terça-feira, 7 de julho de 2015

45% DA POPULAÇÃO BRASILEIRA NÃO USA CAMISINHA


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Embora a grande maioria dos brasileiros admita que a camisinha é a melhor maneira de prevenir uma gravidez indesejada e doenças sexualmente transmissíveis, incluindo a aids, dados divulgados dia 28/1 pelo Ministério da Saúde mostram que 45% da população sexualmente ativa do país não utilizou preservativo nas relações sexuais nos últimos 12 meses.
Os dados, inéditos, são da Pesquisa de Conhecimentos, Atitudes e Práticas na População Brasileira (PCAP), apresentados em Brasília, durante o lançamento da campanha de prevenção às DST e aids para o carnaval 2015. Realizada em 2013, a pesquisa entrevistou 12 mil pessoas da faixa etária de 15 a 64 anos, por amostra representativa da população brasileira.
Os dados comparativos com pesquisas anteriores mostram que o uso do preservativo na última relação sexual, ocorrida nos últimos 12 meses, se manteve praticamente estável: 52% em 2004, 47% em 2008 e 55% em 2013, apesar das constantes campanhas de estímulo ao uso do preservativo durante todos esses anos. Além disso, houve um crescimento significativo de pessoas que relataram ter tido mais de 10 parceiros sexuais na vida. Esse percentual subiu de 19%, em 2004, para 26% em 2008, chegando a 44% no ano de 2013.
Reforço no carnaval
A mensagem geral da campanha de carnaval deste ano é informar o jovem sobre a importância de se prevenir contra o vírus da aids, usar camisinha, fazer o teste e, se der positivo, começar logo o tratamento, reforçando o conceito “camisinha + teste + medicamento” de prevenção combinada.
São 129 mil cartazes em quatro versões – segmentados para a população jovem, travesti e jovem gay –, um spot de rádio, 315 mil folders explicativos da prevenção combinada e um vídeo para TV.
“Este ano, o ministério não irá centrar a campanha apenas no uso de preservativos. Os dados da pesquisa indicam que focar as campanhas apenas nesse uso tem limites. A nova estratégia se materializa em três dimensões: primeiro no uso do preservativo, em segundo lugar, na convocação da população a fazer regularmente o teste e, em terceiro lugar, no início imediato do tratamento em caso de teste positivo. Dessa forma, teremos condições de enfrentar a epidemia de aids, principalmente entre os grupos mais afetados pela epidemia, como os jovens”, explica o ministro Arthur Chioro.
Os materiais reforçam o slogan final usando a gíria “# partiu teste”, linguagem típica da faixa etária prioritária. Nas cidades com maior concentração de foliões (São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Recife, Olinda, Florianópolis, Ouro Preto, Diamantina, São João Del Rei e Alfenas) haverá um reforço das estratégias de comunicação da campanha. Além do rádio e da TV, a campanha também será divulgada pela internet e em revistas temáticas de carnaval e de comportamento LBGT.
Nos banheiros femininos e masculinos dos aeroportos Santos Dumont, no Rio de Janeiro, de Salvador e de Recife serão instalados 34 displays para a retirada de camisinhas, a partir de 1º de fevereiro. Inicialmente, os displays serão abastecidos com 195 mil preservativos. Neste ano, além do carnaval, a campanha será estendida, com adaptações, para festas populares – como São João e outros eventos – durante o resto do ano.

Fonte:
http://drauziovarella.com.br/sexualidade/apesar-de-admitir-sua-importancia-45-da-populacao-nao-usa-camisinha/

CÂNCER INFANTIL É MAIS AGRESSIVO, MAS TAXA DE CURA É MAIOR

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Os cânceres pediátricos têm algumas particularidades em relação aos tipos de cânceres que acometem os adultos. Eles costumam ser bem mais agressivos e avançam de maneira muito mais rápida, mas a boa notícia é que a enfermidade tem alta chance de cura. Na verdade, se não fosse a demora que muitas vezes o paciente enfrenta até chegar à unidade de excelência, em alguns tipos de tumores o índice de cura poderia atingir 90%.
 Segundo o oncopediatra Luiz Fernando Lopes, diretor médico do Hospital de Câncer Infanto-juvenil de Barretos, no interior de São Paulo, doenças malignas da infância são predominantemente de origem embrionária, constituídas de células indiferenciadas, que ainda não possuem função especializada, o que determina uma resposta muito melhor aos modelos terapêuticos.
 Já o câncer no adulto, diferentemente do que ocorre com as crianças, em geral afeta as células do epitélio, que recobre os diferentes órgãos (mama, pulmão, próstata etc.). Além disso, em muitas situações, o surgimento do tumor nos adultos poder estar associado a fatores ambientais como, por exemplo, o fumo.
“Apesar de [o câncer infantil] ser mais agressivo, as crianças respondem muito melhor à quimioterapia. Seus órgãos são mais jovens e trabalham melhor”, explica.
 A leucemia corresponde à maioria dos casos, e essa prevalência é mundial. A medicina ainda não possui uma resposta do porquê desse câncer ser o mais comum, no entanto há estudos que tentam associar a ocupação dos pais à doença, principalmente no que diz respeito à produção dos espermatozoides, que transmitiriam alguma alteração genética, mas essa associação ainda não foi comprovada cientificamente. O fato é que de cada 100 crianças com algum tipo de tumor, 30 têm leucemia, seja da forma linfoide aguda ou do tipo mieloide aguda.
Já o segundo câncer mais frequente na infância é o tumor cerebral.
“A incidência desse tipo de câncer está aumentando bastante mundialmente. Talvez no futuro tenhamos mais casos de tumor no cérebro do que leucemias. Um dos motivos é o aumento no número de diagnósticos, as pessoas possuem mais acesso a exames que no passado eram mais restritos. Atualmente, a estimativa é de que para cada 100 crianças com câncer, 20 tenham tumores cerebrais”, completa. Há também casos de tumores nos ossos, que acometem mais adolescentes, nos rins (tumor de Wilms) e nos olhos (tumores dentro da retina).
Apesar de as chances de cura serem altas, o câncer pediátrico esbarra em alguns problemas, como falta de conhecimento dos pediatras para identificar os sintomas.
“As crianças vêm para Barretos de todo Brasil, mas algumas levam muitos meses para chegar. Às vezes o médico até pode fazer o diagnóstico corretamente, mas a família demora meses para conseguir encaminhamento para um centro especializado. Em muitos casos, nós disponibilizamos vaga aqui em Barretos rapidamente, mas a burocracia da documentação para a transferência acaba atrasando o processo. Essa soma de fatores faz com que as crianças cheguem muito tarde. Um mesmo tumor que poderia apresentar chance de cura de 90, 95%, se chegar em estado avançado, com metástase em osso, fígado ou cérebro, pode vir a  ter bem menos chance  de cura”, ressalta o especialista.

Tratamento

Segundo a oncopediatra e diretora de Oncologia Pediátrica do A.C.Camargo Câncer Center, Cecília Lima da Costa, muitos pais chegam receosos à consulta e pedem que o diagnóstico não seja comunicado ao filho. “É claro que assusta, pois o  impacto da notícia é grande para todos. Por isso, nosso primeiro trabalho é convencer a família que o melhor caminho é a honestidade e que podemos trabalhar em conjunto. Porque a criança é esperta, mais cedo ou mais tarde ela vai descobrir”, diz.
Outra particularidade em relação ao câncer pediátrico, na opinião da médica, é que as crianças enfrentam melhor a enfermidade, apesar da gravidade do caso. “Eu costumo dizer que elas são os pacientes mais fáceis de tratar”, conta.
Se no passado o câncer infantil era sinônimo de muito sofrimento, já que a criança chegava a passar meses internada, de acordo com a médica, o tratamento melhorou muito, principalmente no quesito humanização. Atualmente, a maioria das quimioterapias é ambulatorial e não requer internação.
A ala da oncologia pediátrica do A. C. Camargo, por exemplo, foi toda decorada com imagens de super-heróis e além da ambientação do espaço, os recipientes utilizados na quimioterapia foram remodelados, envoltos por cápsulas baseadas nos uniformes dos super-heróis. Assim, as crianças sentem como se estivessem tomando uma “fórmula mágica”.  “Nós utilizamos muito a parte lúdica, de animação. Isso faz diferença na hora da adesão ao tratamento. Elas não se sentem sozinhas”, comenta a médica.
“Antes não existia tanto essa preocupação de deixar o tratamento menos doloroso e pesado. Hoje, elas recebem medicação e podem voltar para casa. Elas ficam internadas somente quando há intercorrência, por conta de alguma infecção, por exemplo, ou quando as quimios são mais prolongadas. Mas, de qualquer maneira, elas continuam indo à escola, frequentando shoppings, parques. Claro, há restrições, mas tentamos fazer com que a criança tenha uma vida normal, na medida do possível”, complementa a dra. Cecília.

fonte:
http://drauziovarella.com.br/crianca-2/cancer-infantil-e-mais-agressivo-mas-taxa-de-cura-e-maior/

HCOR APONTA ALIMENTOS QUE DEVEM SER EVITADOS E CONSUMIDOS NO INVERNO

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Com as temperaturas mais baixas, o organismo gasta mais calorias para manter o corpo aquecido. Por isso, as pessoas sentem tanta vontade de comer e, muitas vezes, optam pelos alimentos mais calóricos.
A sopa, por exemplo, costuma ser uma boa pedida nesta época. “O problema é quando o excesso de carboidrato e queijos gordurosos são os ingredientes da receita. Além disso, alguns itens podem ser substituídos para deixá-la mais saudável”, comenta Daniel Magnoni, nutrólogo e cardiologista do HCor – Hospital do Coração, em São Paulo.

Os pães, que geralmente são utilizados no acompanhamento desses pratos, também precisam ser consumidos com cautela, assim como o macarrão, pois ambos são ricos em carboidratos. Embora o nutriente seja importantíssimo para o organismo – já que é responsável por liberar glicose e fornecer energia para as células -, quando consumido em excesso pode aumentar os níveis de triglicerídeos sanguíneos e o peso.
“Já os queijos amarelos e o creme de leite, utilizados para dar consistência às sopas, são ricos em gorduras, e podem elevar a taxa de colesterol. Neste caso, o ideal é substituir por ricota e queijo fresco, e usar farinhas e grãos para engrossar estas preparações”, esclarece Dr. Magnoni.

Alimentação saudável e gostosa no inverno, sim!

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Para o nutrólogo,  é possível ser saudável no inverno. As sopas de verduras e legumes têm baixas calorias e são ricas em vitaminas e fibras. “Prefira adicionar temperos naturais durante o preparo, como: manjericão, pimenta e alho, ao invés do sal em excesso, que pode ser um agravante aos portadores de doenças cardíacas e hipertensão”, explica Dr. Daniel.
Outro prato muito consumido nesta época do ano é o fondue. De tradição Suíça, ele também pode ser apreciado, mas com moderação. Os de carne são mais saudáveis quando comparado com os de queijo, por conter menos gordura.
“Uma dica é grelhar a carne antes de levá-la ao réchaud, com o intuito de diminuir a absorção de gordura no creme. Nestes casos, o ideal é evitar a utilização de maionese e do creme de leite e, ao invés dos pães, uma boa alternativa é o consumo de cenouras, batatas, brócolis, couve flor, etc”, recomenda o nutrólogo.
Para o fondue de chocolate, o amargo é o mais indicado por oferecer menos quantidade de gordura. A banana, morango, kiwi, manga, uva, etc são opções de frutas para saborear com este tipo de chocolate. “Já nos lanches da tarde, troque o chocolate quente e os biscoitos por chás e torradas integrais. Além do consumo de alimentos saudáveis no inverno o ideal é continuar com a prática de atividade física, como em qualquer outra estação do ano”, finaliza o nutrólogo do HCor.

Fonte:
http://coracaoalerta.com.br/fique-alerta/nutrologo-do-hcor-aponta-os-alimentos-que-devem-ser-evitados-e-consumidos-no-inverno/

ANEL LINFÁTICO DE WALDEYER

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O conjunto de tecidos linfoides localizados na cavidade oral e composto pelas tonsilas faríngea (adenoide), palatina (amídala) e lingual recebe o nome de Anel Linfático de Waldeyer, ou anel de Waldeyer.
Constitui a primeira linha de defesa imunológica do sistema aero-digestivo, pois  protege a entrada dos tubos digestivo e respiratório dos agentes do meio externo. É bastante desenvolvido na infância, mas regride na vida adulta.


Fonte: 
http://drauziovarella.com.br/corpo-humano/anel-linfatico-de-waldeyer/

TIREOIDE

Male thyroid anatomy

A tireoide é uma glândula localizada na frente dos anéis da traqueia, entre o pomo de adão e a base do pescoço e pesa entre 15 e 25 gramas no adulto. Tem a forma de um H ou de um escudo e consiste num istmo central com dois lobos, um de cada lado. Está fixada à laringe por um tecido conjuntivo e se movimenta com a deglutição.
Produz os hormônios tireoidianos (T3 e T4), responsáveis por diversos controles do organismo, como os batimentos cardíacos, os movimentos intestinais, a capacidade de concentração do cérebro, o tônus da musculatura, a regulação dos ciclos menstruais, do humor e da respiração celular. Controla, também, o armazenamento e a utilização de iodo e cálcio.
Os principais distúrbios da tireoide são o hipotireoidismo (baixa ou nenhuma produção de hormônios) e o hipertiroidismo (produção excessiva de hormônios).

Fonte:
http://drauziovarella.com.br/corpo-humano/tireoide/