quinta-feira, 24 de setembro de 2015

7 atitudes que sabotam o seu treino

Você realiza exercícios pelo menos três vezes na semana, mas não está percebendo mudanças significativas? Ou pior, está sentindo dores em determinada região? Saiba que algumas atitudes suas durante os treinos podem te impedir de alcançar todos os benefícios das atividades aeróbicas e da musculação. 

Afinal, não basta apenas malhar. É essencial que a pessoa se exercite corretamente. A seguir, listamos 8 principais atitudes que podem sabotar o seu treino:  


Manter o mesmo treino pode prejudicar o seu desempenho - Foto: Getty Images


Manter o mesmo treino

Fazer o mesmo treino durante muitos meses pode reduzir os efeitos positivos dos exercícios no corpo. Isto porque para ter resultados ao realizar um treino é preciso provocar um estresse no organismo. "Quando você começa a treinar, provoca esse estresse, mas se fica muito tempo no mesmo treinamento, seu corpo se adapta e não tem mais o resultado de antes", explica a educadora física Fernanda Andrade, especialista Minha Vida. O problema é tão grave que a pessoa pode até mesmo regredir no seu desempenho físico. Portanto, a orientação é que o treino dure entre um e dois meses. 
Entenda por que pular exercícios é um problema - Foto: Getty Images

Pular exercícios

Você deve estar pensando: "Puxa, mas eu só pulo aquele exercício que eu não gosto muito, que mal tem isso?". Essa pequena atitude pode sim ter muitos problemas e prejudicar os bons resultados do seu treino. "Isto porque os exercícios são prescritos em cima de grupos musculares e o exercício que você pulou pode ser justamente o único para um grupo muscular", conta o personal trainer Givanildo Matias, especialista Minha Vida. 

Portanto, além de correr o risco de não exercitar um determinado grupo muscular, a pessoa pode desenvolver desvios posturais, sentir dores e ter até mesmo uma diferença estética, com algumas parte do corpo mais musculosas que outras. "O aluno tem que entender que ele não vai amar alguns exercícios, mas terá que realizá-los", diz Matias. 

Claro que estes problemas podem ocorrer quando a pessoa deixa de fazer determinado exercício constantemente. Se em algumas situações, o aluno precisar terminar a série de exercícios mais rapidamente, converse com o professor da sua academia sobre qual exercício pode ser pulado.  
Entenda por que deixar de fazer exercícios aeróbicos prejudica o treino - Foto: Getty Images

Não fazer o aeróbico

Deixar de fazer os exercícios aeróbicos prejudica a perda de gordura corporal. Assim, se a pessoa realiza apenas a musculação, ela pode ter um aumento da massa muscular, mas não conseguirá a definição. Essas atividades também estimulam o sistema cardiorrespiratório, fazendo com que ele trabalhe com mais eficiência. 
Entenda por que não realizar todas as repetições afeta o treino - Foto: Getty Images

Não realizar todas as repetições

Realizar todas as séries e repetições é muito importante para que a pessoa conquiste seu objetivo na academia. Isto porque cada treino é pensado de acordo com o objetivo da pessoa. Se ela fizer repetições ou séries diferentes pode acabar causando outras alterações em seu corpo que não desejava. Por exemplo, se a pessoa busca a hipertrofia, ela precisa todas as séries e repetições, caso contrário pode estar fazendo um treino de força ou de definição, sem perceber. 
Entenda como a execução errrada pode afetar o treino  - Foto: Getty Images

Realizar o movimento de forma errada

O principal problema de praticar o exercício de forma errada é que serão solicitadas outras musculaturas que não estavam previstas na realização daquela atividade. Isto favorece dores e problemas no local. "Além disso, pensando em resultados de força e hipertrofia, a questão da amplitude do movimento é muito importante e se você fizer o exercício pela metade, o benefício também será pela metade", diz Matias. Caso esteja muito difícil realizar todo o movimento, é melhor reduzir o peso do que fazer o movimento de forma errada. 
Entenda os problemas de deixar de exercitar um grupo de exercícios - Foto: Getty Images

Não exercitar um grupo específico

Existem pessoas que não gostam de malhar toda uma região do corpo, como braços ou pernas. Isto causa um problema estético, pois o indivíduo pode ficar com as costas e braços grandes e pernas fininhas ou com pernas e glúteos malhadas, mas braços flácidos. "Também podem ocorrer desvios posturais e essa pessoa pode ter problemas semelhantes ao dos sedentários nas regiões que não exercita", alerta Andrade. 
Entenda como a falta de planejamento pode acabar com seu treino - Foto: Getty Images

Falta de planejamento

Muitos dos problemas mencionados acima ocorrem por falta de tempo do aluno para treinar. Por isso, é essencial se planejar para ir à academia. "Acorde em um horário que permita chegar na academia a tempo, deixe um lanche preparado e se for treinar a noite, evite passar em casa, pois as chances de acabar no sofá são altas", diz Matias. 

Fonte:
http://www.minhavida.com.br/finess

Como curar a dor nas articulações com casca de limão

Como curar a dor nas articulações com casca de limão


O limão se converteu em um fruto imprescindível em nossa dieta, não somente por sua versatilidade e sabor delicioso, mas também porque foi demonstrado que ele é altamente benéfico para a saúde. Seu teor elevado de vitamina C, somado a outra grande quantidade de antioxidantes e nutrientes, faz com que o limão seja um excelente remédio para prevenir doenças e problemas de saúde, como é o caso da gripe, dos resfriados, a laringite, infecções bacterianas, pressão arterial alta, problemas digestivos e problemas na pele. Estudos mais recentes identificaram inclusive que ele tem propriedades anticancerígenas.

Os benefícios do limão se devem ao seu conteúdo de vitamina C, A, B1, B6, magnésio, bioflavonoides, pectina, ácido fólico, fósforo, cálcio e potássio, entre outros nutrientes que fortalecem o sistema imunológico, protegem o fígado, o estômago e cuidam da pele e do envelhecimento precoce, causado pelos radicais livres.

Por que a casca de limão é boa para aliviar a dor das articulações?

limonada

Muitos de nós não sabemos, mas cerca da metade dos nutrientes do limão estão concentrados na sua casca. Pelo seu sabor amargo e por tradição, a maioria de nós joga fora a casca do limão e usa somente  seu suco toda vez que queremos aproveitar seus benefícios. No entanto, quando eliminamos as cascas de limão, estamos jogando fora uma quantidade de nutrientes que podem melhorar nossa saúde e até combater as dores nas articulações.
A casca de limão concentra nutrientes importantes, como o óleo essencial de limão, a citronela e felandreno, que se somam a outras substâncias altamente benéficas como é o caso da vitamina C, ácido cítrico, ácido málico, ácido fórmico, pectinas, entre outras.

A casca de limão tem um alto poder antisséptico e uma poderosa ação que pode combater a febre. De fato, os óleos essenciais voláteis da casca de limão têm uma poderosa ação para reduzir as dores das articulações, já que ajudam a relaxar os vasos sanguíneos e produzem  um efeito anti-inflamatório que diminui significativamente a sensação de dor.

Como curar a dor das articulações com casca de limão

raspas-de-limao
Certamente, depois de conhecer todos os benefícios da casca de limão, você nunca mais vai querer jogá-las fora na próxima vez que for utilizar o suco do limão. Se quiser aproveitar todos os benefícios da casca de limão para aliviar a dor nas articulações, tome nota do seguinte remédio natural:

Ingredientes

  • Azeite de oliva extra virgem
  • 2 limões grandes e orgânicos
  • Folhas de eucalipto
  • Uma jarra pequena com tampa
  • Curativos limpos

Como prepará-lo?

  • Em uma jarra ou frasco com tampa, coloque a casca dos limões junto com uma boa quantidade de azeite de oliva, até cobri-las por completo. Acrescente também as folhas de eucalipto. Feche bem o frasco e reserve a mistura durante duas semanas.
  • Depois de passado o tempo recomendado, coloque um pouco deste remédio natural em uma gaze limpa e posicione-a sobre a região dolorida. Em seguida, cubra com um esparadrapo fazendo um curativo.
  • O ideal é aplicar este remédio à noite, para que a casca de limão possa agir durante o sono.

Chá de casca de limão

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Além de usar o remédio que descrevemos anteriormente para reduzir as dores nas articulações, também recomendamos preparar um chá de casca de limão para aproveitar ao máximo todos os seus benefícios e obter resultados ainda melhores.

Ingredientes

  • 1 litro de água
  • A casca de dois limões e seu suco
  • Mel (opcional)

Como prepará-lo?

Coloque um litro de água em uma panela e adicione as cascas dos dois limões. Deixe ferver durante 15 minutos, retire-as do fogo, acrescente o suco de limão e, finalmente, adoce usando o mel (se quiser um sabor um pouco mais agradável).

Benefícios do chá de casca de limão

  • Alivia a dor nas articulações das pernas e braços
  • Diminui os gases intestinais e a inflamação
  • Atua como um desintoxicante natural
  • Ajuda a alcalinizar o sangue
  • Fortalece o sistema imunológico e previne doenças
  • Diminui a pressão arterial
  • Melhora a saúde da pele, já que ajuda a eliminar o excesso de gordura e as manchas
  • Combate o mau hálito
  • É uma bebida relaxante
  • Ajuda a aliviar as tensões e a reduzir dores de cabeça


Fonte:
http://melhorcomsaude.com/curar-dor-nas-articulacoes-casca-limao/

Distúrbios do sono podem causar ou agravar doenças cardíacas

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Uma boa noite de sono não é cura apenas para os problemas do dia a dia - não dormir bem pode causar doenças graves e importante alteração no convívio social. Começando do começo: não é o quanto você dorme, mas como você dorme. O sono, independente da duração, deve ser reparador, e a pessoa deve acordar plenamente recuperada do cansaço do dia anterior. Seja essa noite com cinco ou dez horas de sono. Algumas doenças podem causar irregularidade do sono, se manifestando como despertares frequentes ou pesadelos. Hipoglicemia noturna, comum em pacientes que usam remédios para diabetes ou insulina à noite, pode causar pesadelos e agitação no sono. Distúrbios da tireoide, abuso de medicações para indução ou supressão de sono (estas últimas componentes comuns em medicações para redução de peso) também podem alterar o ciclo do sono. 
O custo da noite mal dormida não é limitado ao cansaço, perda de libido, irritabilidade e falta de concentração do dia seguinte. Essas consequências são mais conhecidas - inclusive, estudos feitos com médicos residentes no dia após o plantão sugerem que a concentração e os reflexos após uma noite sem dormir ou mal dormida são equiparáveis aos de uma pessoa alcoolizada. Entretanto, após privação de sono reparador por um período maior, outras doenças associadas começam a surgir, como hipertensão arterial, obesidade, arritmias cardíacas e diabetes.
A hipertensão arterial pode ser causada e piorada pelo desenvolvimento de apneia do sono. Isso porque o organismo libera adrenalina como reação de defesa por causa da pouca oxigenação causada pela apneia, contraindo os vasos sanguíneos e obrigando o sangue a correr em uma velocidade maior, levando ao aumento da pressão arterial. Outro problema que está ligado à apneia do sono é a morte súbita cardíaca e não cardíaca. O tratamento da apneia pode curar a hipertensão arterial, e esta está intimamente relacionada à gravidade da apeia (medida pelo numero de episódios de falta de oxigênio no sangue durante a noite).
Arritmias cardíacas, como fibrilação atrial, podem até mesmo desaparecer quando a apneia é tratada. Do contrário, pacientes com apneia e fibrilação atrial precisam de mais remédios para controlar, tem menos sucesso nas ablações por cateter (uma forma de "cauterizar" a região que causa as arritmias) e têm mais sintomas.  
Pessoas com obesidade têm mais ronco e mais apneia, e não sabemos qual é causa ou consequência. Obesos tem circunferência do pescoço maior, e a gordura depositada em pontos estratégicos pode dificultar a passagem do ar durante o sono e relaxamento da musculatura da orofaringe. Sendo a obesidade e apneia do sono fatores de risco para doenças cardíacas, a atenção deve ser redobrada nesse grupo.
O diagnóstico da maioria dos distúrbios do sono pode ser feito através da observação de uma noite de sono em laboratório especializado (polissonografia). Hoje existem várias modalidades de tratamento disponíveis, como ventilação não invasiva, exercícios e até cirurgias. O ronco pode causar falta de ar e matar se não for tratado.
Também é importante chamar a atenção que a maioria destes problemas reverte com o tratamento. Como uma tentativa inicial, sugerem-se medidas como manter uma regularidade de hora de dormir e despertar, não ficar na cama fora da hora de dormir (para "acostumar" o corpo com a percepção de que cama é igual a dormir, facilitando a chegada do sono), evitar refeições até uma hora antes de dormir e procurar dormir em ambiente silencioso e escuro, com o mínimo de interrupções possível.

Fonte:
http://www.minhavida.com.br/saude

10 dúvidas sobre ovulação


Você sabe dizer quando começa o seu período fértil? Conhece o que é hiperovulação e o método Billings? E após deixar de tomar a pílula, em quanto tempo estará pronta para engravidar? Pessoas com a síndrome dos ovários policísticos ovulam? Se você não sabe a maioria dessas respostas, é uma boa hora de se inteirar mais sobre o universo feminino e da reprodução. Você vai precisar dessa informações se estiver se planejando para uma gravidez e até mesmo para evitá-la!

A ovulação é um processo natural, pertencente ao ciclo menstrual de qualquer mulher. “É nele que o folículo ovariano é rompido, liberando o óvulo (célula reprodutiva feminina) para que encontre o espermatozóide (célula reprodutiva masculina) e ocorra a fecundação”, explica o diretor médico do Centro de Medicina Reprodutiva Huntington, Márcio Coslovsky. Este processo é controlado pela ação de dois hormônios: o FSH (Hormônio Folículo Estimulante) e LH (hormônio luteinizante), secretados pela glândula hipófise.


Quando o óvulo é “liberado”, ele viaja pelas trompas em direção ao útero. Se for fecundado, ele se implanta no útero, num período que varia de seis a 12 dias de sua liberação, dando início à gravidez. Caso contrário, o óvulo se degrada em 24 horas e, ao fim de alguns dias, ocorre a menstruação. Algumas mulheres também relatam maior sensibilidade aos odores e desejo sexual nodias que antecedem a ovulação.
Pesquisas recentes da Universidade Estadual de Nova York apontam, ainda, que durante a ovulação a mulher fica com a voz mais sexy. É, o universo feminino é mesmo cheio de mitos, por isso, Bolsa de Mulher foi atrás das dez dúvidas mais freqüentes sobre ovulação e trouxe as respostas e dicas dos especialistas para você!

Quando começo a ovular? Existem sintomas físicos que demonstrem que estou ovulando?

O ciclo menstrual de uma mulher começa no primeiro dia em que ela menstrua e vai até o último dia antes da próxima menstruação. “Em mulheres com ciclos regulares de 28 dias, a ovulação ocorre entre o 11º e 15º dia antes de cada menstruação”, afirma Márcio. A conta é simples! Se o seu ciclo for de 35 dias, você irá ovular no 21º dia do ciclo (35 menos 14). Se for de 21 dias, será no 7º dia do ciclo (21 menos 14) e assim por diante. Além de recorrer à calculadora, você poderá ficar atenta a algumas transformações no seu corpo durante esse período. “É comum durante a ovulação as mulheres se queixarem de uma dor abdominal, semelhante à cólica, provocada pela distensão do folículo na hora de eliminar o óvulo. Nessa fase, ela também produz e elimina um muco vaginal transparente, com aspecto de clara de ovo. E após o período ovulatório se nota um aumento de temperatura de 0,5º em virtude da produção de progesterona pelo folículo”, explica Márcio. Algumas mulheres também relatam maior sensibilidade aos odores e desejo sexual nos dias que antecedem a ovulação. Pesquisas recentes da Universidade Estadual de Nova York apontam, ainda, que durante a ovulação a mulher fica com a voz mais sexy. Mas não confie muito nessas transformações. Os especialistas alertam que nem sempre elas são sentidas por todas as mulheres.

Minha menstruação é irregular. Existem testes e métodos mais precisos para determinar a ovulação?

Hoje em dia já existem métodos mais fiéis para saber o dia exato da ovulação do que observar a temperatura e o aspecto do muco vaginal. Dentre eles está a ecografia, equipamentos que medem o aumento do hormônio LH na urina e a progesterona no sangue. “Mas a técnica mais precisa atualmente é a ultrassonografia transvaginal. Através dela é possível ver o folículo crescendo e se rompendo”, esclarece Márcio. Existem ainda os testes de farmácia. “Eles funcionam como os de gravidez, mas os tracinhos indicam o pico de produção do LH que antecede a ovulação”. Quando o teste der positivo e o casal estiver querendo engravidar, ele deve ter relações nesse mesmo dia ou no dia seguinte, já que a ovulação, nesse teste, é prevista com uma antecipação máxima de dois dias. Mas a ginecologista Nilka Donadio adverte: “Eles não são totalmente precisos”!

Quantos dias após a ovulação é meu período fértil? Por que nessa fase a probabilidade de gravidez é maior?

Segundo o Dr. Márcio, o período fértil começa um dia antes da ovulação e dura até quatro dias depois. “Se durante o período fértil a mulher tiver relação sexual com um homem, a probabilidade de gravidez é de 15 a 18% ao mês. Se o casal mantiver relações sem proteção, as chances aumentam para 90% ao ano”, afirma o especialista.

Se eu ficar sem sexo durante os dias que estou ovulando, eu não engravido?

A idéia de se abster de relações sexuais nos dias férteis é muito usada no método tabelinha, no entanto as chances de erro são grandes. “Só é eficaz se houver certeza dos dias férteis. Como é difícil precisá-los, esse é um método falho”, explica Márcio. E Nilka explica os motivos. “O ciclo da mulher pode apresentar alterações em função de medicamentos, ansiedade, viagens e, por isso, o período fértil pode se alterar”. O melhor então é se abster de relações durante toda a ovulação, certo? Errado. “Os espermatozóides ficam viáveis por uma média de dois dias no trato genital da mulher. Ou seja, se a mulher tiver relação sexual hoje, mas só ovular depois de amanhã, mesmo assim existe risco de gravidez, e se ela ovular hoje e só tiver relação daqui a dois ou três dias também pode engravidar”.

O que é método de ovulação Billings? Ele é eficaz?

O método Billings é uma forma natural de planejamento familiar, muito incentivada pela Igreja Católica, na qual a mulher previne a gravidez através da observação de seu muco vaginal. Quando ele começa a ficar aquoso e semelhante à clara de ovo, a mulher está em seu período fértil. Por isso, recomenda-se que ela não tenha relações sexuais quatro dias antes e quatro dias depois desse dia. No entanto, as possibilidades de falha são grandes. E não há proteção contra doenças sexualmente transmissíveis.
Após parar de tomar a pílula, quanto tempo levo para engravidar?
De acordo com os especialistas, não há relação direta entre o fim da pílula e a gravidez. "Existem mulheres que engravidam na primeira tentativa pós-pílula e, nesses casos, a chance de gravidez de gêmeos é maior", revela Márcio. No entanto, segundo Nilka, as mulheres que usam anticoncepcional injetável trimestral podem demorar até seis meses para voltarem a menstruar e ovular. E ela esclarece: "É normal um casal sem nenhum problema para engravidar demorar até 18 meses para que isso aconteça".
A Síndrome dos Ovários Policísticos é uma disfunção que atinge cerca de 10% das mulheres em idade fértil e é caracterizada pela produção de cistos nos ovários que levam à ovulação irregular.

Quando eu tomo pílula eu não ovulo? Isso traz conseqüências para mim?

Grande parte dos anticoncepcionais à base de hormônios inibem a ovulação. É o caso das pílulas anticoncepcionais, adesivos e injeção que reproduzem os níveis hormonais do ciclo menstrual. Porém, não há nenhum malefício no uso prolongado dos mesmos. "Ficar sem ovular por causa da pílula não traz nenhum problema. Trata-se de um método transitório. Quando a mulher deixa de tomar a pílula, ela volta a ovular. Só havia conseqüências no passado, quando a pílula possuía altíssima dosagem hormonal e se recomendava que as mulheres dessem um intervalo em seu uso. Hoje, esses intervalos não são mais necessários", argumenta Márcio.

Existe hiperovulação? Quais as implicações?


"Ainda que não seja comum, a hiperovulação pode ocorrer nos extremos da vida reprodutiva, isto é, no início da adolescência e depois dos 40 anos, em virtude uma produção excessiva de hormônio FSH", explica Márcio. A única implicação é que o fenômeno aumenta a incidência de gravidez de gêmeos. No entanto, alguns medicamentos desencadeiam a hiperovulação e, nesses casos, ela pode ser perigosa. "Alguns remédios para engravidar podem provocar o desenvolvimento de vários óvulos no ovário causando problemas graves. Por exemplo, a síndrome de hiperestímulo ovariano, que provoca ascite, trombose entre outros", afirma Nilka. Mas isso só ocorre se as medicações forem tomadas em doses excessivas e sem controle de ultra-som.

Tenho ovário policístico. Não tenho ovulação? Como faço para engravidar?

A Síndrome dos Ovários Policísticos é uma disfunção que atinge cerca de 10% das mulheres em idade fértil e é caracterizada pela produção de cistos nos ovários que levam à ovulação irregular. Nestes casos, geralmente o intervalo de uma menstruação e outra pode variar de 45 dias a três meses, ou ocorrer a ausência da mesma, dificultando a gravidez. São sintomas da disfunção: aumento de pêlos no rosto, seios e abdômen, e sobrepeso. "Nesses casos, o melhor a fazer para emagrecer é praticar atividade aeróbica. Se ainda sim a mulher não voltar a menstruar, será preciso a administração de remédios", explica Márcio. Mas, antes de se desesperar com o prognóstico, Nilka alerta: "Algumas mulheres tem ovários policísticos ao ultra-som, mas não têm a síndrome. Elas ovulam normalmente".
Vale lembrar que os exercícios em excesso prejudicam a ovulação. "A gordura seca tanto que não permite que o ovário tenha o substrato necessário para produzir o estrogênio. Assim, a mulher deixa de ovular/menstruar e perde também os formatos feminino - seios, bumbum, curvas", adverte Márcio. Entretanto, o processo é transitório e a mulher volta a ovular quando diminui a intensidade dos exercícios.

Existem métodos de indução da ovulação?

Nem tudo está perdido quando a mulher não ovula e deseja engravidar. Além de comprimidos de citrato de clomifeno, bem comuns, já existem alternativas mais modernas para realizar o sonho de muitos casais em serem pais. "As gonadotrofinas, em comprimidos ou injeção, estimulam a ovulação, mas sua administração deve ser acompanhada pelo ultra-som para evitar casos como gravidez de sêxtuplos", diz Márcio. Ele garante que se a dificuldade em engravidar for apenas devido à falta de ovulação, em alguns ciclos o problema estará resolvido.

Fonte:
http://www.bolsademulher.com

Mitos e verdades sobre a pílula anticoncepcional

pílula anticoncepcional
A pílula anticoncepcional oral é um dos mais eficazes métodos de contracepção, as modernas pílulas com conteúdo hormonal reduzido, provocam baixos índices de alterações metabólicas, pressão arterial e peso corpóreo, de forma que os potenciais efeitos colaterais podem ser excluídos, até onde forem possíveis. O indicado é que todas as mulheres consultem um ginecologista antes de iniciar a pílula, pois nem todas as mulheres podem fazer uso da pílula, por isso separamos alguns mitos e verdades sobre a pílula anticoncepcional.
Pílula anticoncepcional engorda?
Essa é uma das maiores dúvidas das mulheres, mas a verdade é que a pílula não engorda, o anticoncepcional é feito a base de hormônio, que pode reter líquidos na paciente, algumas podem reter mais e outras menos, o que pode ocorrer é o fato da paciente se sentir mais inchada, mas não há aumento de gordura ou um maior apetite.
A mulher que toma pílula corre o risco de engravidar?
O único método que é 100% seguro é não praticar o ato sexual. O anticoncepcional previne a gravidez e chega a 99,8% de chance da mulher não engravidar, se tomar de forma correta, porém, ainda há relatos de gravidez mesmo com a ingestão de anticoncepcional.
O anticoncepcional é indicado para todas as mulheres?
Mito! Existem casos de contraindicação, por exemplo, a mulher que possui patologias hepáticas e riscos de desenvolver trombos. Por isso, embora exista um uso indiscriminado da pílula, ela deve ser receitada por um médico, que irá avaliar o caso da paciente. A pílula não é indicada para todas as mulheres.

Pílula anticoncepcional pode causar câncer?

Verdade! Já existem alguns relatos que fazem a associação do uso de pílulas com o aumento de alguns tipos de câncer. Mulheres que possuem na família, casos de câncer de mama em parentes de 1º grau, como mãe e se repetindo em irmãs, essa paciente precisa falar com o seu médico, para usar um outro método anticoncepcional que não seja de hormônio.
O câncer de mama pode ser precipitado pelo uso prolongado do uso do anticoncepcional, porém, o câncer de ovário e de útero, são menos freqüentes em mulheres que usam anticoncepcional. É preciso uma avaliação do seu médico.
Quem toma anticoncepcional por muito tempo pode ter dificuldade para engravidar?
Mito! O uso do anticoncepcional não interfere na fertilidade da mulher. Por isso que quando se esquece da pílula, esse esquecimento já eleva o risco de gravidez, pois o organismo voltar a ovular, por isso, se 1 ou 2 dias de esquecimento já pode fazer com o risco de uma gravidez aumente, parando, a mulher volta a ovular normalmente.
Pílula anticoncepcional pode afetar o desejo da mulher?
Verdade! Todo anticoncepcional atua no ovário inibindo a ovulação. Nesse período da ovulação há um derramamento de hormônios na corrente sanguínea da mulher, que favorecem o aumento da libido, porém, com a ingestão da pílula anticoncepcional, essa ovulação se cessa e a mulher não tem mais essa oscilação hormonal, sendo que é usado no anticoncepcional, é um tipo de hormônio que não possui nenhuma ação sobre a libido. Por isso, para mulheres que usam anticoncepcional é natural que exista uma diminuição da libido.

Fonte:
http://mundoconectado.net/bem-estar

É possível perder peso dormindo?

Resultado de imagem para pessoa dormindo


Quando falamos em dificuldade para diminuir o peso, o sono é um fator que deve ser analisado com atenção. Uma noite bem dormida e sadia favorece a normalização de níveis hormonais ligados à sensação de saciedade. Além disso, contribui para a liberação do hormônio GH, que só é ativado quando atingimos um nível de sono profundo. Em crianças, este hormônio está ligado ao crescimento em estatura e, para os adultos, é um excelente poupador de músculo e estimulante da utilização da gordura como fonte de energia. 
Para a manutenção do peso ou emagrecimento, o ideal é dormir pelo menos seis horas por noite, mas isso pode variar, já que algumas pessoas necessitam das oito horas. Vale ressaltar que devemos ter um sono de qualidade e não um sono em que acordamos frequentemente e interrompemos o descanso. 
O débito de sono diminui a formação de melatonina, provocando baixos níveis de leptina, hormônio responsável pela saciedade, e altos níveis de grelina, hormônio responsável pela fome. A pessoa que dorme mal, portanto, tem alteração de seus níveis hormonais, aumentando a fome e diminuindo a procura por alimentos saudáveis e pouco calóricos. A pessoa passa a ter mais dificuldade de sentir-se saciada, gerando um ciclo vicioso que pode desencadear a famosa e preocupante compulsão alimentar. 

Dicas de alimentos aliados da boa noite de sono:

"A pessoa que dorme mal tem alteração de seus níveis hormonais, aumentando a fome e diminuindo a procura por alimentos saudáveis e pouco calóricos."
Os alimentos que induzem o sono são os que levam ao aumento da serotonina e da dopamina, que são hormônios que produzem a sensação de relaxamento, que por sua vez auxilia a formação de melatonina. 
Sugestões:
- Fontes de triptofano: ovo, grão de bico, banana, semente de gergelim, semente de girassol, quinua, amaranto, cacau, leite; 

- Alimentos ricos em melatonina (fito melatonina): cereja, aveia, arroz integral. 
Além desses, ainda contamos com alguns princípios presentes em certos alimentos como: 

L-theanine: aminoácido presente no chá verde e preto. Ele contém propriedades que reduzem o estresse físico e mental por induzir a atividade das ondas alfa no cérebro. Além disso, aumenta a síntese de dopamina e serotonina. Basta uma xícara de chá, mas tenha cuidado com o horário de ingestão - ele contém cafeína, que faz o efeito contrário por ser estimulante, e deve ser tomado até às 15 horas.
Passiflora incarnata: folhas do maracujá. Elas ajudam a ativar os receptores de gaba, que é um neurotransmissor da serotonina. Esse mesmo mecanismo parece ocorrer com a valeriana e o mulungu - ervas usadas como indutores do sono. 
É importante lembrar também dos alimentos que atrapalham o sono: alimentos ricos em cafeína (como café e refrigerantes do tipo cola), bebidas alcoólicas e alimentos ricos em gordura 
Seguindo estas regras, a noite de sono será muito mais relaxante e a perda de peso será beneficiada de olhos fechados, literalmente! 

Fonte:
http://www.minhavida.com.br/alimentacao

Escolha entre sete tratamentos para vasinhos e varizes

 Pequenos filamentos arroxeados ou vasos grossos e sinuosos claramente visíveis na pele: assim são os vasinhos e varizes. A diferença entre eles, segundo o angiologista Celso Bregalda Neves, secretário-geral da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular, é que os vasinhos (tecnicamente chamados de telangiectasia) ficam nas camadas da pele e têm no máximo um milímetro de diâmetro, já as varizes têm diâmetro superior a um milímetro e estão localizadas embaixo da pele. É comum que as varizes passem a ter um trajeto sinuoso, formando curvas principalmente nas pernas. 

O principal fator para o aparecimento de vasinhos e varizes é a hereditariedade. "A deficiência de proteínas, como a elastina e o colágeno, é passada de pai para filho", explica Celso Bregalda. "Sem essas substâncias na quantidade ideal, a parede do vaso torna-se mais frágil e suscetível ao alargamento". Além disso, existem fatores desencadeantes hormonais - como a gestação, o uso de pílula anticoncepcional e a reposição hormonal - e causas mecânicas - como sedentarismo e obesidade. 

O angiologista conta que na maioria das vezes as varizes e os vasinhos são tratados puramente por estética. No entanto, há casos em que alteração pode significar um problema mais sério de circulação e resultar na formação de feridas que não cicatrizam e no aparecimento de inchaço e dor. Além disso, há uma forte relação dessas alterações com trombos. "Um paciente que teve trombose profunda terá um bloqueio à passagem do sangue de volta para o coração, tornando necessário o retorno de sangue por outros vasos e causando a sobrecarga", explica o angiologista. "Por outro lado, quando uma variz causa lentidão da passagem do sangue, há maior facilidade para formação de coágulos". 

Uma vez que uma veia é tratada, dificilmente ela voltará a aparecer. O que pode acontecer é a formação de novos vasos para dar conta do retorno do sangue ao coração. Por isso, a mudança de hábitos é fundamental para que o sangue transite de maneira adequada e não dilate outras veias. Entre as mudanças positivas estão: uso de meia elástica compressiva indicada pelo médico, perda de peso, prática de exercício físico e ingestão adequada de água. Agora que você já sabe tudo sobre vasinhos e varizes, veja quais são os possíveis tratamentos e acabe de uma vez por todas com eles.


 Escleroterapia - foto: Getty Images


Escleroterapia com espuma

A espuma é o polidocanol - em concentrações de 1 a 3% - misturado ao ar. Dessa mistura resulta a substância que é injetada em vasos de até quatro milímetros de diâmetro. "Ainda não existem estudos suficientes que comprovem a eficácia e a segurança do uso do polidocanol em veias maiores", explica o cirurgião vascular Renato Minoru Ishii, do hospital Santa Cruz, de São Paulo. 

O polidocanol é um medicamento antigo, no entanto, sua ação era prejudicada na forma líquida devido à rápida absorção pelo vaso sanguíneo. Por ser mais densa, a espuma age por mais tempo na veia. Ela causa um processo inflamatório na parede interior do vaso que leva a um fechamento da via, impedindo a circulação de sangue. Sem sangue, o vaso perde a coloração e passa a ser invisível a olho nu. É necessária apenas uma aplicação para se ter esse efeito. 

"O risco do procedimento é muito baixo, mas existem alguns casos relatados de trombose", explica o cirurgião. Ele pode ser realizado no consultório médico, sem necessidade de anestesia, e pode ser um pouco dolorido em função da picada da agulha. Ele dura cerca de 30 minutos. O número de sessões varia de acordo com a quantidade de vasinhos. É recomendado um intervalo mínimo de cinco dias entre elas.
Escleroterapia - foto: Getty Images

Escleroterapia com glicose

"A principal vantagem da glicose é o fato de ser uma substância muito bem tolerada pelo organismo: não gera efeitos colaterais, alergias, coceira ou irritação", explica o angiologista Celso. Ela age de forma semelhante à espuma: em concentrações altas (75%), causa reação inflamatória no vaso, que encosta e funde suas paredes internas, impedindo a passagem do sangue. 

A glicose também pode ser administrada em concentração de 50% e misturada com outras substâncias, como Polidocanol, Etamolin, Glicerina cromada, Sotradecol e Variglobin, com os mesmos efeitos. A escolha entre as duas apresentações depende do médico e de sua experiência com eles. 

Esse tratamento pode ser realizado no consultório. A picada e a introdução da glicose geram um pouco de dor, mas é suportável, podendo ser usado anestésico tópico. O método deve ser evitado por portadores de diabetes, uma vez que o método pode causar picos de glicemia. A principal indicação é para vasinhos com menos de dois milímetros. O número de sessões também varia de acordo com a quantidade de vasinhos e devem ser realizadas com intervalo médio de 15 dias, sendo o mínimo de 5 dias.
Escleroterapia - foto: Getty Images

Escleroterapia a laser

O laser aplicado sobre a pele age da mesma maneira que a glicose e a espuma, mas através de energia luminosa. "O feixe de laser aquece o vaso distendido e gera uma inflamação que une suas paredes e uma vez fechado, esse vaso pode até ser reabsorvido pelo próprio organismo", explica o angiologista Celso. "O método está indicado para veias de pequeno calibre, pois o uso em vasos maiores exigiria uma energia muito alta, que poderia manchar a pele".

Ao contrário do que se pensa, a aplicação de laser também dói, assim como a injeção. Pode doer até mais, pois são necessários vários disparos de luz, enquanto as injeções pedem apenas uma picada. O valor da escleroterapia com laser também costuma ser maior que a escleroterapia química (com glicose ou espuma), por isso a luz é menos utilizada. 

O número de sessões é variável de acordo com o número de vasinhos. "Há pacientes cujo caso é resolvido com uma única aplicação, outros precisam de mais sessões, não há um limite máximo", explica Celso Bregalda. O intervalo entre as sessões deve ser de pelo menos cinco dias.
Variz - foto: Getty Images

Cirurgia com endolaser

Por ser mais complexa, a cirurgia com endolaser deve ser realizada em centro cirúrgico hospitalar. A duração média do procedimento é de duas horas e o paciente pode deixar o hospital no mesmo dia. Os principais riscos dessa cirurgia são a queimadura de tecidos e nervos próximos ao vaso, para evita-los é usada a técnica de tumefação, em que é injetado soro fisiológico para separar a veia dos tecidos circundantes. 

A cirurgia é realizada com a introdução de uma sonda na veia a ser ressecada. Está sonda disparará a energia luminosa, cauterizando o vaso. 

Segundo o cirurgião vascular Renato Minoru, em alguns casos o vaso pode voltar a se abrir, caso a veia não seja totalmente ressecada. O método é indicado para varizes calibrosas, como a da veia safena. É feita apenas uma aplicação. 

Em geral, é possível voltar ao trabalho de dois a três dias após o procedimento, mas caso o vaso seja mais calibroso, a indicação de tempo de repouso pode chegar a 15 dias.
Cirurgia - foto: Getty Images

Cirurgia tradicional

Nesse procedimento é realizada a retirada do vaso. "O cirurgião realiza duas microincisões - uma no tornozelo e uma na virilha - e insere um fleboestrator, um cabo que passa por dentro da veia, e a retira", explica o cirurgião vascular Renato. 

A cirurgia é realizada no hospital, em centro cirúrgico e dura, em média, duas horas. São necessários 15 dias de repouso e evitar exercícios físicos por pelo menos um mês. Também é indicado evitar o sol e usar por três meses meias elásticas de compressão recomendadas pelo médico. Os riscos relacionados à cirurgia são, principalmente, a trombose venosa profunda e embolia pulmonar.
Escleroterapia - foto: Getty Images

Radiofrequência

A radiofrequência também é um método cirúrgico indicado para vasos mais calibrosos. "É inserida uma fibra ótica dentro do vaso, sua extremidade emite energia que queima o vaso por dentro", explica o angiologista Celso. "O uso da radiofrequência está crescendo, no entanto, por ser relativamente recente, ainda não é a primeira recomendação médica". Essa técnica também exige a tumefação (separação do vaso das estruturas circundantes através de injeções de soro fisiológico). Só é necessário se submeter ao tratamento uma vez para resolver o problema. Como não retira a veia, a escleroterapia com radiofrequência dura menos tempo - em média uma hora - e pede tempo menor de repouso - cerca de dois dias. Além disso, as chances de transtornos da circulação são menores, uma vez que a manipulação também é menor.
Cremes - foto: Getty Images

Cremes, loções e pomadas

O angiologista Celso Bregalda explica que cremes, loções e pomadas ajudam a tratar apenas os sintomas: o inchaço e a dor. "Nenhum vasinho ou variz desaparecerá com o uso desses produtos", explica. A recomendação do especialista nesse caso é usar meias elásticas de compressão, que otimiza a circulação e evita o aparecimento e a piora da dilatação dos vasos. Segundo o especialista, o nível de compressão e a medida da meia dependem de cada caso e a meia deve ser indicada pelo médico, que realizará as medidas do paciente e a análise do problema. "Pacientes mais jovens que não têm varizes em geral precisam da meia com baixa compressão, quem já tem varizes deve usar a de média compressão e quem tem inchaço crônico a de alta compressão", explica Celso.

Fonte:
http://www.minhavida.com.br/beleza

Apenas os exercícios abdominais são suficientes para secar a barriga?

Descubra se apenas os exercícios abdominais são suficientes para secar a barriga

Não. Segundo Carlos Eduardo de Moraes, professor de educação física da rede Just Fit de Academias, se você quer perder a barriguinha não pode se dedicar somente às séries de abdominais.
“Invista nos movimentos alternativos e intensos para fortalecer a região abdominal, além de queimar os excessos e combinar às atividades aeróbicas realizadas na esteirabicicleta etransport, formando um combo infalível para exterminar as gordurinhas, ao serem potencializadas com frequências altas e baixas”, recomenda.
Moraes explica: “Quando o exercício está em nível considerado leve, o organismo usa o glicogênio como combustível, uma substância que fica armazenada nos músculos, ou seja, quando a frequência está mais elevada, o estoque de glicogênio se reduz, assim, o corpo necessita recorrer à outra fonte de energia para queimar e perder gordura”.
Na hora de eliminar a gordura abdominal localizada, a musculação pode ser uma grande aliada. “Os exercícios localizados desenvolvem o papel da queima de gordura abdominal total, dessa forma, apenas os focados na região que relaxam e contraem os músculos do abdômen, não surtem efeitos sozinhos”, conclui.

Fonte:
http://dietaja.uol.com.br