ambiente por várias horas.

Atualmente, os padrões de higiene nesses restaurantes melhoraram bastante.

Apesar desse temor, é seguro requentar o arroz. Eu mesmo costumo usar sobras de arroz do dia anterior para fazer um "stir fry" (método que envolve fritura rápida em fogo alto em um panelão tipo wok).

Mas não deixe o arroz fora da geladeira durante a noite. Assim como a carne, é preciso deixá-lo refrigerado o quanto antes – sempre deixando esfriar antes de colocá-lo na geladeira.

Quais os pratos mais arriscados?

As comidas que são frequentemente requentadas e que a agência britânica lista como potencialmente perigosas são:

- Carne cozida ou aquelas que contenham carne, como ensopados e lasanhas

- Molhos à base de leite ou cremes

- Pratos com peixes e frutos do mar

- Arroz e massas

- Alimentos com ovo, feijão, castanhas e outros alimentos ricos em proteínas, como quiches, produtos com soja e hambúrguer de lentilha


Fonte:
http://noticias.r7.com/saude

Saiba quais são os alimentos que deixam seus dentes mais feios

Alguns alimentos comprometem a beleza dos seus dentes



O segredo do sorriso perfeito não está somente na escovação e na visita regular ao dentista. O cardápio também pode comprometer não só a saúde, como a beleza dos dentes. 

Dentes amarelados

Segundo a dentista Juliana Ayoub, todos os alimentos que contêm corantes, sejam naturais ou artificiais, podem amarelar os dentes se forem consumidos em excesso. "Alguns exemplos que temos é a beterraba, molhos como de tomate, catchup, molhos escuros (como molho madeira), suco de ameixa e de uva e vinho. Lembrando que o consumo da fruta em si não mancha", diz a profissional. Outras bebidas como café, refrigerantes de cola e chás podem escurecer os dentes por conter substâncias que colorem o produto.

Aparência desgastada

Juliano Jacinto, gerente de odontologia da clínica Care Plus, afirma que alimentos ácidos podem corroer o esmalte dentário. Entre eles estão os refrigerantes, bebidas energéticas, molho de tomate e sucos de frutas industrializados. Juliana acrescenta ainda os alimentos em conservas, que contêm vinagre altamente ácido. Frutas cítricas também podem danificar a estrutura dos dentes.

Limpeza difícil

Alguns alimentos são considerados vilões por ficarem grudados ou por seus pedaços entrarem em locais mais difíceis de limpar. Exemplo disso são os doces, balas e bolachas. Além disso, esses produtos são ricos em açúcar e fazem com que as bactérias existentes na boca produzam ácidos que ajudam no aparecimento de cáries.

O que fazer?

Prevenção e consultas regulares ao dentista ainda são as melhores opções para manter o sorriso bonito. "Vale lembrar que não precisa eliminar totalmente esses alimentos da rotina para ter um lindo sorriso, eles apenas devem ser consumidos com moderação", diz Juliana. Jacinto lembra ainda que existem alimentos "amigos" dos dentes, tais como a maçã (é fibrosa e limpa o dente) e derivados do leite (fortalecedores do esmalte, visto a concentração de cálcio).


Fonte:
http://mulher.uol.com.br/beleza