terça-feira, 14 de julho de 2015

MEMÓRIA


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Há duas maneiras pelas quais o cérebro adquire e armazena informações: a memória de procedimento e a memória declarativa. Essas duas formas divergem tanto no que diz respeito aos mecanismos cerebrais envolvidos, como nas estruturas anatômicas.
A memória de procedimento (também chamada implícita) armazena dados relacionados à aquisição de habilidades mediante a repetição de uma atividade que segue sempre o mesmo padrão. Nela se incluem todas as habilidades motoras, sensitivas e intelectuais, bem como toda forma de condicionamento. A capacidade assim adquirida não depende da consciência. Somos capazes de executar tarefas, por vezes complexas, com nosso pensamento voltado para algo completamente diferente.
Por outro lado, a memória declarativa (também chamada explícita) armazena e evoca informação de fatos e de dados levados ao nosso conhecimento através dos sentidos e de processos internos do cérebro, como associação de dados, dedução e criação de ideias. Esse tipo de memória é levado ao nível consciente através de proposições verbais, imagens, sons, etc. A memória declarativa inclui a memória de fatos vivenciados pela pessoa (memória episódica) e de informações adquiridas pela transmissão do saber de forma escrita, visual e sonora (memória semântica).
Analisando a memória quanto ao tempo de armazenamento das informações, pode-se classificá-la em memória de trabalho, memória de curto prazo e memória de longo prazo.
A memória de trabalho, que alguns acreditam ser parte da memória de curto prazo, atua no momento em que a informação está sendo adquirida, retém essa informação por alguns segundos e, então, a destina para ser guardada por períodos mais longos, ou a descarta. Quando alguém nos diz um número de telefone para ser discado, essa informação pode ser guardada, se for um número que nos interessará no futuro, ou ser prontamente descartada após o uso. A memória de trabalho pode, ainda, armazenar dados por via inconsciente.
A memória de curto prazo trabalha com dados por algumas horas até que sejam gravados de forma definitiva. Este tipo de memória é particularmente importante nos dados de cunho declarativo. Em caso de algum tipo de agressão ao cérebro, enquanto as informações estão armazenadas neste estágio da memória, ocorrerá sua perda irreparável.
A memória de longo prazo é a que retém de forma definitiva a informação, permitindo sua recuperação ou evocação. Nela estão contidos todos os nossos dados autobiográficos e todo nosso conhecimento. Sua capacidade é praticamente ilimitada.
Não há uma estrutura ou uma determinada porção do cérebro reconhecidamente depositária de informações, embora se acredite que o lobo temporal esteja envolvido com a memória dos eventos do passado. Entretanto, são conhecidas várias estruturas cerebrais envolvidas com a aquisição e o processo de armazenamento de dados.
MECANISMOS DA MEMÓRIA
Ainda não se conhece definitivamente o mecanismo, ou os mecanismos, pelo qual o cérebro adquire, armazena e evoca as informações.
Não obstante, alguns modelos são propostos para explicar essa função do cérebro humano.
O primeiro dos modelos propostos, tem como base a atividade elétrica cerebral. Assim, a informação seria guardada em circuitos elétricos, ditos reverberantes. Evidência desse mecanismo é obtida pela existência de conexões neuronais recorrentes, ou seja, por ramificações da célula nervosa (neurônio) que voltam ao seu próprio corpo, reestimulando-a. É possível que esse mecanismo esteja presente na manutenção das informações nas memórias de trabalho e de curto prazo.
O segundo modelo baseia-se na produção de substâncias químicas que conteriam um código relacionado às informações. Esse modelo supõe que os neurônios possam sintetizar ARN (ácido ribonucleico) e que essa substância conteria um código da memória da mesma forma que o ADN (ácido desoxirribonucleico) contém a codificação genética. Embora se tenha verificado aumento da síntese de ARN em fases de aprendizado, atualmente acredita-se que essa síntese seja responsável mais pelo funcionamento celular do que pela criação de um código químico, de forma a ter-se relegado a um segundo plano essa hipótese.
Outro modelo, conhecido por modelo conexionista, pressupõe a alteração das conexões entre os neurônios. Todos os neurônios emitem ramificações que se comunicam com as de outros neurônios, tendo umas, caráter estimulante e outras, caráter inibitório para a célula a que se destinam. A transmissão do impulso nervoso é feita no ponto de encontro dessas ramificações com a célula alvo, ponto esse denominado sinapse. A hipótese é que haveria alteração da função sináptica criando novos circuitos neuronais e seriam esses circuitos que codificariam as informações. Esse modelo tornou-se bastante plausível depois que se comprovou, experimentalmente, o aumento da resposta sináptica com a aplicação de estímulos repetitivos.
Assim, acredita-se que o substrato da memória é o aumento da função sináptica (hipertrofia) ou a criação de novas sinapses. Esse modelo é bastante interessante, pois, além de esclarecer como são guardadas as informações, permite explicar, também, a atenuação das lembranças, fenômeno conhecido por todos, e que ocorreria em virtude da diminuição da função sináptica causada pelo desuso.
AMNÉSIA
A amnésia é uma entidade patológica provocada por diversas causas em que o indivíduo perde a capacidade de reter informações novas (amnésia anterógrada) ou de evocar as antigas (amnésia retrógrada).
As amnésias são sempre causadas por agressões ao cérebro e podem ter caráter transitório ou permanente, sendo algumas delas destacadas a seguir:
1) Síndrome de Korsakoff – Doença descrita como decorrência do alcoolismo crônico pode, no entanto, ter outras causas. A amnésia é o sintoma predominante nessa síndrome, sendo caracteristicamente do tipo anterógrado.
2) Amnésia traumática –  Mesmo que não percam a consciência, pessoas que sofrem um trauma de crânio de certa intensidade, muito frequentemente, esquecem-se dos fatos que ocorreram minutos antes do trauma (amnésia retrógrada) e também, dos fatos que ocorreram após o trauma (amnésia anterógrada). Existe certa relação de proporcionalidade entre a intensidade do trauma e o tempo de amnésia.
3) Amnésia global – Esse tipo de amnésia está correlacionado com grave e difuso comprometimento cerebral. De forma definitiva, instala-se a amnésia tanto anterógrada quanto retrógrada, ou seja, o indivíduo perde a capacidade de reter novas informações e de evocar seu estoque antigo de informações. Tal situação ocorre em demências, traumas muito graves e intoxicações por monóxido de carbono.
4) Amnésia global transitória – Nessa situação, a amnésia dura algumas horas, não ultrapassando um dia, e a recuperação é completa. O indivíduo tem comportamento normal, mas não retém nenhuma informação durante o episódio, ou seja, apresenta amnésia anterógrada completa e essa lacuna na memória da pessoa permanece depois da recuperação. A causa desse distúrbio não está, ainda, totalmente esclarecida, mas parece estar ligada a uma isquemia transitória que afeta as partes internas do lobo temporal. Essa patologia tem curso benigno, sendo excepcional um segundo episódio.
5) Amnésia pós-operatória – Há cerca de 50 anos, um neurocirurgião americano, para poder tratar um paciente com crises convulsivas que não respondia ao tratamento com remédios, fez uma cirurgia para retirar, de ambos os lados, certas partes do lobo temporal (hipocampo e porção medial). Esse paciente obteve controle das crises, mas ficou com amnésia anterógrada muito intensa, Por isso, até hoje, existe a dúvida de que o benefício obtido tenha compensado, se considerarmos o déficit adquirido. Quanto à lembrança de fatos e conhecimentos anteriores à cirurgia, esse paciente não sofreu alteração.
ESQUECIMENTO
Ao contrário da amnésia em que há perda de uma capacidade, o esquecimento é uma falha na retenção ou na evocação dos dados da memória.
Trata-se de fenômeno muito comum que, em maior ou menor grau, ocorre com qualquer pessoa.
No entanto, é cada vez maior o número de pessoas que se sente incomodado com o problema e que busca solução.
A principal questão, no que se refere ao esquecimento, é determinar sua causa. Alguns postulam que ocorre uma debilitação dos traços de memória com o passar dos anos. Outros, no entanto, acreditam que novos conhecimentos podem interferir e prejudicar a memória.
O desuso provocaria um enfraquecimento dos circuitos da memória, conforme o modelo conexionista, tornando cada vez mais difícil o acesso a essas informações. Isso pode explicar parte do problema, mas não todo ele. É fato que, com o passar da idade, as pessoas têm mais dificuldade para lembrar fatos passados, mas essa dificuldade é mais intensa em relação aos fatos recentes, enquanto fatos remotos marcantes, ainda que não utilizados com frequência, podem ser lembrados facilmente, inclusive em detalhes.
Considerando-se o processo de interferência, sabe-se que um novo aprendizado pode interferir com um antigo que lhe guarde alguma semelhança ou que lhe possa ser associado. Assim, a cada nova informação haveria modificação naquelas já sedimentadas. O acúmulo de informações, ao longo do tempo, faria com que pessoas de mais idade tivessem maior dificuldade em relação à evocação da memória.
Nenhuma dessas causas explica totalmente a ocorrência do esquecimento, mas não podem ser descartadas como componentes do problema.Há, no entanto, outro aspecto importante a ser considerado.
Não é possível evocar uma informação, se ela não foi devidamente arquivada. Para que o ser humano possa reter na memória  determinada informação, é necessário que sua atenção esteja voltada para isso. Sem atenção, não há qualquer possibilidade de guardar-se um fato e, sem guardá-lo, não há como recuperá-lo depois.
O combate ao esquecimento deve levar em conta a atenção e o poder de concentração, bem como os fatores que o facilitam ou o dificultam. Também se deve atentar para os fenômenos do desuso e da interferência de novos aprendizados.
FATORES INTERFERENTES
O cérebro humano está sujeito a estímulos externos através dos sentidos, a estímulos internos advindos do organismo e a estímulos de ordem emocional. Há quem acredite que o ser humano só consegue pensar, porque há interação desses estímulos.Com a atenção e o poder de concentração não é diferente. Assim, há fatores externos e internos que facilitam ou dificultam a atenção.
O interesse pessoal sobre determinado assunto faz com que certas pessoas possam quase que decorar informações com uma única e simples leitura. É de conhecimento geral que quanto maior o interesse, mais facilmente se aprende.
A vivência de fatos com alta carga emocional faz com que os mesmos permaneçam para sempre na memória. São os chamados fatos marcantes na vida de uma pessoa que, mesmo ocorrendo uma única vez, não são jamais esquecidos.
Por outro lado, as preocupações com os problemas diários, a ansiedade e, em muitos casos, a depressão, são fatores que turvam a atenção e, como consequência, impedem a retenção de informações novas, gerando a impressão de que a “memória está falhando”.
Esses fatores, em geral, não afetam diretamente a memória, mas, sim, a atenção e a concentração. No entanto, quando muito intensos, podem provocar alterações temporárias da memória. É o caso dos conhecidos “brancos” que ocorrem em situações de ansiedade intensa.
Há, ainda, um outro fator ao qual se começa a dar atenção. Trata-se da relação e possível interferência entre as memórias explícitas e implícitas.
Toda atividade humana, inclusive as puramente intelectuais, tendem a ser automatizadas. Muitas de nossas atividades são repetidas diariamente e, ao longo do tempo, vão deixando de ser conscientes, passando a ser executadas sem que dediquemos a elas a menor atenção. Com o avançar da idade, a maioria das pessoas começa a executar só atividades e tarefas que já realizou um sem-número de vezes. Isso, evidentemente, dificulta manter a atenção e, consequentemente, a retenção na memória dos fatos ocorridos e das informações veiculadas nesse período.
Esse fenômeno é mais comum do que se imagina, e tem como exemplo a leitura automática, em que o leitor ao cabo de uma página não consegue se lembrar de uma linha sequer.
A maioria das pessoas com problema de esquecimento, na realidade, nada tem de errado com sua memória, mas, sim, com os mecanismos que levam a informação até a memória.
A MEMORIA HUMANA E A ESCRITA
O ser humano desenvolveu a capacidade de transmitir conhecimento a seus semelhantes. Talvez tenha sido essa capacidade que permitiu sua sobrevivência como espécie e, certamente, foi ela que lhe deu a supremacia na escala evolutiva.
Nos primórdios da civilização, bastou que esse conhecimento fosse transmitido por uma linguagem que misturava sons e gestos. Como isso era transmitido de geração em geração e como quem conta um conto aumenta um ponto, criaram-se histórias fantásticas. Surgiram as lendas das quais até hoje temos notícia.
Durante a era do gelo, a humanidade sobreviveu graças à caça de grandes animais, mas essa fase terminou. O ambiente mudou radicalmente e o ser humano foi obrigado a encontrar outras fontes de alimentação. Daí, surgiu a agricultura e, com ela, a sedentarização, a organização social em cidades e o acúmulo de riquezas.
A humanidade percebeu que não havia mais como confiar somente na memória e, por volta do ano 3.100 a.C., surgiu a escrita. No princípio, era um simples rol de riquezas estocadas em armazéns, mas logo o homem começou a usá-la com finalidade religiosa, cultural e comercial.
Com o grande salto cultural dado pelos gregos no período clássico, a escrita tornou-se o principal instrumento na transmissão do saber e, paralelamente, um instrumento de poder político.
No entanto, a escrita não foi aceita por todos. Platão, através de Sócrates em seu diálogo com Fedro, nos traz ao conhecimento uma lenda egípcia. Thot, deus a quem era consagrada a ave íbis, inventou os números e o cálculo, a geometria e a astronomia, o jogo de damas, os dados e a escrita. Durante o reinado de Tamuz, o deus ofereceu-lhe suas invenções, dizendo-lhe para ensiná-las a todos os egípcios. Mas Tamuz quis saber de suas utilidades e, enquanto o deus explicava, o faraó censurava ou elogiava, conforme essas artes lhe parecessem boas ou más.
Quando chegaram à escrita, Thot disse que aquela arte tornaria os egípcios mais sábios e lhes fortaleceria a memória. No entanto, Tamuz respondeu-lhe que a escrita tornaria os homens esquecidos, pois deixariam de cultivar a memória. Ao confiar apenas nos livros, só se lembrariam de um assunto exteriormente e por meio de sinais, e não em si mesmos. Os homens tornar-se-iam sábios imaginários.
Nesse mesmo diálogo, Sócrates considera a escrita como algo que limita o pensamento, que engessa as ideias. Um discurso escrito, dizia ele, será sempre o mesmo, repetido inúmeras vezes sem que se lhe possa agregar novas ideias.
Ironicamente, se hoje sabemos muito da filosofia de Sócrates, é porque Platão a escreveu.
Analisando a questão frente a nossos conhecimentos sobre a memória humana, podemos, no entanto, afirmar que escrever é uma forma salutar de ampliar nosso banco de dados. Salutar, porque é preciso esquecer para poder lembrar. Explicando: nossa memória não pode guardar absolutamente todas as informações que lhe chegam, sob risco de bloqueio. É armazenando somente o que interessa e associando convenientemente os dados estocados que a memória pode ser evocada.
De qualquer forma, a escrita está aí, imutável ao longo do tempo (a não ser, claro, em algumas dessas péssimas traduções com que por vezes nos deparamos), pronta para ser consultada quando precisamos e, sobretudo, liberando o cérebro humano para a associação dos conhecimentos armazenados e a criação de novas ideias.
A título de ilustração, sabe-se que, com treinamento intenso e adequado, uma pessoa pode reter uma sequência de 50, 100 algarismos. No entanto, com papel e lápis, qualquer um terá a mesma sequência guardada, com um mínimo de esforço.
Finalizando, não podemos nos esquecer do que dizia Confúcio… Bem, ele dizia… O que mesmo ele dizia?… Acho que me esqueci, teria sido melhor escrever.

Fonte:
http://drauziovarella.com.br/corpo-humano/memoria/

PULMÃO


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O pulmão é um órgão de forma piramidal, semelhante a uma bexiga, de consistência esponjosa, cor-de-rosa, localizado na caixa torácica e que faz parte do sistema respiratório. O corpo humano possui dois pulmões, divididos em segmentos chamados de lobos; o pulmão esquerdo tem dois lobos e o direito, três. O direito é mais espesso e mais largo que o esquerdo e também um pouco mais curto.
Os pulmões são recobertos por uma membrana protetora chamada pleura e compostos de brônquios que se dividem em bronquíolo e alvéolos pulmonares. Os bronquíolos são responsáveis pelo transporte de ar da traqueia para o alvéolos. Os alvéolos formam o tecido pulmonar e são pequenas bolsas compostas por uma membrana muito fina cercada de vasos sanguíneos. O diafragma, músculo envolvido na respiração, separa os pulmões da cavidade abdominal.
A principal função dos pulmões é oxigenar o sangue e eliminar o dióxido de carbono, permitindo que o ar que respiramos entre em contato com o sangue que circula no corpo. Esse contato possibilita uma troca gasosa essencial para a vida e consiste, basicamente, na absorção do oxigênio pelo sangue a fim de, ligado à hemoglobina, ser transportado para todas as células do organismo, e na eliminação do gás carbônico, que as células produziram para gerar energia.
Para realizar essa troca, o pulmão é composto de uma membrana muito fina, a membrana alveolar, que separa aproximadamente 1 litro de sangue de 5 litros de ar. Se essa membrana fosse estendida como um tapete, atingiria o tamanho de uma quadra de tênis.
O cigarro e a poluição são os maiores responsáveis pelo aparecimento de doenças respiratórias que podem danificar os pulmões.

Fonte:
http://drauziovarella.com.br/corpo-humano/pulmao/

BEXIGA URINÁRIA


bexigal

A bexiga se localiza na parte inferior do abdômen (sínfise púbica) – nos homens, situa-se logo à frente do reto; nas mulheres, à frente da vagina e abaixo do útero. É um órgão muscular elástico e oco que faz parte do sistema urinário, aparelho responsável por produzir, armazenar e eliminar a urina.
A urina é produzida nos rins e levada até a bexiga pelos ureteres, espécies de tubos que ligam os rins a esse órgão, onde fica armazenada temporariamente, até ser conduzida para fora pela uretra (ducto ligado à bexiga). A bexiga de um adulto é capaz de armazenar cerca de 700ml a 800ml.
É dividida em quatro partes: ápice (anterior), corpo, fundo (posterior) e colo.
Na saída da bexiga, encontramos o músculo esfíncter interno, que se contrai involuntariamente, e o músculo esfíncter externo, que é voluntário e permite que impeçamos a saída da urina.
A contração da musculatura da bexiga é controlada pelo sistema nervoso autônomo parassimpático.
O órgão é formado por três camadas de tecidos: a camada mucosa, que recobre seu interior  (quando a bexiga está vazia, a musocsa apresenta rugas); a camada muscular, formada por fibras de músculo liso; e a camada adventícia ou serosa, que recobre a parte mais externa do órgão.

Fonte:
http://drauziovarella.com.br/corpo-humano/bexiga-urinaria/

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Os Benefícios Da Musculação


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Muitas pessoas tendem a ignorar as suas condições corporais. Na verdade, milhares de pessoas na população em todo o mundo são obesos ou desnutridos em termos de padrão de peso e altura definida pelo departamento de saúde. Em estudos recentes realizados pelo departamento de saúde, mais a ingestão de alimentos de média americana contém gorduras volumosos. As gorduras são importantes para dar energia pessoa para trabalhar no entanto excesso de gorduras são perigosas para a saúde e pode causar possível colapso da saúde.Exercício e do edifício do corpo é uma forma de queimar gorduras. Quando os músculos estão a ser trabalhadas e uma certa quantidade de tensão em um determinado momento, reage de um modo que se forma de uma certa forma.Toda forma ou tipo de exercício corresponde ao que parte do corpo você quer desenvolver. Por exemplo, quando você quer desenvolver os músculos de seu peito, há várias rotinas que devem ser feitas. Você pode levantar halteres deitado. Existem muitos músculos que podem ser desenvolvidos no corpo humano. Há maneiras originais e rotinas que são utilizadas para desenvolver todos os músculos do corpo. exercícios simples podem construir o seu corpo. Só que ele deve ser executado corretamente para que o resultado será incrível.Existem exercícios, especialmente aqueles em relação aos organismos fêmeas que não requerem muita mais elevação, mas centrada sobre os movimentos do corpo.Estes exercícios são muito cansativo, mas são cem por cento eficazes queimadores de gordura. Há vários benefícios que se pode obter a partir de construção do corpo. O primeiro benefício que você vai ganhar com a construção do corpo é o desenvolvimento físico. O desenvolvimento do aspecto fisiológico de seres humanos podem ser considerados como uma ocorrência natural e não necessita de qualquer esforço adicional para alcançar esse desenvolvimento. No entanto, devido aos estilos de vida distorcidas e ambiente destruída, o desenvolvimento natural está estagnada ou, melhor ainda escalonados que de alguma forma precisa de um pouco de esforço sobre o lado dos seres humanos para alcançar o desenvolvimento fisiológico. Aqui estão alguns dos benefícios fisiológicos que o ser humano pode obter a partir do edifício do corpo: 1.Construção do corpo pode aumentar a força muscular de uma pessoa. A força de uma pessoa que é muito importante na vida diária como levantar objetos e transferindo-o para outros lugares. 2. Construção do corpo não só aumentar a força muscular, mas, assim como a resistência do osso e ligamentos. 3. Embora exposto a grandes tensões e deformações, musculação pode adicionar flexibilidade ao corpo. 4. Aptidão pode ser melhorado já que a disciplina deve ser sempre observado. Alimento certo e, ao mesmo tempo certas rotinas de exercícios pode ajudar a melhorar a aptidão física e saúde. 5. Construção do corpo pode diminuir os níveis de colesterol. Ao fazer rotinas ou exercícios, as gorduras volumosos são queimados. Não inclui as gorduras ruins que não são necessários ao organismo. 6. Construção do corpo pode fazer o coração mais saudável.Quando uma pessoa exerce mais esforço ou consome energia, o coração é exercido através dos batimentos cardíacos. Quando feito constantemente, os músculos são fortalecidos corações. Há ainda vários benefícios que você pode começar a partir de musculação. Holística, a construção do corpo não pode apenas construir os músculos, mas também o resto do corpo. Melhorias no corpo não deve apenas se concentrar em uma parte, mas também sobre o todo. tem muito benefício que a construção do corpo pode dar aos seres humanos é muito além do que é visto a olho nu. Um construtor de corpo nunca pode ser totalmente construído, se ele não aprendeu o básico de construção do corpo. O básico é simples: disciplina.

Fonte:
http://www.dicasdesaudeonline.com.br/beneficios-musculacao/

CUIDE DA SUA INTIMIDADE


A higiene íntima feminina está rodeada de mitos: a mulher pode fazer ducha? Tem de usar sabonete especial? A limpeza, porém, é a mais simples possível, sem grandes mistérios ou truques, conforme médicos especialistas.
A vagina tem uma proteção bactericida natural e é capaz de se manter limpa sozinha. Sua lubrificação é capaz de manter a parte interna protegida e higienizada sem interferência externa. Inclusive, o exagero de limpeza pode ser prejudicial: sabonetes, duchas internas e outros produtos podem remover essas barreiras naturais e deixar a vagina vulnerável.
A região externa, entretanto, precisa de limpeza diária para evitar doenças, odores impróprios e a proliferação de fungos e bactérias. Ginecologistas apontam uma receita simples para a área da vulva: água morna, sabonete suave (os específicos para área vaginal são os mais indicados) e os dedos. O uso de esponjas ou cotonetes pode irritar e machucar a região íntima, então deve ser evitado.
Sabonetes líquidos especiais são indicados por terem pH (nível de acidez) específico para o controle de fungos e bactérias na área vaginal. Os de barra são menos indicados por facilitarem a proliferação de germes e também por poderem ser compartilhados. Após a limpeza, é importante que a região seja bem seca com uma toalha, de maneira suave.
Menstruação e odores
É normal que a região vaginal tenha um cheiro característico. E isso não significa que ela esteja suja. Se você faz a limpeza diária indicada, não tem por que se preocupar, de acordo com especialistas. Só há razão para preocupação se o odor for muito forte ou diferente do que se está acostumada. Neste caso, é necessário visitar um médico.
Durante a menstruação, algumas mulheres têm a sensação de estarem sujas e até fazem duchas internas. Médicos, no entanto, não recomendam essa prática: além de remover a proteção natural, isso pode deixar a vagina irritada e levar bactérias externas para a região, facilitando a contaminação e o desenvolvimento de doenças.
Absorventes devem ser trocados com frequências e usados apenas no período menstrual. Dê preferência para os do tipo sem cheiro ou outras coisas especiais: esses elementos podem causar irritação. Nesse momento, é importante que a limpeza na região externa seja ampliada, mas sempre com água e sabonete próprio.

Fonte:
http://receitadevida.com.br/sua-saude-particular/saude-feminina/saude-feminina

Estudo descobre a causa da sensação de "quero mais" ao comer fast food


Por que é tão difícil comer só um pedacinho de chocolate e se conter diante de uma porção de batata frita? Um estudo realizado por três universidades norte-americanas pode ter descoberto o motivo do 'gostinho de quero mais' toda vez que comemos fast food e entender como ele causa a obesidade.
Pesquisadores da Universidade da Georgia, da Universidade de Binghamton e da Washington State University descobriram que a ingestão de alimentos com alto teor de gordura muda rapidamente os circuitos cerebrais responsáveis por nos dar a sensação de saciedade. Com isso, a chance de comer além da conta aumenta, e se torna o caminho mais curto para o sobrepeso.
Os cientistas observaram essa mudança ao introduzirem alimentos ricos em açúcar e gordura na alimentação de ratos de laboratório. Com a nova dieta, a quantidade de bactérias localizada no intestino dos bichanos aumentou, enquanto a de nutrientes diminuiu. O resultado disso foi o surgimento de inflamações que atingiram as células nervosas responsáveis por 'avisar' ao cérebro que estamos satisfeitos com o que comemos.
"O cérebro é alterado pela ingestão de alimentos não saudáveis. Isso induz a uma inflamação nas regiões do cérebro responsáveis pelo comportamento alimentar, o que pode alterar a sinalização de saciedade", explicou Krzysztof Czaja, professor de neuroanatomia da Faculdade de Medicina da Universidade da Georgia.
"Quando começamos a alimentar os ratos com uma dieta diferente, houve um efeito imediato. De repente, diferentes nutrientes estavam deixando o microambiente no intestino e algumas bactérias começaram a surgir em demasia. Algumas bactérias sensíveis começaram a morrer e a desaparecer. Essa mudança significativa no microambiente intestinal desencadeou uma cascata de situações que levam a esse aumento da população de bactérias", completa.
De acordo com Czaja, o corpo humano ainda não se adaptou à dieta industrializada, já que poucas décadas atrás comíamos mais alimentos integrais derivados de fontes naturais. No entanto, neste processo, há chance de algumas pessoas permanecerem anos comendo mal sem se sentirem doentes, ao passo que outras podem ter problemas de saúde mais facilmente.
O estudo não conseguiu concluir se a mudança na resposta à saciedade é permanente ou reversível à medida em que os ratos voltem a se alimentar corretamente. Essa experiência será realizada em uma nova etapa da pesquisa.

Fonte:
http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2015/07/10/estudo-descobre-a-causa-da-sensacao-de-quero-mais-ao-comer-fast-food.htm

Tomar muito café dá gastrite?

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Um exame importante para fazer e muitas matérias para estudar, mas o dia tem apenas 24 horas. O café passa a ser o companheiro das noites em claro e das manhãs sonolentas - para compensar a noite mal dormida. Tem sempre alguém para advertir: "Cuidado! Com tanto café, você vai acabar com uma gastrite". Será?
Segundo especialistas, a cafeína pode, sim, irritar o estômago causando dor e desconforto. E não é só ela. Pimenta, bebidas alcóolicas e até o cigarro também possuem essa característica. Essa irritação pode ser entendida como gastrite, que nada mais é do que um termo genérico para designar uma lesão superficial na mucosa do estômago. A gastrite pode ser gerada por diversos fatores.
O gastroenterologista do Hospital 9 de Julho, Matheus Azevedo, explica que o desenvolvimento de uma inflamação no estômago varia de pessoa para pessoa. "Nosso estômago tem um mecanismo de defesa próprio contra agentes externos, mas quando esses mecanismos não são suficientes para vencer os agentes, a gastrite pode acontecer e piorar. Isso vai depender de organismo para organismo", explicou.
Inflamação pode ser causada por bactéria
Apesar dos hábitos influenciarem o desenvolvimento da gastrite, grande parte dos casos está relacionada à presença de uma bactéria específica: a Helicobacter pylori, ou H-pilori como é conhecida. "É uma bactéria frequente no meio ambiente e a sua contaminação tem a ver com a condição socioeconômica do paciente. Vivemos em um mundo de contaminação fecal-oral", disse Ramiro Mascarenhas, presidente da Sobed (Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva). 
O H-pylori causa úlceras no estômago, que são feridas mais profundas, e podem levar até a um câncer gástrico. "Tem que ter cuidado porque essa dor, esse desconforto, podem indicar a presença de doenças mais graves. É preciso investigar as causas desse desconforto", afirmou Mascarenhas. Essa investigação é feita através da endoscopia digestiva, que é um exame que filma a mucosa do esôfago, estômago e da parte superior do intestino delgado, e também através da biópsia, que retira um pedaço do tecido inflamado do estômago para análise.
"Há casos que a endoscopia nem é necessária. Apenas um exame de sangue já consegue detectar o que a pessoa tem. Por isso, é muito importante procurar orientação médica", afirmou Mascarenhas, ao se referir às parasitoses que tem sintomas semelhares à gastrite, como estrongiloidíase e a giárdia.
Matheus Azevedo explica que, no caso da infecção por H-pylori, o tratamento é feito com dois ou três antibióticos e um inibidor do ácido do estômago. "Nesse período, o paciente não pode comer alimentos que vão pesar no estômago, não pode ingerir álcool. Além disso, os antibióticos podem gerar desconforto estomacal", conta.
Tomar remédio ataca o estômago?
Além dos microrganismos, dos hábitos descritos no começo desse texto, o que muita gente não sabe é que aquela aspirina tomada depois de um longo dia de trabalho e estresse para aliviar a dor de cabeça, ou aquele remédio para desinflamar a garganta, também podem causar inflamações no estômago.
"Há remédios, em especial os anti-inflamatórios, que interagem com substâncias presentes na mucosa do estômago, diminuindo a sua presença, o que pode causar inflamação e até úlcera. Por isso, é imprescindível que esses medicamentos só sejam tomados com prescrição médica", contou Rogério Alves, gastroenterologista da Beneficência Portuguesa de São Paulo. 

Fonte:
http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2015/07/13/tomar-muito-cafe-da-gastrite-veja-mitos-e-verdades-sobre-a-doenca.htm#fotoNav=4

Anvisa aprova dois novos lotes de substâncias químicas de referência


substancia quimica













Foi publicada a RDC 27/2015, que aprova e oficializa dois lotes de Substâncias Químicas de Referência (SQR) da Farmacopeia Brasileira: o lote nº 1083 de Loratadina e o lote 1084 de Maleato de Dexclorfeniramina. A publicação está na edição nº 125 do Diário Oficial da União.
As SQR são materiais de referência utilizados na avaliação da conformidade dos insumos farmacêuticos e dos medicamentos, requeridos pelas farmacopeias e utilizados como referência de controle de qualidade nacional.
A ação faz parte de um projeto da Farmacopeia Brasileira que prevê o estabelecimento de novos lotes de SQR no período de 2011-2015.
O estabelecimento de SQR produzidas no Brasil confere mais agilidade na disponibilização destes produtos, diminuindo custos e facilitando o acesso na aquisição das substâncias, gerando, consequentemente, menos dependência externa do país.
É da responsabilidade do Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS-Fiocruz) a distribuição oficial dessas Substâncias da Farmacopeia Brasileira.

Fonte:
http://pfarma.com.br/noticia-setor-farmaceutico/legislacao-farmaceutica/2199-anvisa-aprova-dois-novos-lotes-de-substancias-quimicas-de-referencia.html

Por que a gente sonha?


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“O sonho não é sem sentido, absurdo, não pressupõe que uma parte de nossas idéias está dormente enquanto outra começa a despertar. É um fenômeno psíquico válido, a realização de um desejo.”
Sigmund Freud, psiquiatra austríaco fundador da psicanálise, em 1899.
“Os sonhos não são só realizações de desejos ocultos mas uma ferramenta que busca o equilíbrio pela compensação. São um meio utilizado pelo inconsciente para se comunicar com o consciente.”
Carl Jung, psiquiatra suíço, pai da psicologia analítica, na década de 1930.
“A psicanálise parte de premissas injustificadas, como de que sonhos refletem desejos reprimidos. Não há nenhuma evidência real disso.”
Robert Stickgold, psiquiatra da Universidade Harvard e pesquisador dos sonhos.
“O sonho é uma simulação do futuro. Sempre que tenho uma situação de pressão, presto atenção neles e tenho boas respostas.”
Sidarta Ribeiro, neurocientista brasileiro e pesquisador dos sonhos.
“A resposta mais honesta é: ainda não sabemos a função do sonho. Apesar de numerosas teorias, ainda não entendemos completamente o propósito do sono ou do sono profundo, que é quando a maior parte dos sonhos acontece.”
Ernest Hartmann, psiquiatra e diretor do Centro de Desordens do Sono, em Boston (EUA).

Fonte:
http://super.abril.com.br/ciencia/por-que-a-gente-sonha

Nova nanopartícula transportará antibiótico pelo corpo

Remédios

Um dos caminhos da evolução das drogas farmacêuticas é tentar atingir e eliminar um microrganismo ou tumor sem prejudicar as células sadias do paciente e causar efeitos colaterais.
Dentre as ferramentas biotecnológicas mais utilizadas em experimentos para esse fim estão as nanopartículas produzidas com vários tipos de materiais. No Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS), instituição localizada em Campinas (SP) e vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, a sílica foi o material escolhido para compor essas nanoestruturas com diâmetros entre 10 e 500 nanômetros (a medida de 1 nanômetro equivale a 1 milímetro dividido por 1 milhão).
Um novo tipo dessa nanopartícula poderá levar antibióticos pelo corpo humano para combater bactérias. Ela transporta o medicamento e tem um labirinto de canais internos onde o fármaco é estocado para ser liberado no interior dos microrganismos ou próximo a eles.

O estudo do LNLS também levou ao desenvolvimento de dois outros tipos de nanopartículas: uma de prata, que tem propriedade bactericida, e outra com um “caroço” desse metal, recoberto por sílica, que transporta a droga em sua superfície.
Autor principal do projeto, o pesquisador Mateus Borba Cardoso diz que a maior vantagem da nanopartícula é a capacidade de carregar uma grande quantidade do antibiótico. “As nossas podem ser ativas contra os microrganismos e inofensivas às células de mamíferos”, diz Cardoso.
Os experimentos foram realizados com cultura de células humanas-padrão usadas em biotecnologia. As nanoestruturas de prata também não apresentaram efeitos secundários indesejáveis às células.
O trabalho de Cardoso começou em 2010, quando o pesquisador desenvolveu uma estratégia para aprisionar carboidratos dentro de nanopartículas de sílica porosa. A pesquisa rendeu um artigo científico publicado em 2011 no Journal of Pharmaceutical Sciences.
Nesse primeiro trabalho, ele diz ter se dado conta da possibilidade de controlar o tamanho das nanoestruturas de forma bem precisa. A equipe trabalhou com vários carboidratos diferentes, o que levou os pesquisadores a se perguntarem se não seria possível colocar moléculas biologicamente ativas dentro das nanopartículas porosas.
Cardoso então testou a metodologia com uma proteína chamada lisozima em colaboração com o grupo do biólogo Jörg Kobarg, ex-pesquisador do Laboratório Nacional de Biociências (LNBio), que funciona ao lado do LNLS, hoje professor do Departamento de Bioquímica e Biologia Tecidual do Instituto de Biologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
A lisozima está presente na lágrima humana e é capaz de digerir parte da parede da maioria das bactérias, destruindo-as. “Surpreendentemente, verificamos que a nossa estrutura tinha um poder bactericida maior do que o da lisozima pura”, conta Cardoso.
“Nesse ponto, conseguimos entender que as propriedades superficiais e o tamanho eram pontos cruciais para que uma determinada nanopartícula apresentasse efeito biológico.” O trabalho ilustrou a capa de uma das edições da revista Journal of Materials Chemistry, em 2012.
Dessa forma, ficou claro para o grupo que a utilização conjunta com o fármaco ou princípio ativo produz efeitos biológicos mais acentuados do que a ação em separado.
“Após entender como o tamanho e a superfície das nanopartículas se correlacionavam com as propriedades bactericidas, começamos a trabalhar com sistemas biológicos mais complexos como a interação dessas nanoestruturas com células tumorais e diferentes tipos de vírus”, explica. “Dessa forma, começamos a sintetizar tipos de nanoestruturas que levam a droga em seus canais ou em sua superfície.”
É o caso da sílica. Ao entrar em contato com a bactéria, pode acontecer um de dois efeitos esperados: a nanopartícula entrar no microrganismo e liberar o antibiótico, ou grudar no microrganismo (por fora) e soltar o medicamento perto de onde ele vai agir. Isso potencializa o poder bactericida, porque a ação da droga é somada à do próprio veículo.
“Nós testamos essa tecnologia em duas bactérias, uma resistente apenas à tetraciclina e outra a esse antibiótico e à ampicilina”, conta Cardoso. “Contra as resistentes aos dois medicamentos nossa metodologia se mostrou eficaz.” Esse trabalho foi publicado em junho de 2014 no periódico Langmuir.
O projeto “Funcionalização de nanopartículas compósitas para aplicações biomédicas” teve apoio da FAPESP.

Fonte:
http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/nova-nanoparticula-transporta-antibiotico-pelo-corpo

Dieta anti-inflamatória faz bem para o coração

Peixe congelado

Como o próprio nome sugere, a dieta anti-inflamatória é baseada na ingestão de alimentos que combatem a inflamação no organismo, como o ômega-3 - presente nos peixes de água fria.
Relativamente fácil de seguir, segundo o site U.S. News, essa dieta foi desenvolvida por Andrew Weil, médico formado em Harvard e pioneiro no campo da medicina integrativa nos Estados Unidos.
Para Weil certos alimentos podem causar ou combater a inflamação no organismo. Por isso conhecer o próprio corpo e consumir os alimentos adequados não só auxiliam na perda de peso, mas também ajudam a manter uma vida equilibrada.
A inflamação, segundo Weil, pode acarretar problemas graves de saúde, como doenças cardíacas, câncer e até Alzheimer. 
A dieta anti-inflamatória sugere a ingestão de cerca de até 2.000 calorias por dia, dependendo do sexo, peso e atividade física praticada diariamente de cada individuo. 
Das calorias ingeridas diariamente, 40% a 50% devem ser do bom carboidrato, como os cereais integrais, 30% devem vir de gordura, e 20% a 30% precisam ser proteína. Todos os nutrientes devem estar presentes nas três principais refeições diárias.
O ideal é que a dieta seja recomendada por um especialista da área da saúde, pois os alimentos que compõem a dieta anti-inflamatória podem variar de acordo com o cada organismo e uma série de exames é necessária antes de começar a dieta.  

Fonte:
http://exame.abril.com.br/estilo-de-vida/galerias/galeria-das-dietas/dieta-anti-inflamatoria-faz-bem-para-o-coracao#dieta-anti-inflamatoria-faz-bem-para-o-coracao